EMN - 11.ª Conferência Anual em Lisboa

EMN - 11.ª Conferência Anual em Lisboa

Delen

Emprego - Desafios e Oportunidades para Microfinança

A EMN aposta numa sociedade em que todos aqueles que são financeira e socialmente excluídos, tenham acesso a uma série de serviços de apoio financeiro e complementar, capacitando-os para iniciar novos empreendimentos, consolidar negócios existentes e financiar necessidades pessoais que melhorem as suas vidas. A EMN vê-se como a principal rede de instituições na Europa ao integrar pessoas excluídas

01/09/2024

O Agrupamento de Escolas de Cascais tem no seu site uma assistente de inteligência artificial: a POLI.

Pretendemos com a POLI responder a questões colocadas pela comunidade escolar, de uma forma rigorosa e célere. Por enquanto, a POLI só responde a questões colocadas sobre o nosso Projeto Educativo, o Regulamento Interno, o documento de "Onboarding 2024-2025" e o Calendário Escolar 2024-2025.

Com os nossos professores, acreditamos que a POLI irá progredir na sua aprendizagem e tornar-se uma excelente profissional!

Rede de microfinança reúne em Lisboa 24/06/2014

11ª Conferência "Emprego: Desafios e Oportunidades para a Microfinança" nos dias 19 e 20 de junho em Lisboa | Hotel Sana

vídeo gentilmente cedido por José Manuel Marques | Câmara Municipal de Lisboa

Rede de microfinança reúne em Lisboa Cerca de 270 representantes de várias organizações e empresas financeiras europeias ligadas à microfinança e ao microcrédito, reúnem em Lisboa, nos dias 19 e 20…

Photos from EMN - 11.ª Conferência Anual em Lisboa's post 24/06/2014

Fotografias da grande conferência sobre microfinança em Lisboa, 2014

22/06/2014

LUSA

Emigrantes portugueses com microcrédito em Londres

Despesas urgentes levam portugueses a viver em Londres a pedir empréstimos de pequenos montantes a taxas de juro elevadas, incluindo o microcrédito, afirmam dois conselheiros financeiros lusos.

Patrick Fernandes e Rodolfo Ribeiro encontraram clientes compatriotas enquanto trabalharam na Oakam, empresa de "payday loan" cujas taxas podem ultrapassar os 600% Taxa Anual Efetiva Global (TAEG), e na sociedade de microcrédito Fair Finance, onde se encontram atualmente.

A maioria, descreveram à agência Lusa, são portugueses em empregos pouco qualificados, como limpezas, que não conseguem crédito junto dos bancos e que pedem dinheiro para pagar férias, para enviar para a família ou pagar hipotecas em Portugal ou para adquirir outro tipo de bens.

Os portugueses até "são bons pagadores", garantem, mas Patrick e Rodolfo saturaram-se da filosofia da indústria do "payday loan", que obriga os funcionários a pressionarem os clientes para aumentarem os montantes de crédito, obtendo assim mais lucros.

"Quando fazia um 'top up' [adicionar mais dinheiro ao montante adicional], sentia-me culpado. As pessoas pediam dinheiro porque precisavam e depois acabavam por ficar ainda mais endividadas", afirmou Patrick à Lusa.

Formado em informática e natural de Lisboa, de onde saiu há dois anos, Patrick Fernandes confessa gostar de trabalhar no setor financeiro, mas não hesitou quando encontrou um emprego na Fair Finance, disse: "As decisões são tomadas de forma diferente, aqui ajudamos mais as pessoas".

A empresa social de microcrédito foi fundada em 2004 por Faisel Rahman, presidente da Rede Europeia da Microfinança, cuja conferência anual se realiza em Lisboa na quinta e sexta-feira.

Atualmente com quatro escritórios em Londres, foi premiada pelo governo britânico em 2013 por ter ajudado 200 empresas na capital a começar ou a crescer. Em maio recebeu também um prémio nacional de "Instituição de Crédito Alternativa do Ano".

A Fair Finance cobra uma taxa que ronda os 60% TAEG, mais elevada do que aquela cobrado pelos bancos comerciais, contudo mais baixa que um "payday loan", que em certos casos pode ter uma taxa superior a 1000% e cujo número de empresas disparou nos últimos anos no Reino Unido.

Muitos emigrantes portugueses usam o microcrédito como uma alternativa aos bancos, embora nunca para criar o seu próprio negócio, refere Rodolfo Ribeiro, conimbricense formado em artes.

"É mais acessível, flexível e justo. Regredi em termos de posição, salário e funções, mas preferi este emprego porque sabia que haveria oportunidade de progresso e porque é um projeto interessante", justifica.

22/06/2014

LUSA, 19 de junho

O BCP e o microcrédito

O BCP quer duplicar em dois ou três anos o investimento e o número de postos de trabalho gerados pelo microcrédito, apostando nomeadamente no grupo dos jovens licenciados, anunciou hoje o presidente da instituição, Nuno Amado.

De acordo com o responsável, que falava aos jornalistas à margem de uma conferência sobre microfinança, desde a criação desta área no BCP - há cerca de nove anos - foram já criados mais de 4.000 postos de trabalho, com mais de 20 milhões de euros investidos neste tipo de processos.

"O nosso grande desafio passa por conseguir duplicar estes números em dois ou três anos e isso significa um crescimento muito significativo do número de operações que vamos fazer nesta área", disse Nuno Amado.

Por outro lado, acrescentou, outro objetivo do BCP é "fazer mais microfinança para jovens licenciados".

Trata-se, segundo o presidente do banco, de uma área onde há uns anos atrás não havia desemprego e onde agora há um desemprego bastante grande apesar de se tratarem de pessoas bem preparadas.

"É uma praga em Portugal contra a qual queremos que lutar e ajudar a resolver", disse.

O microcrédito é uma forma de empréstimo de montantes baixos, até 25.000 euros, destinado a pessoas sem acesso ao crédito pela banca tradicional e que pretendam desenvolver uma atividade económica que crie emprego e seja sustentável.

De acordo com Nuno Amado, as taxas no microcrédito estão hoje mais baixas do que "há seis meses ou um ano".

"Não é uma área onde o banco tenha uma grande rentabilidade, devemos estar mais ou menos no 'breakeven' [equilíbrio financeiro], no ponto morto, mas também não a queremos perder", afirmou.

A questão do microcrédito, para Nuno Amado, é sobretudo dar uma resposta de "maior inclusão social", apoiar boas ideias e conseguir que pessoas saiam do desemprego e criem o seu próprio negócio

Photos from EMN - 11.ª Conferência Anual em Lisboa's post 20/06/2014

Amostra da 11ª conferência da EMN em Portugal !

Photos 19/06/2014

Criação do próprio posto de trabalho em Portugal
Microcrédito pode ajudar desempregados

O microcrédito tem o potencial de ajudar até os desempregados menos empreendedores a criarem o próprio posto de trabalho em Portugal, acredita o presidente da Rede Europeia da Microfinança, que se reúne em Lisboa na quinta e sexta-feira.

A escolha do local para a Conferência Anual da organização quis refletir, segundo Faisel Rahman, "as especificidades" do país, onde a crise económico-financeira fez subir a taxa de desemprego jovem para o topo das mais altas da Europa, apenas atrás de Espanha e Grécia. "Nem todos os desempregados são empreendedores. Mas, ao mesmo tempo, muitas pessoas desempregadas têm talentos e quando existem tão poucos empregos, há poucas opções senão criar o próprio posto de trabalho e neste sentido é importante para as pessoas terem acesso a crédito", disse Faisel Rahman, em Londres.

A solução, argumentou, pode estar em criar parcerias para disponibilizar outro tipo de apoios à criação de microempresas, como informação sobre gestão ou criação de capacidades, razão pela qual o governo português foi convidado a participar na conferência. "Portugal é uma região chave [na Europa] marcada pela crise e cortes de postos de trabalho, onde há dificuldade de as pessoas obterem crédito e criarem negócios. Queremos apontar o projetor para o potencial que a microcrédito pode ter em Portugal", adiantou.

O microcrédito é uma forma de empréstimo de montantes baixos, até 25 000 euros, destinado a pessoas sem acesso a crédito pela banca tradicional e que pretendam desenvolver uma atividade económica que crie emprego e seja sustentável. A microfinança, que pode também oferecer outros serviços como seguros ou produtos de poupança, tem vindo a crescer na Europa entre 10% a 15% por ano, movimentando "vários milhares de milhões de euros" por ano, afirma Rahman. Todavia, continuou, ainda é um setor "marginal" em relação aos grandes bancos, pelo que, para ter impacto, precisa de ganhar escala.

Esta evolução tem motivado críticas devido ao envolvimento com instituições financeiras tradicionais com um modelo de negócio virado para o lucro.

Recentemente, a Fair Finance, sociedade que Rahman criou em 2004, conseguiu obteve dois milhões de libras (2,5 milhões de euros) junto de três grandes bancos comerciais, a Société Générale, BNP Paribas e Banco Santander, através de um programa da União Europeia para promover o microcrédito. "É preciso manter obrigações sociais no centro do negócio, mas também ter obrigações para com a empresa e isso implica encontrar financiamento. É preciso encontrar esse equilíbrio", defendeu Faisel Rahman, que foi condecorado pela rainha Isabel II na semana passada por serviços à comunidade financeira britânica.

19/06/2014

Lisboa, 19 jul (Lusa) - O BCP quer duplicar em dois ou três anos o investimento e o número de postos de trabalho gerados pelo microcrédito, apostando nomeadamente no grupo dos jovens licenciados, anunciou hoje o presidente da instituição, Nuno Amado.

De acordo com o responsável, que falava aos jornalistas à margem de uma conferência sobre microfinança, desde a criação desta área no BCP - há cerca de nove anos - foram já criados mais de 4.000 postos de trabalho, com mais de 20 milhões de euros investidos neste tipo de processos.

"O nosso grande desafio passa por conseguir duplicar estes números em dois ou três anos e isso significa um crescimento muito significativo do número de operações que vamos fazer nesta área", disse Nuno Amado.

Por outro lado, acrescentou, outro objetivo do BCP é "fazer mais microfinança para jovens licenciados".

Trata-se, segundo o presidente do banco, de uma área onde há uns anos atrás não havia desemprego e onde agora há um desemprego bastante grande apesar de se tratarem de pessoas bem preparadas.

"É uma praga em Portugal contra a qual queremos que lutar e ajudar a resolver", disse.

O microcrédito é uma forma de empréstimo de montantes baixos, até 25.000 euros, destinado a pessoas sem acesso ao crédito pela banca tradicional e que pretendam desenvolver uma atividade económica que crie emprego e seja sustentável.

De acordo com Nuno Amado, as taxas no microcrédito estão hoje mais baixas do que "há seis meses ou um ano".

"Não é uma área onde o banco tenha uma grande rentabilidade, devemos estar mais ou menos no 'breakeven' [equilíbrio financeiro], no ponto morto, mas também não a queremos perder", afirmou.

A questão do microcrédito, para Nuno Amado, é sobretudo dar uma resposta de "maior inclusão social", apoiar boas ideias e conseguir que pessoas saiam do desemprego e criem o seu próprio negócio.

Photos from EMN - 11.ª Conferência Anual em Lisboa's post 19/06/2014

Primeiras imagens da 11ª Conferência da EMN em Portugal
Plateia cheia e início dos trabalhos !!

17/06/2014

O Presidente da EMN, Faisel Rahman, conta-nos como a: "Micro finança ajuda a criar oportunidades durante a crise"

http://www.oje.pt/pt/faisel-rahman,-emn-micro-financa-ajuda-a-criar-oportunidades-durante-a-crise

www.oje.pt

Photos 15/06/2014

Coleman, Lorna, vai participar na conferência;
Business Development Manager - Microfinance Ireland (Ireland)

Lorna Coleman spent many years as a self-employed training consultant working with SMEs, business start-ups, and enterprise development agencies in Ireland and the USA. Now she is working fulltime with Microfinance Ireland, where she manages the stakeholder relationship and business development functions.

Lorna is a graduate of Dublin City University with a M.Sc. in Education Management. She has many years' experience of working in the Microfinance area through her long association with First-Step Microfinance.

Lorna also served as a Board member of the European Microfinance Network (EMN) from 2005 to 2007.

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