Até quando vais acreditar que te cabe a ti dar conta de tudo?
Se te identificaste com o padrão da Salvadora, sentes-te esgotada e precisas de ajuda, deixa um 💚 nos comentários
Ana’s Notes
Ana Sofia Fernandes, Master Coach Integral Sistémica, Analista de perfil comportamental CIS e C4D.
Entre em contacto para avaliação e diferentes formas de pagamento.
01/06/2026
Hoje não começa apenas um novo mês.
Começa a segunda metade do ano.
Há seis meses fizeste promessas.
Definiste metas.
Criaste planos.
Imaginaste uma versão de ti que queria chegar mais longe.
Agora pára.
Olha para o ponto onde estás.
Não para te julgares.
Não para te castigares.
Mas para ganhares consciência.
O que é que estes seis meses te ensinaram?
O que é que continua a funcionar?
O que é que já não faz sentido continuar a carregar?
Será a culpa?
A vergonha?
O arrependimento?
A necessidade de aprovação?
O medo de falhar?
O medo de seres vista?
E olhando para a visão que tinhas para este ano…
O que é que ainda te falta?
Mais recursos?
Mais competências?
Mais coragem?
Mais disciplina?
Mais clareza?
Ou apenas a decisão de avançar?
Porque há uma diferença entre aquilo que ainda não tens, e aquilo que já possuis, mas continuas sem utilizar.
Os próximos seis meses não serão definidos pelo que aconteceu entre janeiro e junho, mas por aquilo que decidires fazer com essa informação.
A pergunta é simples:
O que vais deixar para trás?
E o que vais finalmente levar contigo?
Brutal!!
Está quase na hora 😉☺️🚀🚀
Quem vem?
28/05/2026
Há momentos da nossa vida em que continuar igual deixa de ser possível.
“Reconstrução Pessoal” nasce da experiência, da observação humana e da necessidade de compreendermos aquilo que ainda nos impede de viver com verdade, consciência e direção.
Dia 30 de Maio, às 17h00, na FNAC Colombo, será apresentado oficialmente este livro.
Será um prazer receber todos aqueles que sentirem que este momento também lhes pertence.
Crescer sem estrutura emocional transformou-te numa sobrevivente de feridas emocionais…
e na personagem de uma história criada na tua mente.
Então continuas a viver:
em alerta,
em defesa,
em escassez,
em medo,
em hipervigilância,
como se ainda estivesses no lugar onde precisaste sobreviver.
O problema é que a vida mudou.
Mas uma parte tua continua emocionalmente presa a uma realidade que já não existe.
E talvez seja por isso que sentes que nada resulta verdadeiramente,
por mais que tentes.
Porque não estás apenas a lutar contra o presente.
Estás a tentar viver o presente…
com um sistema emocional preparado para sobreviver ao passado.
11/05/2026
Há adultos que ainda vivem emocionalmente presos ao dia em que sentiram que tinham de escolher entre o pai e a mãe.
E uma criança nunca devia carregar esse peso.
Porque quando uma criança sente que precisa rejeitar um para manter o amor do outro, ela aprende uma coisa perigosa:
Que amar pode significar perder-se.
É daí que muitas vezes nascem:
a guerreira que não confia em ninguém, a boazinha que vive para agradar, a salvadora que tenta carregar o mundo, o homem que vive em conflito, a mulher que vive em dependência emocional,
o adulto que parece forte… mas vive em alerta constante.
O problema é que a infância passa.
Mas os padrões sobrevivem.
E enquanto a dor não é consciente, ela continua a comandar relacionamentos, decisões, comunicação e comportamento.
Fazer a Paz com o Passado é deixar de sobreviver emocionalmente à tua própria história.
É aí que começa a verdadeira liberdade.
Faz sentido para ti? Viveste esta experiência?
Conta-me se quiseres. Ou comenta Eu. 💚
08/05/2026
Todos, em algum momento, escolhem caminhos que os afastam da sua paz.
São muitas as pessoas que, todos os dias, se entregam à desgraça, ao desânimo, à violência, aos abusos, e à sensação constante de estarem fora do seu lugar.
Tentam alcançar pela força aquilo que só se conquista pela graça.
Porque a felicidade não nasce do controlo, nasce do serviço.
Não nasce da exigência, nasce da bondade.
Não nasce da pressa, nasce da consciência.
A verdade é que existe uma ilusão vendida todos os dias: a de que é possível ser-se feliz sem carregar peso.
Mas não.
Carregar as consequências dos nossos erros, assumir as responsabilidades das nossas escolhas e continuar, isso faz parte da verdadeira felicidade.
É feliz quem aceita o que não pode mudar.
É feliz quem deixa de tentar salvar o outro e ocupa o seu lugar.
É feliz quem vive com dignidade.
É feliz quem acorda com ânimo, mesmo quando o mundo parece pesado.
E é feliz quem cria, todos os dias, uma visão positiva de futuro.
Pode estar difícil, mas resiste e lembra-te: a felicidade não se encontra, constrói-se, dentro de ti.
Tu sabes qual é o teu lugar na tua vida? Ou vives pelo guião que os outros escrevem para ti?
A tua resposta e importante para ti perceberes porque certos padrões se repetem e te sentes presa ao passado.
Sabes a resposta?
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