𝐄𝐥𝐢𝐬𝐞𝐮 𝐕𝐮𝐧𝐠𝐞

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25/10/2023

Na contabilidade da vida a humildade gera lucros, e a arrogância gera prejuízo..

21/10/2023

*Um Olhar a utilização eficiente dos recursos públicos*

A governação pública deve ser pensada como o conjunto de instrumentos que objectivam avaliar, direccionar e monitorar a gestão pública de modo que os serviços prestados à sociedade pelo estado atendam efectivamente às suas necessidades.

Hoje em Angola sentimos uma maior preocupação com a gestão transparente e a prestação de conta da coisa pública. No entanto é um longo caminho a percorrer e envolve a mudança de mentalidade.

A administração pública tem o papel na sociedade de gerir o património público de modo a proporcionar melhores níveis de bem-estar social, promovendo maior desenvolvimento socioeconómico. A utilização eficiente dos recursos públicos apresenta-se como um princípio básico para que a gestão pública alcance seus objectivos. Além disso, a transparência e o controlo, proporcionados pela gestão fiscal, apresentam-se como factores capazes de optimizar os resultados no sector público, uma vez que conduzem os gestores públicos a boas práticas de gestão.

A finalidade maior da administração pública é maximizar o bem-estar da sociedade, optimizando o uso dos recursos públicos. O gestor público deve delinear estratégias que atendam às demandas da população, usando eficientemente os recursos públicos com foco no desenvolvimento socioeconómico.

Os recursos públicos municipais são compostos por receitas tributárias próprias e por repasses do governo central (executivo). Para que haja o efectivo controlo social das acções do gestor, mostram-se necessários mecanismos de controlo e transparência da gestão pública.

Um dos factores propostos como capazes de promover o desenvolvimento socioeconómico municipal é a correcta actuação da gestão pública para dinamizar áreas prioritárias, como educação, saúde e infraestrutura, de modo a propiciar condições de avanço socioeconómico, como a literatura tem sugerido (Debnath & Shankar, 2014).
Eficiência está relacionada à combinação óptima de recursos em um processo produtivo, visando a potencializar resultados. A eficiência da gestão pública consiste em optimizar o uso de recursos, obtendo a máxima oferta possível de bens e serviços públicos em termos quantitativos e qualitativos.

O executivo actua como agente responsável pela tomada de decisões que impactam a vida dos cidadãos, seja por meio de políticas económicas, políticas públicas, sistema de tributação ou modelo de gestão.

A gestão pública como agente representante dos interesses colectivos da sociedade é uma discussão que converge com o conceito económico apresentado por Coase (1960), que, ao discorrer sobre a complexidade das firmas e suas diversas facetas, chega a mencionar o governo como uma super firma com poder para interferir na economia, de modo a gerar impactos no mercado e na sociedade como um todo.

Na visão de Buchanan e Tullock (1962), sugerem que os interesses individuais do gestor público podem não estar alinhados aos interesses da colectividade, pois ele pode tomar decisões que priorizem seu interesse pessoal, incorrendo em risco moral, como previsto pela teoria da agência (Jensen & Meckling, 1976). Diante disso, surgem mecanismos legais de controlo com a finalidade de reduzir conflitos de interesse entre o gestor público e a sociedade, além de evitar descontrolo dos governos.

O conceito de eficiência está relacionado à combinação óptima entre recursos e produtos, ou seja, a eficiência tem como objectivo maximizar a produção minimizando os recursos aplicados. Nesse contexto, a eficiência está relacionada aos meios para alcançar o objectivo e não apenas ao objectivo propriamente dito.

A eficiência no sector público vem ganhando destaque. Discute-se que a eficiência no sector público pode estar associada à optimização da aplicação de recursos, possibilitando a ampliação da qualidade dos serviços prestados à população. Além disso, sugere-se que a eficiência no sector público é um factor que pode contribuir para alcançar melhor desempenho socioeconómico.
Podemos destacar que a eficiência na administração pública se relaciona à capacidade do Estado prover bens e serviços, com a finalidade de ampliar o bem-estar da sociedade. Assim, sugere-se que indicadores de eficiência na administração pública podem relacionar-se a aspectos sociais. Estando, consequentemente, associados à ampliação dos níveis de desenvolvimento socioeconómico, qualidade de vida e felicidade entre cidadãos.

As boas práticas na gestão pública tem sido um tema recorrente nos debates tanto dentro do executivo, quanto na sociedade e na academia. O conceito de governação pública vem despertando interesse entre acadêmicos.

Com práticas adequadas de governação pública, é possível à sociedade, por meio do controlo social, exigir políticas públicas mais efectivas e no âmbito do Trabalhar mais e comunicar melhor.
Considerando os avanços dos modelos de gestão pública, de modo mais acentuado a emergência do modelo de gestão, que propõe uma gestão mais focada em resultados e com níveis de eficiência e eficácia mais elevados.

●Eliseu Vunge

Docente e Consultor

18/10/2023

Durante muitos anos, uma grande variedade de técnicas de análise foram desenvolvidas para determinar a estabilidade financeira das várias empresas. A análise financeira a partir do método dos rácios, consiste fundamentalmente no estabelecimento de uma série de relações entre diferentes rubricas das demonstrações financeiras. Ao estabelecer a relação entre diferentes rubricas, os rácios fornecem informação bastante mais expressiva do que a que se obteria considerando essas rubricas em valor absoluto.
A análise dos rácios permite aos empresários medir quais as fraquezas e as forças financeiras existentes no negócio de modo a poderem ser tomadas medidas apropriadas.

As questões financeiras de uma empresa quando analisadas, facilmente se constata o enorme volume de informação disponível para análise. Por esta razão muitos analistas recorrem aos rácios para os ajudar na tarefa como instrumentos de apoio para sintetizar uma quantidade abundante de dados e comparar o desempenho económico-financeiro das empresas e a sua evolução no tempo. Este é um método da preferência dos bancos e empresas especializadas na venda de informações de índole comercial e financeira.

EV

15/10/2023

*Um Olhar ao Trabalhar melhor e comunicar mais para o cumprimento do PDN.*

O novo contexto de trabalho para os próximos anos deve trazer aos membros do executivo e os principais gestores da coisa publica, uma série de desafios que exigira a quebra de paradigmas de gestão, resultando na entrega ao trabalho árduo, comunicando mais e valorizando o capital humano, tendo como foco principal a procura por profissionais, cujos valores pessoais estejam alinhados aos da organização onde estiver.

O reflexo desse modelo tende a ser a crescente adequação de funcionários altamente comprometidos com uma visão integrada, com o todo, capaz de contribuir na união de esforços para a conquista dessas vantagens competitivas para a resolução dos problemas do povo.

O tempo exige mais trabalho e melhor comunicação aos membros do Executivo, em funções, informando-os que o lema deste mandato é "trabalhar mais e comunicar melhor".
O presidente da República Lembrou aos ministros, na maioria reconduzidos em 2022, para a necessidade de se ser mais humilde no exercício das funções, sublinhando que ninguém nasce sabendo tudo, apesar da formação académica que possa ter.

"Precisamos de ser humildes, em primeiro lugar, e reconhecer que não sabemos tudo. Aprende-se fazendo, cometendo erros. Desde que não sejam graves.

Os tempos mudaram e a relação com o povo também. Vive-se uma época muito rica em informação, na qual quem tem acesso a mesma, tem mais poder e pode destruir com Fake New o trabalho bem feito. Frente a essas transformações, a comunicação tornou-se um activo fundamental na gestão como parte integrante dos propósitos para atingir resultados e adquiriu importância estratégica.

Os desafios da competitividade global exigem das organizações do século XXI mais preparação para atender os clientes de diferentes perfis e a forma de actuação do executivo (2023-2027 )deve ser junto das nossas populações para ouvir e viver o problema com foco na resolução do mesmo, pois não basta ter uma equipa talentosa, altamente motivada, se esta não estiver bem alinhada com os objectivos definidos para este mandato, se não se sentirem informados sobre o que ocorre na sua localidade e se seus auxiliares não comunicarem adequadamente.

Daí a importância da comunicação, função responsável pela comunicação efectiva entre os integrantes de uma organização. O foco é alinhar e sincronizar as ferramentas de apoio, com as estratégias organizacionais conquistando a população com a resolução dos problemas sociais e económicos.

Comunicar quer dizer associar, estabelecer comunicação entre; ligar, unir, compartilhar, tornar comum. Sempre que se vai comunicar algo a alguém (Província, Município, Distrito), é de suma importância que se defina o tema da conversa e o resultado que se quer obter, pois, existe grande diferença entre comunicar e informar. Informar é apenas transmitir a informação, sem saber se o receptor recebeu de forma correcta e se ele entendeu. Já, comunicar é o processo de troca de informações, é estabelecer um diálogo entre duas ou mais pessoas. Garantir que o receptor, além de receber e entender a mensagem, responda.

Neste período 2023-2027, para o cumprimento das metas do PDN. os membros do executivo precisam estar mais próximo do cidadão e dos parceiros sociais, trabalhando mais. É impossível adivinhar os processos futuros 2024 até 2027. mas trabalhando juntos é possível. No primeiro mandato (2017-2022) muito foi feito, apesar da situação da Covid-19.

É necessário interagir com grupos de mulheres e jovens nos vários níveis ministerial, provincial, municipal e ouvir suas preocupações discutindo sua visão para o país. Sobre como eles veem seu futuro no local de trabalho e na sociedade e compartilhar seus pensamentos sobre as políticas que podem ajudá-los a se adaptar melhor à natureza mutável do trabalho.

Perguntas como estás: “qual será o meu futuro, onde vou me encaixar na sociedade? Que bem-farei se e quando ingressar no mercado de trabalho ou quando iniciar minha empresa?”. Embora estás preocupações variam de lugar (ex: Luanda ou Cunene), mas no final todos somos angolanos e depositamos a confiança neste mandato 2022-2027.

Muitos jovens Angolanos hoje estão olhando para o futuro e tentando assumir o controlo desse futuro, não esperando para serem contratados no serviço público ou esperando para serem empregados na força de trabalho de grandes corporações. Eles se veem como tendo a capacidade de criar algo por conta própria e criar seus próprios empregos.” Nesta situação as instituições do estado devem apoiar estes jovens com acesso ao crédito e formação para manter os seus próprios negócios.

Os jovens têm duas vezes mais chances de estarem desempregados do que a população em geral. Os responsáveis têm a responsabilidade de abrir espaço e criar pontes para os jovens trabalhar e contribuir na sua localidade com os programas já criados no período 2017-2022 e ajusta-los com a nova realidade e desafios até 2027, sem esquecer o PDN.

O auto-emprego para os jovens pode ser muito bem-sucedido porque combina com seu apetite por criar as condições de seu trabalho, sua remuneração e sua contribuição para a vida económica.
Para mães jovens, isso pode significar mais creches e outros benefícios de maternidade. Para os jovens, mais formação profissional e tecnológica, ou oportunidades de empreendedorismo. (Ex: Programas para os jovens e as mulheres etc.)

Hoje os jovens estão dispostos a servir em locais de trabalho tradicionais onde existe incentivo, mas também estão prontos para se defender como historicamente os jovens tiveram que fazer e se equipar com ferramentas para o sucesso.
A pobreza tem o rosto das mulheres e a desigualdade de género é mais uma barreira que impede as mulheres de saírem da pobreza. A desigualdade de género a nível educativo e salarial, o acesso à propriedade da terra e a cargos de responsabilidade ou a falta de participação da mulher no seio da sociedade são alguns dos sinais desta realidade.

É necessário desenvolver políticas que rompam as barreiras que limitam as suas opções de desenvolvimento. Aumentar o investimento no desenvolvimento de regiões e comunidades empobrecidas.

Sabemos que a educação é a ferramenta mais importante para quebrar o círculo de pobreza e constitui um importante incentivo para gerar mais e melhores oportunidades na infância e adolescência. Garantir o acesso a uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade a todos os alunos é o primeiro passo para construirmos um futuro longe da pobreza e cheio de oportunidades.
Para acabar com a pobreza, é também necessário que apoiemos as populações mais pobres para que reduzam a sua vulnerabilidade.

Os vários departamentos ministeriais, governos provinciais ou administrações municipais terão de trabalhar de forma conjunta para atender e resolver os problemas com sentido de missão e fazer diferente sem medo de errar para o cumprimento das metas do Plano de Desenvolvimento Nacional.

Por está razão é necessário trabalhar mais, comunicar mais para resolver às varias preocupações da nossa população. é possível com trabalho e comunicação.

**Eliseu Vunge
Docente e Consultor**

Photos from 𝐄𝐥𝐢𝐬𝐞𝐮 𝐕𝐮𝐧𝐠𝐞's post 10/10/2023

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE ANGOLA
HANDEKA # JUVENTUDE

Orçamento Local # Receitas.. Despesas

04/10/2023
02/10/2023

“0 Sol caminha devagar mas atravessa
o mundo”

PROVÉRBIO AFRICANO

Bom dia Angola 🇦🇴 Boa semana

19/09/2023

Bom dia demanhã

Photos from 𝐄𝐥𝐢𝐬𝐞𝐮 𝐕𝐮𝐧𝐠𝐞's post 08/09/2023
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