Colégio 5095 Zango 1 Viana

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24/04/2024

O QUE PODEM FAZER OS PAIS COM FILHOS COM PROBLEMAS ESCOLARES?

Os pais cujos filhos não têm problemas de aprendizagem se sentem, muitas vezes, sem saber o que fazer diante dos comportamentos e das demandas deles. Quando estes problemas se manifestam, e não se deve esquecer as conotações pessoais e sociais que normalmente implicam, os pais os encaram com insegurança e angústia ainda maior.
Não é fácil para as famílias colaborar e acertar na educação dos seus filhos. Acima de tudo, os pais e as mães são pais e mães, estabelecem um vínculo afectivo profundo com os seus filhos, protegem -nos e desejam o seu bem- estar: amam-nos. Entre as suas funções imersas na dinâmica do carinho e do cuidado por seu desenvolvimento, estão as de educá- los e de colaborar com a escola.
Os pais não são professores, mas devem actuar, as vezes, como cooperadores e cúmplices dos professores, o que em muitas ocasiões é fonte de conflitos com os filhos. Conflitos que, sem dúvida, devem assumir. Mas tampouco os pais devem ser vistos como a corrente de transmissão dos interesses dos professores, que devem aplicar em casa o estabelecido na escola. Pelo contrário, os professores devem entender a situação em que as famílias se desenvolvem e estabelecer uma relação baseada na compreensão mútua e na colaboração.
É óbvio afirmar que os pais são muito diferentes, como o são os seus filhos - alunos, os seus professores e as relações entre eles. Mas esta obviedade tem uma enorme importância e limita a possibilidade de apresentar propostas gerais. É muito arriscado, portanto, apresentar aos pais um repertório de estratégias e de actividades porque transmite uma mensagem de homogeneidade nas situações e nas relações que está muito distante da realidade. Por isso, junto com esta insistência na especificidade e diversidade das relações podemos destacar os dois lados, cara e coroa, um positivo e outro negativo, que estão habitualmente presentes nas atitudes e actividades das famílias cujos filhos têm problem

24/02/2024
17/02/2024

Poema: "Quando esqueci de viver"

Esqueci de viver
Esqueci de viver com as lutas travadas mas vencidas!

Esqueci de viver, com as perdas e vitórias entrincheradas mas sempre perdoadas!

Esqueci de viver, as noites longas de melancolia dormidas com o bossejar da fome que maltrata sem piedade e sem esperança dum amanhã melhor!

Esqueci de viver, quando olho a minha volta e vejo o sabor da amargura que não tem nada haver com o grito uníssono vitorioso da liberdade.

Mas ainda tenho fé carregado de esperança que no brilhar do sol matinal esquecerei me de viver o mal e abraçar o eterno bem estar social.

Aitor: Garcia Miguel ( Garmy) 2024

31/01/2024

QUADRO DE DESENVOLVIMENTO DA PERSONALIDADE HUMANA

As etapas que compõem a sua teoria são as seguintes:

Estágio 1: Confiança vs. Desconfiança (Infância desde o nascimento até aos 18 meses);

Estágio 2: Autonomia vs. Vergonha e Dúvida (crianças de 18 meses a três anos);

Estágio 3: Iniciativa vs. Culpa (anos pré-escolares de três a cinco anos);

Estágio 4: Diligência vs. Inferioridade (anos do ensino médio de seis a 11 anos);

Estágio 5: Identidade vs. Confusão (adolescência de 12 a 18 anos);

Estágio 6: Intimidade vs. Isolamento (jovem adulto de 18 a 40 anos);

Estágio 7: Generatividade vs. Estagnação (meia-idade de 40 a 65);

Estágio 8: Integridade vs. Desespero (maioridade dos 65 anos até a morte).

30/01/2024

O BEM - ESTAR DOS PROFESSORES E O CUIDADO DE SI MESMO

A profissão docente é uma das mais satisfatórias, segundo opinião dos que realmente estão satisfeitos com a sua actividade profissional. Inclusive se poderia dizer que grande parte da satisfação dos professores procede do compromisso pessoal e emocional que a actividade docente exige. Mas é preciso notar igualmente que nesse mesmo compromisso se aninha também a semente do cansaço e da desesperança.
Quem deve se preocupar com o bem- estar emocional dos professores? Em primeiro lugar, o próprio professor, porque está em jogo a sua própria satisfação profissional e vital. Em segundo lugar, as administrações educacionais, porque são, em grande parte, responsáveis pelo desenvolvimento profissional dos docentes. Cada um plano que lhe corresponde, sem que as acções de uns sirvam de escusa para descuidar as acções dos outros.

O CUIDADO QUE DEVEM TER OS PROFESSORES

Falarei primeiro do cuidado que devem ter os próprios professores sobre o seu equilíbrio emocional. Não é um tema simples porque aborda uma dimensão habitualmente esquecida, que se atribuí ao âmbito pessoal e privado dos profissionais e que apenas é incluída na reflexão e no debate colectivo. Fala-se muito sobre o risco de "queimar-se" na docência, mas pouco sobre como prevenir isso.
Quatro estratégias são apontadas que parecem especialmente úteis para dar passos firmes e permanente busca do equilibrio emocional : a reflexão sobre o significado da actividade, os colegas amigos, o tempo para o distanciamento e uma certa dose de humor.
Em primeiro lugar, de novo, a reflexão sobre a finalidade da educação. Mesmo que pareçam dimensões separadas, a esfera emocional e a esfera dos valores se entrecruzam ao longo da vida e se sustentam mutuamente. O significado da acção educadora facilita uma actividade mais tranquila, uma preocupação sossegada sobre os problemas e as dificuldades e uma descoberta de facetas da vida profissional que de uma forma passariam, talvez

17/01/2024

OS EFEITOS DO BULLYING A CURTO, MÉDIO E LONGO PRAZO NAS VÍTIMAS, E AS CONSEQUÊNCIAS A QUE ESTÃO SUJEITOS OS AGRESSORES.

Intimidação sistemática, também chamado, Bullying, é todo o acto de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por um indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objectivo de intimidá-la ou agredi-, lá, causando dor e angústia à vítima em sua vida.

* Quais são ofeitos do bullying a curto, médio e longo prazo nas vítimas?

Além do bloqueio que interferem directamente na auto - estima, as vítimas do bullying, podem desenvolver diversos tipos de doenças dentre elas a depressão, síndrome do pânico, a bulimia, aronexia e ansiedade.
As vitimas do bullying geralmente demonstram uma série de problemas psicológicos, especialmente a depressão e ansiedade. Meninas também podem desenvolver distúrbios alimentares depois ou enquanto está a ser intimidado. Além disso, as crianças vítimas de ambos os sexos podem desenvolver problemas psicossomáticos, que são queixas corporais que não têm nenhuma causa física. Por exemplo, as vítimas muitas vezes sofrem de dores de cabeça ou dores de estômago, especialmente antes do dia escolar começa.
As vítimas de intimidação muitas vezes têm uma gama de problemas de sono. Eles podem ter dificuldades em adormecer e / ou receber o seu descanso necessário em qualquer noite.
Quando as vítimas são capazes de dormir, eles são mais propensos a experimentar pesadelos do que os seus pares não vitimizados.
Infelizmente, as vítimas do bullying pensam com muito mais frequência cometer suicídio do que outros da sua idade. As crianças vítimas de bullying, também sofrem de status social mais baixo do que crianças não - vitimizados
As vítimas de intimidação tendem a ter problemas com o desempenho académico. Isto ocorre principalmente devido ao absenteísmo frequente das vítimas.

* QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS PARA AS PESSOAS AGRESSORAS QUE PRATICAM BULLYING?

Os praticantes

16/01/2024

TIPOLOGIAS DE FAMÍLIAS E O SEU IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO DO ENSINO E APRENDIZAGEM DOS ALUNOS.

A partir deste texto vamos analisar as dimensões mais relevantes que exercem influência sobre as relações entre a família e a escola, e descrever um conjunto de tipologias sobre a actividade dos pais. Abordarei três dimensões principais para estudar a dinâmica do envolvimento dos pais na escola e na aprendizagem dos seus filhos; suas expectativas, sua capacidade de mediação com os professores e sua formas de intervenção para se adiantar nos problemas dos filhos ou cuidar das tarefas escolares em casa. A partir da análise dos factores mais relevantes para compreender as relações entre a família, a escola e o aluno, Coleman sugere um conjunto de tipologias em relação às atitudes dos pais.
As tipologias de Coleman centram-se principalmente na actividade do pai e da mãe e pode dar a impressão de que este pólo é o núcleo principal das relações que se estabelecem com a escola. Não é assim. O modelo salienta a importância da interação entre pais, professores e alunos, atribuído a esses últimos um lugar de destaque. Não apenas as características do aluno são importantes para compreender a relação que se estabelece com os pais e professores, mas também a avaliação que fazem de como são essas relações ajuda a entender melhor a dinâmica das relações mútuas.
Dos tipos que Coleman descreve, é importante destacar três deles, porque têm menos recursos e habilidades para fazer frente às dificuldades escolares dos seus filhos: a família anónima, a família pouco disposta e a família ineficiente.
Com essa afirmação, não se está querendo dizer que as características destes pais provocam as dificuldades
escolares dos seus filhos, mas que, quando tais dificuldades aparecem, eles dispõem de menor capacidade para abordá-las.
Os pais anónimos se sentem esquecidos pelos professores, notam que não contam com eles, têm dificuldades para compreender a dinâmica escolar e provavelmente também para u

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