Acervo da Teologia

Acervo da Teologia

Compartilhar

.Teologia .Música .Filosofia

Colunistas.

Michael Rossane , Flávia Rossane , Daniella Darci Monteiro , Erlon Andrade , Cris Boanerges , Marcos Antonio Israel Junior

Desde @2006 Blog Pioneiro Essa é uma página oficial de artigos cristãos, teológicos e educacionais, sobre a responsabilidade do Pastor e Teólogo Michael Rossane e colunistas, página do antigo Blog Apaixonado por Missões, atual Teologia & Psi desde 2006, atualizado em 2008.

20/08/2026

Segunda Reflexão da Série: "O Sofrimento de Cristo".
Tema: "A Consciência de Jesus Cristo".
Missionário e Colunista

Curta, Siga, Comenta e Compartilha
Que Deus te abençoe!

🧔 #2026

Segunda Reflexão da Série: "O Sofrimento de Cristo". 
Tema: "A Consciência de Jesus Cristo".
Missionário e Colunista @darcijunioredani 

Curta, Siga, Comenta e Compartilha 
Que Deus te abençoe! 

#evangelion #devocional #acervodateologia🧔 #2026 20/08/2026

Segunda Reflexão da Série: "O Sofrimento de Cristo".
Tema: "A Consciência de Jesus Cristo".
Missionário e Colunista Daniella Darci Monteiro

Curta, Siga, Comenta e Compartilha
Que Deus te abençoe!

🧔 #2026

https://www.instagram.com/p/DcR0XYkoxmZ/?igsi=MXdqaGd4cjQ4Mzhzcg==

Segunda Reflexão da Série: "O Sofrimento de Cristo". Tema: "A Consciência de Jesus Cristo". Missionário e Colunista @darcijunioredani Curta, Siga, Comenta e Compartilha Que Deus te abençoe! #evangelion #devocional #acervodateologia🧔 #2026

14/08/2026

Acesse o Acervo da Teologia no Instagram

O trabalho sempre fez parte da vida humana. É por meio dele que, em grande medida, garantimos nosso sustento, construímos projetos e participamos da sociedade. No entanto, embora seja necessário, o trabalho não pode dominar o ser humano a ponto de fazê-lo viver exclusivamente em função dele.

O trabalho deve ser um meio para a existência e para o desenvolvimento humano, e não um fim em si mesmo. Quando ocupa todas as dimensões da vida, pode deixar de contribuir para nossa realização e começar a nos alienar daquilo que também dá sentido à existência.

Somos seres sociais e precisamos desenvolver diferentes áreas da vida, trabalho, estudos, família, amizades, crenças, descanso, lazer e relacionamentos. O equilíbrio entre essas dimensões é importante não apenas para o indivíduo, mas também para a sociedade na qual ele está inserido.

O trabalho continuará tendo enorme importância em nossa sociedade. Entretanto, não podemos permitir que ele invada espaços fundamentais para nosso desenvolvimento como pessoas.

 Precisamos trabalhar, mas também precisamos conviver, descansar, amar, construir vínculos e experimentar relações afetivas, coisas que o dinheiro, por maior que seja, não consegue comprar.

O problema começa quando o trabalho deixa de ser parte da vida e passa a ser a própria razão de viver. Quando nossa existência gira somente em torno de ter, adquirir e possuir, corremos o risco de perder o verdadeiro sentido do trabalho.

Aquilo que poderia proporcionar realização e desenvolvimento transforma-se, então, em um fardo carregado diariamente. Em vez de utilizarmos o trabalho como instrumento para viver, passamos a viver para trabalhar.

E talvez esteja aí uma das grandes contradições da sociedade contemporânea: Quanto mais temos, mais acreditamos que precisamos ter. Entramos em um ciclo permanente de produção, consumo e insatisfação, procurando um ponto de satisfação que nunca chega.

Por isso, pensar sobre o sentido do trabalho também significa perguntar:

 Trabalhamos para viver ou estamos vivendo apenas para trabalhar? 

Missionário @darcijunioredani 
Se gostou siga, curta, Comenta e Compartilha! 14/08/2026

Missionário e Colunista Daniella Darci Monteiro

https://www.instagram.com/p/DcBzBwRuMIN/?igsh=NDltZDFndDR3NWs=&igsi=NDltZDFndDR3NWs=

O trabalho sempre fez parte da vida humana. É por meio dele que, em grande medida, garantimos nosso sustento, construímos projetos e participamos da sociedade. No entanto, embora seja necessário, o trabalho não pode dominar o ser humano a ponto de fazê-lo viver exclusivamente em função dele. O trabalho deve ser um meio para a existência e para o desenvolvimento humano, e não um fim em si mesmo. Quando ocupa todas as dimensões da vida, pode deixar de contribuir para nossa realização e começar a nos alienar daquilo que também dá sentido à existência. Somos seres sociais e precisamos desenvolver diferentes áreas da vida, trabalho, estudos, família, amizades, crenças, descanso, lazer e relacionamentos. O equilíbrio entre essas dimensões é importante não apenas para o indivíduo, mas também para a sociedade na qual ele está inserido. O trabalho continuará tendo enorme importância em nossa sociedade. Entretanto, não podemos permitir que ele invada espaços fundamentais para nosso desenvolvimento como pessoas. Precisamos trabalhar, mas também precisamos conviver, descansar, amar, construir vínculos e experimentar relações afetivas, coisas que o dinheiro, por maior que seja, não consegue comprar. O problema começa quando o trabalho deixa de ser parte da vida e passa a ser a própria razão de viver. Quando nossa existência gira somente em torno de ter, adquirir e possuir, corremos o risco de perder o verdadeiro sentido do trabalho. Aquilo que poderia proporcionar realização e desenvolvimento transforma-se, então, em um fardo carregado diariamente. Em vez de utilizarmos o trabalho como instrumento para viver, passamos a viver para trabalhar. E talvez esteja aí uma das grandes contradições da sociedade contemporânea: Quanto mais temos, mais acreditamos que precisamos ter. Entramos em um ciclo permanente de produção, consumo e insatisfação, procurando um ponto de satisfação que nunca chega. Por isso, pensar sobre o sentido do trabalho também significa perguntar: Trabalhamos para viver ou estamos vivendo apenas para trabalhar? Missionário @darcijunioredani Se gostou siga, curta, Comenta e Compartilha!

13/08/2026

Isso mesmo, um pastor que utiliza do seu trabalho de UBER para ouvir e aconselhar as pessoas, um púlpito sobre rodas, viagens pelas ruas da cidade de Anápolis GO que se transformam em propósito, e esse é o pastor e amigo Arlindo Júnior. Entendemos bem o contexto de missões em Atos dos Apóstolos que nem todo púlpito está dentro de uma igreja. Às vezes, ele tem quatro rodas, um banco para passageiro e percorre as ruas da cidade. Um exemplo para todos nós e muitos frutos sendo gerados!

Pastor que Deus continue abençoando e capacitando a sua vida, um grande testemunho.
Grande abraço, o Acervo da Teologia agradece!

Siga, Curta e Compartilha

Fomos surpreendidos com o falecimento da irmã caçula e cunhada de dois colegas pastores em Anápolis.

Fiquei pensando e orando pela família enlutada e o Espírito Santo ministrou ao meu coração sobre a VIDA e a MORTE. Refletir sobre a morte e a vida nas mãos do Senhor nos levar a enxergar a existência com mais fé, esperança e reverência diante de Deus.

A Bíblia nos ensina que a vida não é fruto do acaso. Cada respiração, cada dia vivido e cada etapa da nossa caminhada estão sob o cuidado soberano de Deus. O Senhor é quem dá a vida, sustenta a vida e também determina o tempo de cada pessoa nesta terra.

O ser humano costuma ter medo da morte porque olha apenas para o fim do corpo físico. Mas, para quem confia em Deus, a morte não é derrota definitiva, ela é uma passagem para a eternidade. A vida verdadeira não termina no túmulo, ela continua na presença do Senhor.

Quando entendemos que a vida e a morte estão nas mãos de Deus, aprendemos duas lições importantes:

1. Humildade diante da vida - Não controlamos tudo. Podemos planejar, trabalhar e lutar, mas no final reconhecemos que dependemos totalmente do Senhor.

2. Sabedoria para viver - Se nossos dias estão nas mãos de Deus, então cada dia deve ser vivido com propósito: amar mais, perdoar mais, servir mais e andar mais perto de Deus.

Se vivemos, vivemos para o Senhor; se partimos, também estamos com Ele. A grande segurança da fé é saber que nada escapa das mãos de Deus, nem a vida, nem a morte, nem a eternidade.

📖 “Eis que nas tuas mãos estão os meus dias.” (Salmos 31:15).

Assim, enquanto temos vida, devemos viver para a glória de Deus. E quando chegar o último dia, descansaremos na certeza de que voltaremos para Aquele que nos deu a vida, porque quem está nas mãos do Senhor nunca está perdido nem na vida, nem na morte.

Pr. @arlindo.ribeiro.junior
Siga, Curta e Compartilha 05/08/2026

A Bíblia nos ensina que a vida não é fruto do acaso. Cada respiração, cada dia vivido e cada etapa da nossa caminhada estão sob o cuidado soberano de Deus. O Senhor é quem dá a vida, sustenta a vida e também determina o tempo de cada pessoa nesta terra.
Pastor Arlindo Júnior

https://www.instagram.com/p/DbrJHKnzK3x/?igsh=MXkyMDZjZm1hZHBtdA==

Fomos surpreendidos com o falecimento da irmã caçula e cunhada de dois colegas pastores em Anápolis. Fiquei pensando e orando pela família enlutada e o Espírito Santo ministrou ao meu coração sobre a VIDA e a MORTE. Refletir sobre a morte e a vida nas mãos do Senhor nos levar a enxergar a existência com mais fé, esperança e reverência diante de Deus. A Bíblia nos ensina que a vida não é fruto do acaso. Cada respiração, cada dia vivido e cada etapa da nossa caminhada estão sob o cuidado soberano de Deus. O Senhor é quem dá a vida, sustenta a vida e também determina o tempo de cada pessoa nesta terra. O ser humano costuma ter medo da morte porque olha apenas para o fim do corpo físico. Mas, para quem confia em Deus, a morte não é derrota definitiva, ela é uma passagem para a eternidade. A vida verdadeira não termina no túmulo, ela continua na presença do Senhor. Quando entendemos que a vida e a morte estão nas mãos de Deus, aprendemos duas lições importantes: 1. Humildade diante da vida - Não controlamos tudo. Podemos planejar, trabalhar e lutar, mas no final reconhecemos que dependemos totalmente do Senhor. 2. Sabedoria para viver - Se nossos dias estão nas mãos de Deus, então cada dia deve ser vivido com propósito: amar mais, perdoar mais, servir mais e andar mais perto de Deus. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se partimos, também estamos com Ele. A grande segurança da fé é saber que nada escapa das mãos de Deus, nem a vida, nem a morte, nem a eternidade. 📖 “Eis que nas tuas mãos estão os meus dias.” (Salmos 31:15). Assim, enquanto temos vida, devemos viver para a glória de Deus. E quando chegar o último dia, descansaremos na certeza de que voltaremos para Aquele que nos deu a vida, porque quem está nas mãos do Senhor nunca está perdido nem na vida, nem na morte. Pr. @arlindo.ribeiro.junior Siga, Curta e Compartilha

Ao longo da história, muitos tentaram colocar ciência e Deus como inimigos. No entanto, essa oposição não é necessária. Na verdade, elas respondem, em grande parte, a perguntas diferentes.

A ciência procura explicar como o universo funciona: Investiga leis da natureza, observa fenômenos, testa hipóteses e produz conhecimento revisável. Já a fé pergunta por que existimos, qual é o sentido da vida, o fundamento da moral, da esperança e da própria existência.

Grandes nomes da ciência eram pessoas de fé como Isaac Newton, que dedicou boa parte da vida ao estudo da Bíblia. Johannes Kepler dizia que fazia ciência para "pensar os pensamentos de Deus depois d'Ele". Gregor Mendel, pai da genética, era monge. Francis Collins, que liderou o Projeto Genoma Humano, é um cristão declarado.

Isso não significa que toda descoberta científica prove Deus, nem que a ciência substitua a fé, mas que muitos cientistas enxergaram uma profunda compatibilidade entre investigar a criação e crer no Criador.

Como estudante de Psicologia que sou, eu percebo isso cada vez mais. A ciência pode explicar diversos mecanismos do cérebro, das emoções e do comportamento humano. Mas perguntas como "Por que existe algo em vez de nada?", "O que dá sentido ao sofrimento?" e "Por que o ser humano busca transcendência?" continuam sendo também questões filosóficas e teológicas.

Na tradição cristã, a ciência pode ser entendida como uma forma de conhecer melhor a obra de Deus. 

O Salmo 19 afirma:
"Os Céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia as obras das suas mãos."

Estudar a natureza, portanto, não diminui Deus, pode aumentar nossa admiração por Ele.
Gosto de resumir essa relação da seguinte forma:

A ciência revela a complexidade da criação, a fé revela o propósito do Criador. Quando ambas permanecem no seu devido lugar, elas não precisam competir, mas em dialogar e enriquecer nossa compreensão da realidade.

Essa é uma perspectiva que tem sido defendida por diversos filósofos, teólogos e cientistas contemporâneos, a ciência e a fé não são necessariamente rivais, mas podem ser parceiras na busca sincera pela verdade. 

Pastor e colunista @michaelrossane 
Revista Ciências 05/08/2026

Leia e compartilha se gostou, nos ajudem na divulgação!

https://www.instagram.com/p/Dbq8ROgTAaz/?igsh=MW44aGVnOWw3ZHcyYg==

Ao longo da história, muitos tentaram colocar ciência e Deus como inimigos. No entanto, essa oposição não é necessária. Na verdade, elas respondem, em grande parte, a perguntas diferentes. A ciência procura explicar como o universo funciona: Investiga leis da natureza, observa fenômenos, testa hipóteses e produz conhecimento revisável. Já a fé pergunta por que existimos, qual é o sentido da vida, o fundamento da moral, da esperança e da própria existência. Grandes nomes da ciência eram pessoas de fé como Isaac Newton, que dedicou boa parte da vida ao estudo da Bíblia. Johannes Kepler dizia que fazia ciência para "pensar os pensamentos de Deus depois d'Ele". Gregor Mendel, pai da genética, era monge. Francis Collins, que liderou o Projeto Genoma Humano, é um cristão declarado. Isso não significa que toda descoberta científica prove Deus, nem que a ciência substitua a fé, mas que muitos cientistas enxergaram uma profunda compatibilidade entre investigar a criação e crer no Criador. Como estudante de Psicologia que sou, eu percebo isso cada vez mais. A ciência pode explicar diversos mecanismos do cérebro, das emoções e do comportamento humano. Mas perguntas como "Por que existe algo em vez de nada?", "O que dá sentido ao sofrimento?" e "Por que o ser humano busca transcendência?" continuam sendo também questões filosóficas e teológicas. Na tradição cristã, a ciência pode ser entendida como uma forma de conhecer melhor a obra de Deus. O Salmo 19 afirma: "Os Céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia as obras das suas mãos." Estudar a natureza, portanto, não diminui Deus, pode aumentar nossa admiração por Ele. Gosto de resumir essa relação da seguinte forma: A ciência revela a complexidade da criação, a fé revela o propósito do Criador. Quando ambas permanecem no seu devido lugar, elas não precisam competir, mas em dialogar e enriquecer nossa compreensão da realidade. Essa é uma perspectiva que tem sido defendida por diversos filósofos, teólogos e cientistas contemporâneos, a ciência e a fé não são necessariamente rivais, mas podem ser parceiras na busca sincera pela verdade. Pastor e colunista @michaelrossane Revista Ciências

02/08/2026

Pastor e Colunista Michael Rossane

02/08/2026

Evangelista e Colunista Erlon Andrade

02/08/2026

Missionário e Colunista Daniella Darci Monteiro
O sofrimento de Cristo!

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Anápolis?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Entre em contato com a escola/colégio

Endereço


Anápolis, GO