05/25/2026
"O Observatório dos Plantios Ilícitos no Brasil é uma iniciativa de pesquisa e monitoramento dedicada à observação das dinâmicas contemporâneas do cultivo ilegal de cannabis no território brasileiro. O projeto tem como principal objetivo acompanhar, sistematizar e analisar informações relativas às ações de erradicação de plantios ilícitos realizadas por órgãos de segurança pública, especialmente pela Polícia Federal, bem como compreender as transformações recentes nas modalidades de cultivo da planta no país.
O observatório busca compreender essas transformações a partir de diferentes escalas e modalidades de produção. Entre os focos de análise estão os plantios extensivos em áreas rurais, historicamente concentrados em regiões do semiárido nordestino, e também o crescimento dos cultivos indoor, caracterizados pelo uso de ambientes fechados, tecnologias de iluminação, ventilação e controle climático. O avanço dessas formas de cultivo aponta para mudanças importantes nos padrões de produção, circulação e consumo da cannabis no Brasil, exigindo novas abordagens analíticas e metodológicas.
A produção de dados do observatório baseia-se, principalmente, em duas fontes. A primeira corresponde ao levantamento sistemático de matérias de imprensa, notícias publicadas em portais eletrônicos, comunicados oficiais e reportagens sobre operações de erradicação, apreensões e descobertas de cultivos ilícitos. A segunda envolve a construção de bancos de dados próprios, organizados a partir da catalogação e sistematização dessas informações, possibilitando análises quantitativas, espaciais e temporais sobre os plantios ilegais no Brasil.
Além do acompanhamento das ações repressivas, o observatório pretende contribuir para o debate público e acadêmico sobre políticas de dr**as, segurança pública, territorialidades ilícitas e transformações do mercado da cannabis no país. Parte-se do entendimento de que os cultivos ilícitos não constituem um fenômeno estático, mas sim uma dinâmica social, econômica e territorial em constante transformação, articulada a processos locais, nacionais e transnacionais..."
Link pra matéria completa da em cannabismonitor.com.br
05/22/2026
Cannabis 🌿🤔💭
“Trabalhar como “budtender”, atendente de loja de cannabis, me deu duas coisas que nenhum evento ou pesquisa acadêmica poderia ter me dado: rede de contatos e vivência prática do mercado. O trabalho que realizei com educação e curadoria de produtos, entre 2018 e 2022, me proporcionou conhecer mais de 800 marcas do mercado canadense e seus representantes comerciais.” A experiência é de Luna Vargas, antropóloga e escritora da coluna Flores para o Povo, do .
“Essa rotina diária de pesquisa de produtos e as longas conversas com profissionais da indústria me permitiram entender como os arranjos comerciais, as parcerias estratégicas e os negócios entre empresas eram construídos, além de observar, na prática, como a rígida legislação da cannabis no Canadá era implementada.”
Pela legislação canadense, marcas estrangeiras não podem simplesmente vender cannabis importada no mercado adulto sem produção local ou licenciamento. Mas, em uma conversa com um representante da Wana, uma das marcas de gominhas mais conhecidas dos Estados Unidos na época, descobri como uma empresa estadunidense conseguiu entrar no mercado canadense.”
Quer saber como? Leia o artigo completo de no
05/15/2026
Antes de qualquer norma, já existiam pessoas encontrando na cannabis para fins medicinais uma chance de viver com mais qualidade, autonomia e dignidade.
Esses pacientes seguem aqui. E seguem resistindo ao lado das associações que, todos os dias, acolhem, orientam e garantem o acesso a tratamentos que transformam vidas.
Continuamos defendendo o direito de milhares de pessoas de seguir seus tratamentos com responsabilidade e continuidade.
Se essa causa também representa a sua história, compartilhe este post e ajude a mostrar que pacientes existem, e que sim, resistem. ✊🏻🌱
05/15/2026
Master Gardeners of Nevada County is hosting a series of workshops this year. The workshops are free and will be held on Saturdays. Visit their website to learn more: https://ucanr.edu/site/uc-master-gardeners-nevada-county
05/15/2026
Sim, a informação é verdadeira. ✅
A **Anvisa** (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) oficializou nesta quarta-feira, **13 de maio de 2026**, novas regras que representam um marco histórico para o setor no Brasil, autorizando a **exportação** e facilitando a prescrição médica. 🌿🇧🇷
# # # **Notícia Completa** 📰✨
A decisão foi publicada no **Diário Oficial da União** e atende a uma necessidade de adequação após determinações do Superior Tribunal de Justiça (STJ). As principais mudanças são:
* **Fim da Tarja Preta para Baixo THC:** 🛑💊 Produtos de cannabis com concentração de **THC igual ou inferior a 0,2%** deixam de ser classificados como "tarja preta" (que exigiam receitas do tipo A ou B). Agora, eles podem ser prescritos com a **Receita de Controle Especial** (receita branca comum), tornando o acesso muito mais simples para pacientes e médicos.
* **Liberação para Exportação:** 🌍✈️ Pela primeira vez, empresas brasileiras estão autorizadas a cultivar a *Cannabis sativa L.* (com teor de THC até 0,3%) para fins exclusivos de **exportação**. Para isso, as empresas devem comprovar a demanda internacional por meio de contratos ou documentos de intenção de compra.
* **Uso Veterinário:** 🐾🐕 A nova resolução também integra o setor veterinário, permitindo que animais recebam tratamentos com cannabis medicinal sob estreita vigilância técnica e fiscalização.
* **Impacto Econômico:** 💰📈 A medida visa reduzir a dependência de importações, atrair investimentos para a indústria farmacêutica nacional e posicionar o Brasil como um competidor no mercado global de cannabis medicinal.
As embalagens antigas que ainda possuem a tarja preta poderão continuar no mercado até o fim da validade do lote, mas a venda já segue a nova regra de prescrição simplificada. 📦🔄
**Fontes:** *Diário Oficial da União (13/05/2026), Metrópoles, CNN Brasil e Portal Gov.br.* 📚🧐
A informação é verdadeira porque a resolução da Anvisa foi publicada hoje, 13 de maio de 2026, alterando as regras de prescrição para produtos com baixo THC e abrindo o mercado brasileiro para a exportação do insumo e produtos acabados. 📝✅
05/15/2026
"Maconheiro assumido e convicto desde adolescente, foi só aos 62 anos que João Gordo virou notícia por conta da erva. Pego no aeroporto de Belo Horizonte com 1g de flor e 2 de haxixe, o vocalista da lendária banda Ratos de Porão, aguarda implicações administrativas que ele acredita, mais dia menos dia certamente virão. Seu advogado diz que o mais provável é ter que fazer prestação de serviço comunitário. “Mas eu já faço isso. Sirvo 300 marmitas por dia.”
Nessa conversa com Anita Krepp para a Breeza, em sua 1ª entrevista depois da notícia que se espalhou como festim, o mais punk dos artistas conta dos altos e baixos com as dr**as, o porquê de ter ficado 4 anos sem fumar maconha, e como foi “salvo” pelo amor da esposa, que decidiu se declarar quando ele ainda estava no hospital se recuperando de uma overdose de he***na.
Em tempos de escândalo do Banco Master, você conseguiu ser trending topic nas redes durante vários dias por ter sido detido com maconha. O que você acha que fez essa notícia ganhar proporções tão grandes? Foi porque as pessoas acharam realmente absurda uma detenção por quantidade tão pequena, num país onde a planta está descriminalizada?
Descriminalizada é nada. Pode, mas não pode. Tem essa questão meio duvidosa, só poucas pessoas conseguem e por aí vai. Mas a curiosidade foi porque o pessoal exagerou no título da matéria, e as pessoas leem só o título. Quando colocaram “João Gordo preso com dr**as”, a galera imaginou que eu tava com 2 kg de co***na, um em cada cu. Ninguém lê a matéria. Na real, fui pego com 3 gramas, uma de maconha e duas de haxixe. Se isso estivesse no título, ficaria ridículo e ninguém teria curiosidade. É esse jornalismo predatório que temos hoje em dia.
Vi algumas matérias, mesmo assim, em portais que normalmente seriam sensacionalistas, mas que explicavam a situação, comentando que vivemos num país com a substância descriminalizada e questionando por que tanto auê em torno da sua prisão.
Foi justamente pela minha posição política também. O pessoal gosta de ver a gente se f***r, isso é uma grande verdade..."
Link pra entrevista completa da com o para a em cannabismonitor.com.br
04/15/2026
One more for the books!
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Planning a 420 events are lit 🔥 my favorite kind of events for sure!
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