14/05/2026
Hoje, muitos dentro da igreja sofrem daquilo que podemos chamar de síndrome do irmão mais velho, na parábola do filho perdido.
Estão dentro da casa, participam dos cultos, servem, ouvem a Palavra, cumprem suas responsabilidades, mas quando alguém retorna, quando um novo chega, ou quando Deus começa a levantar alguém diferente de nós, algo dentro do coração se incomoda.
Em vez de celebrarmos a restauração, muitas vezes nos intrigamos. Em vez de acolhermos, comparamos. Em vez de nos alegrarmos com a graça, sentimos inveja, resistência e dificuldade de aceitar o lugar que Deus está dando ao outro.
O irmão mais velho estava perto da casa, mas distante do coração do pai. Ele conhecia a rotina, mas não compreendia a graça. Estava no campo do serviço, mas fora da festa da misericórdia.
E esse é um perigo para todos nós, permanecer na igreja, mas perder a sensibilidade do Reino, servir a Deus, mas se irritar quando Ele decide abraçar alguém que nós ainda julgamos indigno.
A maturidade espiritual não se revela apenas na permanência, mas também na capacidade de celebrar a restauração do outro sem sentir que perdemos espaço.
Porque no Reino de Deus, a volta de um filho nunca diminui o valor dos que ficaram. Pelo contrário, revela a grandeza do Pai que tem lugar para todos à mesa.
Quem não consegue celebrar o retorno do irmão talvez ainda não tenha entendido o coração do Pai.
Pastor
*Conheça também*
10/05/2026
A mãe de John Wesley foi Susanna Wesley, e ela é considerada uma das mulheres mais influentes da história do cristianismo protestante, mesmo sem ter ocupado púlpitos famosos ou cargos oficiais.
Ela ficou conhecida principalmente por sua profunda disciplina espiritual, dedicação à educação dos filhos, inteligência incomum para a época, e pela influência direta sobre John Wesley e Charles Wesley.
Quem foi Susanna Wesley?
Susanna nasceu em 1669, na Inglaterra, filha de um pastor puritano. Ela teve 19 filhos (embora muitos tenham morrido ainda pequenos, algo comum naquela época). Criou a família em meio a dificuldades financeiras, crises conjugais e intensa pressão religiosa. Mesmo vivendo numa sociedade que limitava muito as mulheres, ela desenvolveu um método rigoroso de ensino dentro de casa, ensinava os filhos individualmente, estimulava leitura, disciplina,
oração, estudo bíblico, reflexão moral e espiritual.
John Wesley mais tarde reconheceria que muito do que se tornou o metodismo nasceu da influência espiritual da mãe.
O episódio mais marcante
Há um relato famoso de que, quando o marido dela viajava, Susanna começou a reunir os filhos e vizinhos em casa para leitura bíblica e oração. Essas reuniões cresceram tanto que chegaram a reunir centenas de pessoas. Alguns criticaram, porque uma mulher estava conduzindo encontros espirituais. Mas ela respondeu algo muito forte ao marido:
“Se eu negligenciar esta oportunidade de fazer o bem às almas, terei de responder por isso diante de Deus.”
Essa frase marcou profundamente a tradição metodista.
A influência espiritual dela, Muitos estudiosos dizem que, a organização metodista veio muito da disciplina de Susanna, o zelo espiritual de John Wesley nasceu dentro daquela casa,
e a musicalidade espiritual de Charles Wesley também foi alimentada ali. Ela costumava reservar momentos pessoais de oração mesmo em meio ao caos da maternidade. Existe uma tradição famosa dizendo que ela colocava o avental sobre a cabeça para indicar aos filhos:
“Mamãe está orando.”
O legado dela
Susanna Wesley é frequentemente lembrada como: “A mãe do metodismo”, símbolo de formação espiritual dentro da família, exemplo de fé prática!
23/04/2026
Um incentivo a uma vida de leitor do Pastor e Colunista
Leia...
15/04/2026
Cornelia Arnolda Johanna ten Boom, conhecida como Corrie ten Boom foi uma escritora e resistente holandesa que ajudou a salvar a vida de muitos judeus ao escondê-los dos nazistas durante a II Guerra Mundial. Ten Boom registrou sua autobiografia no livro O Refúgio Secreto, que posteriormente foi adaptado para o cinema em um filme com o mesmo nome. Em Dezembro de 1967, Ten Boom foi honrada com a inclusão de seu nome nos "Justos entre as Nações" pelo Estado de Israel.
Nascida em 15 de Abril de 1892 na Holanda, em Amsterdam cresceu numa cidade próxima, Haarlem. Antes da Segunda Guerra Mundial, seus pais dirigiam uma loja de joias no bairro judeu de Amsterdam. A família, ligada à Igreja Reformada Holandesa, fez amizade com muitos judeus, que a convidavam a participar de cerimônias de shabat e outras comemorações judaicas. Quando os nazistas invadiram a Holanda em maio de 1940, Corrie tinha 48 anos, era solteira e trabalhava como relojoeira na loja do pai. Pouco a pouco, ela se envolveu em atividades clandestinas por meio das quais encontrou, no interior do país, refúgios temporários para judeus.
Em 28 de Fevereiro de 1944, os alemães prenderam toda a família ten Boom. O pai e irmã de Corrie morreram no campo. Corrie foi solta um dia após o Natal de 1944. No filme "O Refúgio Secreto", Boom narra o episódio de sua saída do campo de concentração, contando que mais tarde ela soube que sua soltura havia sido um erro burocrático. As prisioneiras de sua idade no campo foram todas mortas uma semana após sua libertação.
Após a guerra, Corrie ten Boom retornou à Holanda para estabelecer centros de reabilitação. Ela voltou à Alemanha em 1946 e passou muitos anos de ensino itinerante por mais de sessenta países se seguiram, durante os quais ela escreveu diversos livros. Em 1977, ten Boom, aos 85 anos, mudou-se para Orange (Califórnia). Sucessivos AVCs em 1978 reduziram sua capacidade de comunicação e deixaram-na inválida. Corrie ten Boom faleceu em 15 de Abril de 1983, no dia do seu 91º aniversário.
Projeto Castelo Forte
05/04/2026
No livro de Êxodo capítulos 11 e 12 Deus estava instituindo a Páscoa, a instituição aconteceu por ordem de Deus, pela Páscoa, o Senhor estabeleceu Israel como uma nação. Os hebreus povo de Deus, estavam perto de serem resgatados da escravidão de Faraó, o julgamento final de Deus estava por vir sobre Faraó e o Egito. O rei inflexível veria que a paciência de Deus havia acabado e sua ira era iminente. A décima praga traria julgamento sobre o pecado e seria seu salário, até que esse dia o Senhor enviou uma praga em que todos os primogênitos de Faraó e das pessoas em que o serviam morreriam, e como marca de aliança com seus filhos, Ele ordenou que entrassem em casa com suas famílias e ficassem lá até a praga cessar e que cada umbral das casas fossem marcados com o sangue dos cordeiros ou carneiros, simbolizando que ali havia um escolhido Dele a serem protegidos!
Meus irmãos, por amor sacrificial a todos nós, Cristo pagou com a própria vida na cruz, para que fossemos livres da condenação eterna, celebramos hoje um Deus que está vivo e não mais em um túmulo ou madeiro, não há porque temermos de nada, temos uma aliança com o Senhor, somos Dele, ore sobre sua casa, sua família, a oração substituiu o sangue dos umbrais, o sacrifício, busquem ao Senhor e o amem!
Feliz Páscoa a todos, o Senhor vive! Que Deus abençoe a todos.
Colunista e pastor Michael Rossane
04/04/2026
Jesus não condenou a fé, mas a religiosidade vazia, aquela que mantém aparência, mas não transforma o coração.
Ele anunciou um Evangelho que inclui sem relativizar, acolhe sem negociar a verdade, e confronta sem destruir.
Um Evangelho que não exclui, não se sustenta no medo, mas também não deixa o homem confortável. E a religiosidade continua sendo atraente, justamente porque permite permanecer o mesmo.
Pastor e Colunista Michael Rossane
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Teologia e Regeneração
Acervo da Teologia 🧔
Opinião & Versos: Erlon Andrade
26/03/2026
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