Waldemar JOSÉ

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WALDEMAR JOSÉ

06/05/2026

ESTOU A PÔR EM PRÁTICA O QUE APRENDI NA TUGA, QUANDO "BUMBEI" NA OBRA.

04/05/2026

A COLECTÂNEA DE 4 VOLUMES DA MINHA OBRA FOI APROVADA PELA AMAZON
Tenho a honra de anunciar que o quarto volume da minha obra “ANÁLISE CRÍTICA E DOGMÁTICA DO CÓDIGO PENAL ANGOLANO – INCONGRUÊNCIAS E SOLUÇÕES” foi igualmente aprovado pela Amazon e já se encontra disponível para comercialização em todo o mundo, no formato físico e digital, pelo preço de 19,52 euros.
Com a aprovação e publicação deste quarto volume, f**a completa a análise crítica e dogmática da Parte Geral do Código Penal Angolano, abrangendo os artigos 1.º a 146.º, distribuídos em quatro volumes.
O quarto volume foi prefaciado pelo Comissário- Divaldo Júlio Martins e pode ser adquirido por meio do seguinte link:
https://amzn.eu/d/0b93wtTU
Os três volumes anteriores também se encontram disponíveis na Amazon, nos formatos físico e digital:
1.º Volume: https://amzn.eu/d/0bALriSo
2.º Volume: https://amzn.eu/d/08GYKp7Q
3.º Volume: https://amzn.eu/d/07rgiczj
Nesta colectânea de quatro volumes, o leitor encontrará uma análise profunda, crítica e dogmática da Parte Geral do Código Penal Angolano, com especial atenção às suas bases constitucionais, aos princípios estruturantes do Direito Penal, à teoria do facto punível, às causas de exclusão da ilicitude e da culpa, às consequências jurídicas do crime, às p***s, às medidas de segurança, à determinação da responsabilidade penal e aos principais problemas interpretativos que se colocam na aplicação prática da lei penal angolana.
Ao longo dos quatro volumes, a obra procura identif**ar incongruências, lacunas, ambiguidades normativas e dificuldades dogmáticas existentes no Código Penal Angolano, apresentando soluções interpretativas e propostas de reflexão que podem contribuir para uma aplicação mais justa, coerente e constitucionalmente orientada da lei penal.
O Volume I analisa os fundamentos constitucionais do Direito Penal, o princípio da legalidade, a aplicação da lei penal no tempo e no espaço, bem como os elementos essenciais da teoria do facto punível, oferecendo uma leitura crítica dos artigos iniciais do Código Penal Angolano.
O Volume II aprofunda as causas de exclusão, as consequências jurídicas do crime, as p***s e as medidas de segurança, examinando a coerência interna do sistema sancionatório angolano e os desafios ligados à sua aplicação judicial e prática.
O Volume III prossegue a análise da Parte Geral, incidindo sobre matérias essenciais da responsabilidade penal, da determinação da pena e dos institutos que influenciam a resposta penal do Estado perante o crime, sempre numa perspectiva crítica, dogmática e constitucionalmente orientada.
O Volume IV, que encerra esta etapa da obra, completa o estudo da Parte Geral do Código Penal Angolano, analisando os artigos 115.º a 146.º e consolidando uma visão global sobre os principais institutos, problemas e soluções do sistema penal angolano contemporâneo.
Esta colectânea destina-se a magistrados, advogados, docentes universitários, investigadores, estudantes de Direito, oficiais de justiça, órgãos de polícia criminal e a todos aqueles que se interessam pelo estudo sério, crítico e científico do Direito Penal Angolano.
Mais do que um simples comentário ao Código Penal, esta obra pretende contribuir para a construção de uma dogmática penal angolana própria, rigorosa, crítica e comprometida com a Constituição da República de Angola, com a justiça penal e com a consolidação do Estado Democrático de Direito.
Autor: Waldemar Paulo da Silva José (PhD.)
Luanda, Angola

03/05/2026

No primeiro domingo de Maio, Angola curva-se perante a grandeza da mulher que dá vida, amor, coragem e esperança à nossa terra.
Feliz Dia da Mãe a todas as mulheres angolanas.
À mãe que vende no mercado com a bacia à cabeça, levando no rosto o sorriso da resistência e nas mãos o sustento da família.
À mãe camponesa, que faz nascer da terra o alimento do povo e transforma o suor em dignidade.
À mãe enfermeira, que cuida da vida com ternura.
À mãe juíza, que honra a justiça com sabedoria.
À mãe polícia, bombeira e militar, que protege a Pátria com coragem.
À mãe mecânica, engenheira e pasteleira, que constrói, repara, cria e adoça os caminhos da sociedade.
À mãe que carrega o bebé ao colo e, com ele, carrega também os sonhos de uma Angola melhor.
Ser mãe angolana é amar com profundidade, lutar com silêncio, vencer com lágrimas escondidas e sorrir mesmo quando o coração está cansado. É ser abrigo, escola, oração, força, conselho e luz.
Hoje, celebramos todas as mulheres angolanas, porque em cada uma delas existe uma mãe, uma guerreira e uma história de amor que merece ser honrada.
Feliz Dia da Mãe, mulher angolana.
O teu amor é a primeira pátria dos teus filhos.

02/05/2026

A VIDA É CURTA DEMAIS PARA GUARDARMOS MÁGOAS
A vida é demasiado breve para carregarmos no coração o peso da mágoa, do ódio, da vingança e da perseguição. Nenhum de nós f**ará aqui para sempre. Hoje temos força, cargos, dinheiro, influência e oportunidades. Amanhã, tudo pode mudar. Por isso, antes de destratarmos alguém, antes de humilharmos, perseguirmos ou desprezarmos o próximo, devemos lembrar que tudo nesta vida é passageiro.
Os cargos passam. O dinheiro passa. A juventude passa. A fama passa. O poder passa. O que f**a é o carácter, a dignidade, a humildade e a forma como tratamos as pessoas quando tínhamos alguma vantagem sobre elas.
Não devemos usar os cargos para diminuir ninguém. Não devemos usar a autoridade para humilhar. Não devemos confundir liderança com arrogância, nem responsabilidade com vaidade. Quem tem um cargo deve servir melhor, ouvir melhor, ajudar melhor e tratar todos com respeito. O verdadeiro valor de uma pessoa não está na posição que ocupa, mas na grandeza do seu coração e na rectidão das suas atitudes.
É importante aprendermos a perdoar, mesmo quando nos fizeram mal. Perdoar não signif**a esquecer tudo, nem permitir que nos voltem a ferir. Perdoar signif**a libertar o coração do peso da mágoa e seguir em frente com paz interior. Quem perdoa não se torna fraco. Pelo contrário, demonstra grandeza, maturidade e elevação espiritual.
Também não devemos pensar que valemos mais do que os outros só porque temos dinheiro, formação, cargo ou influência. A vida ensina, muitas vezes, que quem hoje está por cima amanhã pode precisar da mão de quem desprezou. Por isso, sejamos simples, humildes, honestos, disponíveis e humanos.
Procuremos ter bom relacionamento com todos. Falemos com respeito. Ajudemos quando for possível. Evitemos ferir sem necessidade. Não persigamos ninguém. Não alimentemos inveja, vaidade ou arrogância. A verdadeira grandeza está em sermos pessoas de bem, com carácter, dignidade e consciência tranquila.
No fim, o que realmente importa não é o cargo que ocupámos, o dinheiro que acumulámos ou os aplausos que recebemos. O que f**ará na memória das pessoas será a forma como as tratámos.
Sejamos melhores. Sejamos mais humanos. Sejamos mais humildes. A vida é curta demais para vivermos presos à mágoa e pequenos demais para pensarmos que somos maiores do que os outros.

02/05/2026

MAIS UMA ALEGRIA PARA PARTILHAR CONVOSCO
Tenho a honra e a satisfação de anunciar que o Volume III da minha obra ANÁLISE CRÍTICA E DOGMÁTICA DO CÓDIGO PENAL ANGOLANO: INCONGRUÊNCIAS E SOLUÇÕES acaba de ser publicado na Amazon.
A partir de hoje, já se encontram disponíveis os três primeiros volumes desta obra, que venho desenvolvendo com profundo sentido de responsabilidade científ**a, académica e institucional, em benefício do estudo, da interpretação e do aperfeiçoamento do Direito Penal angolano.
O Volume III, com 585 páginas, dedica-se à análise crítica e dogmática dos artigos 76.º a 114.º do Código Penal Angolano, abrangendo matérias de grande importância prática e teórica, como a reincidência, a prorrogação da pena, as p***s aplicáveis às pessoas colectivas e as medidas de segurança. Trata-se de um segmento essencial da Parte Geral do Código Penal, onde se projectam questões decisivas sobre a resposta do Estado ao crime, os limites da punição, a proporcionalidade das sanções, a reintegração social, a prevenção criminal e a conformidade constitucional das consequências jurídicas do facto punível.
Este terceiro volume foi honrosamente prefaciado pelo Comissário Aristófanes V. C. Santos, Delegado e Comandante Provincial da Polícia Nacional de Angola em Benguela, a quem manifesto publicamente a minha profunda gratidão pela consideração, generosidade intelectual e elevada apreciação institucional feita à obra.
O Volume III encontra-se à venda na Amazon pelo valor de 20,69 euros, acrescido da respectiva taxa de envio para quase todos os países, incluindo Angola.
Podem adquirir os três volumes através dos seguintes links:
Volume I: https://amzn.eu/d/06VtG9fq
Volume II: https://amzn.eu/d/0ew2wJuy
Volume III: https://amzn.eu/d/07krXz4T
SOBRE O VOLUME III
Neste volume, desenvolvo uma análise aprofundada dos artigos 76.º a 114.º do Código Penal Angolano, procurando demonstrar que o sistema das consequências jurídicas do crime é uma das zonas mais sensíveis e decisivas do Direito Penal. A obra examina, com rigor crítico, dogmático e constitucional, o modo como o Estado reage ao crime, fixa p***s, aplica medidas de segurança, trata a reincidência, regula o concurso de crimes e estrutura os mecanismos de punição das pessoas singulares e colectivas.
O objectivo central não é repetir o texto da lei, mas compreender o seu sentido, revelar as suas virtudes, identif**ar as suas insuficiências e propor caminhos interpretativos e legislativos mais coerentes com a Constituição da República de Angola, com a dignidade da pessoa humana, com o princípio da culpa, com a proporcionalidade e com as exigências de um verdadeiro Estado Democrático de Direito.
SOBRE O AUTOR
Waldemar Paulo da Silva José (PhD.) é penalista, professor universitário, investigador científico e Oficial Comissário da Polícia Nacional de Angola. Doutor em Ciências Jurídico-Penais, Mestre em Criminalística, Pós-Graduado em Tecnologias de Informação e Comunicação e Licenciado em Ciências Policiais. Ao longo da sua trajectória académica, científ**a e institucional, tem desenvolvido estudos nas áreas do Direito Penal, Direito Processual Penal, Criminalística, Investigação Criminal, Penologia, Direito Informático e Metodologia de Investigação Criminal, com particular compromisso na construção de uma dogmática penal angolana própria, crítica, constitucionalmente orientada e ajustada à realidade nacional.
Faço, por isso, um apelo aos juristas, magistrados, advogados, docentes, investigadores, estudantes, oficiais de polícia, órgãos de investigação criminal, instituições públicas, bibliotecas, universidades e a todos os cidadãos interessados no estudo do Direito Penal angolano: adquiram esta obra, divulguem-na e ajudem a fortalecer a produção científ**a nacional.
Para os leitores em Angola que tenham dificuldades em efectuar o pagamento directamente na Amazon por não possuírem cartão Visa ou outro meio internacional de pagamento, estou disponível para apoiar na aquisição da obra e facilitar o acesso aos exemplares.
Esta obra é feita por Angola, para Angola e para todos aqueles que acreditam que o Direito Penal deve ser estudado com rigor, aplicado com justiça e permanentemente aperfeiçoado em defesa da legalidade, da dignidade humana e do Estado de Direito.

Photos from Waldemar JOSÉ's post 01/05/2026

O VOLUME II DO MEU LIVRO JÁ FOI APROVADO PELA AMAZON E ESTÁ DISPONÍVEL PARA VENDA EM TODO O MUNDO
É com grande satisfação que partilho convosco que o Volume II da minha obra “Análise Crítica e Dogmática do Código Penal Angolano: Incongruências e Soluções”, com 504 páginas, foi aprovado pela Amazon e já se encontra disponível para comercialização internacional, em formato físico e em formato digital (Ebook).
Esta obra integra um projecto científico mais amplo, composto por 8 volumes, dedicado à análise crítica, dogmática e constitucionalmente orientada do Código Penal Angolano. Até ao momento, os Volumes I e II já foram aprovados pela Amazon e encontram-se à venda em vários países, incluindo com possibilidade de entrega em Angola.
Os interessados podem adquirir os livros através dos seguintes links:
Volume I — 421 páginas:
https://amzn.eu/d/02uxqVlL

Volume II — 504 páginas:
https://a.co/d/0cQz2X3b

Após o pagamento, a entrega pode ocorrer em menos de 15 dias, dependendo do país, da modalidade de envio e das condições logísticas da AMAZON.
O Volume I encontra-se disponível pelo valor aproximado de 16,86 euros, acrescido da taxa de envio.
O Volume II encontra-se disponível pelo valor aproximado de 22 dólares, acrescido da taxa de envio.
Sobre o Volume II
Neste Volume II da obra Análise Crítica e Dogmática do Código Penal Angolano: Incongruências e Soluções, aprofundo o estudo dos artigos 30.º a 75.º do Código Penal Angolano, dedicados às causas de exclusão da ilicitude e da culpa, às consequências jurídicas do crime, às p***s e às medidas de segurança.
Com linguagem crítica, rigor dogmático e permanente diálogo com a Constituição da República de Angola, a obra analisa os limites materiais do poder punitivo do Estado, demonstrando que o Direito Penal não deve ser compreendido ap***s como instrumento de punição, mas também como sistema de contenção da arbitrariedade, protecção da dignidade humana e realização da justiça penal.
A obra examina institutos fundamentais como a legítima defesa, o estado de necessidade, o conflito de deveres, o consentimento do ofendido, a culpa, as finalidades das p***s, a suspensão da execução da pena de prisão, o trabalho a favor da comunidade, as p***s acessórias, a escolha da pena e a determinação da sua medida.
Mais do que comentar normas, este volume identif**a incongruências, lacunas, dificuldades interpretativas, caminhos e soluções, contribuindo para a construção de uma dogmática penal angolana própria, moderna e constitucionalmente orientada.
Trata-se de uma obra indispensável para magistrados, advogados, professores, investigadores, estudantes, órgãos de polícia criminal e todos aqueles que procuram compreender, aplicar e aperfeiçoar o Direito Penal Angolano com rigor, profundidade e sentido de justiça.
Sobre o autor
Waldemar Paulo da Silva José (PhD.) é penalista, professor universitário, investigador científico e Oficial Comissário da PNA. É Doutor em Ciências Jurídico-Penais, Mestre em Criminalística, Pós-Graduado em Tecnologias de Informação e Comunicação e Licenciado em Ciências Policiais.
Ao longo da sua carreira, exerceu relevantes funções académicas, científ**as, policiais e institucionais, destacando-se como Conselheiro do Ministro do Interior, Director Nacional do GCII do MININT, Director Adjunto para a Área Académica do ISCPC e docente em várias instituições de ensino superior em Angola.
É autor de obras e artigos científicos nas áreas do Direito Penal, Direito Processual Penal, Criminalística, Investigação Criminal, Direito Informático, Penologia e Segurança Pública. A sua produção académica reflecte uma preocupação permanente com a construção de uma dogmática penal angolana própria, crítica, constitucionalmente orientada e ajustada aos desafios contemporâneos da justiça criminal em Angola.
Necessidade de patrocínio e apoio à distribuição em Angola
Apesar de os livros estarem disponíveis na plataforma da Amazon, muitos interessados em Angola enfrentam dificuldades práticas para adquiri-los directamente, sobretudo por não possuírem cartão VISA, cartão internacional ou outros meios de pagamento online aceites pela plataforma.
Por essa razão, torna-se importante mobilizar patrocinadores, instituições, empresas, universidades, livrarias, associações profissionais e demais parceiros que possam apoiar a aquisição de exemplares na Amazon, permitindo a sua posterior disponibilização e venda em Angola.
Este apoio seria fundamental para facilitar o acesso dos estudantes, magistrados, advogados, docentes, investigadores, órgãos de polícia criminal e demais operadores da justiça penal angolana a uma obra científ**a produzida com foco específico na realidade jurídico-penal de Angola.
Apoiar este projecto é também apoiar a investigação jurídica nacional, a formação académica, a consolidação da dogmática penal angolana e o fortalecimento do pensamento jurídico crítico no nosso país.
A todos os que têm acompanhado este percurso, deixo o meu profundo agradecimento. Esta obra nasce do compromisso com Angola, com a ciência penal e com a construção de um Direito Penal mais justo, mais rigoroso e mais constitucionalmente orientado.

01/05/2026

Urgente ‼️

ADIAMENTO DO LANÇAMENTO DO LIVRO, DIREITOS HUMANOS E ACTUAÇÃO POLICIAL

Em virtude da difícil situação que vive a província de Benguela, por causa das cheias registadas nos dias 4 e 12 de Abril.

Em respeito as vítimas, a apresentação publica da obra, “Direitos humanos e actuação polícial”, prevista inicialmente para o dia 30/4/2026, no anfiteatro do Minint, foi adiada para o próximo dia 15/5/2026, (sexta-feira),a mesma hora e local.

10% do valor de cada livro 📕 vendido será doado as vítimas das chuvas em Benguela.

Apresentamos as mais sinceras desculpas pelos eventuais transtornos causados.

O autor ✍️

01/05/2026

Hoje é dia de homenagear o polícia que protege, o militar que defende, o médico que cuida, o juiz que garante a justiça, o professor que ensina, o agricultor que alimenta, o pescador que enfrenta o mar, o bombeiro que salva vidas, o pedreiro que ergue cidades, o mecânico que mantém o movimento, e todos os trabalhadores anónimos que, todos os dias, fazem Angola avançar.
No dia 1.º de Maio, celebramos todos aqueles que, com o suor do seu rosto, a força das suas mãos, a inteligência da sua mente e a coragem do seu coração, ajudam a construir uma sociedade mais digna, mais segura e mais humana.
O trabalho é mais do que uma actividade. É missão, é sacrifício, é responsabilidade, é esperança. Cada profissão tem o seu valor. Cada trabalhador tem a sua história. Cada esforço honesto merece respeito, reconhecimento e gratidão.
Que este dia nos recorde que nenhuma nação se constrói sem trabalhadores. Angola cresce com o talento, a dedicação e a resistência do seu povo.
Feliz 1.º de Maio!
Feliz Dia dos Trabalhadores!
Que Deus abençoe todos os trabalhadores angolanos.

Photos from Waldemar JOSÉ's post 30/04/2026

O MEU LIVRO, EM FORMATO FÍSICO, JÁ ESTÁ A SER COMERCIALIZADO EM VÁRIOS PAÍSES.
É com elevada satisfação que partilho convosco, que a AMAZON autorizou, a nível internacional, a comercialização do meu livro:
ANÁLISE CRÍTICA E DOGMÁTICA DO CÓDIGO PENAL ANGOLANO — INCONGRUÊNCIAS E SOLUÇÕES — VOLUME I.
Esta obra passou pelo processo de avaliação da AMAZON e encontra-se agora disponível em formato físico em vários países, nomeadamente Espanha, Estados Unidos da América, Itália, Holanda, Polónia, Canadá, Alemanha, França, Reino Unido, Japão, entre outros.
Trata-se de uma obra de natureza científ**a e académica, construída com rigor, originalidade e compromisso com a dogmática penal angolana. O livro procura contribuir para a interpretação crítica do Código Penal Angolano, identif**ando incongruências, propondo soluções e oferecendo uma reflexão útil para estudantes, juristas, magistrados, advogados, docentes, investigadores, polícias e demais profissionais ligados à justiça criminal.
Na Europa, o livro está a ser comercializado por 16,86 euros, conforme se pode verif**ar no seguinte link:
https://amzn.eu/d/08jHPwzb
O livro pode ser enviado para qualquer parte do mundo, incluindo Angola. A taxa de entrega é inferior a 6 dólares, com previsão de chegada em cerca de 15 dias. Para quem desejar entrega urgente, a taxa de entrega é inferior a 15 dólares.
Convido todos os interessados a inscreverem-se na plataforma da AMAZON e a encomendarem o seu exemplar.
Importa, igualmente, referir que a obra também está disponível em formato digital, nomeadamente em EBOOK, podendo ser adquirida na mesma plataforma.
Aos possíveis patrocinadores, deixo também uma palavra especial: o apoio a este projecto poderá facilitar a aquisição de vários exemplares na AMAZON, permitindo que a obra seja disponibilizada no mercado nacional angolano, sobretudo para aqueles que não possuem cartões VISA ou outros meios internacionais de pagamento.
Apostar na literatura, na investigação científ**a e na leitura é apostar na independência intelectual de Angola.
Waldemar Paulo da Silva José (PhD.)

27/04/2026

NEM EU SABIA QUE ROUBARAM A MINHA ARMA, QUE ESTEVE SEMPRE COMIGO.😄😆😁😁😆😁😁😄😄😆😆😄😁😆😆😁😁😁😁.
De facto, escapei ser morto, mas nunca roubaram a minha arma.
O que aconteceu foi o seguinte:
Um dos integrantes do grupo que furtou os cabritos no curral da minha fazenda, no acto de perseguição, tinha empunhado um tronco, que o usou para me matar ou ferir, tendo-me agredido várias vezes com o respectivo pau. Graças as minhas técnicas de artes marciais, consegui defender-me e retirar o pau das suas mãos.
Porém, devo confessar que, das várias pauladas que ele desferiu contra mim, uma delas atingiu na tala empunhadora da arma e, como a pancada que ele me desferiu foi tão violenta, partiu o cabo da arma, que estava em minhas mãos, tendo ele danif**ado a arma, como resultado da paulada. O impacto foi tão forte que, para além de partir a arma, provocou-me um ferimento entre os dedos. Nem a violência que ele empregou contra mim serviu para impedir que eu conseguisse imobilizá-lo com as minhas técnicas de artes marciais. Se eu não soubesse defender-me, talvés estaria morto ou hospitalizado, com ferimentos graves.
Portanto, a minha arma nunca foi roubada, mas sim, danif**ada com as pauladas, praticada por um dos autores dos furtos de cabritos,.
Depois de o imobilizar e conduzi-lo em direcção a viatura (que tinha f**ado à berma da estrada, visto que na mata não havia caminho para viaturas), fomos envolvidos por uma multidão de populares que começaram a espancar o cidadão.
Por ser Oficial Comissário da Polícia Nacional de Angola , mesmo se tratando de alguém que furtou os meus bens e desferiu-me golpes para me ferir ou, quem sabe, matar-me, ainda fui obrigado a defendê-lo contra a agressão da população, porque, se ele morresse naquelas circunstâncias, eu seria responsabilizado criminalmente por Homicídio por omissão, nos termos do artigo 148, conjugado com o artigo 8, ambos do Código Penal.
Por sermos Autoridade de Polícia, ainda que sejamos vítimas de crimes, não podemos permitir que a justiça se desencadeia nas mãos dos cidadãos, por mais que nos custe.
Apesar do grau de raiva que imperava na minha pessoa, por ele me ter agredido com pauladas, por ele ter partido a arma e por ter furtado os meus bens, ainda assim, fui obrigado a defendê-lo, por ser Polícia e Professor de Direito Penal e Processual Penal, disciplinas que me obrigaram a agir de forma diferente.
Para terminar, recomendo a todos os cidadãos a praticarem alguma arte marcial, porque ela pode ser a vossa única tábua de salvação. Se eu não dominasse artes marciais, talvés hoje estaria num caixão, debaixo da terra.
VIVA AS ARTES MARCIAIS E O DIREITO!

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