Lições da Escola Sabatina

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A Escola Sabatina é uma porta aberta para o estudo aprofundado da Palavra de Deus

05/06/2026

Reavivados Por Sua Palavra

Neemias 2

05/06/2026

SEXTA-FEIRA: ESTUDO ADICIONAL

A Bíblia utiliza com frequência imagens agrícolas para descrever nossa condição espiritual. Oseias 10:12 resume bem o estudo desta semana: “Semeiem a justiça e colham a misericórdia. Lavrem o campo não cultivado, porque é tempo de buscar o Senhor, até que Ele venha, e chova a justiça sobre vocês.”

Semeamos, colhemos, lavramos o solo difícil e buscamos a Deus para nos aproximarmos Dele. O terreno do coração precisa estar preparado para receber a chuva (o Espírito Santo). Deus pode despertar em nós o desejo de preparar o solo, mas, em última análise, o relacionamento com Ele é uma cooperação (Fp 2:12, 13). Nossa parte é voltar-nos para Deus, segurar Sua mão e permanecer ligados a Ele; o restante, Ele mesmo realiza em nós.

Um exemplo claro do que significa apegar-se a Deus está neste texto: “Vocês viram com os próprios olhos o que o Senhor fez no incidente em Baal-Peor. Ali, o Senhor, seu Deus, destruiu todos aqueles que adoraram Baal, o deus de Peor. Mas vocês, que foram fiéis ao Senhor, seu Deus, estão hoje todos vivos” (Dt 4:3, 4, NVT).

✅️Perguntas para consideração

1. Jesus ensinou Seus discípulos a orar: “Não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal” (Mt 6:13). Costumamos fazer esse pedido em nossas orações diárias? Com que frequência você busca proteção contra a tentação e o pecado?

2. Como você explicaria a alguém que não é cristão ou a um recém-convertido o precioso dom das vestes de justiça de Cristo?

3. De que maneira as vestes de justiça de Cristo estão ligadas à mensagem do santuário, que trata do perdão e da purificação do pecador arrependido? Você compreende a beleza e riqueza dessa verd

05/06/2026

Meditação Matinal: Filhos, não impostores

No sétimo ano, Joiada mandou chamar os capitães dos cários e da guarda e reuniu-se com eles na Casa do Senhor. Fez uma aliança com eles, pedindo que jurassem na Casa do Senhor. Então lhes mostrou o filho do rei. 2 Reis 11:4

A história do príncipe Joás é emocionante. Sua tia salvou sua vida quando tinha um ano de idade e o escondeu no templo do Senhor durante seis anos, no reinado da usurpadora rainha Atalia. Somente Jeoseba, a tia, e o sumo sacerdote, Joiada, sabiam que ele era filho do rei. O que teria acontecido se tivessem morrido de repente sem que ninguém mais soubesse o segredo?

Um caso semelhante envolveu o nome de Anna Anderson. Milhares de pessoas chegaram a crer que ela não era uma simples empregada de uma fábrica. Na realidade, seria a grã-duquesa Anastácia Romanov, filha mais nova do último czar da Rússia.

Durante a revolução bolchevique, o czar Nicolau II e toda a família foram assassinados. Circularam rumores de que seus dois filhos mais novos, Anastácia e Alexei, talvez tivessem escapado. A partir disso, surgiu o boato de que Anna Anderson seria Anastácia. Isso provocou um circo midiático que durou anos e deu origem a livros e filmes. A ideia de que uma camponesa pudesse ser uma princesa parecia um bom argumento para uma novela. Anna teve defensores até mesmo entre parentes de Nicolau II. Apesar de que jamais se pôde demonstrar suas alegações perante um tribunal, Anna nunca negou sua pretensão de ser a grã-duquesa Anastácia.

Descobertas recentes, entretanto, comprovaram que Anna não era Anastácia. As provas de DNA puseram em cheque sua pretensão e especialistas forenses russos comprovaram isso verificando as tumbas e os restos mortais do czar e de toda sua família. Apesar de suas reivindicações, Anna não era uma princesa. Foi uma charlatã. A revista Time a inclui entre os dez maiores impostores da história.

Graças a Deus não ocorre o mesmo conosco. Somos filhos do Rei do Universo. O apóstolo Paulo afirma: “Pois todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus” (Gl 3:26). Por isso, somos príncipes e princesas. Você está disposto a crer nesta grande notícia e aplicá-la hoje à sua vida?

04/06/2026

Meditação Matinal: Nossa herança

Sim, porque um testamento só é confirmado depois da morte de quem o fez, pois de maneira nenhuma um testamento tem força de lei enquanto ainda vive quem o fez. Hebreus 9:17

Faz alguns anos, uma atriz e modelo faleceu por overdose acidental de dr**as sem ter atualizado seu testamento depois do nascimento de sua filha e da morte de seu filho.

Todas as pessoas relacionadas com o caso pareciam ter uma opinião diferente sobre o que seria o desejo da atriz. Ninguém concordava em relação ao local em que o corpo deveria ser sepultado. Além disso, pelo menos cinco homens afirmaram ser o suposto pai da menina que havia ficado órfã de uma mãe milionária.

A partir daquele momento, quem se converteria em tutor legal da enorme herança deixada à criança? Tudo isso produziu um pesadelo legal e um frenesi midiático. O cenário seria completamente diferente se a atriz tivesse deixado um testamento atualizado.

Esse triste incidente nos ajuda a entender a clareza do testamento que Jesus, nosso Senhor, deixou confirmado no dia que morreu. Como diz nosso texto de hoje, o testamento se confirma com a morte do testador e expressa sua última vontade para seus herdeiros. Segundo o testamento de Jesus, nós somos co-herdeiros com Ele da herança da vida eterna. A mansão que Cristo foi preparar é uma parte da nossa herança.

Deus não deixou Seus filhos na incerteza. O dia em que Cristo morreu assinalou o selamento de Seu testamento. Ninguém pode alterá-lo. A herança eterna pertence àqueles que, pela fé, aceitam a Cristo e, pela mesma graça, obedecem aos Seus mandamentos.

Hoje, leve com você a certeza de que a sua herança está garantida em Cristo e prepare-se para recebê-la em breve. Que as palavras dirigidas a Daniel também ecoem em seu coração: “Ao fim dos dias, [você] se levantará para receber a sua herança” (Dn 12:13).

04/06/2026

Reavivados Por Sua Palavra

Neemias 1

04/06/2026

QUINTA-FEIRA: AS VESTES MAIS CARAS

Roupas elegantes muitas vezes definem quem é rico pelos padrões do mundo. As pessoas costumam se vestir de determinada maneira para expressar quem são. Mas, no Céu, tudo desaparecerá – exceto nossos relacionamentos (Mt 6:19-21). Nossa identidade precisa estar revestida de Jesus e de Suas perfeitas vestes de justiça.

4. Leia a parábola em Mateus 22:1-14, contada por Jesus para explicar uma verdade sobre as vestes. Que mensagem essa parábola nos transmite?

Jesus chamou de “amigo” o homem que estava sem a veste nupcial.

Embora ele tenha permanecido em silêncio, supõe-se que havia algum relacionamento entre os dois. Aquele homem sabia sobre as vestes, mas esco-lheu não usá-las. O caráter de Jesus é perfeito e sem mancha, e Ele deseja nos vestir com um “linho finíssimo, resplandecente e puro” (Ap 19:8), “sem mancha, nem ruga, nem coisa semelhante” (Ef 5:27).

“A justiça de Cristo e Seu caráter imaculado é, pela fé, comunicada a todos os que O aceitam como Salvador pessoal” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus [CPB, 2022], p. 182).

Antes de pecarem, Adão e Eva estavam cobertos por vestes brancas de suave luz; depois, perceberam que estavam nus (Gn 3:7) e fizeram para si vestes com folhas de figueira. Deus, então, substituiu as folhas de figueira por vestes de peles – houve um sacrifício que forneceu aquela roupa. De modo semelhante, recebemos vestes de justiça quando aceitamos o sacrifício de Jesus. “Nus e envergonhados, procuraram suprir a falta das vestimentas celestiais, entrelaçando folhas de figueira para se cobrirem. [...] O homem nada pode criar para suprir as perdidas vestes de inocência. Nenhuma vestimenta de folhas de figueira, nenhum traje mundano pode ser usado por quem se assentar com Cristo e os anjos à ceia das bodas do Cordeiro. Somente as vestes que Cristo proveu podem habilitar-nos a aparecer na presença de Deus. Essas vestes de Sua própria justiça, Cristo dará a todos os que se arrependerem e crerem” (Parábolas de Jesus, p. 182, 183).

03/06/2026

Reavivados Por Sua Palavra

Esdras 10

03/06/2026

QUARTA-FEIRA: GRAÇA SUFICIENTE

Quando sentimos o peso do pecado e permitimos que o Espírito Santo nos leve ao pé da cruz, devemos pedir o perdão de Deus, certos de que “o Senhor é compassivo e bondoso; tardio em irar-Se e rico em bondade” (Sl 103:8). Essas verdades foram ditas pelo próprio Deus depois que Sua nação escolhida O entristeceu (Êx 34:6).

3. Leia Êxodo 34:1-10. Que verdade essencial é apresentada nesse texto?

O fato de o Senhor ser “compassivo e bondoso, tardio em irar-Se e grande em misericórdia” comprova a razão pela qual Jesus morreu na cruz: para restaurar nosso relacionamento com Deus.

Quando estamos dispostos a reconhecer e confessar o pecado, dizemos: “Ó Senhor, aqui estou outra vez... ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador!’” (Lc 18:13, NVI). Nesse momento, Jesus, que já vinha atuando em nós e por nós com o Espírito Santo antes mesmo de clamarmos, vê o fardo e remove. Nossas cargas são postas no Calvário. Jesus certamente está muito perto quando vamos a Ele e, mesmo antes, nos busca como o Bom Pastor, que está sempre à porta e bate (Ap 3:20). Não devemos permanecer longe da cruz, olhando para Deus à distância. Em vez disso, precisamos correr até Jesus, trocando nossos pecados e fardos por Sua justiça (Zc 3:4).

Leia com atenção os textos a seguir e escreva, com suas palavras, o que eles dizem sobre a graça de Deus em seu favor:

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23).

“Entretanto, onde foi ressaltado o pecado, transbordou a graça, para que, como o pecado reinou na morte, assim a graça reine pela justiça para conceder vida eterna, por meio de Jesus Cristo, o nosso Senhor” (Rm 5:20, 21, NVI).

“Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores” (Rm 5:8).

03/06/2026

Meditação Matinal: Ponto cego

Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois com o critério com que vocês julgarem, vocês serão julgados; e com a medida com que vocês tiverem medido vocês também serão medidos. Mateus 7:1, 2

No século 17, o cientista francês Edme Mariotte afirmou que todos os seres humanos têm um ponto cego. Ele notou que o disco óptico, que ocupa uma área da retina, não é sensível à luz. Ao aplicar seus conhecimentos de óptica e anatomia do olho, ele chegou à conclusão de que todo olho é cego em uma pequena porção de seu campo visual.

Se isso é assim, por que não nos damos conta desse fato? Isso ocorre porque o sistema visual humano tem a enorme capacidade de encher o ponto cego a partir das imagens captadas. A mente detesta os espaços vazios. Por essa razão, se você está olhando para uma parede branca, sua mente encherá o ponto cego com a textura e a cor do resto da parede. Isso nos leva a uma interessante conclusão: nem tudo o que vemos está realmente ali. Pelo menos uma pequena parte foi reconstruída por nosso cérebro.

Nós, cristãos, também temos um ponto cego em outro sentido. Só podemos ver a aparência exterior, mas não o coração. Por isso, Deus nos pede que não julguemos os motivos e as intenções dos outros. Só Deus consegue enxergar os pensamentos mais profundos de nossa mente.

O que acontece quando julgamos os motivos alheios? Simplesmente “preenchemos” a informação que falta com dados que estão em nosso próprio coração. Aquele que vive suspeitando do mal nos outros provavelmente o faz porque projeta a maldade que carrega dentro de si. Por isso, cuidado ao preencher lacunas com informações que você não tem. Não julgue os outros a partir de seus próprios critérios. O que apenas o Senhor consegue ver, somente Ele pode julgar.

02/06/2026

Reavivados Por Sua Palavra

Esdras 9

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