25/09/2020
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25/09/2020
Inspire-se
11/09/2020
Desejamos a todxs, uma sexta com muitas cores.
PEQUENAS PÍLULAS PARA REFLEXÕES MAIORES SOBRE O ATO DE EDUCAR E SER EDUCADOR:
- Professor é aquele que ensina. Seu ofício é a ensinagem.
- Educador é aquele que aprende. Seu ofício é a aprendizagem.
- Educação é um fim, Escola é um meio. (Os meios devem estar sempre a serviço dos fins a que se destinam).
- Educação é algo que acontece somente no plural.
- Não existe Educação no singular. O “eu” sozinho não educa.
- Para que haja Educação são necessários, no mínimo, duas pessoas - o eu e o outro - (ou o professor e o aluno).
- E Educação não é o que eles, individualmente, trazem, mas o que eles trocam.
- E a gente só troca o que tem pelo que não se tem ainda. Isto chama-se aprendizagem (quem troca 6 por meia dúzia, está é perdendo tempo).
- Educação, portanto, pressupõe aprendizagem. E a aprendizagem só se houver troca (do tipo ganha-ganha).
- É possível fazer Educação sem Escola? Sim!
- É possível fazer boa Educação debaixo do pé-de-manga? Com certeza!.
- Mas é im-pos-sí-vel fazer boa Educação se não tivermos bons educadores.
- Só os bons educadores produzem a boa Educação (o contrário, infelizmente, também é verdadeiro: os maus educadores produzem c**a educacional).
- O bom educador é aquele que cria um pedagogia própria, autoral (e não f**a apenas falando “entre aspas” e/ou citando pés de página).
- O bom educador é aquele que aprende mais do que ensina, porque aprende a ver, ler e usar “o lado luminoso” de seus alunos e olhar sua comunidade pelo “lado cheio do copo”.
- O bom educador não mede carência, mas potência. Deixa de ser um dependente do IDH e faz da sua escola a guardiã do IPDH (Índice de Potencial do Desenvolvimento Humano) dos seus alunos e sua comunidade.
- Uma Escola que se deseja excelente, é aquela que identif**a, mede e avalia o IPDH de seus alunos e comunidade e o utiliza pela sua capacidade de ACAO - Acolhimento, Convivência, Aprendizagem, e Oportunidade -.
- O educador, a nível de excelência, é aquele que constrói seu Plano de Trabalho e Avaliação (PTA) a partir de MDIs : - de quantas Maneiras Diferentes e Inovadoras eu posso:…alfabetizar uma criança…não perder nenhum aluno...tirar um jovem da linha de tiro…mobilizar uma comunidade para zerar o analfabetismo…fazer da escola um centro de excelência…construir uma cidade educadora…etc
- E toda escola pode transformar estes desejos e vontades em realidade plena. Basta querer e investir suas energias e seu “lado luminoso" nestas causas, porque elas fazem parte de sua governabilidade e não necessitam ser “terceirizadas”.
- Uma escola, a nível de excelência, é aquela que “não deixa nenhum aluno para trás” ou que “não perde nenhum aluno” ou que garante a todos, sem exceção, a aprendizagem de tudo o que todas as crianças e jovens precisam e podem aprender, no seu tempo e no ritmo, para serem os melhores e mais felizes cidadãos do mundo”.
Tião Rocha
Ago/2015
09/09/2020
Freire falava da importância de pensar-se em uma educação capaz de reconhecer a cultura do educando e agir com base nela, naquela realidade, pois somente assim ela faria sentido para aquele que vai ser alfabetizado. Nas palavras do filósofo:“a leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele.”
Na visão de Freire, a leitura (e, no mesmo sentido, a escrita) somente fará sentido se for acompanhada de uma capacidade de ler o mundo, de perceber o mundo, de reconhecer os papéis desempenhados pelos atores do mundo e de reconhecer-se como peça naquele mundo. Por isso, Freire agia com base nas palavras que faziam parte do cotidiano dos trabalhadores em processo de alfabetização para ensiná-los.
https://brasilescola.uol.com.br/biografia/paulo-freire.htm
09/09/2020
09/09/2020
Qual a relação das culturas populares com a formação da identidade da criança e com a constituição de uma identidade nacional?
TIÃO: As crianças precisam passar por um processo de apropriação coerente com a sua idade, o seu ritmo e seu contexto. Não faz muito sentido nem acelerar esse processo nem pular etapas. A criança não vai se sentir brasileira antes de reconhecer a sua família. Não adianta falar de outro mundo se ela não conseguir perceber a sua rua, o seu bairro, a sua pequena comunidade - aquilo que é visível, palpável, o que ela toca. Depois disso é que ela começa a perceber que consegue participar de outras coisas e vai se sentir brasileiro. A meu ver, esse é o processo para que ela se sinta cidadã do mundo. A escola tem que conversar com o mundo, mas não adianta querer falar da China só porque está na onda, é o país do futuro. Falar da China vem depois de se falar da gente.
Fonte:https://novaescola.org.br/conteudo/42/o-educador-tiao-rocha-fala-sobre-folclore-e-cultura-popular
09/09/2020
Ele é o idealizador da chamada Escola da Ponte, em Portugal, um projeto educacional que tem como base uma escola sem séries, sem prova e focada na autonomia e protagonismo do aluno. Pacheco é português, mas acredita que é do Brasil que partirão as ideias que poderão transformar a educação no mundo.
'A escola não é um edifício, são as pessoas', diz o educador José Pacheco... -
Veja mais em https://educ**ao.uol.com.br/noticias/2016/04/11/a-escola-nao-e-um-edificio-sao-as-pessoas-diz-jose-pacheco.htm?cmpid=copiaecola
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