Bem me Quer

Bem me Quer

Compartilhar

"Colacionadores de Histórias." Grupo UP Educar.

25/09/2019

É com muita Alegria em nosso coração que nós da Equipe BEM ME QUER desejamos votos de felicidades a essa educadora que tem ensinado a muitos a ser Feliz ! Obrigado Professora Gi , por ser esse exemplo para nossa equipe ! Sem você o Bem me quer não iria existir! Obrigado por dar asas a esse projeto !
Happy DAY!
Te amamos !
Feliz Aniversário!!
Equipe Bem me quer!

22/09/2019

Eeeiiiiiiii!!!! Você está preparado para ler uma matéria incrível sobre como trabalhar com bonecos ???
Não fique de fora dessa leitura , ela poderá te dar uma nova inspiração para seus trabalhos pedagógicos !!
Vamos lá ??

"Como trabalhar com bonecos para uma abordagem pedagógica multicultural e inclusiva.."

Brincar está longe de ser uma atividade frívola. É na interação proporcionada pelas brincadeiras que as crianças exploram o mundo, aprendem a lidar com os outros e descobrem sobre si mesmas.

Além de estimularem a imaginação, os brinquedos são importantes objetos para a construção do imaginário e repertório dos pequenos, estimulando a cognição, criatividade, entre outras habilidades.

Como trabalhar com o folclore em sala de aula?

Por meio dos bonecos, por exemplo, as crianças projetam emoções, simulam situações e ensaiam comportamentos próprios e de pessoas do seu convívio. São, portanto, instrumentos que as ajudam a expressar sentimentos, compreender o cotidiano e, até mesmo, construir a identidade.

A importância de bonecos representativos
Por essas razões, é essencial que os bonecos reflitam a diversidade sociocultural na qual as crianças estão inseridas. Quanto maior for o repertório de culturas, etnias e situações representadas pelos bonecos, maior também será a chance de identificação simbólica do sujeito com o objeto e suas oportunidades de desenvolvimento integral.

Além disso, a possibilidade de brincar com bonecos diversificados favorece atitudes mais inclusivas e o respeito às diferenças desde a primeira infância, já que é na interação lúdica com essas representações da figura humana que as crianças se colocam no lugar do outro.

Boneco negro, deficiente visual, cadeirante, entre outros, da loja Preta Pretinha

Sabendo disso, o ateliê Preta Pretinha, localizado na Vila Madalena, em São Paulo, confecciona artesanalmente bonecas de pano que estampam a diversidade da população. Bonecas negras, indígenas, orientais e muçulmanas dividem o espaço com bonecos com síndrome de Down, deficiência auditiva, visual, cadeirante, muletante, entre outros.

“Na minha infância, procurei sempre bonecas negras, que fossem uma extensão da minha família, e quase nunca as encontrei. Quando havia algum modelo nas lojas, era sempre estereotipado, com olhos esbugalhados, vestido de chita, a noção pejorativa da ‘nega maluca’”, conta Joyce Venâncio, sócia do ateliê ao lados das irmãs Lúcia e Cristina.

Quanto maior for o repertório de culturas, etnias e situações representadas pelos bonecos, maior também será a chance de identificação simbólica do sujeito com o objeto

O quadro incentivou que as irmãs começassem a produzir seus próprios modelos e não demorou muito para que o espaço fosse procurado por educadores, fonoaudiólogos, pediatras, psicólogos, entre outros profissionais ligados à infância. “As bonecas são instrumentos potentes para promover o debate da diversidade e inclusão em sala de aula”, explica Lúcia.

Como parte desse compromisso social, em 2008, as irmãs fundaram o Instituto Preta Pretinha, organização sem fins lucrativos, com o objetivo de viabilizar ações de educação em quatro eixos: etnias, gênero, fases do desenvolvimento e pessoas com deficiência. Além disso, desde 2015, a loja passou a ser reconhecida como ponto de cultura da cidade de São Paulo.

Boneco LGBT, deficiente auditivo, careca (representando crianças em tratamento médico) e muçulmana

Por que brincar com a diversidade?
Se é no brincar que os pequenos desenvolvem afeto e carinho, ao brincar com bonecos que representam as pessoas em sua diversidade também estão sendo educados para o respeito e uma infância livre de julgamentos.

“Outro ponto importante é que quando a criança negra, deficiente física, se vê representada em um brinquedo há um resgaste da sua autoestima, uma valorização da sua identidade”, explica Joyce, lembrando como a sua primeira boneca negra, confeccionada pelas mãos da avó, foi importante para seu empoderamento.

Em novembro de 2016, o Sesc Santo André utilizou as bonecas para compôr a exposição “O meu cabelo é bom” em celebração ao Dia da Consciência Negra. Na mostra, 33 bonecas de pano com diferentes penteados afros personificaram a beleza do cabelo crespo e suas manifestações culturais como turbante, tranças e afins com o objetivo de valorizar a identidade, beleza e autoestima negra.

“Os efeitos foram muito perceptíveis. Jovens que usavam o cabelo preso, alisado ou coberto por boné, saíram de lá com vontade de revelar seus fios crespos, tendo orgulho deles”, conta Joyce.

Boneca oriental, muletante e com síndrome de Down

Como pensar atividades envolvendo os bonecos
Buscando fomentar essa relação, o Centro de Referências em Educação Integral reuniu alguns exemplos de atividades desenvolvidas por educadores que valeram-se de bonecos diversificados e inclusivos para trabalhar o respeito e a autoestima no cotidiano das escolas.

Na CEI Jamir Dagir, em São Paulo, os bonecos integram o Projeto Identidade, iniciado em 2016, sob a iniciativa das educadoras Rosana Cordeiro e Vanessa Artes. Com o objetivo de quebrar paradigmas e preconceitos, a atividade coloca um boneco para compor a turma e propõe que as crianças o levem para casa nos fins de semana e feriados.

Em 2016, o “novo colega” era um boneco negro. Este ano, o projeto continua, desta vez, com uma boneca negra. “Os alunos são pequenos, não possuem preconceitos. Mas os pais sim. Creio que a tensão que deverá aparecer decorrerá, principalmente, do fato dos alunos meninos terem que brincar com uma boneca”, conta Rosana.

Se a hipótese se concretizar, as educadoras aproveitam o ensejo para falar com os pais sobre a importância de desconstruir os estereótipos de gênero nas brincadeiras. “Falamos sempre como a menina pode brincar de carrinho e menino, de boneca. Afinal, os meninos vão ser pais também e podem brincar de cuidar”.

Nomear os bonecos, atribuindo-lhes características e integrando-os à rotina da escola, pode ser também uma maneira de aproximar os alunos empaticamente de alguns temas importantes como a discriminação e o bullying.

“É comum as crianças falarem em nome do boneco sobre situações que acontecem com elas próprias. Falar sobre como o boneco deve se sentir rejeitado, excluído, confuso, quando na verdade estão falando sobre seus sentimentos. Nesta perspectiva, os bonecos são gatilhos para que a discussão aconteça”, explica Joyce.

Entre as discussões suscitadas, aparecem também temas que para o universo infantil soam abstratos ou distantes como orientação sexual e diferentes religiosidades. “Temos o bonequinho que representa a comunidade LGBT e outros que representam diferentes culturas como a boneca muçulmana que, em tempos de intolerância, se fazem muito relevantes”.

Além disso, um dos bonecos mais sensíveis do ateliê é um modelo careca usado, principalmente, para representar crianças em tratamento para doenças como o câncer infantil. “Tinha esse menino que estava fazendo quimioterapia, ia ficar carequinha e estava tendo muito dificuldade para aceitar. Com o boneco como suporte, conseguiu lidar melhor com suas emoções, como se ele tivesse um parceiro na jornada”.

Na Escola Castanheiras, em Santana de Parnaíba (SP), os bonecos compuseram um projeto interdisciplinar voltado para todas as etapas de ensino que teve como tema, neste ano, as mulheres na literatura. “O projeto envolveu exposições de trabalhos, oficinas, debates e também montamos uma instalação homenageando a escritora Ana Maria Machado e sua obra Menina Bonita do Laço de Fita, que tem como protagonista uma menina negra”, conta Lucia Paranhos, coordenadora da biblioteca. Assim, uma bonequinha com essa característica ajudou a compor o cenário e encantar as crianças para o universo literário.

Agora chegou a sua vez de criar bonecos que poderá fazer uma criança sorrir ! Temos como motivação fazer de você leitor ou educar uma ferramenta de excelência para as crianças!!
Um forte abraço da Equipe BEM ME QUER !

Mario Sergio Cortella responde: Qual a relação entre afetividade, vínculo e aprendizagem? 13/09/2019

Qual a relação entre afetividade, vínculo e aprendizagem ?
Prontos para ter mais conhecimento?
Hoje temos um vídeo cheio de novidades para você!!
Não esqueça depois de nos contar qual foi sua experiência vendo o vídeo !
Acreditamos em você !
Forte abraço da Equipe BEM ME QUER !

Mario Sergio Cortella responde: Qual a relação entre afetividade, vínculo e aprendizagem? Na edição 300 da revista NOVA ESCOLA, convidamos o professor e filósofo Mario Sergio Cortella para ser entrevistado por três educadores da rede pública de en...

Como lidar com o TOD (Transtorno Opositivo Desafiador) - NeuroSaber 04/09/2019

Todos prontos para saber mais ???
Temos um texto e um vídeo que poderá te dar novos Horizontes!
Bem me quer está disponível para te dar novas ideias !
Vamos lá ?

🔴 Entenda o que é o Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD)

Quem de nós nunca se deparou com uma criança extremamente opositiva, desafiadora, que discute por qualquer coisa, que não assume seus erros ou responsabilidades por falhas e que costuma sempre se indispor com os demais de seu grupo ou de sua família de maneira a demonstrar que a cada situação será sempre difícil convencê-lo, mesmo que a lógica mostre que suas opções estão evidentemente equivocadas? Se você conhece uma criança assim, provavelmente ela tem Transtorno Opositivo-Desafiador.

Tal quadro leva a severas dificuldades de tempo e de avaliação para analisar regras e opiniões alheias e intolerância às frustrações, levando a reações agressivas, intempestivas, sem qualquer diplomacia ou controle emocional. Essas crianças costumam ser discriminadas, perdem oportunidades e desfazem círculos de amizades. Não raro, sofrem bullying e são retiradas de eventos sociais e de programações da escola por causa de seu comportamento difícil. Os pais evitam sair ou passear com elas e muitas vezes as deixam com parentes ou em casa. Entre os irmãos, são preteridos, mal falados e considerados como “ovelhas negras” tratados, assim, diferentes e mais criticados pelos pais.

🔴 Os sintomas do TOD podem aparecer em qualquer momento da vida, mas é mais comum entre os 6 e 12 anos
A associação com TDAH é frequente (50% dos casos), deve ser observada e investigada em todas estas crianças para que sejam tomadas as medidas necessárias, a fim de prevenir problemas de aprendizagem e baixo rendimento escolar. O ambiente doméstico costuma ser conturbado, com pais divergentes quanto ao modo de educar e conduzir o (a) filho (a) e de como estabelecer parâmetros, mas evidências mostram que existem fatores genéticos e neurofisiológicos predispondo o seu desenvolvimento.
O tratamento desta condição é multidisciplinar e depende de três eixos: medicação, psicoterapia comportamental e suporte escolar. A medicação auxilia em boa parte dos pacientes e melhora a auto-regulação de humor frente às frustrações; a psicoterapia deve centrar em mudanças comportamentais na família com medidas de manejo educacional (dar bons exemplos, dialogar com a criança, ter paciência ao falar, explicar o motivo das ordens dadas, etc.); e, em relação ao suporte escolar, deve-se oferecer apoio, reforço e abertura para um bom diálogo, pois esta abertura melhora o engajamento do aluno opositor às regras escolares e a se distanciar de maus elementos.

Agora, imagine entender profundamente como avaliar, identificar e auxiliar no tratamento multidisciplinar do TOD em casa e na Escola. Em um E-book + 4 video aulas o Dr. Clay Brites e Malu Rossi te ensinam tudo sobre TOD com fundamentação científica e de forma prática e simplificada.

Agora só falta você!!
Nós da equipe BEM ME QUER estamos prontos para te conhecer! Gostaríamos de colecionar histórias! ♥️
Até a próxima !!!

Como lidar com o TOD (Transtorno Opositivo Desafiador) - NeuroSaber Quem de nós nunca se deparou com uma criança extremamente opositiva, desafiadora, que discute por qualquer coisa? Se você conhece uma criança assim, provavel...

29/08/2019

Temos 8 razões incríveis para aprender Escrita Cursiva!!
E por isso o BEM ME QUER vai te deixar por dentro das 8 razões ! Vamos lá ?

Ela já foi a favorita entre os educadores, e não ensiná-la parecia tão inconcebível como não ensinar a somar ou subtrair. Hoje, porém, a escrita cursiva vem perdendo espaço – e, a julgar pelo destino que teve em países como Estados Unidos e Finlândia, a tendência é que deixe de ser ensinada em muitas escolas. Existem, porém, bons motivos para que o ensino da escrita cursiva não seja abandonado.

Em tempo:

Pesquisas comprovam os benefícios neurológicos e cognitivos da escrita manual na educação de crianças, quando comparada à digitação em um teclado. O debate se limita ao tipo de letra manual a ser ensinado – se de fôrma (letra bastão) ou cursiva, e se o ensino desta última ainda se justificaria, tendo em vista que exames como o Enem, dentre outros, já aceitam a escrita de fôrma.

O ensino da escrita cursiva não deve ser abandonado, porque:

1. A letra cursiva imprime maior velocidade à escrita, e por isso tende a ser a escolha dos escritores mais eficazes. As constantes paradas da letra de fôrma seriam responsáveis por torná-la mais lenta. Kate Gladstone, especialista no ensino de escrita na Albânia, estima que, enquanto um estudante é capaz de anotar 100 palavras legíveis por minuto para acompanhar uma aula típica de universidade, um aluno escrevendo com letra de fôrma consegue registrar apenas 30 palavras (Freedman, 2005).

2. Letras conectadas, pensamento conectado. A letra cursiva, ao conferir maior velocidade à escrita, favorece a concentração, o foco, e auxilia na produção de textos mais coesos. O College Board americano, responsável por produzir e administrar o exame SAT, declarou em 2013 que redações escritas com letra cursiva tendiam a obter notas maiores do que as escritas com letra bastão. Embora isso não signifique que uma pessoa que prefira a letra de fôrma não possa produzir textos coesos, a maior eficiência proporcionada pela letra cursiva é, sem dúvida, um ponto a seu favor.

3. O aprendizado da escrita cursiva desenvolve a disciplina e contribui para a auto-estima do estudante. O processo de dominar a escrita cursiva envolve imitação de modelos, repetição e persistência. A criança que, gradualmente, conquista a destreza necessária para dominar a escrita cursiva experimenta uma sensação de capacidade, de ter passado a um outro nível. Essa é uma constatação que dispensa pesquisas científicas: crianças com “letra bonita” tendem a se orgulhar dessa habilidade, o que tem um impacto positivo em sua auto-estima.

4. Melhora a coordenação motora fina. Este ponto é quase auto-evidente: o traçado da letra cursiva recruta habilidades sensoriais, noções de orientação espacial, ajuda a criança a “adestrar” a mão para a execução dos movimentos corretos etc. No curso “Ensine Seus Filhos a Ler – Pré-Alfabetização”, há um módulo com atividades visomotoras que precedem o traçado de letras e números. Nelas a criança é convidada a, primeiro, dominar o lápis e traçar retas na horizontal, na vertical e na diagonal, fazendo todos os traços que depois serão sintetizados a fim de formar as letras. A introdução da escrita de letras não deve ocorrer antes que a criança seja capaz de dominar esses traços, uma vez que as letras são sínteses de traços.

5. O aprendizado da escrita cursiva permite o acesso a textos produzidos em… letra cursiva. E aqui não estamos pensando apenas na leitura de receitas médicas. Muitos originais de documentos, manuscritos de obras literárias e cartas que compõem nosso acervo histórico-cultural foram escritos em letra cursiva. Não aprendê-la representaria um obstáculo à compreensão desses importantes documentos. Evidentemente, a perda de uma habilidade, dificultando o acesso a obras de cultura, não pode ser considerada um “avanço” da educação.

6. Para os disléxicos, a escrita cursiva é uma terapia. Em excelente artigo sobre o tema, o prof. Luiz Faria esclarece que “dislexia é um transtorno do desenvolvimento da aprendizagem que afeta a leitura, não uma doença”. A profilaxia (prevenção) desse transtorno passa por atividades que reforcem a consciência fonológica, e, como já mencionado no item 1, a escrita cursiva tem esse papel. Marilyn Zecher, lingüista do Centro de Educação para Disléxicos Atlantic Seaboard (Maryland, EUA), afirma que estudantes com dislexia apresentam dificuldade para ler porque seu cérebro associa sons e letras de modo ineficaz. A escrita cursiva pode ajudá-los no processo de decodificação, porque integra a coordenação óculo-manual, a coordenação motora fina e outras funções cerebrais e de memória. Os alunos de Marilyn confirmam que, depois que passaram a utilizar a escrita cursiva, suas dificuldades em leitura e escrita diminuíram.

7. A letra cursiva constitui um componente importante no desenvolvimento de uma escrita pessoal. Mesmo os defensores da extinção do ensino da letra cursiva admitem que os escritores mais hábeis se valem de uma escrita híbrida, em que algumas letras são unidas e outras são separadas. Ou seja, a cursiva é um componente no desenvolvimento de uma escrita pessoal. Eliminá-la seria empobrecer esse processo, limitando as ferramentas expressivas do indivíduo.

8. Melhora a retenção do conteúdo estudado. Um estudo conduzido pela pesquisadora Karin Harman James, da Universidade de Indiana, demonstrou que estudantes universitários que haviam copiado um parágrafo empregando letra cursiva conseguiam, uma semana depois, se lembrar melhor de seu conteúdo do que os alunos que haviam utilizado letra de fôrma ou o teclado de um computador. A pesquisadora afirma, entretanto, que mais estudos são necessários para demonstrar a superioridade da escrita cursiva neste quesito.

E aí?? O que achou ?? Nós a equipe BEM ME QUER está de portas abertas para te ouvir ! E para te abraçar !
Conte conosco ! ❤️

28/08/2019

Quando falamos de aprendizagem, é de extrema importância, pensarmos o desempenho escolar como extremamente relacionado com a vivência da criança, não podendo ser avaliado isoladamente, já que, devemos considerar o processo de desenvolvimento humano como biopsicossocial.
Na clínica, como psicopedagoga, busco identificar o que pode estar causando o bloqueio na aprendizagem da criança. E através do diagnóstico psicopedagógico, trabalhamos as áreas necessárias. Trabalhar com o desenvolvimento cognitivo e suas dificuldades foi um presente que a vida me deu! @ Grupo Up Educar

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em Sorocaba?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Entre em contato com a escola/colégio

Telefone

Endereço

Rua Antônio José Castronovo
Sorocaba, SP
18095-070

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00