17/10/2022
Todos e todas estão mais do que convidados para abertura da nossa Exposição. Aguardamos vocês na próxima segunda (24/10).
Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de cemasceas, Formação, Lg. Graccho Cardoso, Aracaju.
17/10/2022
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ATHENEU SERGIPENSE: histórias a narrar
25/02/2022
O Livro Didático do Atheneu Sergipense: uma história em construção. 📖📚
24/02/2022
Na manhã do dia 24 de fevereiro, durante o planejamento pedagógico do Atheneu Sergipense, o professor João Paulo Gama Oliveira, da UFS, apresentou propostas de parcerias para o trabalho com o acervo do CEMAS. Estiveram presentes professores, coordenadores, direção do colégio e as professoras da UFS: Rosemeire Marcedo Costa e Eva Maria Siqueira Alves.
Com acolhimento do CEAS, ótimas ideias surgiram.
O CEMAS em busca de diálogo e cada vez mais aproximação com a comunidade escolar.
22/02/2022
Na tarde do dia 21 de fevereiro a professora Cristina Valença, do Curso de Museologia da UFS visitou o CEMAS, e foi recebida pelos professores João Paulo Gama Oliveira, Rosemeire Marcedo Costa e Eva Maria Siqueira Alves.
Início de produtivas parcerias.
20/02/2022
O ilustre intelectual e folclorista sergipano, nasceu em Aracaju, filho de Eugênio José Silva e Argemira de São Pedro e Silva. No Atheneu Sergipense, antes de atuar como professor de Português, fez o curso Preparatório e iniciou sua caminhada pela vida jornalística, quando, juntamente com seu colega Gentil Tavares da Mota, criou o jornal estudantil O Necydalus. Em 1911, ingressou no curso de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade de Recife, onde se bacharelou. Ao concluir seus estudos, retornou a sua cidade natal e atuou como professor, jornalista, escritor, folclorista, orador, advogado e deputado estadual. Como político apresentou o projeto de lei que fixou o nome do rio Sergipe, então confundido com o rio Cotinguiba. Foi integrante da primeira geração de sócios efetivos do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (IHGSE) e fundou a Academia Sergipana de Letras. Aos 40 anos de vida, Clodomir Silva faleceu vítima da febre tifoide, deixando órfãos de pai oito filhos, frutos de seu casamento com a professora Ana Araújo de Souza e Silva. A brevidade da sua biografia não o impediu de presentear as gerações futuras com estudos sobre a cultura e história de Sergipe, materializados em duas grandes e importantes obras, Álbum de Sergipe e Minha Gente. E como bem recordou seu ex-aluno José Calazans, "devemos a ele o nosso interesse pelos estudos de folclore. Foi ele quem nos fez conhecer e depois compreender a importância do povismo e linguajar do povo, nos versos populares, nas estórias de Trancoso, nas conversas e usanças da gente sergipana, que ele tanto conhecia e amava".
Texto de Simone Paixão Rodrigues publicado originalmente no Calendário Atheneu Sergipense (2020).
Ver mais sobre o Centro de Educação e Memória do Atheneu Sergipense – CEMAS no Repositório Institucional da Universidade Federal de Sergipe https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/13991
e no Mais Atheneu https://www.maisatheneu.com.br/cemas.
30/01/2022
“O médico, político e historiador sergipano Felisbelo Freire figura entre os ilustres egressos do nosso Atheneu. Conforme Armindo Guaraná, autor do célebre "Dicionário Bio-Bibliográfico Sergipano", Felisbelo foi "aluno dos mais distintos da primeira turma do Atheneu Sergipense", de onde partiu para capital da Bahia, onde se graduou em Medicina, no ano de 1882 (Guaraná, 1925:83). O médico itaporanguense é, sem dúvida, um dos nomes mais destacados da vida política e intelectual sergipana e brasileira entre fins da década de 1880 e meados da década de 1910.
Abolicionista e "republicano histórico", Felisbelo foi o primeiro governante de Sergipe sob a República, além de deputado federal em várias legislaturas, entre as décadas de 1890 e 1910, e ministro de Estado da presidência do marechal Floriano Peixoto. Felisbelo legou à historiografia brasileira obras como "História de Sergipe" (1891) "História da revolta de 6 de setembro de 1893" (1896), "História Constitucional da República dos Estados Unidos do Brasil" (1894 e 1895), "História Territorial do Brasil" (1906), "Os portugueses no Brasil" (1907) e “História da Cidade do Rio de Janeiro” (1912 e 1914). Entre os outros estudiosos da historiografia sergipana, José Calazans considerou Felisbelo o "primeiro historiador de Sergipe", o "pai da historiografia sergipana" (Calazans, [1973] 1992: 13-14). Felisberto Freire é, dessa forma, umas das maiores glórias de Sergipe e do Atheneu Sergipense.
Texto do Prof. Dr. Samuel Albuquerque publicado originalmente no Calendário Atheneu Sergipense (2020).
Ver mais sobre o Centro de Educação e Memória do Atheneu Sergipense – CEMAS no Repositório Institucional da Universidade Federal de Sergipe https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/13991
e no Mais Atheneu https://www.maisatheneu.com.br/cemas
07/12/2021
“Saiu da sua cidade natal aos 11 anos de idade para estudar em Aracaju e ser aluna interna do Colégio Senhora Sant’Anna. Ao concluir seus estudos no colégio interno, foi matriculada na Escola Normal Rui Barbosa, obtendo o grau de normalista em 1930. Depois de atuar no magistério da cidade de Estancia/SE, retornou a Aracaju em 1941, acompanhando o marido, que se tornara servidor do Departamento da Fazenda em Aracaju. Seu cunhado, Manoel Franco Freire, que na ocasião já era catedrático do Atheneu Sergipense, apresentou-a ao senhor Joaquim Vieira Sobral, diretor daquela instituição, assinado ali seu primeiro contrato de trabalho, no dia 25 de março de 1941.
A professora Ofenísa Soares Freire alcançou a estabilidade funcional apenas em 1948, tornando-se efetiva. Ela fez parte do quadro de professores do Atheneu Sergipense no período de 1941 a 1966. Foram 25 anos de contribuição à Educação de Sergipe. Alguns dos seus ex-alunos, ou joias, como ela costumava dizer, tornaram-se importantes pessoas públicas em Sergipe, a exemplo de José Anderson do Nascimento, José Araújo Filho, Terezinha Belém Teles, Wellington Dantas Mangueira Meneses, só para citar alguns. Após sua aposentadoria, a professora Ofenísa Soares Freire se dedicou ao trabalho intelectual, publicou em jornais e lançou o livro A presença Feminina em Os Lusíadas. Foi membro do Conselho Estadual de Educação e de Cultura e se tornou Imortal na Academia Sergipana de Letras.”
Texto de Renilfran Cardoso de Sousa publicado originalmente no Calendário Atheneu Sergipense (2020) em detrimento das comemorações alusivas aos 150 anos da instituição educacional.
O Calendário completo pode ser localizado no Repositório Institucional da Universidade Federal de Sergipe no seguinte link: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/13991
24/11/2021
A 16° Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) aconteceu no ano de 2021 em todo o Brasil. Segundo o site (http://www.obmep.org.br/) a OBMEP, criada no ano de 2005 busca “estimular o estudo da matemática e identificar talentos na área”.
A OBMEP dos dias atuais suscita indagar acerca do ensino das Matemáticas de outrora, em terras sergipanas. Vejamos alguns aspectos dessa história.
Os documentos salvaguardados no Centro de Educação e Memória do Atheneu Sergipense – CEMAS, evidenciam a presença das Matemáticas desde os primeiros momentos de organização dos estudos secundários em Sergipe, no Liceu de São Cristóvão, no ano de 1847 com a denominação de Aritmética, Álgebra, Geometria, Trigonometria, além das aulas de Comércio, Contabilidade e Escrituração Mercantil. LConfira o texto completo acima.
Texto:
Profa. Dra. Eva Maria Siqueira Alves (UFS)
Prof. Dr. João Paulo Gama Oliveira (UFS)
Profa. Dra. Rosemeire Marcedo Costa (UFS)
26/10/2021
ATHENEU SERGIPENSE 151 ANOS
Indubitavelmente, o evento cultural mais importante da década de 1870 foi a criação do Atheneu Sergipense. Governava a Província de Sergipe o Tenente-Coronel Francisco José Cardoso Júnior, que movido por pensamentos reformistas inovou o sistema da educação pública. Manuel Luiz Azevedo d’Araújo desempenhava o cargo de Inspetor Geral da Instrução, organizando e elaborando o Regulamento Orgânico da Instrução Pública da Província de Sergipe, instituindo assim o Atheneu Sergipense, em 24 de outubro de 1870.
Em seus primeiros anos funcionou em uma casa da Câmara Municipal, um local inadequado para as aulas, com pouco espaço para a circulação dos alunos. Com contribuições do povo sergipano, novo prédio foi erguido na Praça da Conceição, hoje Praça Olímpio Campos, sendo inaugurado em 3 de dezembro de 1872.
Há indícios de que o Atheneu Sergipense esteve localizado, por volta de 1899, na Rua de Boquim, hoje Praça Camerino.
Inaugurado festivamente com a presença do Presidente Washington Luiz, o Governador do Estado Gracho Cardoso entregou a sociedade sergipana suntuoso prédio, o Atheneu Sergipense, em 13 de agosto de 1926, localizado na Avenida Ivo do Prado.
Com o aumento nas matrículas dos cursos Ginasial, Clássico e Científico, nova sede do Atheneu Sergipense foi inaugurada em 31 de dezembro de 1950, localizada na Praça Graccho Cardoso.
Vida longa ao nosso querido ATHENEU SERGIPENSE!
Professor Doutor João Paulo Gama Oliveira (UFS)
Professora Doutora Rosemeire Marcedo Costa (UFS)
Professora Doutora Eva Maria Siqueira Alves (UFS)
15/10/2021
Dia 22 de outubro às 14 horas o DEHEA em parceria com o CEMAS promoverá o seguinte evento:
Atheneu Sergipense: 151 anos de histórias
Diálogos luso-brasileiros acerca do patrimônio escolar
Inscrições via SIGAA/UFS