30/05/2025
Psicopedagoga Miriam
Psicopedagoga - avaliação e intervenção para dificuldades de aprendizagem (TDAH, dislexia etc).
- Atendimento a crianças/adolescentes com dificuldades de aprendizagem;
- Orientação a pais;
- Consultoria para escolas;
- Palestra/formação de educadores
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#dificuldadedeaprendizagem
#educacao
30/05/2025
30/05/2025
30/05/2025
2º dia! Material didático sempre em atualização!
15/04/2023
SOBRE A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS Tenho lido e escutado muitos equívocos sobre a violência que ronda as escolas. E se não conseguirmos identificar a dimensão da violência, também faremos intervenções equivocadas. Uma pessoa com uma extensa ficha criminal; um sociopata; uma pessoa em surto psicótico grave ou usuário de substâncias químicas pode, com qualquer arma em punho, matar ou colocar pessoas em risco num ônibus (como aconteceu meses atrás, em Piracicaba); no supermercado (meses atrás, em Araraquara). Não há como prever. Por isso, medidas de segurança são importantes dificultando, ao máximo, o acesso de pessoas estranhas ao ambiente escolar. Nesse caso, o agressor nada tem a ver com a escola.
Contudo, temos a violência praticada por alunos ou ex-alunos. E, aí, há de se entender que não é a escola que é violenta: ela é só o reflexo da sociedade. Muitos menores são vítimas de violência; outros, totalmente negligenciados pela família. O problema é muito mais grave e complexo - e não tão simples de resolver como colocar um detector de metais na escola e achar que essa é a solução. Cada escola precisa identificar os casos de agressão e os alunos agressores e buscar ações conjuntas com o Conselho Tutelar, Secretaria de Assistência Social, Saúde e outras instituições da comunidade para acompanhar e dar suporte necessário a cada caso. Enquanto vendamos os olhos e não percebemos os impactos da violência intrafamiliar ou da negligência, teremos isso: medidas paliativas que dão alguma sensação de segurança quando, na verdade, o problema só tende a crescer e se voltar contra nós, de alguma outra forma. Paz na escola começa quando a escola conhece cada aluno. Por fim, um apelo: não criem pânico nas crianças mostrando a escola como um ambiente inseguro e hostil: isso pode prejudicar o desenvolvimento e a saúde emocional delas. Miriam Oliveira- Psicopedagoga; Analista de Comportamento; Especialista em Neuroeducação e Neuropsicologia; Pesquisadora do Fenômeno da Violência Contra Crianças e Adolescentes
15/04/2023
SOBRE A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS Tenho lido e escutado muitos equívocos sobre a violência que ronda as escolas. E se não conseguirmos identificar a dimensão da violência, também faremos intervenções equivocadas. Uma pessoa com uma extensa ficha criminal; um sociopata; uma pessoa em surto psicótico grave ou usuário de substâncias químicas pode, com qualquer arma em punho, matar ou colocar pessoas em risco num ônibus (como aconteceu meses atrás, em Piracicaba); no supermercado (meses atrás, em Araraquara). Não há como prever. Por isso, medidas de segurança são importantes dificultando, ao máximo, o acesso de pessoas estranhas ao ambiente escolar. Nesse caso, o agressor nada tem a ver com a escola.
Contudo, temos a violência praticada por alunos ou ex-alunos. E, aí, há de se entender que não é a escola que é violenta: ela é só o reflexo da sociedade. Muitos menores são vítimas de violência; outros, totalmente negligenciados pela família. O problema é muito mais grave e complexo - e não tão simples de resolver como colocar um detector de metais na escola e achar que essa é a solução. Cada escola precisa identificar os casos de agressão e os alunos agressores e buscar ações conjuntas com o Conselho Tutelar, Secretaria de Assistência Social, Saúde e outras instituições da comunidade para acompanhar e dar suporte necessário a cada caso. Enquanto vendamos os olhos e não percebemos os impactos da violência intrafamiliar ou da negligência, teremos isso: medidas paliativas que dão alguma sensação de segurança quando, na verdade, o problema só tende a crescer e se voltar contra nós, de alguma outra forma. Paz na escola começa quando a escola conhece cada aluno. Por fim, um apelo: não criem pânico nas crianças mostrando a escola como um ambiente inseguro e hostil: isso pode prejudicar o desenvolvimento e a saúde emocional delas. Miriam Oliveira- Psicopedagoga; Analista de Comportamento; Especialista em Neuroeducação e Neuropsicologia; Pesquisadora do Fenômeno da Violência Contra Crianças e Adolescentes
22/01/2023
BRINCAR É COISA SÉRIA!Quem acha que as crianças brincam só para passar o tempo, definitivamente não conhece nada sobre o desenvolvimento infantil. Na verdade, quando as crianças brincam de faz-de-conta estão tentando experimentar, e compreender, o mundo adulto. Nesses momentos, é importante que os educadores sejam bons observadores, já que a criança reproduzirá situações e falas do ambiente doméstico.
17/01/2023
AFINAL, O QUE É O TOD?
Chamado de Transtorno Opositor Desafiador, é caracterizado pelo comportamento que desafia e desobedece.
A causa do transtorno ainda é desconhecida e acomete crianças. O diagnóstico deve ser feito por um médico, por meio de exame clínico. Normalmente, crianças com TOD têm muita dificuldade no convívio escolar, necessitando de um trabalho em parceria: família, escola e demais profissionais.
10/01/2023
COMO É UMA AVALIAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA?
A avaliação psicopedagógica é o primeiro passo para se investigar o motivo das dificuldades de aprendizagem e até oferecer informações para encaminhamento a outros profissionais, se for necessário. Sem avaliação não é possível planejar uma intervenção adequada. O trabalho do psicopedagogo tem sido associado a uma espécie de “professor particular” mas, na verdade, seu trabalho é mais abrangente, inclusive, atuando em parceria com a escola. Entre os instrumentos de avaliação estão as Provas Piagetianas e te**es projetivos, além de atividades ligadas, especificamente às habilidades de leitura, escrita e cálculo.
09/01/2023
DOIS MITOS SOBRE APRENDIZAGEM: 1-“A criança não aprende porque tem um problema!” - nem sempre! O ambiente escolar, o material didático, o método de ensino e mesmo problemas de família podem interferir no desempenho escolar. Por isso, é importante a avaliação de um psicopedagogo. Uma avaliação psicopedagógica adequada investiga quais são as causas da dificuldade.
2-“A criança não aprende porque não tem vontade!” - a motivação para aprender está relacionada ao bem-estar emocional. Crianças que não se sentem capazes, dificilmente se envolverão com o processo de aprendizagem - simplesmente se acham incapazes de aprender. Esse sentimento de incapacidade pode vir de comentários negativos da família ou professor.
Também é preciso investigar o desinteresse. Às vezes, o que está sendo ensinado é difícil demais para ela, exigindo conhecimentos prévios que ela não tem. Todos nós aprendemos de forma gradativa. Novas aprendizagens exigem associações de ideias, habilidades ou competências prévias. Imagine alguém querer que você pilote um avião se sequer conhece os mecanismos básicos de navegação aérea ou o funcionamento de uma aeronave.
As tarefas devem ser oferecidas de forma gradativa, sempre considerando o nível em que a criança está. Não conseguir estabelecer conexões entre aprendizagens antigas e novas gera desinteresse.
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