És.simparavocê

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O És.simparavoce existe para que as pessoas saibam que podem tomar a direção de suas próprias vi O És.Sim, você!

foi criado para que as pessoas saibam que podem retomar a direção de suas próprias vidas, que suas dores silenciosas podem ser ouvidas e que juntos podemos encontrar um caminho seguro para seguir.

Photos 16/06/2022

“Não foi isso que imaginei que seria a minha vida!”

Sabe quando você imagina que sua vida poderia ser diferente se...

“Se eu tivesse/não tivesse me casado com fulano”…

Se eu tivesse/não tivesse tido filhos”…

“Se eu tivesse outra profissão”…

“Se eu tivesse/não tivesse ouvido tanto as pessoas”…

“Se eu morasse em outro país”…

Estamos falando de idealizações.

Começamos a criar idealizações, principalmente, a partir do momento que começamos a frequentar a escola, na primeira infância. Até antes disso, o mundo, a realidade, é o que temos dentro das nossas casas.

Idealizamos quem vamos ser quando crescermos (como se já não fossemos alguém), idealizamos pai e mãe (quando eu for mãe eu vou ser mais...), idealizamos o tipo de parceiro(a) (ahhhh... pra namorar comigo tem que ser...), idealizamos o tipo de profissão, filhos e até mesmo, a nossa historia pessoal. É muito comum ouvir no consultório: “não foi isso que imaginei que seria a minha vida”.

Quando idealizamos, nos distanciamos do que é real. Sim! Nos distanciamos da nossa realidade! E não estou dizendo que você tem que se conformar com a realidade. Mas se f**armos na idealização, não agiremos.

“Minha vida seria muito diferente se eu não tivesse feito as escolhas que eu fiz”. Você acha que existe um mandato infinito de infelicidade?

O que acontece é que, quanto maior for a idealização do que poderia ter sido, maior a frustração. Quando idealizamos, tendemos a criar expectativas a respeito do que estamos imaginando, idealizando e/ou fantasiando, e, na maioria das vezes, não comunicamos o que estamos idealizando e f**amos esperando que o outro adivinhe o que vai na nossa mente.
Verbalizar também vai ser importante para você se ouvir, para você saber o que você espera de você mesmo(a).

(Continua nos comentários)

Photos 24/05/2022

“Eu sou porque somos”

Sem umas as outras, sem um colo, uma palavra de apoio, uma “bronca” necessária, um olhar de “eu sei o que você está pensando”, uma ligação do “nada” dizendo “estou sentindo algo em relação à você”, uma percepção nova sobre nossos pensamentos antigos/repetitivos, a presença mesmo com a distância física, um ouvir nossos pensamentos loucos sem julgamento… não teríamos feito a metade do que já fizemos no nosso trabalho e na nossa vida!

Sim, precisamos umas das outras, uns dos outros. Nada de grande é possível sem isso assim como nada dificilmente grande pode ser tornar pequeno e simples, sem a valiosa contribuição do outro.

Somos miseráveis sozinhos. Ficamos escassos, rasos, vazios.
Sim, não falo de momentos sozinhos que são preciosidades. Falo de viver essa vida tentando ser autosuficiente e só.

A vida é para ser compartilhada.

Você tem cuidado da qualidade de suas relações?

Photos 15/05/2022

Você tem necessidade de experiências intensas?

Pra você, prazer está relacionado com força, intensidade, vivacidade, entusiasmo vibrante e quem sabe, até com a necessidade de dor?

As vezes, por causa disso, pessoas intensas vivem grandes dramas em sua vida. Principalmente de relacionamentos. Só que, frequentemente, elas desqualif**am o fato de que intensidade também convida cólera, agressão, destempero. Querem o prazer da intensidade, mas não querem lidar com a cólera que pode advir de pessoas excessivamente intensas.

Se você, de algum modo, associa prazer à dor, não seja ingênuo de pensar que poderá ter prazer sem dor até que tope ressignif**ar o que seu corpo aprendeu sobre amor, poder, prazer e s**o.

Você é intenso(a)? Relaciona-se com alguém muito intenso(a)?Como vocês geralmente resolvem os conflitos?
Você sabe sentir prazer também de modo leve e suave?

Photos 08/05/2022

Por Patricia Martins

Pare um pouco e faça uma retrospectiva da sua vida...

Quantas vezes você se agarrou a alguém ou a alguma situação por achar que se “soltasse” seria pior?
Quantas vezes você se machucou ou machucou alguém por ter ideias demais a respeito do que é certo ou errado?
Quantas vocês você disse sim querendo dizer não? E quantas vezes disse não querendo dizer sim?
Quantas vezes você deixou de cuidar de você porque achou que se cuidasse do outro e o amasse o bastante, seria o suficiente pra “ser feliz?”
Quantas vezes você deixou de se arriscar por medo do desconhecido? E quantas vezes você se arriscou e achou que não foi uma boa escolha?

Tantas perguntas pra tantas possibilidades porque assim é o ser humano: quer controlar tanto, tudo, todos, o que sente, o que pensa, o que o outro sente, o que o outro pensa... que se perde em meio a tanto caos.

Para que? Porque? Quando isso começou? Em que momento você entendeu que se fizesse tudo “certo” teria a “garantia” da felicidade, da paz, do amor?

Quantas ilusões e quantas justif**ativas para permanecermos no mesmo lugar “seguro” e “confortável” porque sair dessa zona signif**a arriscar e se permitir esse desconhecido.

A vida não é uma negociação ou um contrato entre partes com multas e juros em caso de... A vida é feita de momentos e aprendizados que nos aproximam ou nos distanciam de nós mesmos e do nosso propósito.

Não existem garantias! Desista! Desista do controle que te deixa só! Desista do orgulho que te envenena! Desista da arrogância que te cega! Desista da submissão que te esconde! Desista da pressa que te impede de viver!

Desistir não é fracassar! Desistir é sobre aprender a colocar limites! Para você parar de se atropelar, para o outro aprender um pouco mais sobre você, e para as situações que você teima em acreditar que são assim mesmo.

O que é possível para hoje? Como você pode fazer diferente? Precisa de ajuda? Quem pode te ajudar?

(Continua nos comentários)

Photos 07/05/2022

Você sente vontade de desistir?

Desistir do seu casamento, do seu emprego, da sua carreira, de ser mãe/pai, de ir ou f**ar, de sofrer, de ser infeliz, de se esforçar, de fazer tudo sozinha(o), de fazer tudo, de se acomodar, de querer pouco, de querer demais, da correria, de ter atenção, de aceitar migalhas, de implorar por migalhas, de deixar de não ver o que está diante dos seus olhos…

Do que você sente vontade de desistir?

Qual a melhor desistência da sua vida?

Do que você sabe que devia ter desistido há muito tempo e insiste às custas de si mesma(o)?

Quando for desistir, preocupe-se com seu chão. Organize um chão pra pisar e paredes para te apoiar. Tenha um plano B. Tenha um abraço. Tenha um olhar acolhedor e uma palavra que seja “estou com você”. Aja de modo inteligente e maduro. Responsabilize-se pelas suas perdas. Se você não sabe fazer isso, peça ajuda. Qualquer escolha tem sua dor. Seja capaz de sustentar a sua com dignidade.

Então, reflita:

Se você gostasse de quem você é, o que você faria?
Se você fosse respeitada(o), valorizada(o) por ser quem é, que tipo de vida você teria?

Sabe, tem algo muito bom no desistir. Tem uma leveza que vem depois, depois do medo e da desconfiança, depois da falta de fé e esperança, depois da tristeza. Mas você vai precisar atravessar pra saber o que é.

Tem também, um aprendizado comportamental muito válido pra quem quer “resumir/simplif**ar” a vida:

“Eu quero/ não quero isso”.
“Não” (não é não sei, talvez, depois vou ver etc).
“Não sei”.
“Eu sinto…”
“Sinto muito.” Esta é para quando o outro disser “eu sinto”, você não tentar consertar.
“Eu penso diferente”.
“É isso que preciso de você.”
“ É isso que quero de você.”
“Não quero/vou discutir isso”.
“Só vou até aqui. Esse é meu limite. Não tolerarei mais isso”.
“Percebo que você está tendo um problema. O que precisa de mim?”
“Sinto muito pela sua dor”.

Economize sua energia e observe mais ao redor. Para desistir é preciso renovar a postura, o posicionamento, a visão. Se não, você pode desistir, mas continuar existindo, do mesmo jeito.

Photos 24/04/2022

A sua, a minha, a nossa sombra

“Nossa sombra é feita de pensamentos, emoções e impulsos que julgamos excessivamente dolorosos,
constrangedores ou desagradáveis de aceitar.

Portanto, ao invés de lidar com eles, nós os reprimimos - e os lacramos em alguma parte de nossa psique, para que não seja preciso sentir o peso e a vergonha que carregamos por conta deles.

O poeta e escritor Robert Bly descreve a sombra como um s**o invisível que cada um de nós carrega nas costas. À medida que crescemos, colocamos no s**o todos os aspectos de nós mesmos que não são aceitáveis para nossos familiares e amigos.

Bly acredita que passamos as primeiras décadas da vida enchendo esse s**o, depois, passamos o restante tentando tirar tudo o que escondemos.”

Esses são recortes do livro O efeito sombra de Deepak Chopra que nos faz refletir sobre a importância da expressão “conheça-te a ti mesmo” de Sócrates.

São várias as formas de nos percebermos: terapia, auto observação, feedbacks de amigos, chefe, colegas de trabalho, parceiros, filhos, leituras, palestras edif**antes, conversas informais…

Basta estarmos atentos e presentes em cada situação pra termos a experiência do despertar de consciência que se faz urgente! Para que não tenhamos que nos esforçar tanto pra esvaziar esse s**o invisível que pesa mais que toneladas!

Photos 23/04/2022

Inspire e responda: consegue sentir? - Por Patricia Martins

Estava falando sobre limite com uma cliente muito querida. O quanto muitas vezes pode ser difícil estabelecer limites claros pra si mesma e pro outro.

Comentei com ela que uma vez me disseram que as pessoas que mais conhecem seu coração, serão as que mais vão feri-lo.

Isso pode acontecer exatamente pelo fato de saberem como te ferir mas também por não saberem exatamente como você pensa ou sente a vida, e por isso, não têm ideia que determinada fala ou ação, pode ferir você como acontece.

Se você não se mostra como verdadeiramente é, sem máscaras, sem jogos, sem esforço pra agradar, deixando serem percebidas suas nuances e particularidades, as chances de ter relações honestas e autênticas, aumentam consideravelmente.

E ao mesmo tempo, se mostrar não é garantia de que vão gostar de você como você é, nem muito menos quer dizer que vão concordar com o que você pensa ou acha ou sente. Se mostrar, se conhecer é mais pra você do que pra qualquer pessoa.

Quanto mais você se conhece e se percebe, mais fácil vai f**ando colocar os limites pra pessoas, situações e até mesmo, pra algumas emoções. Você pode definir um prazo para o sofrimento.

Se você se conhece, sabe das intenções do seu coração e se você conseguiu chegar em um ponto em que sente que o seu valor é inquestionável, até o sofrimento tem hora pra acabar!

Sinto que algumas pessoas que conhecem meu coração não vão feri-lo, não porque elas não podem, e sim porque elas não precisam!

A vida nos presenteia com pessoas que são joias raras! Que sabem te ler! Se abra pra essas pessoas!

A Vir sempre diz que “o que faz a vida valer a pena é a qualidade das suas relações”
Como estão as suas?

Consegue se abrir pra sentir?

Consegue te sentir?

Consegue me sentir?

Photos 09/04/2022

Consegue ouvir? - Por Patricia Martins

Distâncias intransponíveis acontecem por falas interrompidas, ausência de presença e estado de alerta para o próximo argumento

Você realmente sabe ouvir?

O que você tem a dizer é, com certeza, muito importante! E só é possível saber o que se passa no seu mundo se você fala sobre isso ou se responde às perguntas que lhe são feitas. Honestamente, claro!

É compreensível que muitas conversas intermináveis ou repetidas, são extremamente cansativas. Mas como resolver o que está ali, bem diante de você, se não encarando o que tem que ser?

Como não enfrentar o desconforto do confronto e as chacoalhadas que a vida te da, se essas são possibilidades reais de rever o que não está funcionando?

Mas será que é possível aprender de um outro jeito? Porque não experimenta então, mostrar um outro jeito e não deixar frustrado(a) quem f**a sempre querendo dar um jeito? Será que tem jeito?

Os conflitos, brigas, discussões, decepções… já percebeu que são, na maioria das vezes, pelos mesmos motivos?

Quem manda, quem obedece, quem vai, quem f**a, quem está certo, quem está errado… disputas insensatas por controle e poder quando o que deveria haver é compreensão

Olhares frios, vazios, exigentes, pedintes, medrosos, entristecidos, raivosos, reticentes, carentes… pedidos velados pra ser cuidado

Reconhecer respeitando o que cada um é, faz e representa.

Pode validar?

Eu sei que você pode escutar! Mas será que você consegue realmente ouvir?

Photos 02/04/2022

Consegue enxergar? - Por Patricia Martins

Você vê o que está diante de você: pessoas, paisagens, cores, movimentos, detalhes, formas.

Você vê! Mas consegue enxergar?

Sair do automático frenético do dia a dia, mesmo que seja apenas por alguns momentos, pode te ajudar a desenvolver o estado de presença de que tanto falamos

Estar na presença de alguém estando presente e inteiro, te traz a possibilidade de perceber a sua humanidade

Quando alguém conta uma história, que parece que poderia ser sua, pode ser que partes de você sejam também partes do outro! Tragédias, dramas, comédias…

Porque você se irrita com algumas pessoas mais facilmente do que com outras?

Porque alguns comentários te incomodam mais do que outros?

Em oposição à isso, algumas pessoas são mais fáceis de lidar… da até vontade de levar pra casa…

Porque tendenciamos a taxar as pessoas separando por grupos o que gosto e não gosto, quero e não quero pra minha vida, concordo e discordo?

Deve ser porque é mais fácil ver o semelhante do que enxergar o diferente!

É mais fácil incluir o que vejo e excluir o que não enxergo!

Tomadas de consciência servem pra nos percebermos como comuns em um mundo onde todos querem ser especiais

Você consegue ver o que está na superfície do outro e de si mesma(o). O que acha de parar um pouco pra enxergar o que está no profundo desses dois mundos?

Você pode se surpreender com as descobertas!

Você consegue ver! Já está na hora de enxergar!

Photos 27/03/2022

Observe, não olhe, apenas

Olhe ao seu redor, mas observe a sua presença neste lugar.

Olhe nos olhos das pessoas, mas observe o que diz o olhar.

Olhe suas mãos, mas observe como elas podem amparar você.

Olhe sua família na mesa, mas observe como eles se comportam.

Olhe sua dúvida, seu caos, sua angústia, mas observe o que os mantém, alimenta, sustenta.

Olhe sua força, mas observe sua estrutura.

Olhe seus desejos, mas observe como você os boicota, mima ou despreza.

Olhe a morte escancarada no seu luto, mas observe a vida que ela lhe obriga a perscrutar, em você.

Olhe pra essa saudade corroída pelo tempo, mas observe o registro que essa memória deixou na sua alma e que hoje, lhe serve de referência para observar, muito além do que seus olhos podem ver.

Photos 26/03/2022

(Leia o texto e depois feche os olhos imaginando que você consegue soltar)
Solte seus medos e as tentativas de controlar

Solte suas expectativas de como tem que ser e de como vai f**ar

Solte suas ideias e o que ficou engessado aí dentro

Solte as amarras que apertam sua boca e seu coração

Solte as ilusões e fantasias infantis dos contos de fadas

Solte a rigidez fria e crua que te afasta de si mesmo

Solte as exigências e cobranças que faz a si mesmo e ao outro

Solte as máscaras que insistem em te esconder

Solte e salte como se estivesse em um pára-quedas onde a única certeza é o voo em si

Solte e mergulhe sem preocupar se o ar vai faltar

Solte tudo… solte agora… solte…

Faça movimentos com as mãos… vá soltando, soltando, deixando ir…

Respira fundo… respira…

Veja só! Você ainda está aqui!

O que você percebe agora?

Photos 13/03/2022

Você também briga por território?

Por Virgínia Guerra

No curso que você faz, na sua sala de aula ou na sua profissão, você age como se todos pudessem ser incluídos e como se houvesse espaço para todos ou você disputa, rejeita, exclui, se sente ameaçado(a), crítica e entra em conflitos por espaço/sucesso/reconhecimento/aplausos?

Na sua casa, você inclui a diferença do outro e o aceita dentro das suas limitações ou gasta toda sua energia tentando mudá-lo e fazer com que ele(a) se adapte à religião/política/crenças/valores que são seus e que portanto, “são” os “certos”?

Dentro de você há uma briga todas as vezes que você falha, ou uma crítica à sua aparência que nunca está perfeita o suficiente, ou você coleciona mágoas/raivas/tristezas/rejeições/ etc para que em determinado momento tenha munição suficiente para agredir/desistir/fugir/ matar/morrer?

Então você acha absurda uma guerra por “território” mas já parou pra pensar nas suas guerras veladas/distorcidas que você trava diariamente na sociedade, no seu lar e dentro de si mesmo(a)?

Talvez, se cada um de nós se responsabilizasse por pacif**ar-se, será que viveríamos mais em paz? Se cada um desse conta da própria sombra, da sua mesquinhez, vaidade, insensatez, egoísmo etc, será que teríamos mais humanidade nas nossas ações? Será? Será que realmente não há algo urgente, gritante, em cada um de nós, que possa ser feito/ressignif**ado/transformado/revisto?

Será????

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