A Flotilha Global Sumud levava comida para pessoas que são impedidas até de pescar para se alimentar e medicamentos para crianças amputados sem anestesia, na sofrida Faixa de Gaza, a qual, ninguém desconhece, é um campo de concentração a céu aberto, experimentando na atualidade a crueldade da eugenia sionista, em sua ininterrupta ação genocida contra o povo palestino. Entender o que acontece na Ásia Ocidental é percorrer os caminhos da sinistra lógica que produziu o Nazimo na Europa do século passado e verificar o completo fracasso do humanismo cêntrico (europeu-estadunidense). O genocídio palestino e o recém iniciado libanês, nunca esteva ancorado em combate ao terrorismo, mas, no indisfarçável desejo de construir em terras ocupadas uma nação conceitualmente estabelecida em afirmação de superioridade racial, basicamente, o mesmo que Hi**er e seus asseclas sustentavam. O ativista humanista brasileiro Thiago Ávila foi sequestrado em águas internacionais, torturado e, antevendo a imprevisão de seu destino e a possibilidade real de sua execução, por tentar alimentar famintos e levar medicamentos aos que sofrem, escreveu em uma carta para sua filha, “espero que um dia você entenda que, por eu te amar tanto, não havia nada mais perigoso para você e para outras crianças do que viver em um mundo que aceita o genocídio.” É exatamente isso, perigoso em silêncio olhar a fraquesa de governos e líderes religiosos deturpando a mensagem Cristica, submetidos aos intereses controlados pelo capital financeiro, alguns defendendo o maior genocídio da história humana, o único sobre o qual ninguém tem dúvidas, o único transmitido em tempo real pelos meios de comunicação. O plano eugenista sionista estabelece uma régua moral indisfaçável, colocando com clareza, de um lado os que acreditam na igualdade, no desenvolvimento humano, na civiliação e nos direitos e de outro, aqueles que olham para os demais como inferiores, objetos, passíveis de animalização e eliminação. O silêncio é omissão e ela conivência e apoio ao exterminio humano ancorado na lógica nazista. Honrar as vítimas das atrocidades havidas ao longo da histór
Adel El Tasse
Professor, Palestrante e Autor.
O Direito Penal é a forma mais intensa de intervenção do Estado na vida das pessoas. Por isso, ele precisa ser usado com responsabilidade e limites. 👩⚖️
Princípios clássicos da teoria penal mostram que o sistema penal deve atuar apenas quando realmente necessário, protegendo bens jurídicos relevantes e evitando punições desproporcionais ou desnecessárias. 
Estudar Direito Penal, portanto, não é aprender a ampliar o poder de punir.
É compreender quando esse poder precisa ser contido.
Porque em um Estado de Direito, saber quando não punir também é uma forma de fazer justiça. 😉
O Judiciário não existe para agradar. Existe para garantir direitos. ⚖️
Em um Estado de Direito, a função do Judiciário é aplicar a Constituição, assegurar o cumprimento das leis e proteger o cidadão contra abusos de poder. Isso muitas vezes significa tomar decisões que não correspondem ao clamor popular.
A justiça não pode ser guiada por pressões momentâneas, mas pelos princípios que sustentam a democracia.
Quando o Judiciário cumpre seu papel com independência, toda a sociedade é protegida. 🌎
A legalidade penal é um dos pilares da democracia.
O princípio da legalidade penal estabelece que ninguém pode ser punido sem que exista uma lei anterior definindo claramente o crime e a pena. Esse princípio é uma das principais garantias contra o abuso do poder punitivo do Estado.
Nos dias atuais, porém, esse princípio enfrenta novos desafios, como interpretações ampliadas da lei e pressões sociais por respostas penais imediatas.
Preservar a legalidade não é um detalhe técnico. É uma condição essencial para a proteção das liberdades individuais e para o funcionamento eficaz do Estado de Direito.
A Constituição não é apenas um documento jurídico. Ela faz parte da vida de todos nós.
É ela que garante direitos básicos como liberdade, acesso à saúde, educação, segurança jurídica e igualdade perante a lei. Mesmo quando não percebemos, muitas das proteções que existem no nosso dia a dia estão previstas na Constituição.
Mais do que organizar o funcionamento do Estado, a Constituição existe para proteger o cidadão. 🔐
Quando compreendemos o papel da Constituição, entendemos também por que ela é essencial para a democracia e para a vida em sociedade.
16/03/2026
Novo artigo publicado!
No ConJur, discuto a nova disciplina legislativa do crime de estupro de vulnerável e os reflexos que essa mudança pode trazer para a interpretação da lei penal e para a atuação do sistema de justiça.
Trata-se de um tema sensível e relevante, que exige reflexão jurídica cuidadosa, especialmente diante dos impactos que alterações legislativas podem gerar na proteção das vítimas e na segurança jurídica.
Convido você a ler o artigo completo e acompanhar essa análise. 📃
Leia em:
www.conjur.com.br/2026-mar-14/nova-disciplina-legislativa-do-crime-de-estupro-de-vulneravel/
Existe uma expectativa comum de que o Direito Penal seja a resposta para todos os conflitos sociais. Mas a verdade é que ele tem limites claros.
O Direito Penal não resolve desigualdade, pobreza, falta de educação ou ausência de políticas públicas. Quando o Estado tenta usar a punição para enfrentar problemas estruturais, ele acaba deixando de resolver as causas reais.
A função do Direito Penal é conter o poder punitivo. Não substituir políticas sociais.
Por isso, compreender o que o Direito Penal não pode resolver é tão importante quanto entender para que ele realmente serve. ✅
Justiça não é vingança. ❌
A vingança nasce da emoção.
A justiça nasce da lei.
Quando confundimos as duas, abrimos espaço para decisões movidas pelo clamor, não pela Constituição. O Direito Penal não pode ser instrumento de raiva coletiva. Ele existe para impor limites, inclusive ao próprio Estado.
Uma sociedade que transforma punição em espetáculo perde a capacidade de fazer justiça.
A diferença entre justiça e vingança é o que sustenta a democracia.
Essa é uma das perguntas mais comuns quando falamos em Direito Penal. E também uma das mais importantes.
Direitos fundamentais não existem para proteger comportamentos. Eles existem para limitar o poder do Estado.
Quando o Estado pode escolher quem merece ou não ter direitos, todos passam a estar em risco.
Garantir o devido processo legal, a ampla defesa e a legalidade não é proteger o crime. É proteger a democracia.
O verdadeiro teste de um Estado de Direito é a forma como ele trata quem está sob acusação. 🧑⚖️
23/01/2026
O Poder Judiciário brasileiro vem, no momento, sofrendo intenso ataque, com várias acusações contra alguns de seus membros.
A questão que me parece relevante é não permitir que os debates atuais,sobre questões pontuais, gerem a falsa perspectiva de que o Judiciário brasileiro é ruim ou problemático, pois não é, ao contrário.
Ao contrário, porque a imensa maioria das Magistradas e Magistrados brasileiros é constituída por pessoas que efetivamente tentam conduzir os processos de forma ágil e tecnicamente avançada.
Sempre há que se lembrar, do gigantismo de nosso país o que repercute na justiça, com volume de processos muito mais elevado que a imensa maioria dos países do planeta, afora a complexidade das questões enfrentadas, com nuances próprias, de uma país ricamente formado por vários aspectos culturais e amplamente democrático ao permitir o acesso ao judiciário para conduzir os mais diferentes debates.
Há que se fazer justiça aos milhares de Magistradas e Magistrados que no dia a dia permitem ao Estado de Direito avançar no Brasil, atuando com sólida base republicana e perfeito entendimento da relevância social da função que exercem.
Pontualmente podem existir situações merecedoras de avanço e correção, mas, em hipótese alguma devem servir a qualquer falsa perspectiva de que há uma contaminação geral.
Pequenas minorias não podem representar o esforço diário da imensa maioria para fazer o sistema funcionar de forma adequada, apesar do gigantismo brasileiro, com seus múltiplos conflitos sociais e sempre quantidade expressiva de situações a resolver.
Iniciativas como a recente de um Código de Ética da Magistratura são saudáveis e devem ser aplaudidas, pois buscam corrigir problemas observados, de forma racional e com avanço civilizatório.