Não basta sonhar com mudanças.
É preciso levantar, assumir responsabilidades pelo desenvolvimento da nossa comunidade.
Canto Integrado-CF
Escola Móvel de Música, Canto,Guitarra e Piano. Musicalização para todas as idades. By:Maestro-Carlos Filipe√
Temos a missão de Formar novas vozes para o mercado Gospel em Angola.
12/05/2026
Vem
14/04/2026
A CIÊNCIA E A MÚSICA INSTRUMENTAL
Pesquisas na área de neurociência indicam que ouvir música instrumental pode ter efeitos positivos no funcionamento do cérebro.
Estudos mostram que esse tipo de música ativa regiões ligadas à atenção, memória e processamento cognitivo, favorecendo a concentração e o foco em tarefas do dia a dia.
Diferente de músicas com letra, a música instrumental tende a reduzir interferências linguísticas, permitindo que o cérebro se organize melhor durante atividades que exigem raciocínio.
Nesse contexto, obras de compositores como Claude Debussy ganham destaque.
Sua música, marcada por fluidez, leveza e construção sonora mais atmosférica, cria um ambiente propício para foco, reflexão e imersão.
Mais do que uma experiência estética, a música instrumental pode ser uma ferramenta para estimular o cérebro.
📚 Referência científica
Hallam S. The power of music: its impact on the intellectual, social and personal development of children and young people. International Journal of Music Education. 2010.
💬 Você costuma estudar ou trabalhar ouvindo música instrumental?
📍
09/04/2026
VOCÊ É MÚSICO… MAS TRABALHA COM O QUÊ?
Existe uma pergunta que quase todo músico já ouviu e que carrega mais camadas do que parece:
Você é músico… mas o que você faz para ganhar dinheiro?
Ela não é maldosa. Ela é reveladora. Durante muito tempo, essa pergunta me incomodou. Até que entendi: ela não fala sobre a música, mas sobre posicionamento.
Vivi isso de forma muito clara quando fui matricular meu filho em uma escola com mensalidade alta no Rio de Janeiro. A diretora me conduziu pelo colégio, apresentou a estrutura, falou do projeto pedagógico, tudo com muita atenção.
No final do tour, veio a pergunta natural:
— Qual é a sua profissão?— Sou músico, respondi. Ela fez uma breve pausa e perguntou, sem ironia, sem julgamento:
— E quem vai pagar a mensalidade?
Ali ficou claro: não era a minha música que estava em questão. Era a história que aquela palavra contava.
Na cabeça dela, “músico” ainda significava algo vago, instável, improvisado. Talvez por ignorância, talvez por falta de referências claras.
O problema não estava nela. Estava na forma como a profissão se apresenta ao mundo.
Já passou por algo parecido?
Trecho retirado do livro: TALENTO NÃO PAGA BOLETO
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