Estamos localizados no Bairro da Sapú, na região do Wenji Maka
Já temos as inscrições para os cursos superiores de tecnólogos para 2015. E os cursos são entre outros de:
Enfermagem
Análises Clínicas
Ciências da Computação
Se queres uma formação sólida e com certeza de sucesso banha já contactar-nos pois as vagas são limitadas.
KILIMBULANETO, a Certeza do Sucesso
Kilumbulaneto Escola Superior Tecnológica
... da mão-de-obra à mente-de-obra ... Nosso compromisso primeiro é com o desenvolvimento de Angola e de seu povo.
Somos instituição privada de excelência na formação e capacitação profissional em vários níveis e para os mais diferentes segmentos de atividades. Desenvolvemos programas e cursos nos níveis pós-médio, superior, de capacitação e atualização profissional com o foco na empregabilidade, no desenvolvimento e crescimento profissional e pessoal. Adotamos metodologia inovadora de ensino que inclui o acom
Continuamos a desenvolver os projectos da KILUMBULANETO e muito brevemente lançaremos os pacotes de formação e capacitação de pessoal docente dos diferentes níveis de ensino.
Grato para todos os que esperam de nós o que nós propusemos a desenvolver.
Saudações.
KILUMBULANETO
Aula de português.
Uma questão de português muito pertinente!
Aqui vai uma explicação muito pertinente para uma questão actual:
A jornalista Pilar Del Rio costuma explicar, com um ar de catedrática no assunto, que dantes não havia mulheres presidentes e por isso é que não existia a palavra presidenta... Daí que ela diga insistentemente que é Presidenta da Fundação José Saramago e se refira a Assunção Esteves como Presidenta da Assembleia da República.
Ainda nesta semana , escutei Helena Roseta dizer : «Presidenta!», retorquindo o comentário de um jornalista da SIC Notícias, muito segura da sua afirmação...
A propósito desta questão recebi o texto que se segue e que reencaminho:
Uma belíssima aula de português.
Foi elaborada para acabar de uma vez por todas com toda e qualquer dúvida se temos presidente ou presidenta.
A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
No português existem os particípios activos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio activo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio activo do verbo ser? O particípio activo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do s**o que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para f**ar contenta".
Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação...
Matéria indicada pelo professor doutor Manuel Brito Neto:
Desenvolvimento da criança
Executivo tem criado programas para promoção da educação
Luanda - O ministro da Educação, Pinda Simão, afirmou hoje, quinta-feira, em Luanda, que o Executivo tem criado programas para a promoção da educação e o consequente desenvolvimento da criança e, desta forma, potenciar as famílias.
Em declarações à imprensa, à margem do workshop sobre educação e trabalho infantil que decorre desde terça-feira, Pinda Simão referiu que os programas têm dado resposta aos problemas das crianças, com a integração de mais crianças no sistema de ensino, no atendimento hospitalar e nos programas de integração social.
Segundo o responsável, é visível a expansão da rede escolar que, para além de atender mais alunos, está a servir para criar condições para que o ensino tenha melhor qualidade, bem como potenciar os alunos de competências necessárias requeridas no ensino primário, secundário e terem uma capacidade técnico-profissional que lhes permita enquadrar-se no mercado de trabalho.
“O Executivo está a trabalhar no sentido de remover os obstáculos que afectam a qualidade do ensino, com a introdução de sistemas inovadores no sistema educativo. Temos estado a constatar que o aproveitamento nos últimos anos tem sido satisfatório”, acrescentou.
Adiantou que houve intervenção a nível dos recursos educativos com a construção e reabilitação de escolas, o enquadramento de professores e a trabalhar-se para que os professores tenham a competência exigida pela sua formação, pela sua intervenção na sala de aulas e dobrando o serviço de fiscalização com o reforço da inspecção escolar.
27/07/2013
A tese do coelho
Ia um lobo perambulando pela orla da floresta, desanimado da vida, pela fome, e até mesmo pensando em arriscar uma incursão num galinheiro da fazenda mais próxima, apesar do medo que nutria pela espingarda do fazendeiro, quando de repente...
- Caramba!
Seus olhos não lhe pregavam peças! Lá estava um coelho gordinho e jovem ainda... um verdadeiro petisco. Ele correu para junto do bichinho, e conforme foi se aproximando, notou que o coelho tinha várias coisas incomuns... usava óculos, relógio de pulso, vestia um guarda-pó branco, de cujo bolso despontavam uma caneta e uma lapiseira... e mais, estava sentado no chão, e à sua frente estava uma pedra com um notebook (computador portátil) em cima, no qual o coelho digitava laboriosamente...
Tlec... tlec... tlec... tlec...
O lobo deu uma freada de chofre, intrigado, e resolveu saber o que estava acontecendo...
- Errrrppp... Bom dia, Sr. Coelho.
- Oh, está mesmo um lindo dia de sol, Sr. Lobo... tudo bem? Desculpe se não lhe dou a atenção que mereça, mas minha tese de mestrado está realmente atrasada, tenho medo até de perder o prazo para a entrega!
- Tese de mestrado?!? O lobo arregala os olhos, cada vez mais intrigado, e exclama: Nunca ouvi falar que coelhos fizessem cursos superiores, quanto mais mestrados! E qual é a sua tese, afinal, Sr. Coelho?
- Por favor, seja breve, que estou com uma fome "de Lobo"!!!
- Estou exatamente explicando em minha tese as razões pelas quais, nós coelhos, temos sido ao longo dos séculos predadores de lobos, coiotes, raposas e assemelhados. Estou exatamente no aspecto dos cuidados necessários a fim de controlar essa matança, pois se vocês fossem totalmente extintos, haveria um trágico abalo no ecossistema.
O Lobo não consegue conter seu riso...
- Como??? Os coelhos nossos predadores?
- Ahahahahahahahahahahahahahaha…… Essa foi a melhor que já ouvi esse ano!
- O senhor está maluco, Sr. Coelho? Todo mundo sabe que NÓS é que somos os predadores dos coelhos e demais roedores! NÓS somos carnívoros, Sr. Coelho!!! NÓS temos devorado vocês ao longo dos séculos, e, aliás, é o que vou fazer mais uma vez agora mesmo!!!
O coelho faz uma expressão entre compaixão do pobre lobo ignorante e assume um ar erudito, suspira fundo e em seguida declara sorrindo:
- Estou em condições de provar minha tese, Sr. Lobo... pode me acompanhar à minha casa um minutinho?
- Claro que posso! Mas seja breve, como já lhe falei, estou faminto!
- Não levará mais do que dois minutos, sossegue...
Os dois entram na toca do coelho. Segundos depois, ouvem-se gritos lancinantes e desesperados, e depois um profundo silêncio.
O coelho sai da toca e continua no notebook... tlec... tlec... tlec... tlec...
Meia hora mais tarde, passa uma raposa, a qual se admira de ver coelho teclando em notebook...
- Caramba!... o que mais eles vão inventar ... e já se preparava pra comer o coelho quando não resiste também e pergunta:
- O que o Sr. tá fazendo aí com esse computador portátil, Sr. Coelho? Pensei que isso era de uso exclusivo dos seres humanos.
O coelho sorri divertido...
- É verdade, Dona Raposa, um dia já foi assim mesmo... mas os tempos evoluem. Estou aqui terminando minha tese de mestrado.
- Tese de mestrado?!? Sério? E o que o Sr. vai defender nessa tese?
- Ah sim, claro... Estou refutando aquela antiga lenda, acerca das raposas serem predadoras dos coelhos. Estou exatamente explicando como é que ao longo dos séculos nós coelhos devastamos o reino de vocês, a ponto de ameaçá-lo em algumas ocasiões...
A raposa arregala os olhos. E aturdida, protesta:
- Epa!!! Mas como assim? Nunca ouvi tese mais absurda! Nós raposas é que sempre devoramos vocês coelhos! Isso é um disparate!
O coelho faz a mesma expressão condescendente (aquele tipo que o professor faz quando o aluno fala uma asneira imensa) e acrescenta:
- Dona Raposa, para não tomar muito o seu tempo, e mudarmos logo de assunto, porque não vê as provas de que disponho bem aqui na minha toca?
- Ok, ok... vamos lá. Se for um lugar acolhedor, acho que vou comer o Sr. ali mesmo.
- Certo, faça como lhe parecer melhor. Mas me dê dois minutos para defender minha tese, Ok?
A raposa entra com o coelho na toca do mesmo, e a cena se repete. Gritos desesperados, e ruído de carne sendo dilacerada...
Em seguida, o coelho sai novamente da toca, consulta o relógio...
- Hum, tá anoitecendo. Vou continuar amanhã.
Entra na toca, onde existe o seguinte cenário: Um leão enorme, com um visível sorriso de satisfação, ao lado de diversas carcaças de lobos, raposas e coiotes mortos. O coelho o cumprimenta, e o leão o saúda com um caloroso desejo de boa-tarde, amigo.
Morais da História:
- Nem sempre o que parece ser é, muitas vezes as aparências enganam;
- Nem sempre uma tese demonstra uma verdade científ**a objetiva, muitas vezes ela demonstra verdades alternativas.
- Muitas vezes o objetivo principal de uma defesa de tese não é alcançado, mas suscita questionamentos úteis.
- Às vezes, temos mesmo teses totalmente inúteis, criadas unicamente com o objetivo de se encher linguiça e obter um diploma.
E em resumo, o importante não é necessariamente a tese, seu escopo, suas verdades, ou mesmo os que vão julgar essa tese. O importante é que você tenha um excelente ORIENTADOR.
27/07/2013
"Por uma educação empreendedora no ensino superior"
Profundas mudanças políticas, econômicas e sociais estão ocorrendo no mundo. Essas mudanças estão relacionadas com a revolução das tecnologias de informação e comunicação, que estão rápida e continuadamente se propagando. As tecnologias modernas e as novas estruturas operacionais estão exigindo cada vez mais da mão-de-obra uma grande capacidade de transferir conhecimentos de um campo para outro.
Essa "mobilidade mental" requer uma forte preparação, não apenas em técnicas específ**as, mas especialmente em formação básica. Nesse contexto competitivo, verif**a-se a necessidade de uma força de trabalho capaz de captar o que existe, entender, adaptar e modif**ar de modo a ajustar os avanços às condições concretas de cada empresa. Para isso, são fundamentais a educação e a qualif**ação profissional.
A queda do número de empregos tradicionais e a necessidade de inserção de novos jovens ao mercado de trabalho têm sido os mais importantes objetos de estudo das sociedades políticas e de desenvolvimento econômico. A necessidade de criar novas oportunidades de negócios e da constituição de novos empreendimentos que atribuam uma dinâmica auto-geradora de trabalho a riqueza fazem da estratégia de incentivar o empreendedorismo uma importante alternativa de desenvolvimento econômico.
A educação empreendedora é um dos caminhos para a criação de um ambiente que estimule comportamentos sociais voltados para o desenvolvimento da capacidade de geração – e de estabelecimento de condições e circunstâncias para a manutenção – do próprio trabalho e vem sendo abordada por alguns autores nos últimos anos.
As principais atividades do empreendedor são conhecer e entender mercados, identif**ar oportunidades de negócios, estabelecer metas e objetivos, projetar cenários. Estimular essas atividades e habilidades é levar em consideração essas características no processo de educação.
É importante que se leve em consideração que a cultura empreendedora leva os indivíduos não só a montarem um novo negócio, mas – e o mais importante – a abrir uma nova ótica de tratamento do trabalho pessoal.
O papel dos educadores, dentro de uma visão empreendedora, precisa ter ampliado o seu foco de ação, ir além do conteúdo programático tradicional, adotando princípios de vida que possam gerar mentes críticas e conscientes da importância da iniciativa própria para o desempenho e desenvolvimento de seu próprio trabalho.
Se o trabalhador brasileiro sofre de um mal chamado de "síndrome do empregado", e seu primeiro e mais grave sintoma é que as pessoas por ela acometidas não são capazes de gerar o próprio trabalho. Nas Instituições de Ensino Superior, onde as pessoas procuram a formação de uma profissão, isso se torna visível. Quebrar esse paradigma é um desafio para docentes que fazem o processo de educação.
O sistema educacional, no entanto, é concebido para aprender a dominar conteúdos de forma analítica, gerando certa relação de passividade com relação ao aprendizado, o que se estabelece desde o ensino fundamental.
Dentro das organizações, o conhecimento explícito e principalmente o conhecimento tácito (intuição, regras não escritas ou valores) são a base do processo decisório do empreendedor e determinantes para o seu sucesso. Entretanto, o sistema educacional valoriza somente o aprendizado do saber, o conhecimento tácito f**a em segundo plano.
Criar um ambiente educacional propício para o desenvolvimento da cultura empreendedora é vital diante dos novos desafios da competitividade global e da inovação tecnológica, que exigem um novo profissional, um contínuo inovador, um empreendedor, ainda que de sua própria carreira ou atividade profissional. Só assim o trabalhador terá condições de ser um contínuo agente de inovação no seu ambiente de trabalho, próprio ou de terceiros.
Não podemos continuar formando os mesmo administradores, contabilistas ou pedagogos que formávamos há cinco ou dez anos, o mercado já não é mais o mesmo e espera um novo tipo de profissional. Um sistema educacional que promova essa mudança já está sendo discutido, e é merecedora de destaque a experiência do Instituto Euvaldo Lodi – IEL, que com o projeto Formação de Professores Universitários no Ensino de Empreendedorismo já capacitou mais de 650 professores universitários em todo o Brasil, e que com o Programa REÚNE – Rede Universitária de Empreendedorismo, já integra 126 Instituições do Ensino Superior brasileiro.
Empreender é cometer, pôr em execução, é realizar – especialmente – tarefas difíceis. O ensino do empreendedorismo permite as mudanças necessárias, pois promove um conceito alinhado com as exigências dessa nova realidade do mercado de trabalho, com a utilização de metodologias inovadoras, vivenciais, simulações e estudos de casos, permitindo a geração de conhecimento e o aprendizado dinâmico e efetivo.
Preparar, portanto, o indivíduo para enfrentar situações novas, surgidas em um ambiente de mudanças permanentes, é um desafio e uma missão que as instituições de ensino têm que assumir.
Gina Cordeiro Silva
Socióloga e Mestre em Educação
Espírito Santo - Brasil
27/07/2013
“Sim eu posso” muda vida de mais de duzentos mil angolanos
A Angop dá nota de que, desde 2009, 214 mil e 567 cidadãos residentes na província de Luanda foram alfabetizados no âmbito do programa “Sim eu posso”.
Um projecto que decorre nos sete municípios da capital angolana no âmbito da introdução do método cubano de ensino e aprendizagem “Sim eu posso”, segundo a assessora principal do programa, Mercedes Fernandez Oramas, citada pela agência.
A responsável, que falava à Angop sobre o processo de alfabetização em Angola, a formação é da iniciação à segunda classe e o número de alfabetizados são do s**o feminino provenientes, essencialmente, dos municípios de Viana, Belas, Icolo e Bengo e Quiçama.
Mercedes Fernandez Oramas esclareceu que “as aulas são ministradas por etapas de três meses e duas semanas em igrejas, unidades militares, mercados, empresas estatais e privadas, associações de camponeses, entre outros locais cedidos pelas administrações municipais e distritais, onde também são beneficiários menores fora do sistema normal do ensino”.
O programa “Sim eu posso” consiste, segundo a assessora citada, num método cubano de ensino e aprendizagem adaptado à realidade angolana que, através da combinação de cartilhas - uma para o educador e outra do aluno - e vídeo aulas, facilita a aprendizagem da escrita e leitura, tendo em atenção as necessidades de cada um.
“Este ano estão a frequentar as aulas 30 mil e 930 alunos”, prosseguiu em declarações à Angop, tendo considerado que o modelo, além de ajudar a promover a consciência individual e colectiva dos cidadãos sobre a importância de saber ler e escrever, facilita também a adaptação às línguas nacionais.
Angola vai formar 69 mil técnicos médios até 2017
Lubango - A Secretaria de Estado para Ensino Técnico e Profissional prevê formar, até 2017, no país, 69 mil técnicos médios, sendo esta uma das principais apostas do organismo, informou quinta-feira, no Lubango (Huíla), o seu titular Narciso Damásio dos Santos Benedito.
Em declarações à Angop a margem da reunião sobre o Plano Nacional de Formação de Quadros, que decorreu quarta-feira no município da Humpata, o responsável informou tratar-se de uma meta "ambiciosa" apoiada na organização da rede das instituições de formação de técnicos médios e num adequado processo docente/educativo.
Para Narciso Damásio dos Santos Benedito, a rede actual das instituições de formação do ensino médio técnico está limitada, pois podiam ser introduzidos, por exemplo, os cursos de construção naval, conservação da natureza e meio ambiente, designer, moda e artes (cénicas, complementares e plásticas).
“Não existem instituições a formar nestas áreas e a rede nacional de formação de técnicos médios não oferece propostas nestes segmentos, enquanto noutros casos são de oferta insuficiente e devem ser completados de acordo com as áreas de formação, devendo-se criar novas escolas, onde possam funcionar”, asseverou a fonte.
De acordo com o secretário de Estado, existem também cursos tendencialmente excedentários, razão pela qual se afigura necessário refrear a sua formação, nos casos da contabilidade e gestão, onde existem muitas pessoas formadas, para se equilibrar e sustentar o desenvolvimento necessário para o país.
Estes novos cursos a propor, esclareceu Narciso Bendito, constam do Plano Nacional de Formação de Quadros e têm uma distribuição regional dependente do plano de cada uma delas, pois têm características diferentes e diversif**adas, por isso se impõe estudar o potencial territorial de cada parte.
O interlocutor disse que o plano prevê a formação de quadros na rede nacional das instituições, mas alguns quadros podem ser captados na diáspora, expatriados e angolanos formados no país.
Para o responsável, essa estratégia propõe nos diferentes domínios da economia nacional um conjunto de metas, parâmetros e indicadores só possíveis de alcançar caso existam quadros necessários para se desenvolver o país e alcançar um estágio passível de permitir ao país ombrear com outros da região geopolítica.
O secretário de Estado considera que com esta visão constante da estratégia de desenvolvimento de longo prazo é necessário a formação de quadros com uma orientação a base do Plano Nacional, um documento que dá corpo a estratégia, mas que propõe sete programas de acção.
Elucidou que estes programas consubstanciam-se na formação de quadros médios, superiores, para administração local, para o empreendedorismo e desenvolvimento do empresariado para a economia nacional e um conjunto de programas para se permitir que os quadros sejam artífices do desenvolvimento imposto ao país.
Informou que o que se vai fazer é relacionar dois programas de acção onde se orienta as metas e os prazos dentro dos quais devem ser cumpridas na formação dos técnicos médios e a formação de professores e de especialistas a educação da responsabilidade do Ministério da Educação.
A partilha de conhecimentos está a se feita com os directores provinciais, inspectores, chefes de departamento da educação de modo a poderem, no seu trabalho diário, tornar mensagem num orientador dos programas dos outros parceiros.
Nesta altura o Ministério da Educação controla sete milhões de alunos, 218 mil professores, 65 cursos no ensino médio técnico, nove áreas de formação e sete mil 800 professores neste segmento.
Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/educacao/2013/2/12/Angola-vai-formar-mil-tecnicos-medios-ate-2017,b6a4c9d0-ecbe-4e11-a5c8-7519f05e5a96.html
26/07/2013
Jornal de Angola - online Formação dos jovens 26 de Julho, 2013 O Executivo está empenhado em resolver os problemas da juventude e centra esforços nesse sentido ciente, entre outros factores, que a maioria da população de Angola é maioritariamente jovem e constitui o futuro do país.Por isso, as autoridades querem ouvi-los a…
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