Abreleuma Lda

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ABRELEUMA Lda.FORMAÇÃO, DESINFESTAÇAO, SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO

19/04/2026

CURSO: ESCRITA E PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS
DATA: 01-05-2026
DURAÇÃO: 8 HORAS
LOCAL DA FORMAÇÃO: INEFOP HUAMBO
PREÇO: 27.650KZ
FORMA DE PAGAMENTO
TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA
IBAN: 0040.0000.1805.9186.1014.3
BENEFICIÁRIO: JULIÃO ANTÓNIO CANJUNDE CHIANEQUE
REQUISITOS DOCUMENTAIS
BI OU PASSAPORTE
FORMA DE INSCRIÇÃO:
NOSSO ESCRITÓRIO - CLESE - Huambo
ONLINE VIA WHATSAPP
NO DOMICÍLIO DO CLIENTE (SOMENTE PARA O HUAMBO)

04/01/2026

A CRISE NA VENEZUELA PODE AFECTAR SALÁRIOS E BENEFÍCIOS DOS FUNCIONARIOS PÚBLICOS EM ANGOLA NOS PROXIMOS MESES

Por: Mateus da Silva

A recente captura do presidente Nicolás Maduro da Venezuela pela administração TRUMP dos Estados Unidos, juntamente com a intenção declarada de assumir o controlo da indústria petrolífera venezuelana — o país com as maiores reservas de petróleo do mundo — representa uma mudança profunda na geopolítica energética global.

Os EUA visam redirecionar e revitalizar a produção venezuelana, apesar de a infraestrutura do sector estar degradada e de que a recuperação exigirá bilhões de dólares e vários anos de investimento para atingir uma produção significativa. (reuters.com)

O cenário atual apresenta dois efeitos claros para os mercados internacionais de petróleo:
Primeiro, qualquer perspectiva de aumento futuro na produção venezuelana pode, a longo prazo, reduzir os preços globais de petróleo, caso os EUA consigam revitalizar o sector;
Segundo, no médio prazo, a indústria venezuelana permanece sob bloqueio e sanções, com alta incerteza quanto à sua capacidade de recuperação imediata. (apnews.com).

Para uma economia altamente dependente do petróleo como Angola, estas mudanças representam riscos e desafios concretos. A volatilidade nos preços internacionais do crude pode reduzir receitas fiscais e de exportação, comprometendo o planeamento orçamentário do Estado e a realização de concursos públicos. (bfa.ao)

No plano social e funcional, os impactos chegam diretamente à vida do funcionário público: atrasos no pagamento de salários, menor poder de compra, cortes em subsídios e adiamentos de aumentos de benefícios ou adiantamento de concursos publicis. Ao mesmo tempo, a subida dos preços de bens e serviços essenciais intensifica a pressão sobre o rendimento real, mostrando a vulnerabilidade estrutural da economia angolana à dependência petrolífera.

Em ultima análise esta situação evidencia que a instabilidade geopolítica e energética da Venezuela tem efeitos imediatos e tangíveis para Angola, reforçando a necessidade urgente de diversificação económica, gestão fiscal prudente e estratégias robustas de mitigação de riscos, de forma a proteger a economia e o bem-estar dos trabalhadores públicos diante de cenários globais cada vez mais incertos.

29/12/2025

Novo estudo mostra que o cérebro só atinge maturidade plena perto dos 32 anos — e isso muda tudo na liderança

Neurocientistas da Universidade de Cambridge analisaram cerca de 3 800 exames cerebrais com tecnologia avançada de ressonância magnética e identificaram que o cérebro humano passa por transições estruturais profundas ao longo da vida, com uma fase decisiva de reorganização aos 32 anos (Nature Communications – University of Cambridge). Isso significa que a plasticidade cerebral, a capacidade de aprender rapidamente, de inovar e de se adaptar continua extremamente ativa até o início dos 30.

💡 O que a liderança precisa entender imediatamente
Se o cérebro ainda está em evolução cognitiva até aos 32 anos, então líderes e gestores não podem tratar os jovens adultos apenas como “mão de obra pronta”, mas como cérebros em pleno desenvolvimento estratégico. Isso exige organizações que ensinam, estimulam pensamento crítico, permitem errar com responsabilidade e criam ambientes psicológicos seguros, como defende Amy Edmondson em Harvard sobre “ambientes que promovem aprendizagem contínua e alto desempenho”.

Empresas que compreendem isso vão formar profissionais mais criativos, seguros, competentes e capazes de liderar transformações. Empresas que ignorarem a ciência continuarão a perder talento, inovação e competitividade.

A nova fronteira da liderança não é apenas gerir pessoas é liderar cérebros em desenvolvimento.

27/12/2025

Vamos…

27/12/2025

A inteligência emocional segue sendo decisiva. Líderes emocionalmente competentes fortalecem equipes, aumentam criatividade e reduzem rotatividade, como mostram Ćwiąkała et al. e Lopes & Soares (Ćwiąkała et al., 2025; Lopes & Soares, 2025). Estudos em neurociência aplicada demonstram que compreender processos cerebrais torna decisões mais rápidas e resilientes, enquanto Attah e Ogwuche evidenciam que líderes emocionalmente inteligentes estimulam colaboração e inovação (Attah & Ogwuche, 2025).

27/12/2025

A ciência da liderança marca 2025 como ano em que a liderança digital, híbrida e profundamente humana redefine a forma como as organizações produzem resultados e cuidam de pessoas. Pesquisas recentes lideradas por Yang e Talha, da Nanyang Technological University e da University of Technology Malaysia, demonstram que líderes digitais elevam criatividade e eficiência enquanto a confiança passa a ser o pilar central para adoção inteligente de novas tecnologias e fortalecimento do desempenho coletivo. Ao mesmo tempo, estudos de Ronald Heifetz, da Harvard Kennedy School, mostram que a liderança adaptativa tornou-se essencial para navegar contextos complexos e voláteis. Em convergência, Amy Edmondson, da Harvard Business School, confirma que ambientes psicologicamente seguros ampliam a aprendizagem, inovação e participação das equipas. Complementando este avanço científico, Safuan, da University of Malaya, comprova que modelos de liderança centrados no ser humano geram culturas inclusivas, produtivas e sustentáveis. Em 2025, a liderança que une tecnologia, humanidade, confiança e adaptação deixa de ser tendência e passa a ser o novo padrão global de excelência organizacional.

24/12/2025

Tese de angolano ganha destaque internacional e conquista a atenção da comunidade científica

A tese do fundador do GEPAG – Grupo de Estudos e Pesquisa em Administração e Gestão, do ISPCAALA – Instituto Superior Politécnico da Caála, defendida em julho e disponível no repositório da Universidade Portucalense (UPT), continua a receber ampla atenção da comunidade académica internacional.

O estudo, que apresenta soluções inovadoras para superar barreiras ao desempenho das equipas criativas em empresas de base tecnológica, já ultrapassou mais de 100 consultas formais no repositório UPT, contabiliza mais de 200 visualizações no Google Scholar em menos de cinco meses e no ResearchGate soma 78 visualizações e 30 downloads confirmados. Estes indicadores reforçam a relevância científica, credibilidade académica e impacto social da investigação.

A tese tem sido consultada por investigadores, gestores, líderes empresariais e instituições de diferentes países, contribuindo para debates estratégicos sobre inovação, liderança e desempenho organizacional. Trata-se de um marco para a produção científica angolana, evidenciando que conhecimento desenvolvido em Angola influencia o cenário global e transforma realidades.
https://www.google.com/url?q=https://repositorio.upt.pt/entities/publication/afa96cc4-cf3e-457f-b7fe-dbe1cabc3098&sa=U&sqi=2&ved=2ahUKEwi55u3-uOCRAxXqRzABHTxsNccQFnoECCgQAQ&usg=AOvVaw0rQG_a_EyOhfDtt9G3AwOh

26/05/2025

Por: Mateus da Silva, Mestre em Governação e Gestão Pública.Orcid: [https://orcid.org/0000-0002-9465-7892]

Vulnerabilidade Urbana em Contextos de Frio Extremo: Um Estudo Multissituado entre Huambo, Cidades Europeias e Norte-Americanas

Resumo
Este estudo analisa comparativamente as condições de vida de populações urbanas vulneráveis expostas a baixas temperaturas, focalizando a cidade do Huambo em Angola e contrastando com realidades observadas em Lisboa, Porto, Vale do Silício e Amesterdão. Através de metodologia qualitativa baseada em observação participante (2022-2023) e revisão sistemática de literatura, identificamos três padrões distintos de vulnerabilidade: 1) ausência total de sistemas de proteção no Huambo, onde crianças e adultos dormem debaixo de prédios abandonados da Rua Cinco a 7°C, com relatos de mortes por hipotermia; 2) sistemas semi-estruturados de acolhimento em Lisboa e Amesterdão; 3) estratégias comunitárias informais no Porto. Os resultados demonstram que a sobrevivência ao frio urbano está menos relacionada à temperatura absoluta e mais aos arranjos institucionais e comunitários existentes. Conclui-se propondo um modelo tripartido de intervenção baseado em abrigos emergenciais, programas de renda mínima e educação climática comunitária.

Palavras-chave:Frio urbano, sem-abrigo, Huambo, vulnerabilidade comparada, políticas públicas

1. Introdução
O fenômeno da exposição ao frio em contextos urbanos apresenta dinâmicas radicalmente distintas conforme o capital social e institucional disponível (Adger, 2003). Este estudo parte de observações diretas em cinco cenários globais para analisar como populações vulneráveis enfrentam temperaturas adversas. No Huambo, onde o termômetro marca 7°C antes do amanhecer, crianças se abrigam nos vãos do prédio da FAPA e estruturas abandonadas da Rua Cinco, situação agravada pela venda compulsória de agasalhos doados (observação direta, 2023). Contrastando, na Gare do Oriente em Lisboa, um sistema organizado permite pernoite seguro, enquanto no Porto sob as pontes próximas ao Estádio do Dragão, estratégias comunitárias autogeridas garantem sobrevivência.

A literatura sobre mortalidade por frio concentra-se tradicionalmente em contextos de inverno extremo no hemisfério norte (Ryti et al., 2016), negligenciando como temperaturas moderadamente baças (5-10°C) podem ser letais em cidades despreparadas do Sul global (Hajat et al., 2021). Este trabalho preenche essa lacuna através de uma abordagem comparativa inédita entre África, Europa e América do Norte.

2. Método
2.1. Abordagem Metodológica
Adotou-se uma estratégia etnográfica multissituada (Marcus, 1995), combinando:

- Observação participante em 15 locais críticos nos cinco contextos urbanos
- 58 entrevistas narrativas com pessoas em situação de rua
- Análise de políticas públicas municipais sobre proteção ao frio

2.2. Revisão Sistemática
Foram consultadas as bases Web of Science, Scopus e PubMed utilizando os descritores "urban cold vulnerability", "street homelessness AND climate" e "hypothermia prevention programs". Incluíram-se estudos publicados entre 2010-2023 com dados empíricos sobre mortalidade por frio em cidades.

3. Resultados e Discussão
3.1. Huambo: A Crise Humanitária Silenciosa
Na Rua Cinco, especificamente no junto ao Hotel Chimina e frente ao Colégio São Francisco de Assis, debaixo do prédio da FAPA e edifício abandonado adjacente, identificamos três padrões de vulnerabilidade:

1. Uso estruturas abandonadas como abrigo improvisado
2. Ciclo de doação-venda de agasalhos por necessidade imediata de renda
3. Ausência de qualquer protocolo municipal para temperaturas extremas

Relatos detalhados indicam que pelo menos 7 adultos faleceram por hipotermia período de cacimbo de 2024(entrevistas com moradores de rua).

3.2. Contextos Europeus e Norte-americano
Em Lisboa, o sistema da Gare do Oriente opera com eficiência limitada: embora ofereça abrigo, a verificação policial matinal cria dinâmicas de controle social (Fonseca, 2021). No Porto, particularmente nas Fontainhas e sob as pontes do Estádio do Dragão, observamos:

- Redes informais de compartilhamento de alimentos para pessoas e animais.
- Organização espontânea de turnos de vigilância noturna
- Doações diretas de transeuntes

No Vale do Silício, a presença de pertences tecnológicos (celulares, tablets) contrasta com a falta de abrigo adequado, evidenciando o paradoxo da exclusão na capital tecnológica global (Zukin, 2020). Muitas pessoas vulneráveis debaixo das pontes em Amesterdão a redor de Schiphol apresenta-se o sistema mais integrado, onde até animais de estimação recebem proteção.

4. Recomendações
Baseado nos achados, propõe-se:

1. Plano de Emergência para o Huambo:
- Criação imediata de centros de aquecimento em escolas e igrejas
- Programa "Agasalho Vinculado" que impossibilita a revenda

2. Modelo de Proteção em Três Níveis:
- Nível 1 (prevenção): Alerta meteorológico comunitário
- Nível 2 (resposta): Abrigos temporários ativados abaixo de 10°C
- Nível 3 (proteção social): Inclusão em programas de renda mínima

3. Pesquisa Aplicada:
- Estudo epidemiológico sobre mortalidade por frio em Angola
- Mapeamento participativo de pontos críticos de vulnerabilidade

Referências Bibliográficas
- Adger, W.N. (2003). Social Capital, Collective Action, and Adaptation to Climate Change. Economic Geography
- Fonseca, M.L. (2021). Homelessness Policies in Southern Europe. Urban Studies
- Hajat, S. et al. (2021). Climate Change and Health in Urban Areas. The Lancet
- Marcus, G.E. (1995). Ethnography in/of the World System. Annual Review of Anthropology
- Ryti, N.R. et al. (2016). Global Association of Cold Spells with Mortality. Environmental Research
- Zukin, S. (2020). The Innovation Complex: Cities, Tech, and the New Economy. Oxford University Press

08/09/2024

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14/06/2024

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