02/06/2026
ENTRE A DOR, A SOLUÇÃO E A DESCRENÇA ABSOLUTA
Um povo que sabe o que deseja, mas não tem a mínima noção em como alcançar o que deseja.
A dor do desemprego vive com todos. Menos a coragem para a busca de soluções desta dor.
Estamos mais aptos em atacar, que abraçar ideias para um aprendizado. Até mesmo aquele que não sabe a origem do seu mal, dúvida com quem lhe mostra o perigo da sua vida.
Não estou cansado para lhe dizer que tenho a solução da sua dor ou da dor do seu filho, irmão, irmã, prima, esposo, esposa, do seu povo: desemprego.
Mas quero lhe dizer o seguinte:
Na dor, eu não lamento. Clamo a Deus e vou a busca de soluções.
Não se vence problemas com lamentações. Só se vence indo atrás dos problemas, descobrindo as causas e resolvendo tais problemas.
Sei que muitos estão no desemprego neste país.
E quem está nesta condição, é o primeiro a resistir em aceitar que tenho a solução do seu problema: O FIM DO SEU DESEMPREGO.
Sei que os governantes estão com dificuldades de acertar nas estratégias para o fomento massivo do emprego em Angola. E sei também que os mais académicos que eu, olham-se e dizem: "mas que aventureiro é este que promete o fim do desemprego, se nenhum país do mundo já acabou com o desemprego?"
Sim. As vossas incertezas têm razão de existir, porque o mundo não ensinou a nós (angolanos), que eles também já inventaram termos, já criaram soluções e fabricaram meios sem contar com a nossa existência e nem com as nossas criações.
Os países da Europa, América e da Ásia, criam muita coisa que o mundo nunca viu e nunca teve. E ao criarem estas coisas pela primeira vez, não pensam nos países como Angola que ainda nem faz o que desejam criar para eles, sem nós na mente deles.
Quem dúvida com o FIM DO DESEMPREGO EM ANGOLA - 50 ANOS DEPOIS DA NOSSA INDEPENDÊNCIA, dúvida com as próprias suas capacidades técnicas e de forma forma directa, os académicos dúvidam com o próprio processo do sistema de ensino de Angola.
Por: Hélder Mutuidi