01/07/2022
Agradecimento | Comunicado
Ao longo destes últimos dois meses foi desenvolvido o tema “A importância da comunicação na visibilidade da arbitragem feminina”, no âmbito do Mestrado em Ciências da Comunicação, na área de especialização em Publicidade e Relações Públicas, na Universidade do Minho, através da criação e divulgação de conteúdos nas páginas “A Força na Arbitragem Feminina”, no Instagram e no Facebook.
Terminado o projeto, quero deixar o meu agradecimento à AF Braga, um agradecimento muito especial às árbitras, aos árbitros, aos oito Núcleos de Árbitros e à Associação de Árbitros da AF Braga que foram exemplares e inexcedíveis, bem como a todos os seguidores que apoiaram e partilharam as páginas.
O projeto foi dinamizado na AF Braga, no entanto o objetivo é que no futuro haja uma continuidade e que se torne um espaço de todas e para todas as árbitras.
Foi um gosto enorme estudar este tema e faço votos para que a visibilidade da arbitragem feminina seja uma realidade, bem como o envolvimento das mulheres na arbitragem de futebol e sobretudo que contribua nas áreas do recrutamento das jovens, continuidade e progressão na carreira.
Muito obrigada!
27/06/2022
Andreia Sousa ⚽🖤
Árbitra Assistente Internacional
Andreia Sousa é árbitra desde 2007 e pertence ao .braga .
📸
23/06/2022
Segue e partilha:
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⚽ Visibilidade na arbitragem feminina
🖤 Envolvimento das mulheres na arbitragem
23/06/2022
A importância do respeito, quer pelos árbitros, quer por todos os outros intervenientes e pelos próprios espectadores, tem dado origens a várias campanhas de sensibilização a nível nacional e internacional. Recentemente, a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) desenvolveu uma ação para mostrar que ‘o respeito vence sempre’ e que é possível disputar um jogo de futebol com desportivismo.
APAF - Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol
22/06/2022
Marlene Vieira ⚽🖤
Categoria CF2
Marlene Vieira é árbitra desde 1997 e pertence ao NAF Barcelos.
21/06/2022
Nos últimos tempos, as mulheres na arbitragem têm vindo a romper uma série de barreiras e o próximo Campeonato do Mundo, que se disputa em novembro, no Catar, vai abrir um novo capítulo.
Pela primeira vez haverá mulheres a arbitrar jogos de um Mundial, tendo sido escolhidas três árbitras principais, a francesa Stéphanie Frappart, a ruandesa Salima Mukansanga e a japonesa Yoshimi Yamash*ta, a que se juntam três assistentes: a brasileira Neuza Back, a mexicana Karen Díaz Medina e a norte-americana Kathryn Nesbitt.
O que é agora uma novidade deverá passar, em breve, a ser cada vez mais comum e usual. Essa é, aliás, uma ideia já defendida pelo líder da arbitragem da FIFA, Pierluigi Collina, que garante que o organismo que tutela o futebol mundial está empenhado em defender o desenvolvimento da arbitragem feminina.