"Quando penso em todas as peripécias que eu já fiz na minha vida para ganhar o afecto, reconhecimento e amor das pessoas, me dou conta do tempo que demorei para entender verdadeiramente o sentido da aceitação.
Eu já me fiz de forte. Cobri meu corpo de tatuagens. Eu fingi que não sentia o que estava sentindo, porque na minha visão limitada da coisa, sentir demais era coisa de gente fraca e eu não queria ser vista assim. E eu passei muitas e muitas vezes por cima de mim mesma para que os outros não o fizessem até perceber que eu estava sendo atropelada de qualquer forma.
E então eu me fiz de vítima. Busquei culpados para as minhas dores e me eximi da responsabilidade pela minha vida estar do jeito que estava porque eu, do alto da minha baixa autoestima, não me julgava capaz de mudar as coisas.
E então eu busquei heróis. Heróis e mais heróis que me salvassem de minha própria miséria, sem entender que eu a estava causando quando me impedia de ser abundante de mim mesma para com o mundo. Eu criava um personagem para ser amada mas não percebia que, ao deixar de ser eu, eu estava na verdade me impedindo de ser amada.
Demorei bastante para compreender que não podemos ser amados a menos que nos revelemos, para entender que assumir a própria fragilidade é a maior coragem que existe e que ninguém, neste mundo de meu Deus, vai entender exatamente o que você sente, pensa ou o porque faz o que faz - você precisa ser seu melhor amigo e companheiro para poder ser um bom amigo e companheiro para o outro.
Por isso eu te digo: interrompa AGORA qualquer tipo de comportamento que vá na contra-mão do revelar-se e correr o risco de ser rejeitado e desvalorizado, porque ele é o mesmo risco que você corre de ser amado. Não existe um sem o outro.
O que você escolhe?"
(Flávia Melissa)
Gravidíssimos
"As coisas importantes são como os nascimentos: precisam de um grande tempo de gestação" * Cada sessão terapêutica será dirigida a um casal.
Atendendo à elevada taxa de depressões pós parto sinalizadas na comunidade, surge a necessidade de desenvolver estratégias inovadoras que permitam combater esta realidade. Este projecto é dirigido a casais em fase pré e pós natal e visa diminuir a taxa de depressão pós parto nas mães, através do envolvimento dos pais. O Projecto decorrerá em sessões semanais, com a duração de 60 minutos, durante o
21/07/2016
http://moodmagazine.pt/abdicar-do-divorcio-pelos-filhos/
Abdicar do divórcio pelos filhos? Cuidar também é ensinar as crianças a ter e a lutar por uma vida feliz com relações saudáveis. Por Nuno Cristiano de Sousa
01/07/2016
Príncipe William: 'Um filho precisar de ajuda não signif**a fracasso dos pais' Alimentação de qualidade, escola boa, um plano de saúde confiável, moradia confortável, contato com a natureza e muito amor. Essas são prioridades frequen
01/06/2016
As crianças aprendem o que vivem:
"Se as crianças vivem com críticas, aprendem a condenar.
Se as crianças vivem com hostilidade, aprendem a ser agressivas.
Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser apreensivas.
Se as crianças vivem com pena, aprendem a sentir pena de si próprias.
Se as crianças vivem com o ridículo, aprendem a ser tímidas.
Se as crianças vivem com inveja, aprendem a ser invejosas.
Se as crianças vivem com vergonha, aprendem a sentir-se culpadas.
Se as crianças vivem com encorajamento, aprendem a ser confiantes.
Se as crianças vivem com tolerância, aprendem a ser pacientes.
Se as crianças vivem com elogios, aprendem a apreciar.
Se as crianças vivem com aceitação, aprendem a amar.
Se as crianças vivem com aprovação, aprendem a gostar de si próprias.
Se as crianças vivem com reconhecimento, aprendem que é bom ter objectivos.
Se as crianças vivem com partilha, aprendem a ser generosas.
Se as crianças vivem com honestidade, aprendem a ser verdadeiras.
Se as crianças vivem com justiça, aprendem a ser justas.
Se as crianças vivem com amabilidade e consideração, aprendem o que é o respeito.
Se as crianças vivem com segurança, aprendem a confiar em si próprias e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem com amizade, aprendem que o mundo é um lugar bom para se viver".
Poema de Dorothy Law Nolte (1954)
Feliz dia a Todas, especialmente à nossa criança interior.
"Como você tem se posicionado na sua Vida? Como e do que você tem escolhido se sentir vítima? O que você escolheu ser o Algoz da vez? Eu quero uma resposta, de você para você mesmo... sem aquele "mas é que". ☆ Quando estamos presos em ressentimentos pela Vida, pelos outros, por nós mesmos estamos ESCOLHENDO nos posicionar como VÍTIMAS. E iremos manifestar e criar mais disto para nós e para o mundo. Há sempre duas opções, podemos reclamar nossos direitos e cuidarmos da Vida: pela culpa e vitimização ou pelo relembrar do nosso Poder e responsabilidade. Você não é o que te acontece! Mas o que você faz com o que te acontece! Quando você tenta fugir disso... quando não assume 100% responsabilidade por como você escolhe experienciar o que tem experienciado, e a responsabilidade pelo resultado da sua Vida... você perde seu Poder e a sua Verdade, em última instância! ♡ Parece duro mas é libertador. Só existe profunda e verdadeira liberdade e mudança quando é possível ter isto em mente: "Sou responsável pela minha realidade", porque realidade é o que eu escolho segundo a segundo perceber e me permitir viver!" (Ariana Schlosser)
Consegue-se viver sem Esperança?
"Diz-me, sabes viver sem esperança? Claro que não. Se soubéssemos, como é que vivíamos? Olha para nós, tenta ver-nos de fora. Já imaginaste? Vivemos a lutar por coisas e, convenhamos, a maioria não sonha os mesmos sonhos que nós. E nós? Acreditamos que um dia talvez e continuamos. No fundo, de quando em vez é-nos momentaneamente atraiçoada a esperança por não nos deixarem experimentar o que seria a vida se os nossos sonhos fossem vividos. Eu gostava de um dia poder pôr em prática o que defendemos, com todos os riscos e sem nenhum dos medos. Tu não? Tenho pena de nunca ter podido ‘sujar as mãos’, mas já lá andámos perto muitas vezes. Foram mais as coisas que mudámos do que pensamos e a traição não é coisa que caiba bem no coração. Passa e volta a esperança.
O que é que ficou por dizer? Nada ficou por dizer. Tudo o que era para ser dito, ficou dito. Lembra-te disso, sempre. Se as palavras não te saem porque coladas à garganta ou amarradas no peito é porque não quiseram sair. Engolem-se, transformam-se em gestos, desaparecem. Às vezes o problema são as palavras a mais e até com essas se aprende a lidar. É a vida a deixar-se viver.
E as mágoas? Enterram-se. Não servem de nada, consomem tudo. Devemos evitar o ressentimento, o ódio, as vaidades reprimidas. Do passado devemos usar o saber e o que dele aprendemos de útil para a frente. Útil? Sim, o que pode ser usado. E ressentimentos? Não consigo entendê-los. E sabes bem que a minha falta de memória é quase uma lenda.
Ainda é tão cedo, f**a mais um bocado, sim? Não é cedo, não é tarde. Foi o tempo que o tempo permitiu. Foram muitas as vidas dentro desta vida e foram quase sempre muito boas. Havia ainda projectos, há sempre projectos para fazer. Sabes bem como estamos sempre a fazer contas de multiplicar. Continua com os teus, abre campo ao teu experimentalismo, consegues sempre. Sempre? Pronto, quase sempre.
O que sentes agora? Paz. Muita paz.
E agora, Miguel? É simples: voa. Voem".
[Artigo publicado no jornal “As Beiras” de 28 de abril de 2012
Marisa Matias para Miguel Portas]
25/04/2016
"Ha quem costume falar de Revolucao mas a Revoluçao nao vai ser Transmitida na Televisao, ela tem de acontecer dentro de cada um.
Caso contrario nao chegaremos a Lugar nenhum". (Da Weasel)
25 de Abril, mas todos os dias. 🌹
17/04/2016
#EuSouL - Regiane Romero - Quando exalo o que acredito Uma série de vídeos sobre o PORQUÊ das pessoas FAZEREM o que SÃO =) Neste vídeo conheça a psicoterapeuta Regiane Romero Uma Websérie de Pedro Céu, fundador d...
"Existe algo mágico em se revisitar o passado. Existe algo especial quando percebemos que apesar de não conseguir voltar no tempo, a gente pode mudar a própria história através da mudança de nosso olhar. Dizem por aí a torto e a direito e o que dizem é verdade: muda, que quando você muda o mundo muda com você. Se você mudar o seu ponto de vista, o ângulo através do qual enxerga e compreende a realidade à sua volta, não existe a mínima chance das coisas permanecerem iguais, porque você não é mais o mesmo. Aquele você morreu - e é por isso que o Ego tem tanto medo de perdoar as dores do passado. Porque ele passou a vida se identif**ando com as histórias de dor que você experimentou uma vez - mas que passou anos e anos repetindo para si mesmo. Como abrir mão da identidade que ele criou para si em torno do próprio sofrimento? Só pelo amor. Só pela fé. Só entregando e confiando que, independentemente do que houve, sempre foi para o bem. Sempre foi para o reajuste da harmonia do Universo. Nunca foi em vão". FM
Nunca.
"As emoções negativas que nós guardamos têm uma vida própria. Elas desejam alimentar-se. A raiva quer sentir mais raiva, a tristeza quer sentir mais tristeza, a culpa quer sentir mais culpa... Os sentimentos tomam conta dos nossos pensamentos e assumem o controle para se alimentarem e se fortalecer.
E são várias as formas que as emoções usam para se poderem energizar e permanecer dentro de nós. Exemplos: relembrar um diálogo de uma briga que tivemos com alguém, faz-nos sentir a raiva e alimentar essa emoção. Ouvir uma música triste depois de terminar um relacionamento ajuda a alimentar a tristeza. Um diálogo mental interno de auto-condenação e recriminação alimenta a culpa que sentimos de alguma situação. Discutir com alguém no dia a dia alimenta a raiva que já sentimos. Ver notícias desagradáveis na televisão alimenta a raiva, tristeza etc.. Fazemos tudo isso de forma inconsciente.
No momento em que esses processos ocorrem, estamos possuídos pelas emoções. Estamos a ser usados por elas. Desavisados, pensamos que somos nós que estamos a gerar aqueles pensamentos e sentimentos. São essas emoções que se estão deleitando, sentindo prazer em se perpetuar. Ao mesmo tempo que sofremos com a dor que a emoção provoca, também sentimos o prazer que ela sente por se fortalecer e sobreviver.
Pela nossa falta de autoconhecimento enganamo-nos e confundimo-nos com os pensamentos e emoções que passam pela nossa mente e corpo. Achamos que somos essas emoções. Entretanto, elas não fazem parte da nossa verdadeira essência. São energias que passam por nós e que podem ser dissolvidas. Se elas realmente fizessem parte de quem somos, jamais poderiam ser libertadas.
Quando dissolvemos e libertamos os sentimentos negativos nós continuamos intactos por trás de toda a dor e sofrimento que se vai embora. Simplesmente limpamo-nos daquilo que não faz parte de nós, e voltamos a f**ar em paz. Essa é a nossa verdadeira essência".
A.L.
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