Fonoaudióloga Regiane Rissato

Fonoaudióloga Regiane Rissato Fonoaudióloga pela PUCCAMP, Especialista em Motricidade Oral e Linguagem pelo CEFAC e em Neuropsicologia Aplicada á Neurologia Infantil pela UNICAMP.

14/08/2026

Seu filho começou a falar… mas será que ele já consegue se comunicar de forma funcional?

Falar palavras e formar frases é uma conquista muito importante, mas a comunicação vai além.

É conseguir pedir ajuda, contar o que aconteceu, expressar sentimentos, iniciar uma conversa e participar verdadeiramente das relações do dia a dia.

Por isso, o início da fala nem sempre significa que o objetivo da terapia foi alcançado.
Muitas vezes, essa é apenas uma nova etapa da intervenção: transformar palavras em uma comunicação espontânea, funcional e cheia de significado.

Vamos entender por que falar não é o mesmo que se comunicar e eu vou te guiar nesta jornada com sua criança 🩷

08/08/2026

E se, por alguns minutos, a gente tentasse olhar o mundo pelo olhar do outro? 💙

Pessoas autistas podem perceber, sentir e interpretar o mundo de uma maneira diferente da nossa. Podem notar detalhes que passam despercebidos para nós, se incomodar com aquilo que para nós parece pequeno e dar um enorme valor a coisas que talvez nem perceberíamos.

E isso não significa estar certo ou errado. Significa perceber o mundo de um jeito diferente.

Muitas vezes, um comportamento que interpretamos como “não querer”, “não colaborar”, “fazer de propósito” ou “ser difícil” pode estar relacionado à forma como aquela pessoa sente, compreende e responde ao que está acontecendo ao seu redor.

Por isso, antes de julgar um comportamento, precisamos tentar compreender o que existe por trás dele.

E talvez essa seja uma reflexão que o autismo nos ensine sobre todas as relações humanas: nenhuma pessoa enxerga o mundo exatamente como a outra.

Todos nós temos histórias, percepções, limites, necessidades e formas diferentes de sentir.

Empatia é justamente conseguir sair, por alguns instantes, do nosso próprio olhar para tentar compreender o olhar do outro.

Não para sentir igual.
Não para pensar igual.
Mas para respeitar aquilo que, para o outro, é real.

Quando fazemos isso, deixamos de usar as diferenças contra as pessoas e começamos a utilizá-las como caminho para compreender, acolher e verdadeiramente nos comunicar. 💙

Antes de perguntar “por que ele faz isso?”, talvez possamos perguntar: “como será que ele está percebendo isso?”

Mudar a pergunta pode mudar completamente o nosso olhar.

08/08/2026

E se, por alguns minutos, a gente tentasse olhar o mundo pelo olhar do outro? 💙

Pessoas autistas podem perceber, sentir e interpretar o mundo de uma maneira diferente da nossa. Podem notar detalhes que passam despercebidos para nós, se incomodar com aquilo que para nós parece pequeno e dar um enorme valor a coisas que talvez nem perceberíamos.

E isso não significa estar certo ou errado. Significa perceber o mundo de um jeito diferente.

Muitas vezes, um comportamento que interpretamos como “não querer”, “não colaborar”, “fazer de propósito” ou “ser difícil” pode estar relacionado à forma como aquela pessoa sente, compreende e responde ao que está acontecendo ao seu redor.

Por isso, antes de julgar um comportamento, precisamos tentar compreender o que existe por trás dele.

E talvez essa seja uma reflexão que o autismo nos ensine sobre todas as relações humanas: nenhuma pessoa enxerga o mundo exatamente como a outra.

Todos nós temos histórias, percepções, limites, necessidades e formas diferentes de sentir.

Empatia é justamente conseguir sair, por alguns instantes, do nosso próprio olhar para tentar compreender o olhar do outro.

Não para sentir igual.
Não para pensar igual.
Mas para respeitar aquilo que, para o outro, é real.

Quando fazemos isso, deixamos de usar as diferenças contra as pessoas e começamos a utilizá-las como caminho para compreender, acolher e verdadeiramente nos comunicar. 💙

Antes de perguntar “por que ele faz isso?”, talvez possamos perguntar: “como será que ele está percebendo isso?”

Mudar a pergunta pode mudar completamente o nosso olhar.

DesenvolvimentoInfantil

08/08/2026
07/08/2026

Nem todo mundo vê o que existe por trás de uma clínica pronta.

Existem noites sem dormir, decisões difíceis, medo, coragem… e um sonho construído com muito amor. 🤍

A CEI nasceu de uma necessidade real de crescer. O espaço já não comportava mais os pacientes, a equipe aumentava e, aos poucos, entendemos que era hora de construir um lugar que acolhesse mais pessoas e mais histórias.

Nada disso foi feito sozinho.

Teve o apoio da família, de amigos, de profissionais, parceiros e, principalmente, de cada paciente que confiou no nosso trabalho e fez parte dessa caminhada.

Hoje, ao olhar para trás, vejo que a CEI é muito mais do que uma clínica. É o resultado de sonhos, dedicação, coragem e de muitas pessoas que acreditaram junto conosco.

Minha gratidão a cada paciente, família, colaborador, parceiro e amigo que fez parte dessa história.

A CEI completa 5 anos. 🤍

E essa conquista pertence, um pouquinho, a cada pessoa que caminhou ao nosso lado até aqui. Que venham os próximos capítulos dessa linda história. ✨

05/08/2026

Há 5 anos, um sonho ganhava vida.

O que começou com o desejo de cuidar de crianças e acolher famílias hoje se tornou um lugar onde histórias são transformadas todos os dias.

A CEI nasceu do coração de quem acredita que cuidar vai muito além de um atendimento: é oferecer acolhimento, segurança, esperança e amor em cada detalhe.

Ao longo dessa caminhada, vimos pequenos grandes milagres acontecerem. Crianças evoluindo, famílias encontrando apoio e uma equipe que transforma esse propósito em missão diária.

Cada sorriso, cada conquista e cada abraço nos lembram o verdadeiro motivo de estarmos aqui.

Nossa gratidão a todas as famílias que confiaram em nós ao longo dessa trajetória. Vocês fazem parte da nossa história e são a razão pela qual seguimos em frente, com o mesmo carinho, dedicação e compromisso do primeiro dia.

✨ Que venham muitos outros anos de cuidado, transformação e esperança.

CEI | 5 anos
Cuidando, transformando, celebrando.

Regiane Rissato – CRFa 8627

Fonoaudióloga com mais de 26 anos de experiência clínica nas áreas de linguagem, aprendizagem e neurodesenvolvimento.

Possui especialização em Motricidade Oral e em Linguagem com ênfase em Educação pelo CEFAC, além de especialização em Neuropsicologia Aplicada à Neurologia Infantil pela UNICAMP.

Atuou por quatro anos no DISAPRE – Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, nas áreas clínica e de pesquisa, e foi professora dos cursos de pós-graduação do CEFAC – Saúde e Educação.

Possui formação oficial no Early Start Denver Model (ESDM), incluindo Workshop Avançado com a Prof.ª Sally Rogers, e formação oficial em PODD – Comunicação Aumentativa e Alternativa.

É fundadora e diretora técnica do Centro de Excelência Interdisciplinar (CEI) e coautora do livro “O Mundo das Palavras e dos Sons”, publicado pela Editora Pulso em parceria com o Prof. Dr. Jaime Zorzi.

15/07/2026

Antes de estimular qualquer palavra, eu observo as competências do desenvolvimento. Imitação, compreensão, atenção conjunta, br**cadeira simbólica e motricidade fina. A criança não vai falar se antes não construir essa base.

Com a Lolo, eu uso os interesses dela. Ela adora br**car de médico, então a gente br**ca de médico. E dentro dessa br**cadeira, crio situações que estimulam compreensão, imitação e articulação. Tudo com ela sorrindo e querendo estar ali.

Porque não adianta saber toda a técnica e não tornar a terapia divertida.

Hoje ela entra na sessão animada. E tanto eu quanto a família observamos: quanto mais ela compreende, mais ela fala.

É assim que a fala chega, quando a base está construída.

💾 Salva se você tem uma criança com atraso de fala.

📍 CEI | Centro de Excelência Interdisciplinar
📲 Regiane Rissatto | Fonoaudióloga Infantil | Autismo | TDAH
🔗 Link na bio para agendar a avaliação

14/07/2026

Colecionando memórias. 🤍
Como é bom estar com você e te ver sorrir.

Em meio à correria da vida, existem dias que lembram o que realmente importa: estar presente, rir juntas e guardar momentos que ficam para sempre no coração.

E esse dia também teve um pedacinho da Amanda. Mesmo não estando conosco, ela colaborou para que tudo isso acontecesse.
O amor também se faz presente assim. ✨

13/07/2026

Na primeira avaliação, a Bárbara estava no nível pré-silábico de alfabetização. Som e escrita viviam em mundos separados para ela.

Depois de duas, três sessões de intervenção em consciência fonológica, ela passou a pensar nos sons e a analisá-los auditiva mente e quando um criança começa a trabalhar com as informações que recebe ela passa a desenvolver cada dia mais sua memória de trabalho. Ela começou a perceber que aqueles sons eram representados por letras, na verdade descobriu que os “sons tem formas”.

E ela não parou por aí.

Pulou etapas. Foi direto para o silábico com valor sonoro e logo em seguida já apareceram sílabas inteiras, o que a coloca no silábico alfabético.

Ela vai transitar entre esses níveis dependendo da palavra. E está tudo bem. É exatamente assim que o processo acontece.

Isso não é só progresso clínico. É uma criança reconquistando a relação com as próprias palavras.

💾 Salva esse episódio. Esse processo todo está sendo documentado aqui.

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Terça-feira 07:00 - 19:00
Quarta-feira 07:00 - 19:00
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Sexta-feira 07:00 - 19:00
Sábado 08:00 - 12:30

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