18/11/2022
Nós não damos animais para viverem acorrentados, presos, enjaulados ou em varadas. Escrevemos isto constantemente.
No momento da adoção explicamos aos adotantes.
No nosso termo de responsabilidade, que os adotantes assinam, está isso também escrito.
Não percebemos porque raio vêm buscar animais nossos para depois acorrentar quando somos mais do que explícitos. Não entendemos mesmo.
Sabemos que há pessoas que não o fazem por maldade, mas esta é uma regra nossa e têm que cumprir. Se não conseguem ou não querem cumprir, não venham adotar, é simples. Não tenham animais.
Esta é a Nina, foi resgatada pela Associação Ajuda a Alimentar Cães, foi adotada e depois devolvida. Foi adotada recentemente pela segunda vez e descobrimos que vivia acorrentada.
A Nina é uma brincalhona, como todos os bebés. A Nina rói, como todos os bebés. Quer brincar, correr e fazer asneiras, como todos os bebés. Quer mordiscar, como todos os bebés. A Nina é apenas um bebé e está a viver como todos os bebés.
A doidinha Nina está, pela terceira vez, na Vetmedis das Madalenas à espera de uma verdadeira família. Uma família que não a prenda e que perceba que ela é apenas um bebé.
Já está vacinada e aos seis meses a Associação Ajuda a Alimentar Cães f**a responsável pela esterilização.
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