21/07/2026
Em 1970, Alvin Toffler, um escritor futurista norte-americano, escreveu a icônica frase: O analfabeto do século 21 não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender.
Agora, que estamos realmente na fase da primeira metade do século 21, já temos visto esta realidade de forma estarrecedora. Um ciclo de preguiça mental, falta de esforço, dopamina excessiva e padrão abrangente. Poucos sentem a necessidade de receber estímulos para a sua criatividade com regularidade.
Existem muitos bloqueios criativos e, diariamente, o sistema que nos rodeia cria oportunidades perfeitas para que a criatividade não tenha espaço. Num momento, professores pedem que se escreva conforme ditou e nada mais, noutro, pais impedem os filhos de debater ou partilhar opiniões, familiares insultam por se estar a desenvolver uma arte, e afirmam que os sonhos que muitos escolhem não geram receitas financeiras…
São tantos “limitadores”, que, na sua maioria, surgem com boas intenções, mas, infelizmente, o impacto ainda é mau e gera pessoas apáticas, na inércia mental.
A solução é quebrar estas barreiras e voltar à criatividade. Todavia, é necessário que se desaprenda o padrão e se reaprenda a criatividade na sua essência.
Bora tratar disso?