A teoria é indispensável, mas muitos desafios da prática clínica só aparecem depois da formação.
É por isso que vamos criar um espaço para você treinar essas habilidades em novembro.
Marina Celestino Soares · Neuropsicóloga · CRP 04/50735
Marina Celestino Soares
Mestranda em processos cognitivos (UFU) e psicóloga. Docente na graduação de psicologia e pós em neuropsipedagogia.
Trabalha com pesquisas relacionadas a Neuropsicologia, TDAH, avaliação psicológica, memória e psicologia da saúde.
Receber um diagnóstico é um momento importante, mas antes de chegar até ele, existem algumas perguntas que merecem atenção.
Como esses comportamentos acontecem no dia a dia?
Quando eles começaram?
Em quais ambientes eles aparecem?
Eles impactam a rotina, a aprendizagem ou as relações da criança?
Essas respostas ajudam a construir uma compreensão mais completa do desenvolvimento e tornam o processo de avaliação muito mais cuidadoso e assertivo.
Mais do que buscar um diagnóstico, o mais importante é compreender a criança como um todo. 💙
📌 Salve este vídeo e compartilhe com outras famílias que estão vivendo esse momento.
Marina Celestino Soares · Neuropsicóloga · CRP 04/50735
O conhecimento transformou a minha vida. E por isso eu amo compartilhar ele.
Atendendo a pedidos das minhas alunas e vendo a falta de oportunidades de atuação pratica eu a Nívea Macedo criamos um projeto.
Você pode pensar que ter uma clínica dentro de um shopping é apenas uma questão de praticidade, mas existe um motivo muito maior por trás dessa escolha.
Em alguns atendimentos, utilizamos o próprio ambiente do shopping como uma extensão da clínica, criando oportunidades para trabalhar habilidades em situações do dia a dia.
Uma ida à farmácia pode estimular autonomia e planejamento. Comprar um lanche pode envolver comunicação, tomada de decisão e manejo de dinheiro. Pagar uma conta ou pedir uma informação também se tornam experiências valiosas dentro do processo terapêutico.
Essas vivências aproximam o aprendizado da realidade e tornam as intervenções muito mais significativas para a criança e sua família.
Por isso, cada detalhe da localização foi pensado com propósito. 💙
📍Estamos no Center Shopping, em Uberlândia.
Marina Celestino Soares · Neuropsicóloga · CRP 04/50735
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Desafios da manutenção de direitos
Você já passou pela situação de ter que provar um diagnóstico?
No vídeo de hoje, falo sobre um dos maiores desafios para quem convive com o neurodesenvolvimento e doenças raras: a manutenção de direitos e a garantia do conhecimento.
Um dos principais instrumentos que facilitam essa comprovação.
No caso do Transtorno do Espectro Autista (TEA) o Ciptea (Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista) ajuda na condução desse processo e você encontra mais informações aqui :
https://ciptea.sp.gov.br/
Mas lembre-se: você não precisa passar por isso sozinho(a)! 💙
Nossa comunidade de pessoas neurodivergentes se reúne mensalmente e conta com encontros online de orientação. Discutimos políticas públicas, direitos e estratégias práticas para lidar com essas situações no dia a dia com mais autonomia e segurança.
👇 Quer saber mais ou participar do nosso grupo? clique no link que está fixado nos comentários para conferir todas as informações.
Encontramos você lá! ✨
Para muitos, é só um “brinquedo”. Mas, na prática clínica, ferramentas como essa são estratégias fundamentais de intervenção. 🧠✨
Sabe aquela tarefa que exige esforço mental prolongado e parece impossível de ser realizada sem distrações? O segredo para ajudar crianças (e adultos!) a sustentarem o foco está na escolha das ferramentas certas.
Neste vídeo, mostrei como algo que parece simples envolve, na verdade, uma complexa rede de habilidades cognitivas:
✅ Coordenação motora fina;
✅ Atenção visual;
✅ Noções de figura-fundo e lateralidade;
✅ Regulação emocional (o famoso “colei torto, e agora?”).
O objetivo é transformar a distração em uma oportunidade de desenvolvimento e autorregulação. Com a teoria e a mediação adequadas, qualquer atividade pode ser adaptada para se tornar uma estratégia de intervenção eficaz.
Se você quer aprender como aplicar a neuropsicologia na prática do seu dia a dia, continue me acompanhando por aqui!
A formação não termina quando recebemos o diploma.
Na neuropsicologia, a ciência está em constante evolução. Novas pesquisas, instrumentos e evidências surgem o tempo todo, e acompanhar esse movimento faz parte do compromisso com uma prática ética e de qualidade.
Buscar atualização não é apenas investir na carreira. É investir em avaliações mais precisas, intervenções mais assertivas e em um cuidado cada vez mais qualificado para cada paciente.
Aprender continuamente é reconhecer que sempre há espaço para evoluir e que esse crescimento reflete diretamente no atendimento que oferecemos.
💙 O conhecimento se renova. E a responsabilidade de cuidar também.
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Nem sempre é fácil perceber quando um comportamento faz parte do desenvolvimento esperado e quando merece uma atenção mais cuidadosa.
Cada criança tem seu próprio ritmo, mas alguns sinais podem indicar que vale a pena buscar uma avaliação especializada. Quanto mais cedo essas dificuldades são identificadas, maiores são as possibilidades de intervenção e desenvolvimento.
Procurar ajuda não significa que exista um diagnóstico. Significa oferecer à criança a oportunidade de compreender melhor suas necessidades e receber o suporte adequado para alcançar seu potencial.
Se você tem dúvidas sobre o desenvolvimento do seu filho, não espere que elas se transformem em angústia. Buscar orientação é um ato de cuidado.
💙 A avaliação neuropsicológica pode trazer respostas, direcionamento e mais tranquilidade para toda a família.
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No post anterior, algumas alunas comentaram falando sobre eu ser professora. E a duvida que mais chega para mim é:
- Qual instrumento eu uso para avaliar tal diagnostico? E a verdade é que as avaliações não funcionam assim.
Por exemplo as estereotipias ou maneirismos não deve ser vista apenas como um comportamento isolado, ou serem consideradas somente quando a pessoa pendula ou bate palmas, mas como um marcador funcional importante.
Para nós, profissionais, o foco deve estar na compreensão da função desse comportamento e na sua relação com a autorregulação do paciente.
Neste vídeo, ilustro um exemplo prático de estereotipia para refinarmos nossa análise observacional.
A melhor ferramenta é o seu olhar clínico!
Qual a maior dificuldade que vocês encontram ao diferenciar estereotipias de outros movimentos involuntários?
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