31/01/2024
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debates, orientações farmacêutica de uso de alguns produtos de interesse nutricional seja eles dieteticos para Slim,desportistas etc...cuidados de interações farmaco-nutriente durante a toma ou uso de
31/01/2024
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BOAS PRACTICAS DE FABRICACAO DOS MEDICAMENTOS
O termo qualidade está presente desde os primórdios dos processos produtivos, porém, não com a mesma definição que temos hoje, onde, qualidade se inicia na compra das matérias primas, não apenas no resultado final do processo. As Boas Práticas de Fabricação (BPF) são normas e procedimentos estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para garantir a qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos produzidos na indústria farmacêutica. Estas práticas incluem desde a seleção de matérias-primas até o armazenamento e distribuição dos produtos acabados.O alcance da excelência em qualidade requer esforços, requer persistência, requer padronização de processos, pois, sempre que um cliente ficar satisfeito com o produto ou serviço, a qualidade foi alcançada. Segundo Carvalho, (2006) alcançar a qualidade desejada é necessário seguir um conjunto de padrões contidos num processo que, em conformidade com as especificações, atende e, por vezes, supera as expectativas dos clientes, essa superação só é possível se esta consciência estiver presente em todos os colaboradores do processo, desde o operador até o fornecedor. A implementação é essencial para garantir a qualidade dos medicamentos e evitar riscos à saúde dos pacientes. As BPF incluem medidas para garantir a limpeza e sanitização dos equipamentos e instalações, controle de temperatura e umidade, e registros dos processos de fabricação. Em 1938 Franklin Roosevelt assinou uma nova Lei, em vigor ainda hoje, exigindo comprovação de segurança no uso dos medicamentos antes de serem colocados a venda (Food And Drug Administration FDA, 1987). Em dezembro de 1940, o Laboratório Winthrop Chemical Company de Nova York colocou a venda comprimidos de sulfatiazol contaminados com fenobarbital levando a morte aproximadamente 300 pessoas. A partir desta tragédia, o FDA passou a exigir maior rigor e controles padronizados na produção de todos os medicamentos.
Histórico da Origem das Boas Práticas de Fabricação.
O histórico das origens das Boas Práticas de Fabricação remonta os primórdios da civilização humana passando pelos Sumérios na Mesopotâmia, 3500 anos a.C., época em que a cura das doenças era prerrogativa dos deuses, Código de Hamurabi, 2000 a.C. Na cultura egípcia, “Terra dos Faraós” ou “morada dos deuses” já existia uma rica farmacopéia, o Papiro de Ebers que listava 800 medicamentos e 700 dr**as. O histórico das origens das Boas Práticas de Fabricação remonta os primórdios da civilização humana passando pelos Sumérios na Mesopotâmia, 3500 anos a.C., época em que a cura das doenças era prerrogativa dos deuses, Código de Hamurabi, 2000 a.C. Na cultura egípcia, “Terra dos Faraós” ou “morada dos deuses” já existia uma rica farmacopéia, o Papiro de Ebers que listava 800 medicamentos e 700 dr**as. Em 1905 existiam 50.000 diferentes medicamentos patenteados proporcionando 100.000.000 de dólares em negócios no ano. Os fabricantes destes medicamentos investiam milhões de dólares em propaganda e a imprensa, quando se manifestava era em favor dos fabricantes (Bergamo, 2000). Em 1938 Franklin Roosevelt assinou uma nova Lei, em vigor ainda hoje, exigindo comprovação de segurança no uso dos medicamentos antes de serem colocados a venda. Em 1975 a Organização Mundial de Saúde introduziu as Boas Práticas de Fabricação através da Norma Técnica 567. Boehlert. J.P., em 1992, publicou um artigo de revisão intitulado “Pharmaceutical Quality – A 15-Year Retrospective” sobre as mudanças ocorridas após 15 anos de implantação das Boas Práticas de Fabricação nos EUA.
Garantia da Qualidade.
A unidade de garantia de qualidade deve ter instalação adequada para avaliação e reavaliação necessárias quanto à identidade, eficácia, pureza e atributos de qualidade a cada lote do produto, bem como de todos os materiais direta ou indiretamente integrantes do processo de fabricação. Garantia da Qualidade é a totalidade das providências tomadas com o objetivo de garantir que os medicamentos estejam dentro dos padrões de qualidade exigidos, para que possam ser utilizados para os fins propostos.
5.0 Sistema LIMS na Indústria Farmacêutica
O Sistema de Gerenciamento de Informações Laboratoriais (LIMS, na sigla em inglês) é uma ferramenta crucial para garantir a qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos produzidos na indústria farmacêutica. Isto porque, ele é um sistema informatizado que gerencia e registra informações relacionadas aos processos de fabricação, te**es de qualidade e outras atividades laboratoriais.O LIMS permitem a automação de processos, como a gestão de amostras, a geração de relatórios, a gestão de resultados de te**es e a gestão de dados de calibração, tornando-os mais precisos e precisos. Ele também permite acesso remoto e compartilhamento de informações entre diferentes departamentos e unidades, permitindo uma melhor colaboração e garantindo a conformidade regulatória.Além disso, também permitem o rastreamento de amostras e o rastreamento de lotes, permitindo a rápida identificação e resolução de problemas. Eles também fornecem relatórios precisos e completos, incluindo dados de análise, dados de controle de qualidade, dados de auditoria e dados de conformidade regulatória.O LIMS também garante a segurança dos dados, pois possuem recursos de segurança e backup para certificar que os dados sejam protegidos contra perdas ou violações. Eles também permitem o acesso restrito a dados confidenciais, garantindo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso a informações sensíveis.
Efeitos secundários das dr**as
Efeitos secundários das dr**as são reacções iguais aos efeitos desejáveis mas exercidas em locais não desejados. Normalmente há bactérias no tubo digestivo que desdobram os alimentos, assim, a administração de antibióticos pode ter como consequência a diarreia visto que sem bactérias normais no tubo digestivo, este não pode trabalhar normalmente. Também o equilíbrio entre bactérias e fungos pode ser alterado e os fungos começarem a crescer sem o controlo de bactérias. O surgimento de efeitos secundários não está relacionado com a intenção primária para a qual a droga foi administrada; portanto há que equilibrar risco/benefício.Os medicamentos como diclofenac, penicilina V entre outros tem seus efeitos adversos.
17/09/2022
Feliz dia do farmacêutico
Eu menstruo quando tomo a pílula anticoncepcional?
Pílulas, menstruação e sangramento
Coisas importantes a saber:
A sua “menstruação" quando você está tomando a pílula anticoncepcional é na verdade o "sangramento de privação", que surge quando os níveis de hormônios das pílulas caem.
O sangramento de privação é geralmente mais leve e ligeiramente diferente da menstruação que você tinha antes de tomar a pílula.
Algumas pessoas sofrem apenas um sangramento muito leve ou não sangram durante os dias de pílulas de placebo.
É provável que o seu sangramento durante a pílula mude ao longo do tempo
Você tem a menstruação quando toma a pílula anticoncepcional hormonal combinada*? Nos dias em que você não toma pílulas ou toma as pílulas sem (ou com poucos) hormônios que vem na embalagem, você pode ter algum sangramento. Esse sangramento é diferente da menstruação que você tinha quando não estava tomando a pílula anticoncepcional - pode acontecer de sangrar muito pouco ou nada.
O uso de pílulas anticoncepcionais hormonais combinadas, que contêm ambas estrogênio e progestina (o tipo mais comum). Os padrões de sangramento serão diferentes para as pessoas que tomam a minipílula de (só) progestina (progestagênio).
Eu tenho uma menstruação “de verdade” quando estou a tomar a pílula?
Não. O sangramento que você tem quando toma a pílula não é o igual ao da menstruação que se diz “normal”.
A menstruação que vem quando se tom
que são Pedras nos Rins e por que razão se formam?
São formações duras (daí o termo utilizado, “pedras”) resultantes da agregação de minerais e sais presentes na urina.
Na verdade, a designação técnica correcta é de cálculos renais. A existência de cálculos renais origina um quadro conhecido como Litíase Renal.
Ainda que se formem nos rins, os calculos podem deslocar-se para outra parte do aparelho urinário, nomeadamente ureteres e bexiga.
Podem apresentar diferentes composições bioquímicas, que os distinguem: cálcio (como o oxalato de cálcio, o mais comum ou fosfato de cálcio, por exemplo), ácido úrico, estruvite e cistina, entre outros.
Nem sempre é possível identificar a causa do problema, mas existem alguns factores de risco relacionados com pedras nos rins que parecem aumentar a probabilidade da sua ocorrência, tais como:
História familiar de litíase urinária;
Ingestão de líquidos insuficiente;
Dietas pouco saudáveis (principalmente ricas em sal, açúcar e proteína);
Obesidade;
Baixo débito urinário;
Patologias em certas glândulas ou nos rins;
Determinados medicamentos e suplementos;
Baixa concentração urinária de elementos protectores como o citrato ou magnésio (que ajudam a inibir a formação de cálculos).
Como se manifestam?
Quando estão alojados nos rins, os cálculos renais podem não provocar sintomas.
Contudo, se se deslocarem ao longo do aparelho urinário, surge o primeiro sinal de alarme – uma dor súbita e de grande intensidade, geralmente perto da região do flanco ou lombar, podendo irradiar para o abdómen ou para outras zonas, como a virilha.
Conhecida como cólica renal, esta dor é extremamente incapacitante, não tendo qualquer posição de alívio. É uma das dores mais intensas que o ser humano pode experimentar.
Pedras nos Rins
São formações duras (daí o termo utilizado, “pedras”) resultantes da agregação de minerais e sais presentes na urina.
Na verdade, a designação técnica correcta é de cálculos renais. A existência de cálculos renais origina um quadro conhecido como Litíase Renal.
Ainda que se formem nos rins, os calculos podem deslocar-se para outra parte do aparelho urinário, nomeadamente ureteres e bexiga.
Podem apresentar diferentes composições bioquímicas, que os distinguem: cálcio (como o oxalato de cálcio, o mais comum ou fosfato de cálcio, por exemplo), ácido úrico, estruvite e cistina, entre outros.
Nem sempre é possível identificar a causa do problema, mas existem alguns factores de risco relacionados com pedras nos rins que parecem aumentar a probabilidade da sua ocorrência, tais como:
História familiar de litíase urinária;
Ingestão de líquidos insuficiente;
Dietas pouco saudáveis (principalmente ricas em sal, açúcar e proteína);
Obesidade;
Baixo débito urinário;
Patologias em certas glândulas ou nos rins;
Determinados medicamentos e suplementos;
Baixa concentração urinária de elementos protectores como o citrato ou magnésio (que ajudam a inibir a formação de cálculos).
Como se manifestam?
Quando estão alojados nos rins, os cálculos renais podem não provocar sintomas.
Contudo, se se deslocarem ao longo do aparelho urinário, surge o primeiro sinal de alarme – uma dor súbita e de grande intensidade, geralmente perto da região do flanco ou lombar, podendo irradiar para o abdómen ou para outras zonas, como a virilha.
Conhecida como cólica renal, esta dor é extremamente incapacitante, não tendo qualquer posição de alívio. É uma das dores mais intensas que o ser humano pode experimentar.
28/01/2022
Prednisolone eh o medicamentos mais usado seja por prescricao ou pr automedicacao.vamos entender a ligacao deste farmaco com estado nutricional
07/01/2022
Enterobiose
03/01/2022
Vitamina C é uma vitamina mais abundante nos citrinos.Esta vitamina é hidrossolúvel conhecida como ácido ascórbico.As vitaminas hidrossolúveis não cria reserva no organismo por isso a sua reposição é muito crucial.Pode se fazer a suplementação desta vitamina por alimentos ou por farmacos desponivel no pais em diferentes doses como 100mg,250mg,500mg,750mg ate 1g.