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19/08/2021

Origem do dia mundial da fotografia
A celebração da data tem origem na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico desenvolvido por Louis Daguerre (1787-1851), em 1837.

Mais tarde, em janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo, e a 19 de agosto do mesmo ano o governo francês considerou a invenção de Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

Outro processo fotográfico - o calótipo, inventado também em 1839 por William Fox Talbot (1800-1877), fez com que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

Frases para o dia mundial da fotografia
Fotografar é elevar um momento à eternidade.
Fotografar é congelar um momento da vida.
A fotografia é a arte das memórias e da celebração da vida humana.
Certas coisas vivem para sempre, se forem fotografadas.
Fotografar é ver o mundo por outra perspetiva.
A fotografia mudou a forma de vermos o mundo.
Com a fotografia os nossos olhares se cruzam.

26/05/2021

Partilhamos convosco está linda foto tirada pelo fotógrafo Antonio Roide a levar o Stendi na "La Liga" ao fotógrafo 👏 O braço que ele carrega é o X1 da Smart System

26/05/2021

Bancos Panasonic Lumix GH5 Mark II no novo recurso de transmissão ao vivo sem fio

A internet não escondeu que uma Panasonic Lumix GH5 Mark II - ou simplesmente GH5 M2, como diz o nome do produto (apesar dos números sendo usados no corpo da câmera) - estava a caminho. Então, sem surpresas, aqui está - com um novo recurso de streaming ao vivo sem fio via Wi-Fi sendo seu grande produto de venda.

O GH5 original foi lançado em 2017, então você pode esperar que o GH5 M2 traga uma série de novos recursos nos quatro anos que se passaram. Em vez disso, ele tem um punhado de novos pontos de interesse.

Comparado com o original, o Mark II utiliza a mesma bateria do Lumix S5 full frame (o DMW-BLK22), o que signif**a maior longevidade - e o carregamento via USB-C também é possível.

Os corpos GH5 Mark 1 e Mark 2 são do mesmo tamanho, portanto, todos os acessórios serão compatíveis um com o outro (exceto para as baterias, é claro).

As outras melhorias do Mark II vêm em recursos de vídeo, apesar de ambos os modelos usarem o mesmo sensor - exceto que a câmera mais recente adiciona um revestimento anti-reflexo à superfície do sensor.

Além de streaming ao vivo sem fio via Wi-Fi - para que você possa conectar o aplicativo para falar com seu roteador e produzir captura ao vivo para o YouTube e outras plataformas - também há gravação simultânea via monitor e internamente, que o GH5 original não poderia t gerenciar.

Não há corte na gravação em todos os modos, então 17: 9 C4K, 16: 9 4K e 4: 3 Anamórfico em 6K-A utilizam o sensor como está, para permanecer fiel às distâncias focais das lentes.

Em outros lugares, a resolução da tela do GH5 Mark II é aumentada - até 1,8 m-pontos no painel de 3 polegadas - enquanto o V-Log L é instalado como padrão, ao invés de ser uma compra de software separada.

06/01/2021

LENTES PARA CASAMENTO

Sempre vemos a pergunta: Qual lente devo usar para fotografar casamentos? Para todos os efeitos, vamos falar p***s das lentes Canon, mas tenho certeza que esta informação pode ser transposta para Nikons e afins. Eu também estou assumindo que porque você está fotografando casamentos, você leva a fotografia a sério e investiu (ou investirá) dinheiro em uma lente rápida de qualidade. Vamos descobrir quais lentes devemos levar em nosso arsenal fotográfico.

Você Precisa de uma Lente Rápida:
Há duas abordagens quando se procura alugar ou comprar lentes desse tipo. A fotografia de casamento geralmente é tirada em condições de pouca luz, e é importante ter a lente rápida, que é uma lente com abertura grande. Você também quer lentes que tenham excelente qualidade óptica, isso é óbvio.

Por esta razão, as lentes primárias são excelentes quando se fotografa casamentos se você puder se mover livre e rapidamente e fizer o “zoom andando". No que pode ser considerada como a "trindade" das primárias, as lentes Canon 35mm f1.4 L, Canon 85mm f1.2 mkII L e Canon 135mm f2.0 L formam um excelente trio de lentes que podem ser usadas tanto para retratos quanto para zoom.

As Melhores Lentes para Fotografar Casamentos:
Se você precisa ser mais versátil ou não pode ampliar, a lente Canon 24-70mm f2.8 L e Canon 70-200mm f/2.8 L IS é uma excelente combinação que é extremamente versátil e também relativamente rápida na f2.8. Obviamente, não é tão rápida quanto as primárias, mas você tem todas as faixas de 24-200 cobertas.

Espero que essas dicas possam ajudar você a encontrar a melhor combinação de lentes para o seu trabalho durante a fotografia de casamentos. É comum o fotógrafo ter várias lentes, sendo usadas de acordo com o efeito desejado e com as condições do ambiente a ser documentado.

fonte: clubedafotografia.com

Photos from Fotobox ANGOLA's post 01/12/2020

Sobre a primeira edição do "Foto Conecta"
Primeiramente agradecer a Deus por nós dar sabedoria e destreza para podermos realizar os nossos objectivos. De seguida a Café Cultural - Dindira pela colaboração e apoio, a nossa assistente Bieth pela dedicação e empenho, aos nossos ilustres convidados que souberam passar as suas experiências e sabedoria para quem esteve a assistir e dizer que a nutri uma grande admiração e estima por todos vocês , Âureo e o Yasunari que Deus vos abençoi rica e poderosamente 🙏.
E para terminar agradecer de igual modo todos que estiveram conectados a nos para partilhar sabedoria o nosso muito obrigado por se inscreverem-se e acreditarem no nosso projecto, estamos a preparar o próximo live do Projecto FOTO CONECTA fiquem ligados 👌
Deus abençoi a todos 🙏📸👊

26/11/2020

FOTO CONECTA
Live via Zoom faça já a sua inscrição grátis e garanta a sua presença

19/11/2020

A FotoBox Angola, lamenta o passamento físico do Nosso irmão, amigo e mestre do Fotojornalismo em Angola, até um dia "Kota 50"

31/10/2020

7 DICAS SOBRE O FOTOJORNALISMO - FUNDAMENTAIS

O fotojornalismo pode parecer fácil hoje em dia, afinal, todo mundo tem um celular com câmera e essas câmeras são boas o suficiente para registrar qualquer acontecimento digno de ser publicado na capa do New York Times, por exemplo. Mais fácil ainda é ter essa imagem publicada no site do jornal. Então, o que diferencia o real fotojornalismo com o fotógrafo amador que tem um celular e está no lugar certo, na hora certa?
O fotojornalismo signif**a mais que isso. Em sua origem, essa área da fotografia é jornalismo sério, pensado, com o foco no impacto visual de uma notícia. Está pensando em seguir essa carreira? Então f**a algumas dicas para mergulhar nesse mundo:

Planejando
Uma das coisas mais importantes nesse ramo é planejar. Se você não sabe o que vai precisar antes de ir a campo, você não vai ter o equipamento fotográfico necessário, nem vai olhar para a direção certa quando algo importante acontecer. Fotojornalismo raramente é captura de eventos inesperados, ele é a captura e momentos inesperados em eventos planejados.

Timing no fotojornalismo
Muito dessa profissão vem da espera e da paciência. Se você está em uma situação onde você sabe que algo provavelmente vai acontecer, a questão a se fazer é “o que vai acontecer? Quando?”. Você precisa prestar atenção constantemente. Procure por detalhes visuais que vão explicar algo relevante a quem for ver sua imagem.

Exposição
Essa ramo da fotografia não é uma expressão artística, é fazer com que o espectador saiba exatamente o que está acontecendo no momento registrado. É tentador olhar para as possibilidades artísticas de cada cena e você pode f**ar frustrado por ter que registrar eventos de maneira exata, mas quem for ver a sua fotografia espera a realidade do fotojornalismo.
Quando você chegar à cena, arrume seu equipamento com uma exposição adequada para que você capture a luz corretamente, de maneira em que o assunto principal fique bem aparente. Quando o momento de clicar chegar, você vai precisar tomar uma rápida decisão; você não vai querer perder tempo arrumando os ajustes de exposição da câmera.
Ao mesmo tempo, você não vai querer usar a exposição automática, que é ajustada para uma luz comum e isso pode esconder alguns detalhes se a condição de iluminação fugir um pouco disso.
Como fotógrafo, você precisa ter controle do seu equipamento e configurar a sua câmera manualmente de acordo com as condições do ambiente que será retratado.

Editando
Uma das vantagens de se usar uma câmera digital de alta resolução é a possibilidade de poder editar e cortar a imagem com tranquilidade. O objetivo das imagens fotojornalísticas é desviar a atenção do espectador aos elementos que são importantes. Pela velocidade dos acontecimentos, muitas vezes você não vai conseguir montar todas as fotos em torno de uma composição que oriente o olhar e guie as pessoas para o que você quer que elas vejam. Às vezes você vai precisar cortar a fotografia para mostrar ap***s o que é mais importante.
Com uma alta resolução, você tem a vantagem de cortar áreas grandes de uma imagem depois de registrá-la. Vale lembrar que cortar é o único recurso de edição que você vai poder usar. Há vários escândalos de fotojornalistas que retocaram e manipularam uma imagem para criar uma história diferente à original. Quem vai ver a sua imagem confia em você e você deve respeitar essa confiança.

Foco
Não precisa dizer que se o elemento principal da imagem de um fotojornalista estiver desfocado, o espectador não vai parar o olhar nele.
Um fotojornalista iniciante pode se sentir tentado a capturar a maior distância focal possível, mas um aprofundamento de campo pode ser uma ferramente valiosa. Você só precisa usar com cuidado.
Se você tiver a sorte de f**ar perto do seu objeto principal, é possível que você desfoque todo o fundo e dê destaque ap***s a ele – esse é um recurso importante na fotografia jornalística. Você vai precisar planejar e ter a habilidade de focar corretamente. Para isso, é recomendável que você use o foco manual da câmera para ter certeza que ap***s o que você quer seja focado.

Fonte: Blog eMania

11/09/2019

APPLE iPHONE 11 PRO: CONHEÇA MAIS AS CÂMERAS DO NOVO TOP DA LINHA DA MAÇÂ

Nessa segunda-feira (10) a Apple anunciou novos modelos de iPhone, que chegaram ao mercado trazendo poucas mudanças em termos de design, porém, com adições interessantes, especialmente para os entusiastas em fotografia móvel.

Pela primeira vez na história da marca temos agora três módulos na parte traseira (no caso do iPhone 11 Pro e 11 Pro Max), graças à inclusão de um sensor ultra-wide, tendência que já era seguida por diversas outras empresas no universo de smartphones Android.

Apesar das várias críticas em relação ao design dos sensores – algo que até rendeu diversos memes nas redes sociais – em tese os usuários poderão se beneficiar com uma experiência fotográf**a ainda melhor, por isso, vamos explicar um pouco mais sobre cada um deles.

O sensor principal continua trazendo 12 megapixels de resolução, f**ando bem abaixo dos 48 MP adotados por muitos tops de linha atuais (mas como sempre mencionamos, o número de megapixels não necessariamente impacta na qualidade da imagem).

Ele conta com uma lente grande-angular, que permite capturar fotos com maior ângulo de visão, e além disso, traz 26 mm de distância focal equivalente, abertura de f/1.8, auto-foco em 100% dos pixels e OIS (estabilização ótica de imagem).

Em outras palavras, o sistema de auto-foco está bem mais preciso, resultando em fotos com ainda mais detalhes; a abertura maior permitirá um bom desempenho quando capturando fotos em ambientes com pouca iluminação, algo que será auxiliado pelo novo Modo Noturno já presente nas câmeras.

O módulo grande angular traz um campo de visão de 120º, com 13 mm de distância focal equivalente e abertura de f/2.4 e, assim como o sensor principal, resolução de 12 megapixels.

Ele chega como uma das maiores novidades, oferecendo zoom de 0,5x extra, permitindo que o usuário capture ainda mais do cenário.

Apesar de sua abertura menor, usuários não precisarão se preocupar com a qualidade das fotos tiradas em ambientes mal-iluminados, pois o iOS vai lidar automaticamente com a luz nos cenários e entregar a melhor imagem possível.

08/09/2019

UM FLASH À FOTOGRAFIA ANGOLANA

Por: Cíntia Gonçalves - palavraearte.co.ao

Ao falar da fotografia em Angola, não se pode esquecer das instituições mais importantes no desenvolvimento, evolução e história da mesma. O DIP (Departamento de Informação e Propaganda), a actual ENFOTO (Empresa Nacional de Fotografia), e o Jornal de Angola. Eram estes os órgãos que cobriam as grandes actividades do país.

Os vietnamitas e os chineses trouxeram o estilo Kónica que trazia uma fotografia muito mas polida e vendiam as máquinas fotográf**as a preço baixo, porque sabiam que teriam rendimento. Deram aulas práticas ensinando a utilizar o material. Contudo, uma das primeiras escolas de fotografia foi criada entre 1996 a 1997 no Maculusso pelo fotógrafo Paulo Oliveira Pinda, no sentido de dar mais conhecimento sobre a fotografia para profissionais e amadores.

Ao longo do período das eleições de 1992, a fotografia desempenhou um papel muito relevante ao registar tal período marcante para o nosso país. Nesta etapa, houve interacção e troca de experiências entre fotógrafos angolanos e os estrangeiros que vinham reportar o que se passava. Muitos fotógrafos foram capacitados para as eleições em seminários ministrados por brasileiros, alemães, americanos e portugueses.

Dentre os principais pioneiros da fotografia em Angola, destacam-se:

Francisco Bernardo, Paulino Damião (kota 50), Rogério Tutti, Pauolo Toneth, Lucas de Sousa, Pedro Salvador, Carlos Guimarães, Maurício Makembe, Carlos Mocco, Amper Rogério, Quintiliano dos Santos, Pinto Afonso. Entre outros.
Muitos desses eram funcionários de jornais enquanto outros faziam fotografia independente e amadora, devido carência de escolas especializadas na área. O amadorismo excessivo na fotografia é um fenómeno que até hoje se faz presente.

O avanço tecnológico melhorou o dia-a-dia da profissão, mas não mudou a essência da forma de se fazer fotografia. No que toca ao transporte internacional de imagens, observou-se uma enorme melhoria. Anteriormente, era necessária uma máquina chamada telefoto que tinha de estar unida a uma Companhia telefónica e custava o preço de uma máquina fotográf**a moderna. Tinha de se ligar a agência Angola-Telecom, marcar a chamada e, por sua vez, a agência ligava ao destinatário que f**ava à espera ao ligar também o seu telefoto. Precisava-se de muita atenção e cautela, porque se a ligação fosse interrompida tinha de se repetir o processo que durava quase duas horas. Actualmente, é um processo que se realiza em segundos.

Com as câmaras digitais, o trabalho ficou melhorado e facilitado. Começam a surgir em 1990 e chegam em Angola entre os anos 1998 a 2000. As primeiras usavam disquetes com capacidade de armazenar dez a quinze fotos, dando uma imagem mais nítida e próxima à realidade.

De 2000 até hoje a fotografia em Angola desenvolve de forma preguiçosa, discute-se a formação do fotógrafo e existência de escolas e centros de formação. Vão surgindo diversas associações destinadas a capacitação técnica e teórica do fotógrafo, observa-se cada vez mais a inclusão da fotografia nas diversas áreas sócias e principalmente como contribuinte económico. Desde o século XIX até hoje é visível uma evolução signif**ativa das máquinas, dos suportes de armazenamentos, assim como da própria fotografia. O contexto fotográfico angolano, fora as capturas, publicações de livros de fotografias e exposições, em um pensamento clama por uma soma de reflexões. Nesse jogo de primazias entre a técnica e a teoria vem à tona a relevância de artigos mais desenvolvidos do que este, para que se possa resgatar a imagem histórica como aquela que permite paralisar o olhar e, deste modo, fazer emergir desejos e questionamentos, construindo vínculos entre o conhecimento histórico/sociológico e o técnico. Mereceria uma análise mais aprofundada sobre as premissas e implicações do trajecto da fotografia em Angola, no entanto os dados que tenho são insuficientes, sendo que, assim, forneço ap***s uma chave interpretativa e eficiente para tentarmos compreender, analisar e investigar o que na verdade é a fotografia em Angola.

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