08/05/2025
Essa postura sempre foi um desafio para mim, expandir a torácica, abrir o peito nem sempre é confortável — no corpo e na vida. Lidar com acúmulos emocionais internos exige coragem e confiança, é respirar no desconforto certa de que tudo fluirá como deve ser. No corpo a força nos braços, firmeza nas pernas a flexibilidade conquistada na coluna por anos de prática e disciplina. Melhor hoje, com todos os percalços da vida do que há 20 anos atrás.
Permanecer em Urdhva Dhanurasana
ao som da cachoeira foi uma lembrança de deixar tudo fluir: tensões, medos, incertezas e resistências, perceber o quanto é transformador confiar no próprio tempo e se abrir para o que a vida traz.
Yoga, pra mim, acima de qualquer coisa, é reencontro, é presença e leveza em todos os desafios da vida.
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