Foi quaaaaase, mas eu consegui evitar esse descuido.
Eu sei que a gente vê coisas resolutantes na internet, eu sei que dá vontade de gritar para todo o mundo ouvir, mas a gente tem que ter cuidado para não acabar de tornar mais um desses que propagam o ódio. E sim, às vezes a gente sente ódio mesmo. Difícil isso, né?
Quando é justo ‘cancelar’ alguém? Até onde devemos ir? Quando é que a gente diz ‘basta, já deu’? Eu não tenho essas respostas.
O que eu sei é que a internet está cada vez mais cruel, mais agressiva, mais intolerante, e isso me assusta bastante.
Gostaria muito de saber o que você pensa aqui nos comentários.
English With Nina
Olá, eu sou a Nina! Sou formada em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal Fluminense
Se você NÃO QUER uma carreira internacional, pelo motivo que for, está tudo bem.
Mas se você quer e não faz porque “existem vagas fake”, aí sim isso é um problema.
Deixar de crescer em um mercado que te paga salários muito mais altos, abrir mão da oportunidade de trabalhar em times globais, de ter colegas de várias nacionalidades e culturas, simplesmente porque “existem vagas fake”? Aí não, né?
Do mesmo jeito que esses golpes existem, também existem ferramentas e estratégias para identificar se uma vaga é legítima ou não. Algumas delas são:
Pesquise pelo site oficial da empresa.
Pesquise pelo perfil oficial da empresa no LinkedIn.
Busque essa empresa no Glassdoor.
Pesquise pela empresa usando IAs como ChatGPT e Claude.
Verifique se o e-mail que usaram para te contatar é oficial e tem o nome escrito EXATAMENTE igual (muitos golpistas trocam pequenos detalhes que passam batido)
É isso, meu povo! Sejamos céticos, sim, mas burros jamais! 😅
E isso é só a ponta do iceberg.
Hoje existem dezenas de plataformas globais, cada uma com um modelo diferente, e as melhores oportunidades muitas vezes estão nas mais específicas da sua área.
Se você quer jogar o jogo do mercado internacional, precisa ir além do óbvio.
Pesquise, explore e se posicione onde as oportunidades já estão acontecendo.
Me conta aqui nos comentários se você se identificou 👇
Você não precisa “mudar de área” pra trabalhar remoto.
As demandas de uma empresa no Brasil são as mesmas de empresas no mundo todo.
Toda empresa, seja aqui ou nos EUA/Europa, precisa de:
→ Customer Success
→ Financeiro
→ RH
→ Marketing
→ Operações
→ Suporte
Ou seja: o mercado global NÃO é um mercado novo. Ele é um mercado cheio de empresas normais que tem demandas de empresas normais… só que pagando em outra moeda.
E os dados comprovam isso:
As principais áreas com trabalho remoto hoje incluem tecnologia, financeiro, marketing, saúde, customer service, RH e operações.
Você não vai começar do zero.
Basta você aprender a se posicionar como um profissional global.
Só tudo isso só....
Qual dessas você já usa? Ou ouviu falar?
Eu quero dicas!
Como vocês lidam com essa culpa em descansar?
Quero me livrar disso
F**a aqui o meu apelo.
Além de não ser fácil, ainda é difícil pra dedéu. 🫠🫠🫠
Parece a mesma palavra, mas não é!
- to refuse – recusar
I refuse to answer that question.
Eu me recuso a responder essa pergunta.
- some refuse – lixo / resíduos
The factory produces a lot of refuse.
A fábrica produz muito lixo.
- to produce – produzir
This company produces cars.
Essa empresa produz carros.
- some produce – produtos agrícolas / hortifrúti
We buy fresh produce at the market.
Nós compramos hortifrúti fresco no mercado.
- to suspect – suspeitar
I suspect he is lying.
Eu suspeito que ele está mentindo.
- a suspect – suspeito
The police arrested a suspect.
A polícia prendeu um suspeito.
- to convict – condenar (legalmente)
They convicted him of fraud.
Eles o condenaram por fraude.
- a convict – condenado / criminoso
The convict escaped from prison.
O condenado fugiu da prisão.
- to object – se opor / protestar
I object to this decision.
Eu me oponho a essa decisão.
- an object – objeto
There is a strange object on the table.
Há um objeto estranho na mesa.
- to subject – submeter / sujeitar
They subjected him to many tests.
Eles o submeteram a muitos te**es.
- a subject – assunto / tema
This is an interesting subject.
Este é um assunto interessante.
Falar difícil não é o que te faz parecer inteligente.
Fazer sentido é.
O que faltou ali não foi vocabulário sofisticado.
Foi clareza.
E clareza é o que gera credibilidade.
No mercado de trabalho — principalmente no mercado internacional — ninguém está te avaliando pela complexidade das palavras que você usa.
Estão avaliando se você consegue se comunicar com lógica, objetividade e confiança.
E é aqui que muita gente se perde.
A pessoa passa anos tentando “aprender inglês avançado”…
Mas não consegue explicar o que faz, quais resultados já entregou ou por que deveria ser contratada.
Você não precisa falar difícil.
Você precisa saber se posicionar.
Dominar a sua narrativa profissional é muito mais importante do que usar estruturas gramaticais complexas.
Porque é isso que te faz:
• passar em entrevistas
• se destacar entre outros candidatos
• ser escolhido
Se você sente que trava na hora de falar sobre você, da sua experiência ou do seu valor…
Você não precisa de mais gramática.
Você precisa de estratégia.
E é exatamente isso que eu ensino no Carreira Global.
Brincadeiras à parte.
O que foi dito nesse vídeo não é só infeliz — é completamente desconectado da realidade do Brasil.
Estamos falando de um país onde:
• o salário mínimo gira em torno de R$1.400
• o salário médio da população mal passa de R$3.000
E, ainda assim, alguém que recebe mais de R$25.000 líquidos por mês se sente confortável em dizer, em rede nacional, que “não consegue nem pagar um café”.
Isso não é sobre falta de benefício.
É sobre falta de perspectiva.
Existe uma diferença muito grande entre discutir estrutura de carreira e ignorar completamente o contexto social em que se vive.
Quando alguém em uma posição privilegiada normaliza esse tipo de discurso, isso não soa como desabafo — soa como desrespeito com quem sustenta o país com muito menos.
E é exatamente por isso que esse tipo de fala gera tanta revolta.
A indignação não vem do valor em si.
Vem da desconexão.
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