08/10/2026
Nem toda a evolução se vê na carga. Às vezes, está na forma como o corpo aprende a sentir e controlar o movimento.
No início, nem o feedback verbal nem o cinestésico/tátil estavam a produzir a resposta motora que procurávamos. Foi um processo exigente, que obrigou a adaptar estratégias, estímulos e tarefas, repetidamente.
O objetivo não era apenas executar o movimento, mas desenvolver a capacidade de o sentir, interpretar e controlar.
Hoje, conseguimos uma resposta motora muito mais autónoma: maior perceção corporal, melhor controlo e capacidade de realizar ajustes com menor dependência da minha intervenção.
Aprendizagem motora e consciência neuromuscular é a base deste planeamento inicial.
E o que hoje parece simples foi, na realidade, resultado de muito trabalho, repetição e adaptação.
Seguimos 🚀