NEABI - IFRN Campus Apodi

NEABI -  IFRN  Campus Apodi Páginas destinada a assuntos relacionados ao Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas(NEABI) do IFRN Campus Apodi.

O NEABI - Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas do IFRN é formado por servidores docentes e técnicos- administrativos, estudantes do IFRN, pesquisadores associados e demais interessados no estudo da temática das relações étnico-raciais. Com a finalidade de realizar ações de ensino,pesquisa e extensão sobre as várias dimensões das relações étnicos-raciais, de sensibilizar, colaborar e promover por meios de parcerias, ações estratégicas, produzindo e divulgando conhecimentos.

08/08/2026

A cidade de Quixeré teve origem em um antigo aldeamento indígena conhecido como "Tabuleiro", habitado por povos originários da região (como os Quixelô). A colonização e o povoamento não indígena começaram por volta de 1840 com a chegada dos primeiros pioneiros e famílias.Povos IndígenasAldeamento do Tabuleiro: O local primitivo onde o município formou suas primeiras raízes humanas.Povos nativos: Eram grupos indígenas da região do Vale do Jaguaribe, incluindo registros da presença de etnias como os Quixelô.Pioneiros da Colonização (por volta de 1840)Manuel Felipe da Silva: Fez a primeira casa da localidade.Cândido Chicó: Abriu o primeiro comércio do povoado.Famílias pioneiras: Os grupos de Manuel Xavier da Silva e Antônio Costa também chegaram e se fixaram nessa mesma época.Mais detalhes oficiais sobre a fundação e dados históricos podem ser consultados diretamente na página da Prefeitura Municipal de Quixeré.Se você quiser, posso detalhar mais sobre:A origem do nome Quixeré na língua tupi-guarani.O processo de emancipação política da cidade em 1957.Como você prefere continuar?dados do município - Prefeitura de QuixeréQuixeré surgiu a partir do aldeamento indígena conhecido como “Tabuleiro”. Os pioneiros da colonização foram Manuel Felipe da Silva, responsável pela primeira c...Prefeitura de Quixeré1:24A cidade de Quixeré começou a partir de um aldeamento indígena que ...TikTok·leiwilsonquixeré - CGIRS Vale do JaguaribeA cidade de Quixeré é constituído de terrenos alunvionais do baixo-Jaguaribe e das encostas e planalto da serra do Apodi, todas muito férteis.

05/08/2026

4 / 7 / 2026 As atividades tiveram início com visitas às escolas EEFTI Padre Abílio Monteiro Neto e EEMTI João Barbosa Lima, onde foram desenvolvidos momentos de diálogo com estudantes, professores e equipes pedagógicas sobre a história do povo Payaku, o contexto do massacre ocorrido em 1699 e a importância do reconhecimento da presença e da resistência indígena no Vale do Jaguaribe.

Na sequência, houve a participação no promada de rádio Tribuna Livre, oportunidade em que foram apresentados à população os objetivos da programação, contextualizada a relevância da data e discutida a necessidade de preservação da memória do povo Payaku, contribuindo para ampliar o alcance das ações e sensibilizar a comunidade.

Encerrando a programação, foi realizado um momento com a comunidade, lideranças indígenas, representantes da sociedade civil e autoridades políticas do município. O encontro constituiu um espaço de diálogo e reafirmação do compromisso com a valorização da história e da cultura indígena. Na ocasião, foi realizada a entrega oficial de um manifesto contendo reivindicações voltadas ao reconhecimento da memória do povo Payaku, ao fortalecimento de políticas públicas de preservação do patrimônio histórico e cultural e à promoção de ações permanentes de valorização da identidade indígena no município.

As atividades desenvolvidas reafirmaram a importância da construção de uma memória coletiva comprometida com a verdade histórica, fortalecendo o protagonismo das comunidades locais e estimulando o diálogo entre poder público, instituições de ensino e sociedade na promoção do reconhecimento e da reparação histórica do povo Payaku

03/08/2026

A região do município era habitada pelos indígenas Payacus, de origem Tapuias e que viviam ao longo do Rio Jaguaribe.[4] Esta nação indígena resistiu intensamente contra colonização europeia e a invasão dos seus territórios pelos portugueses, protagonizando vários ataques aos aldeamentos que ficam na atual Região Metropolitana de Fortaleza. No ano de 1696, os indígenas permitiram serem aldeados e evangelizados pelo jesuíta João da Costa, entre a região de Itaiçaba e Aracati.[5]

Foi criado em 15 de outubro de 1956 por desanexação de Jaguaruana. Chamou-se inicialmente Feira de Gado, depois passou a se chamar Passagem de Pedras. Tem um rio chamado Jaguaribe que passa por trás da igreja, a padroeira da cidade é Nossa Senhora da Boa Viagem.

Itaiçaba como distrito administrativo pertenceu primeiramente ao município de Aracati. Em 21 de agosto de 1823, o Decreto Lei Nº 169, de 31 de março de 1938, transferiu o distrito para a jurisdição do município de Jaguaruana. Ainda no mesmo ano adotou a denominação atual de Itaiçaba (significa Passagem das Pedras), por força de um Decreto Lei Nº448, de dezembro de 1938. Na luta por sua independência administrativa destacou-se o Deputado Jeová Costa Lima, autor do Projeto que no dia 15 de setembro de 1956, se transformou na Lei Nº 3.338 que deu liberdade administrativa ao município. Itaiçaba foi oficialmente instalada em solenidade no dia 7 de outubro de 1956, tendo como seu primeiro prefeito o Sr. Agostinho Correia Lima.

Por volta da década de 80 a cidade sofria com o problema de inundações, época na qual praticamente todos os habitantes tinham que sair para os distritos de Itaiçaba (Tabuleiro do Luna, Alto Brito, Cidade Nova) que ficavam na parte alta do município.

Na entrada da cidade encontra-se a serra do Ererê, onde existe uma lenda que durante uma grande seca, quando alguns retirantes passavam por lá, uma donzela já estava muito fraca e não conseguiu seguir viagem com os outros, ficando ao pé da serra. Dizem que ela se encantou, outros dizem que ela morreu, a verdade quem saberá o que acontece é uma devoção que as pessoas têm pela donzelinha, ergueram at

PROPOSTA DE TRABALHO COMUNITÁRIOVOZES PAIACU327 anos do Massacre de 1699: memória, território, reparação e justiça histó...
01/08/2026

PROPOSTA DE TRABALHO COMUNITÁRIO

VOZES PAIACU

327 anos do Massacre de 1699: memória, território, reparação e justiça histórica

Data: 4 de agosto de 2026
Local da programação noturna: Estação Ecopsicológica e Agroecológica de Memórias Ancestrais e Reconexão com a Natureza – Sítio Passagem do Negro, Arraial, Itaiçaba–CE

Apresentação

O Vozes Paiacu nasce do desejo de reconhecer e tornar pública uma história que permaneceu silenciada durante mais de três séculos.

Antes da existência do município de Itaiçaba, este território já era habitado pelo povo Paiacu. Seus caminhos, suas relações com o rio, seus conhecimentos e suas formas de vida fazem parte das raízes desta terra.

No dia 4 de agosto de 2026, quando relembramos os 327 anos do Massacre dos Paiacus de 1699, queremos reunir escolas, moradores, pesquisadores, povos indígenas, instituições e poder público em uma grande ação comunitária de memória.

Não queremos realizar apenas uma homenagem. Queremos iniciar um movimento de reconhecimento de Itaiçaba como território ancestral Paiacu e construir ações que mantenham essa história viva para as próximas gerações.

Objetivo geral

Promover o reconhecimento público da ancestralidade Paiacu no território de Itaiçaba, envolvendo a comunidade em ações educativas, culturais, ambientais e simbólicas de memória e reparação histórica.

O que queremos construir

O Vozes Paiacu será uma mobilização que alcançará diferentes espaços da cidade.

Na rádio

Durante a semana anterior, serão transmitidos pequenos boletins sobre a história Paiacu.

Os boletins apresentarão informações, relatos e perguntas que despertem a curiosidade da população:

«Você sabia que, antes de Itaiçaba existir, este já era um território Paiacu?»

Nas escolas

Na manhã do dia 4 de agosto, as escolas serão convidadas a realizar um Momento de Memória Paiacu, aproximando crianças e jovens da história do território onde vivem.

Essa programação será construída com professores, gestores, estudantes e demais colaboradores.

Pela cidade

Serão plantadas árvores nativas em pontos significativos do município.

Cada árvore receberá uma pequena placa:

«Árvore da Memória
Em memória do povo Paiacu.»

As árvores r

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