Há uma ideia muito difundida de que emoção não se controla. De que quando ela vem, toma conta e não há o que fazer. Isso é confortável, mas é raso. Emoções não são entidades independentes do pensamento! Elas são, em grande parte, respostas ao que se interpreta, ao que se repete mentalmente e ao foco que se escolhe sustentar.
No caso de hoje, o sofrimento está na permanência do olhar sobre o comportamento dele . Cada vez que a cena se repete na mente, cada vez que se observa, analisa, compara, imagina… o circuito emocional se reforça. O cérebro aprende pela repetição. E quanto mais se alimenta esse foco, mais intenso ele se torna.
Modular emoção não é fingir que não sente. É interromper o ciclo que mantém o sentimento ativo. É perceber que há um pensamento sendo alimentado — e escolher não continuar nele. Isso exige treino. Exige consciência. Exige sair da posição passiva de quem “sente porque sente” e assumir a responsabilidade pelo que mantém dentro da própria mente.
Há um limite importante aqui: não é sobre controlar o outro, nem a situação externa. É sobre parar de amplificar aquilo que machuca. Enquanto o foco estiver nele, no que ele faz, com quem ele fala, como ele age… a dor continua sendo alimentada.
No meu curso Inteligência Emocional para Todos, esse processo é aprofundado de forma prática: como identificar os pensamentos que sustentam emoções difíceis e como, de forma consciente, reduzir o impacto deles no dia a dia.
Para quem vive um desafio e precisa de uma orientação direta, existe a opção de um vídeo de resposta exclusivo, individual, disponível no “Maria Responde”, link na bio.
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Psicologia da vida real para mulheres que cansaram de se perder tentando manter vínculos
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A irritação não é com a criança, mas com o lugar que essa criança ocupa na dinâmica do casal!
Entrar em um relacionamento em que já existe um filho exige maturidade para compreender que não há competição possível. Ainda assim, quando desde o início surge a sensação de disputa por atenção, de exclusão ou de ausência de espaço, isso não é detalhe — é sinal. E sinal que aparece no começo não desaparece com o tempo. Pelo contrário, se intensifica. A tendência não é melhorar, é consolidar um padrão onde um sempre se sente em segundo plano.
Para aprofundar esse tipo de percepção e fortalecer posicionamento emocional, o curso Love (na bio) trabalha exatamente essa clareza interna que impede decisões baseadas em carência ou confusão.
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Ele acha que o Brasil é perigoso… mas, curiosamente, não vê problema nenhum em colocar uma mulher para atravessar meio mundo sozinha para encontrá-lo!
Quando o interesse é real, o esforço aparece dos dois lados. Aqui, há um movimento unilateral: ela se adapta, ela considera viajar, ela flexibiliza… enquanto ele permanece no lugar confortável dele. Isso já diz muito antes mesmo de qualquer encontro acontecer.
Há também uma idealização típica dos relacionamentos à distância. Sem convivência, sem rotina, sem enfrentamento da vida real, cria-se uma versão da pessoa que pode não existir. A ausência de contato concreto permite projeções, e é exatamente isso que mantém esse tipo de vínculo vivo por tanto tempo sem consistência!
E há um ponto que não pode ser ignorado: a segurança DELA. Viajar sozinha para um país estrangeiro, para encontrar alguém que ainda não faz parte da realidade concreta, exige um nível de cautela que muitas vezes é deixado de lado quando a emoção fala mais alto. Não se trata de impedir sonhos, mas de não se colocar em risco por alguém que ainda não demonstrou reciprocidade suficiente.
No curso Inteligência Emocional para Todos, aprofundo exatamente esse tipo de leitura: aprender a observar comportamento, sair da idealização e tomar decisões com clareza, não com carência. Link na Bio
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Minhas maratonas, honresuasescolhas!
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Há dores que não vêm apenas do fim; vêm da descoberta de que aquilo que parecia real nunca existiu!
No caso de hoje, não há apenas um término. Há um luto profundo pela quebra de uma construção emocional inteira. A primeira dor é essa: aceitar que o homem pelo qual houve entrega, planos e confiança não era quem se imaginava!
A segunda dor é a rejeição. E ela não é pequena. A rejeição ativa no cérebro áreas semelhantes às da dor física, e é por isso que parece tão insuportável. Não se trata apenas de “ele não quis”, mas de uma sensação interna de desvalor, como se houvesse uma comparação silenciosa que rebaixa e fere. Só que essa leitura não é real — ela é emocional.
E é aqui que entra a terceira camada, mais profunda e muitas vezes ignorada: o gatilho. Situações como essa não começam do zero. Elas costumam reativar rejeições antigas, histórias mal resolvidas, feridas que estavam adormecidas. A intensidade da dor atual, muitas vezes, não é proporcional ao fato presente, mas ao acúmulo emocional que ele desperta.
No meu curso de Inteligência Emocional, aprofundo exatamente esses mecanismos — como identificar gatilhos, compreender reações emocionais intensas e reconstruir o próprio posicionamento com clareza e firmeza.
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Você responderia a uma mensagem do Jurandir do brejo que te traiu quando vocês estavam prestes a morar juntos ? Tem gente que ainda acha que precisa responder… explicar… manter um mínimo de contato… como se houvesse algo a ser resgatado ali!
Não há. Há um histórico claro: desrespeito, traição, descarte e, depois, uma tentativa superficial de reaproximação, sem mudança real de comportamento. Isso não é saudade. Isso é padrão.
Sentir falta não invalida a realidade dos fatos. O cérebro se apega ao que foi vivido, e é aí que muitas mulheres se confundem: confundem emoção com decisão.
Uma escolha madura olha para o comportamento, não para o discurso vazio que aparece meses depois.
No curso dependência Emocional nunca mais, esse tipo de dinâmica é aprofundado com clareza: como sair do ciclo de recaídas emocionais, como diferenciar sentimento de decisão e como sustentar um posicionamento mesmo quando há saudade. Link na Bio
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Passou de namorada a amante! Isso não é detalhe, isso é rebaixamento claro de posição.
Houve um downgrade emocional, afetivo e de valor. E quando alguém aceita esse lugar, começa a negociar aquilo que deveria ser inegociável: respeito, exclusividade e coerência!
O que sustenta essa permanência é a dificuldade de se posicionar diante do que já está evidente. Há química, há conexão, há história… mas nada disso compensa o fato de estar sendo colocada em segundo plano.
E supondo que ele terminasse com a namorada atual , isso transformaria quem ele é?
No curso Inteligência Emocional, esse tipo de dinâmica é trabalhado com profundidade, para que haja clareza na leitura dos comportamentos e firmeza no posicionamento, sem romantizar aquilo que, na prática, é desvalorização.
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O Jurandir do brejo não presta! E no fundo, isso já estava claro. O comportamento instável, a confusão emocional, o convite desrespeitoso, o jogo de aproxima e afasta… nada disso é novidade, é padrão.
O que ainda não foi aprendido não é sobre ele. É sobre não se colocar nesse lugar onde alguém se sente no direito de expor outras mulheres, comparar, testar, medir valor como se estivesse escolhendo produto em prateleira.
Há um ponto silencioso nessa história que precisa ser encarado: a comparação. Quando uma mulher se mede pela aparência de outras, ela já entrou em desvantagem dentro de si mesma. Não é sobre ser mais magra, mais bonita ou mais jovem. É sobre entender que quem se valoriza não aceita ser colocado em competição. Quem se respeita não participa de dinâmica que diminui. O desconforto que foi sentido não veio das fotos. Veio do desrespeito.
No curso Dependência Emocional Nunca Mais, esse tipo de padrão é aprofundado com clareza, para que não haja mais confusão entre interesse e desrespeito, entre carência e vínculo real.
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O Jurandir do brejo já deixou claro o que quer, um lugarzinho no sofá da casa dela ! E não foi só uma vez.
Quando alguém insiste em um comportamento que incomoda, a questão deixa de ser sobre ele… e passa a ser sobre a tolerância de quem permanece ali!
Relacionamento começa com percepção, filtro e escolha. Se algo irrita logo no início, isso não tende a melhorar com o tempo — tende a piorar.
É aqui que entra a inteligência emocional: reconhecer o próprio limite e agir de acordo com ele. Não é sobre mudar o outro, é sobre parar de negociar o que já foi identificado como incômodo. Há uma diferença grande entre conhecer alguém e já abrir a porta da própria casa — física e emocionalmente.
Para aprofundar esse tipo de clareza e fortalecer o posicionamento emocional, o curso de Inteligência Emocional trabalha exatamente esses pontos de decisão, percepção e limite.
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Nem toda proximidade merece ser mantida só porque recebeu o nome de amizade!
quando alguém elogia e, na sequência, diminui; quando demonstra interesse não para celebrar, mas para comparar; quando observa não para apoiar, mas para encontrar falhas… isto desgasta, corrói e contamina o ambiente emocional.
E mais importante do que rotular a outra pessoa é fazer a pergunta correta: o que está sendo permitido? Permanecer em vínculos onde há crítica constante, comentários maldosos e uma sensação sutil de desconforto é uma forma de autoabandono.
No meu curso de Inteligência Emocional, aprofundo esse tipo de situação: como identificar relações que drenam, como estabelecer limites e como sustentar escolhas que preservam o próprio valor. Link na Bio
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18/04/2026
Boston é uma cidade fria e linda! Tudo pronto para correr na segunda-feira a minha nona maratona e a sexta Major. Já tenho até o peitoral extra, aquele para quem está atrás ver e torcer! E, mais do que pronta, estou com o coração alinhado para receber a tão sonhada mandala!
Hoje teve 5K, e o Xuxu, como sempre, arrasando! Que alegria acompanhar de perto ❤️
Na segunda, a previsão é de -1°C… isso mesmo, menos um! Frio garantido, mas com uma boa notícia: o vento deve soprar a favor. Então vou assim — gelada, mas impulsionada na jornada! kkkk
O Jurandir do brejo tinha um perfil fake ; ela descobriu … e ainda assim a dúvida não foi sobre o caráter dele! Foi sobre ela ter mexido no assunto!
Há uma inversão perigosa acontecendo aqui. Ele cria uma realidade paralela, segue conteúdos que não sustentam aquilo que dizia querer construir, e quando é confrontado, desloca a responsabilidade.
Isso tem nome: gaslighting. Daí por diante, Não se discute o comportamento dele — ele faz com que ela passe a duvidar da própria percepção, como se estivesse exagerando, já que estavam juntos há pouco tempo ! Desrespeito não tem data para começar!
E tem outra camada que precisa ser dita com clareza: ainda há expectativa. A expectativa de que ele volte, de que peça desculpas, de que explique melhor. Isso mantém o vínculo aberto. E vínculo aberto com quem já mostrou desvio de caráter é autoabandono.
No meu curso dependência Emocional nunca mais, aprofundo exatamente esses mecanismos: como identificar manipulação, como sair do ciclo de validação externa e como sustentar decisões que protegem a própria saúde emocional! Link na Bio
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