Cecult - Centro de Pesquisa em História Social da Cultura

Cecult - Centro de Pesquisa em História Social da Cultura Sediado na Unicamp, o Cecult busca estimular e sustentar a reflexão sobre a história social e cult

Em agosto de 1995, como parte do processo de institucionalização dos grupos de pesquisa existentes no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP, um grupo de docentes do Departamento de História criou o Centro Interno de Pesquisa em Cultura Popular - CECULT. Em julho de 1997, o CECULT passou a se chamar Centro de Pesquisa em História Social da Cultura, respondendo a uma ampliação do alcance temático de suas preocupações. O principal objetivo desse Centro de Pesquisao Cecult é estimular a reflexão sobre as experiências dos trabalhadores ao longo da história do Brasil: suas práticas e formas de expressão, os significados que conferiram a diferentes aspectos de seu cotidiano, bem como os modos pelos quais se viram e foram vistos por outros sujeitos em situações históricas específicas. Interessa aos pesquisadores do Centro investigar esses temas nos locais de trabalho ou nos espaços de sociabilidade e lazer, no desenrolar de conflitos com senhores, patrões ou autoridades públicas ou ainda nos momentos em que identidades e solidariedades se fizeram mais presentes. Assim, os procedimentos da história social mantêm um diálogo renovado com a historiografia, buscando explorar os temas da história da cultura a partir das questões colocadas pela história social.

14/07/2026

Coleção Sebo Eletrônico: 10 títulos publicados!

Conheça os objetivos da coleção "Sebo Eletrônico" e as características editoriais e gráficas dos livros publicados, com destaque para o décimo título, que acaba de ser lançado: "Juca Rosa. Um pai de santo na Corte imperial", de Gabriela dos Reis Sampaio.

Lançamento: "O Escravismo de Ponta-Cabeça. A força das senzalas, racialização, classe e paternalismo"É com satisfação qu...
02/07/2026

Lançamento: "O Escravismo de Ponta-Cabeça. A força das senzalas, racialização, classe e paternalismo"

É com satisfação que o Cecult informa o lançamento da obra "O Escravismo de Ponta-Cabeça. A força das senzalas, racialização, classe e paternalismo", organizada por Felipe Azevedo e Souza, Antonio Luigi Negro, Elciene Rizzato Azevedo, Fernando Teixeira da Silva e Juliana Barreto Farias, publicada pela Coleção Várias Histórias da Editora da Unicamp.

O livro reúne estudos sobre a história da escravidão no século XIX e o pós-abolição. O conjunto das pesquisas revigora uma das principais vertentes da historiografia ao colocar no centro da análise a experiência de escravizadas e escravizados: cativeiro e rebeldia, maternidade, ativismo abolicionista, crime, trabalho e paternalismo. Sua primeira parte, sobre a força das senzalas, aborda, com novas interpretações, a luta contra o cativeiro. “Liberdade, igualdade e insurgência em tempos beligerantes”, a segunda parte, prossegue adiante com destaque para o fluxo de notícias e ideias sobre raça e direitos. A parte seguinte, acerca da reprodução e da persistência do escravismo, com metodologia quantitativa, rediscute interpretações consolidadas sobre a família escrava e a intensidade do trabalho escravo nos cafezais paulistas. “Remissivas senzalas” é a parte final sobre o paternalismo senhorial no pós-abolição, a memória da abolição e os direitos dos trabalhadores rurais.

Serviço:
"O Escravismo de Ponta-Cabeça. A força das senzalas, racialização, classe e paternalismo"
Organização: Felipe Azevedo e Souza, Antonio Luigi Negro, Elciene Rizzato Azevedo, Fernando Teixeira da Silva e Juliana Barreto Farias
1ª edição
ISBN: 9788526818736
Ano: 2026
Páginas: 512
Loja: https://loja.editoraunicamp.com.br/Categoria/escravismo-de-pontacabeca-o-a-forca-das-senzalas-racializacao-classe-e-paternalismo-791/p

Live: "Em Defesa do Ensino de História da África" (GT História da África - ANPUH-SP)O GT de História da África (ANPUH-SP...
30/06/2026

Live: "Em Defesa do Ensino de História da África" (GT História da África - ANPUH-SP)

O GT de História da África (ANPUH-SP) realizará a transmissão da live "Em Defesa do Ensino de História da África" em seu canal oficial no YouTube.

Dia 1º de julho de 2026, às 19h

Onde assistir: Canal do YouTube da ANPUH-SP: https://www.youtube.com/watch?v=7-nZKHHl6tE

Convidadas:
Flávia Maria de Carvalho (UFAL)
Lucia Helena Oliveira Silva (UNESP)
Lucilene Reginaldo (UNICAMP)

Mediação:
Thiago Henrique Sampaio (UNESP)

O evento surge como resposta aos recentes ataques direcionados às leis n.º 10.639/2003 e n.º 11.645/2008, que tornaram obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas.

A organização do evento disponibiliza também o acesso à Petição Pública de Repúdio ao Projeto de Lei nº 1007/2025:
https://www.change.org/p/peti%C3%A7%C3%A3o-p%C3%BAblica-de-rep%C3%BAdio-ao-projeto-de-lei-no-1007-2025

Realização: GT de História da África da Anpuh-SP/2024-2026 (Helena Wakim Moreno (coordenação), Thiago Henrique Sampaio (vice-coordenação), Ivan Sicca (primeiro secretário), Aly Brenner (segunda secretária)).
Apoio: ANPUH-SP

Alison Batista Martins de Almeida recebe menção honrosa no concurso de monografias do IFCHA monografia “Barrados do Para...
25/05/2026

Alison Batista Martins de Almeida recebe menção honrosa no concurso de monografias do IFCH

A monografia “Barrados do Paraíso: Imigração, miscigenação e identidade nacional nas imprensas negras de São Paulo e Illinois (1920-1930)”, de Alison Batista Martins de Almeida, recebeu menção honrosa no ###III Concurso Fausto Castilho de Monografias do IFCH/UNICAMP - 2025. O trabalho, orientado por Ricardo Figueiredo Pirola, analisou as reações das imprensas negras de São Paulo e Illinois à imigração de negros estadunidenses ao Brasil e aos projetos de lei propostos por deputados brasileiros a fim de impedir a entrada de afro-americanos no país.

A pesquisa foi desenvolvida a partir de artigos e notícias publicados nos jornais Getulino, Clarim d’Alvorada, Elite, Auriverde, Kosmos, A Liberdade, The Chicago Whip, The Broad Ax, The Appeal e The Metropolis Weekly Gazette, bem como as discussões na Câmara dos Deputados a respeito dos projetos de lei 209/1921 e 291/1923, que visavam banir a imigração afro-americana. Através dessas fontes, Alison demonstrou como os projetos políticos expressos nesses jornais eram articulados a partir da comparação entre o paraíso racial brasileiro e o inferno racial estadunidense e do papel da miscigenação nesses países, informando os debates sobre a imigração afro-americana e possibilitando a conexão desse tema com diversos outros, como a educação e a identidade nacional. Alison Almeida foi bolsista BAS junto ao CECULT, vinculado ao “Projeto Escravos”.

A monografia está disponível no Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp: https://hdl.handle.net/20.500.12733/31847

Lançamento da versão em língua inglesa do livro "Teresa Benguela e Felipa Crioula estavam grávidas. Maternidade e escrav...
18/05/2026

Lançamento da versão em língua inglesa do livro "Teresa Benguela e Felipa Crioula estavam grávidas. Maternidade e escravidão no Rio de Janeiro (1830-1888)"

O CECULT tem o prazer de anunciar a publicação de "Teresa Benguela and Felipa Crioula Were Pregnant: Motherhood and Slavery in Nineteenth-Century Rio de Janeiro" (University of Georgia Press, 2026), tradução para o inglês da obra homônima lançada pela Editora Unifesp.

De autoria de Lorena Féres da Silva Telles, o livro é fruto de pesquisa de doutorado premiada, desenvolvida na Universidade de São Paulo, e aprofundada durante o pós-doutorado realizado no Departamento de História da Unicamp, sob supervisão do Professor Robert Slenes, com financiamento da FAPESP.

A publicação desta tradução representa uma iniciativa importante para a internacionalização da produção acadêmica brasileira sobre escravidão, mulheres negras, gênero e relações raciais.

Resumo do livro:
Teresa Benguela and Felipa Crioula Were Pregnant examina as experiências da maternidade entre mulheres africanas escravizadas e suas descendentes que enfrentaram as realidades da escravidão no Rio de Janeiro do século XIX. Com base em um vasto conjunto de fontes históricas — incluindo teses doutorais da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, estudos de caso clínicos, anúncios comerciais e de fuga, registros batismais, além de obras de naturalistas, etnógrafos, literatura de viagem, aquarelas e fotografias — Lorena Telles ilumina as experiências de autonomia sexual, violência sexual, gravidez, parto, amamentação e cuidado de bebês escravizados e libertos no Rio de Janeiro entre 1830 e 1888. Teresa Benguela e Felipa Crioula Estavam Grávidas também detalha as dores e esperanças dessas mulheres escravizadas, evidenciando suas fugas, estratégias de resistência e sobrevivência, e as redes sociais que construíram para enfrentar as duras realidades e limitações que a escravidão impunha à maternidade no Rio de Janeiro oitocentista.

Convidamos todas e todos à leitura e à divulgação da obra.

Livro em português para venda: https://www.editoraunifesp.com.br/produto/teresa+benguela+e+felipa+crioula+estavam+gravidas+maternidade+e+escravidao+no+rio+de+janeiro+1830+1888.aspx

Versão do livro em inglês para venda (veja o Flyer com cupom de desconto): https://www.ugapress.org/9780820375687/teresa-benguela-and-felipa-crioula-were-pregnant/

Historiadores, protestos e movimentos sociaisA mesa-redonda “Historiadores, protestos e movimentos sociais" ocorrerá no ...
04/05/2026

Historiadores, protestos e movimentos sociais

A mesa-redonda “Historiadores, protestos e movimentos sociais" ocorrerá no dia 7 de maio, às 14h, por ocasião do lançamento da coletânea "Todos estes anos de gente. História social, protesto e política na América Latina". A mesa contará com a participação online dos organizadores da coletânea, Andrea Andújar e Ernesto Bohoslavsky, e das autoras Mirta Lobato, Rossana Barragán e Silvia Lara.

A coletânea será vendida com 50% de desconto durante o evento.

Dia: 07 de maio de 2026 (quinta-feira), às 14h
Local: Sala Multiuso - IFCH - Unicamp

CONFERÊNCIA IMPERDÍVEL!Temos a honra de receber no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas/Unicamp, a historiadora e p...
17/04/2026

CONFERÊNCIA IMPERDÍVEL!

Temos a honra de receber no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas/Unicamp, a historiadora e professora Silvia Capanema Pereira de Almeida (Université Paris 13 - Sorbonne Paris Nord) para uma conferência com o tema:

"A dimensão internacional dos movimentos sociais da Primeira República: uma proposta de história popular e conectada".

Doutora pela EHESS (Paris) e professora associada na Université Paris 13 - Sorbonne Paris Nord, Silvia também é uma voz ativa na política francesa, atuando como Conselheira Departamental em Seine-Saint-Denis.

Dia 23 de abril, quinta-feira — 14h
Sala Multiuso, IFCH, Unicamp

Não perca essa oportunidade de aprofundar o debate histórico e social conosco!

XIII Seminário RICE-UNICAMP-MORAConvidamos a todos para o XIII Seminário RICE-UNICAMP-MORA. O evento acontecerá de 27 a ...
16/04/2026

XIII Seminário RICE-UNICAMP-MORA

Convidamos a todos para o XIII Seminário RICE-UNICAMP-MORA.

O evento acontecerá de 27 a 29 de abril de 2026, na Unicamp, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, no Auditório I - Fausto Castilho.

Nesta edição, o tema do seminário é:

Arquivos, fontes e o ofício do historiador / Archives, sources and the historian's craft / Archivos, fuentes y el oficio del historiador

Participe!

Para mais informações, acesse o site: https://www.cecult.ifch.unicamp.br

"Todos estes anos de gente: História social, protesto e política na América Latina"A coletânea organizada por Andrea And...
01/04/2026

"Todos estes anos de gente: História social, protesto e política na América Latina"

A coletânea organizada por Andrea Andújar e Ernesto Bohoslavsky discute os vínculos entre o conhecimento do passado e as práticas políticas dos movimentos sociais que buscam transformar o presente. Seu título adota o nome de uma canção argentina de 1986, para enfatizar o vínculo que se estabelece entre aqueles que investigam a história e as causas políticas contemporâneas. É esta viagem no tempo e os laços que unem as lutas e protestos do passado e do presente que se fazem presente dos seis artigos que tratam dos cocaleiros e dos povos originários da Bolívia, dos homossexuais da Cidade do México, dos movimentos negros brasileiros, das ações coletivas das mulheres argentinas, do movimento neozapatista, e dos ejidatários de Atenco. Uma coletânea que nos faz pensar sobre os sentidos da investigação histórica e sobre os projetos que temos para o futuro.

Participe do lançamento de "Todos estes anos de gente: História social, protesto e política na América Latina!"

Será no dia 7 de abril, terça-feira, na Livraria da Editora da Unicamp (no saguão da Biblioteca Central).

Palestra:Júnia Ferreira Furtado (UFMG)Quebra-cabeça africano.Como um embaixador português, um geógrafo francês, um escri...
27/03/2026

Palestra:

Júnia Ferreira Furtado (UFMG)

Quebra-cabeça africano.
Como um embaixador português, um geógrafo francês, um escritor inglês e um pirata imaginário transformaram a cartografia da África e abriram as portas para o Imperialismo.

Dia 1º de abril, quarta-feira, às 10h

Auditório I - Fausto Castilho / IFCH / Unicamp

Organização: Aldair Carlos Rodrigues, Ana Silvia Volpi Scott e Lucilene Reginaldo
Apoio: Cecult e Programa de Pós-Graduação em História/IFCH

Endereço

IFCH/UNICAMP/Rua Cora Coralina, 100
Campinas, SP
13083-896

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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