07/05/2026
Eu amo a maternidade.
E talvez por isso essa conversa seja tão necessária.
Porque ainda tratamos algo tão signif**ativo como limite.
A maternidade segue sendo atravessada por expectativas, interpretações e decisões que nem sempre são explícitas — mas que impactam trajetórias.
De forma sutil.
Automática.
Estrutural.
Quando mulheres passam a ser percebidas como menos disponíveis, menos comprometidas ou com menor prioridade para crescimento, não estamos falando de decisões individuais.
Estamos falando de cultura organizacional.
E cultura se constrói (e se transforma) todos os dias — nas conversas, nas avaliações, nas oportunidades que são dadas ou retiradas.
Falar de igualdade de gênero no trabalho também é isso: revisar os critérios invisíveis que orientam nossas decisões.
Para que escolhas sejam, de fato, escolhas — e não respostas a um sistema que ainda seguimos reproduzindo.
E me conta:
o que ainda parece “normal” — mas já não deveria ser?
https://meinhardconnecting.com/maternidade-e-carreira-o-impacto-dos-vieses-inconscientes-no-trabalho-nas-decisoes-organizacionais/
Eu amo a maternidade — e é justamente por isso que não aceito que ela seja tratada como limite.