05/06/2024
Maldivas pra nós é um sonho ganhando vida todos os dias, a cada novo Camp. Um sonho compartilhado que com MUITO trabalho vem se tornando realidade diante dos nossos olhos, na maioria das vezes cansados. E nós três somos esse sonho personificado: Daisy, Marina e Willians, os três fundadores de Maldivas (Ou “As Panteras”, como chamamos aqui nos bastidores). Nos conhecemos graças à dança, num grupo em que nós, junto com outras grandes amigas, passamos a ser o nosso próprio porto seguro e a nossa leveza semanal durante alguns anos. Muitas coisas levaram a outras tantas, até que nos vimos querendo algo juntos, algo que era maior que nós três e que sempre esteve ali escondidinho, querendo muito sair. A dança nos ajuda há bastante tempo a vivermos de verdade e decidimos que precisávamos levar essa sensação para cada vez mais pessoas.
E senta que lá vem os textinhos emocionados de cada um de nós, rs. A partir de hoje, vamos revelar sempre um pouquinho mais sobre esses rostos da foto, pra que a nossa comunidade de Maldivers se fortaleça e enxergue no outro um pouquinho de si.
[Na ordem da foto, da esquerda para a direita, sentido horário:]
“Sempre fui o tipo de criança que falava sim pra tudo, comecei a dançar justamente por isso: minha mãe era aquela que perguntava se eu queria fazer cursos extracurriculares e comecei com o balé na escola. Ao longo do tempo descobri que essa também é a minha forma de estabelecer laços com outras pessoas; que eu posso passar sentimentos para os outros e é também uma construção de autoestima pra mim. Por que... quando as pessoas viram o meu potencial, isso me fez sentir que eu pertenço ao aqui, que eu existo e que eu tô vivendo.”
Daisy
“Comecei a dançar porque queria muito retomar tudo o que eu tinha vivido na infância e na adolescência com a dança! A minha relação com a dança vem desse lugar de que ela me move de alguma forma, sempre foi um ‘lugar’ de muito conforto pra mim! Porque remete a uma coisa de amigos, de família... Eu era a garota que chamava as amigas pra dançar no quintal de casa, que dançava nas festas da família. Essa é a minha forma de me expressar: dançando.”
Marina
“Lembro direitinho porque eu comecei a dançar, foi