Geografia Política

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21/06/2026


Presentación del libro "Guerra cognitiva y cultural: Claves para combatir el auge del neofascismo". La Vorágine / Cultura Crítica
Con Enrique Javier Díez Gutierrez y María José Rodríguez Rejas, coordinadores del libro. Dialogan Jaime Pastor y Marcos Roitman.
Miércoles 24JUN 19hs. Duque de Alba 13

Libro coral donde se analizan los elementos que conforman el nuevo fascismo pero que, a diferencia de otros textos, también plantea escenarios alternativos desde campos como la pedagogía o la renta básica. El texto se divide en dos partes claramente diferenciadas. La primera analiza el neofascismo que se nos viene, sus estrategias de guerra cognitiva y su intento de controlar conciencias en tiempos del capitalismo digital. La segunda aborda las alternativas en el campo de la educación, la seguridad integral y los derechos humanos, y el reparto de lo común.

https://acortar.link/ItDge7

07/06/2026

✊ A Bolívia está em insurreição popular. Mineiros, indígenas, camponeses e professores paralisam o país há mais de duas semanas exigindo a renúncia do presidente de direita Rodrigo Paz. O neoliberalismo encontrou sua resposta nas ruas.

O estopim foi a Lei 1.720, aprovada em abril, que permitia converter pequenas propriedades rurais em médias, abrindo caminho para especulação imobiliária sobre terras coletivas indígenas. Somada ao corte dos subsídios de combustível que praticamente dobrou os preços do transporte e dos alimentos, a medida empurrou sindicatos, organizações indígenas e trabalhadores rurais para as ruas. A Central Operária Boliviana convocou greve geral por tempo indeterminado. Há bloqueios em pelo menos 60 pontos do país. Quatro manifestantes foram mortos pela repressão policial e militar.

O detalhe que resume tudo: trabalhadores indígenas caminharam mais de 1.100 quilômetros desde regiões amazônicas do norte boliviano até La Paz. Com sandálias de plástico. No frio extremo dos Andes. 50 precisaram de atendimento médico durante a marcha. O governo os chamou de agentes do narcotráfico.

Rodrigo Paz revogou a Lei 1.720 em 12 de maio. Os protestos não recuaram. A COB declarou que a revogação é apenas uma trégua de 60 dias e manteve as exigências: aumento de 20% no salário mínimo e renúncia imediata do presidente. Os EUA emitiram declaração de apoio a Paz. Gustavo Petro chamou o conflito de insurreição popular e ofereceu mediação.

O povo boliviano tem história. Em 2000, expulsou a Bechtel e recuperou a água. Em 2003, derrubou Gonzalo Sánchez de Lozada. A memória de lutas está viva.

Solidariedade ao povo boliviano. O neoliberalismo não passará.

Fontes: Brasil de Fato, Agência Brasil, Poder360, Brasil 247, 14-18/05/2026. 20/05/2026

✊ A Bolívia está em insurreição popular. Mineiros, indígenas, camponeses e professores paralisam o país há mais de duas semanas exigindo a renúncia do presidente de direita Rodrigo Paz. O neoliberalismo encontrou sua resposta nas ruas. O estopim foi a Lei 1.720, aprovada em abril, que permitia converter pequenas propriedades rurais em médias, abrindo caminho para especulação imobiliária sobre terras coletivas indígenas. Somada ao corte dos subsídios de combustível que praticamente dobrou os preços do transporte e dos alimentos, a medida empurrou sindicatos, organizações indígenas e trabalhadores rurais para as ruas. A Central Operária Boliviana convocou greve geral por tempo indeterminado. Há bloqueios em pelo menos 60 pontos do país. Quatro manifestantes foram mortos pela repressão policial e militar. O detalhe que resume tudo: trabalhadores indígenas caminharam mais de 1.100 quilômetros desde regiões amazônicas do norte boliviano até La Paz. Com sandálias de plástico. No frio extremo dos Andes. 50 precisaram de atendimento médico durante a marcha. O governo os chamou de agentes do narcotráfico. Rodrigo Paz revogou a Lei 1.720 em 12 de maio. Os protestos não recuaram. A COB declarou que a revogação é apenas uma trégua de 60 dias e manteve as exigências: aumento de 20% no salário mínimo e renúncia imediata do presidente. Os EUA emitiram declaração de apoio a Paz. Gustavo Petro chamou o conflito de insurreição popular e ofereceu mediação. O povo boliviano tem história. Em 2000, expulsou a Bechtel e recuperou a água. Em 2003, derrubou Gonzalo Sánchez de Lozada. A memória de lutas está viva. Solidariedade ao povo boliviano. O neoliberalismo não passará. Fontes: Brasil de Fato, Agência Brasil, Poder360, Brasil 247, 14-18/05/2026.

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