17/02/2026
ACHARAM QUE EU NÃO IA ME POSICIONAR A RESPEITO?
SÓ QUE VOU!
O que aconteceu no desfile de uma das escolas de samba no Carnaval do Rio de Janeiro me deixou profundamente indignado. Ver famílias conservadoras sendo transformadas em alvo de piada, caricatura e deboche explícito não foi “arte”, não foi “crítica social” e muito menos “humor”. Foi puro desrespeito.
Eu sou daquelas que ainda acredita que a família — pai, mãe e filhos, construída sobre valores morais, responsabilidade e amor — é o alicerce mais sólido de qualquer sociedade. E é exatamente esse modelo que resolveram ridicularizar em plena Sapucaí, como se fosse algo retrógrado, opressor ou ridículo. Não é. É o modelo que criou a maioria de nós, que sustenta lares estáveis, que educa crianças com princípios e que, por mais que incomode certas ideologias, continua sendo a escolha da grande maioria dos brasileiros.
O que mais me revolta não é só a zombaria em si. É a clara intenção de fazer engolir goela abaixo uma narrativa que considera a família tradicional um “problema” a ser superado. Querem normalizar que qualquer um que defenda pai e mãe juntos, educação com limites, respeito à autoridade parental e valores éticos seja tratado como inimigo público. Isso não é liberdade de expressão. Isso é autoritarismo cultural disfarçado de festa.
Carnaval sempre foi espaço de alegria, irreverência e crítica. Mas quando a “crítica” vira perseguição seletiva a um único modelo de família — justamente aquele que a Constituição brasileira ainda reconhece e protege —, ela deixa de ser arte e vira militância barata custeada com dinheiro público e com o suor de quem paga ingresso, abadá ou imposto.
Não aceito e não vou calar. Respeito quem escolhe viver de outro jeito, desde que respeite quem escolhe viver como eu. O que não aceito é que, em nome de uma suposta “inclusão”, tentem destruir ou ridicularizar o que ainda mantém este país de pé: milhões de famílias conservadoras que acordam cedo, trabalham, educam seus filhos com dignidade e não saem por aí desfilando ódio contra quem pensa diferente.
Família não é piada. Família não é “velho modelo”. Família é sagrada. E enquanto eu tiver voz, vou defender isso!