Aprovado na V Assembleia da Associação de Pesquisa Iyaleta, o Laboratório Justiça Reprodutiva e Saúde (Lab-ReproJuS) é coordenado pela pesquisadora sênior Emanuelle Góes (coordenação) com vice-coordenação da pesquisadora sênior Dandara Ramos e do pesquisador sênior Leonildo Silva, o Lab-ReproJuS realiza os projetos: Ilera Egbé Dudu – “Análise das desigualdades raciais e os impactos do racismo na saúde da população Negra: avanços e desafios das políticas de equidade no Brasil” (2026); e o Omobirin – “Violências, desigualdades e maternidades na infância e adolescência em Salvador: Panorama epidemiológico, perfis e estratégias de engajamento” (2025-2026), uma parceira multicentro com o Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) e Universidade de Glasgow (Reino Unido). Assim como o Estudo sobre Violência baseada em Gênero em contexto de mudanças climáticas e os eventos extremos.
O Lab-ReproJuS é uma unidade administrativa vinculada à Coordenação Científica da Associação de Pesquisa Iyaleta, e tem o propósito de produzir evidências a partir da perspectiva da justiça reprodutiva, uma estratégia forjada pelos movimentos de mulheres negras, latinas e asiáticas, sendo fundamentada na teoria interseccional com centralidade nos marcadores sociais de opressão (raça-gênero-geração-território).
Com isso, esse laboratório tem o objetivo de construir e realizar trocas de conhecimentos, produzir estudos e pesquisas e disseminá-los para ativistas, sociedade civil, pesquisadores, profissionais de saúde, e gestores públicos em direção ao enfrentamento ao racismo e suas manifestações e as injustiças sistemáticas e estruturais que atravessam as trajetórias se***is e reprodutivas das mulheres negras.
Para ler a nota completa sobre essa instância administrativa, acesse: bit.ly/Labs-Iyaleta
Iyaleta - Pesquisa, Ciências e Humanidades
Associação de Pesquisa responsável pelo Projeto Amazônia Legal Urbana: análises socioespaciais de mudanças climáticas nas cidades da Amazônia Legal
Vivemos num Mundo em transição das formas e estruturas do fazer, sentir, entender e reconhecer as humanidades. Um grande desafio para as sociedades do século XXI, instigadas a moverem-se no reconhecimento da Ciência Natureza-Humana-Natureza para cuidar das vidas em totalidade planetária. Somos Iyaleta um “Raio de Sol” ou uma “Carta para a Mãe Terra”, somos pesquisadoras e pesquisadores em compromi
27/05/2026
Desenvolvido pelo Laboratório de Justiça Reprodutiva e Saúde (Lab-ReproJuS) da Associação de Pesquisa Iyaleta, o projeto Ilera Egbé Dudu (Desigualdades raciais e os impactos do racismo na saúde da população negra: avanços e desafios das políticas de equidade no Brasil) busca investigar os impactos do racismo na saúde da população negra no Brasil, com foco na saúde sexual e reprodutiva das mulheres negras. Para isso, está organizado em três pilares: análise epidemiológica, mapeamento de políticas de equidade racial e revisão de literatura com foco no racismo e nos desfechos de saúde sexual e reprodutiva.
O projeto Ilera Egbe Dudu integra o STRIDE – “Transformação Estrutural contra o Racismo, a Desigualdade e a Discriminação: Cases em Saúde Global”, consórcio multicêntrico que reúne Brasil, Quênia, Nepal e Bolívia para identificar casos exemplares na redução de iniquidades em saúde relacionadas ao racismo e à desigualdade estrutural.
O webinário de lançamento reuniu a coordenadora científica do projeto, Andrêa Ferreira, a coordenadora do Lab-ReproJuS, Emanuelle Goés, a conselheira do CNS, Heliana Hemetério dos Santos; a diretora do ISC/UFBA, Profa Dra. Joilda Nery, e a Profa. Do isc/ufba e integrante da diretoria da Abrasco, a Dra. Dandara Ramos (ISC/UFBA). Leia mais na matéria [link nos stories]
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[English translation provided in the comments.]
“Se a gente não analisa essas informações, desagregadas por raça /cor, partimos da ideia que estamos avançando o rumo a redução desses indicadores de forma geral. Mas quando a desagregação ela ocorre, você observa as disparidades que existem nos indicadores de mortalidade materna, de mortalidade infantil e de sífilis gestacional comparando mulheres negras e mulheres brancas.”
Afirma a epidemiologista Andrêa Ferreira, vice-coordenadora do Laboratório de Estudos Territoriais, Desigualdades e Mudanças Climáticas (Lab-SulGlobal) e líder projeto de pesquisa Ilera Egbé Dudu no Brasil, que tem como instância realizadora o Laboratório de Justiça Reprodutiva e Saúde (Lab-ReproJuS) da Associação de Pesquisa Iyaleta. A pesquisa brasileira integra a iniciativa multicêntrico global “Transformação Estrutural contra o Racismo, a Desigualdade e a Discriminação: Cases em Saúde Global” (STRIDE), coordenada pelos Centros de Políticas e Políticas de Saúde Global da Universidade Georgetown (EUA).
Além do Brasil, estão sendo realizados projetos de pesquisa no Quênia, Nepal e Bolívia. O a pesquisa Ilera Egbé Dudu, foi lançada em 30/05, através do webinário transmitido no canal do Youtube da Associação de Pesquisa Iyaleta.
18/05/2026
Hoje, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18/05), data que foi instituída pela Lei Federal 9.970/00 e marca um esforço coletivo para conscientizar a sociedade sobre a importância de prevenir e denunciar casos de violência contra crianças e adolescentes a Associação de Pesquisa Iyaleta, rememora o lançamento do “Projeto de pesquisa Omobirin: Violências, desigualdades e maternidade na infância e adolescência em Salvador - Panorama epidemiológico, perfis e estratégias de engajamento”. O projeto é coordenado pelas Profª Drª Dandara Ramos, docente do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, Drª Emanuelle Góes e Drª Andrêa Ferreira, pesquisadoras sêniores da Associação de Pesquisa Iyaleta, assim como pela Profª Drª Ruth Dundas, da Universidade de Glasgow.
O projeto Omobirin tem realizado atividades para divulgação dos resultados parciais das pesquisas. A Sala de situação, evento ocorrido em dezembro de 2025 foi aberto ao público e voltado para pesquisadoras, jornalistas, gestores, movimentos sociais e agentes públicos, com espaço para perguntas e respostas da audiência.
Já a Oficina “Sistemas de Informação em Saúde e o enfrentamento da violência contra meninas e adolescentes” realizada de modo remoto, na última terça (12/05) foi promovida pelo Laboratório de Justiça Reprodutiva e Saúde (Lab-ReproJuS) da ICT em conjunto com o Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (ISC/UFBA).
O projeto Omobirin é uma realização do Laboratório de Justiça reprodutiva da Associação de Pesquisa Iyaleta, do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) e da Universidade de Glasgow (Reino Unido), com o financiamento da British Academy.
Para saber mais sobre o Projeto Omobirin, acesse nosso site: iyaleta.org
13/05/2026
Ocorreu no dia 09/05 no auditório do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da UFBA a V Assembleia Geral Ordinária da Associação de Pesquisa Iyaleta. Na ocasião, reuniram-se membros dos conselhos científico e fiscal, pesquisadoras e associadas, além da coordenação confluência para celebrar os avanços e conquistas da ICT e votar temas importantes.
A Assembléia desse ano foi encerrada com as seguintes aprovações:
1.Foram reeleitas as integrantes do Conselho Científico para o mandato 2026-2030: O Presidente Alcides dos Santos, a Secretária Luiza Cavalcante, e as demais Conselheiras Maria Inês Barbosa, Dr. Rafael Xucuru-Kariri e Tatiane Costa.
2.Diogo Sousa e Luciene Neves Lima foram reeleitas para o mandato de 2026-2030 do Conselho Fiscal.
3.A Nomeação da Coordenação Confluência para o mandato 2026-2030: Pesquisadoras Sênior: Emanuelle Freitas Goes, Andrêa Jacqueline Fortes Ferreira e Diosmar Marcelino de Santana Filho nomeadas para a Coordenação Científica; Associada Iyaleta: Rejane Glauce de Santana nomeada para a Coordenação Técnica; Pesquisadora Associada: Geórgia Santos Nunes nomeada para a Coordenação de Comunicação; Pesquisador Associado: Emerson Silva Serra nomeado para a Coordenação de Projetos.
4.O monitoramento do Planejamento Estratégico da Associação de Pesquisa Iyaleta - (2023-2026) foi aprovado.
5. Foram aprovados e criados institucionalmente os Laboratórios de Ciências, como unidades administrativas de pesquisa e acadêmica. São eles:
- Laboratório de Estudos Territoriais, Desigualdades e Mudanças
- Laboratório Justiça Reprodutiva e Saúde (Lab-ReproJuS)
- Laboratório Acadêmico, de Ensino e Extensão (Lab-Educação)
6.A aprovação do Plano de Comunicação Institucional da ICT - Associação de Pesquisa Iyaleta;
7.A aprovação das 03 novas Confluentes Associadas, para Pesquisadoras Associadas Jufânia Conceição, Pedro Vuvu Álvaro e Thiane Neves;
8.A Aprovação de Geórgia Santos Nunes e Paulo Vianna para Pesquisadoras associadas;
Para ler a matéria na íntegra, acesse nosso site: iyaleta.org
29/04/2026
Falta 1 dia!
No próximo dia 30/04, às 18:30h, no canal do Youtube de Iyaleta o Projeto Ilera Egbé Dudu será lançado publicamente através do webinário apresentado pela coordenadora científica de Iyaleta Dra. Andrêa Ferreira, além da moderação da pesquisadora sênior de Iyaleta Dra. Emanuelle Góes, coordenadora do Laboratório de Justiça Reprodutiva e saúde.
Os debates terão as contribuições de Heliana Hemetério dos Santos, representante do Conselho Nacional de Saúde; profa. Dra. Joilda Nery, diretora do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA); e profa. Dra. Dandara Ramos (ISC/UFBA).
O Projeto Ilera Egbé Dudu será desenvolvido no âmbito do Laboratório de Justiça Reprodutiva e Saúde, unidade da Associação de Pesquisa Iyaleta voltada para pesquisas e estudos interseccionais que têm como foco a saúde sexual e reprodutiva das mulheres negras.
Leia mais sobre o Projeto Ilera em nosso site: Iyaleta.org
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1 day to go!
On April 30 at 6:30 p.m., on Iyaleta’s YouTube channel, the Ilera Egbé Dudu Project will be publicly launched via a webinar presented by Iyaleta’s scientific coordinator, Dr. Andrêa Ferreira, and moderated by Iyaleta’s senior researcher, Dr. Emanuelle Góes, coordinator of the Reproductive Justice and Health Laboratory.
The discussions will feature contributions from Heliana Hemetério dos Santos, representative of the National Health Council; Prof. Dr. Joilda Nery, director of the Institute of Collective Health (ISC/UFBA); and Prof. Dr. Dandara Ramos (ISC/UFBA).
The Ilera Egbé Dudu Project will be carried out within the Reproductive Justice and Health Laboratory, a unit of the Iyaleta Research Association dedicated to intersectional research and studies focused on the sexual and reproductive health of Black women.
Read more about the Ilera Project on our website
healthinequalities Brazil STRIDE
29/04/2026
O projeto Omobirin realizará, no dia 05 de maio, às 18h30, a Oficina Omobirin - Sistemas de Informação em Saúde e o enfrentamento da violência contra meninas e adolescentes. O encontro tem como objetivo apresentar uma introdução ao histórico, metodologias e possibilidades de uso destes Sistemas como fontes de dados para a agenda de proteção de meninas e adolescentes.
A atividade será em formato remoto, e serão emitidos certificados com carga horária de 2h.🌿
Inscreva-se agora no link https://bit.ly/oficina-omobirin
O racismo estrutura a sociedade brasileira e impacta diretamente os contextos de vida e saúde da população negra, gerando desigualdades raciais profundas. Você já observou as disparidades que existem nos indicadores de mortalidade materna, mortalidade infantil e sífilis gestacional quando comparamos mulheres negras e mulheres brancas?
É para investigar essas questões que nasce o Projeto Ilera Egbé Dudu, do Laboratório de Justiça Reprodutiva e Saúde da Associação de Pesquisa Iyaleta. A iniciativa integra o consórcio internacional STRIDE (Transformação Estrutural contra o Racismo, a Desigualdade e a Discriminação), reunindo instituições do Brasil, Quênia, Nepal e Bolívia.
Para marcar o lançamento, a Iyaleta realiza webinário no dia 30 de abril, às 18h30, com pesquisadoras, Conselho Nacional de Saúde e especialistas do ISC/UFBA. O debate abordará os avanços e desafios da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.
🔗 Link na bio
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Racism permeates Brazilian society and directly impacts the living conditions and health of the Black population, creating deep racial inequalities. Have you noticed the disparities in maternal mortality, infant mortality, and gestational syphilis rates when comparing Black women and white women?
It is to investigate these issues that the Ilera Egbé Dudu Project was launched by the Reproductive Justice and Health Laboratory of the Iyaleta Research Association. The initiative is part of the international STRIDE consortium (Structural Transformation against Racism, Inequality, and Discrimination), bringing together institutions from Brazil, Kenya, Nepal, and Bolivia.
To mark the launch, Iyaleta is hosting a webinar on April 30 at 6:30 p.m. featuring researchers, the National Health Council, and experts from ISC/UFBA. The discussion will address the progress and challenges of the National Policy on Comprehensive Health Care for the Black Population.
🔗 Link in bio
desigualdadesemsaude
O Laboratório de Justiça Reprodutiva da Saúde da Associação de Pesquisa Iyaleta, convida a todas para o webinário de lançamento público do projeto de pesquisa Ilera Egbé Dudu que ocorrerá no dia 30/04, às 18:30h, no canal de Iyaleta no Youtube.
O Ilera Egbé Dudu integra o projeto “Transformação Estrutural contra o Racismo, a Desigualdade e a Discriminação: Cases em Saúde Global (Stride)”, sob coordenação da Universidade de Georgetown (Estados Unidos). Uma iniciativa multicêntrica e colaborativa, realizada por instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil de quatro países: Brasil, Quênia, Nepal e Bolívia.
A apresentação do projeto será conduzida pela coordenadora científica Dra. Andrêa Ferreira, com moderação da pesquisadora sênior Dra. Emanuelle Góes, coordenadora do Laboratório de Justiça Reprodutiva e Saúde. Para dialogar sobre o projeto teremos como convidada a conselheira Heliana Hemetério dos Santos do Conselho Nacional de Saúde (representante da sociedade civil); profa. Dra. Joilda Nery, diretora do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA); e profa. Dra. Dandara Ramos (ISC/UFBA).
🔗 Saiba mais sobre o projeto no nosso site. (Link na bio e nos stories)
saúde cidades indicadores
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iyaletaresearchassociation genderequity reproductivejustice research inequalities health cities indicators inequalities
O Laboratório de Justiça Reprodutiva da Saúde da Associação de Pesquisa Iyaleta, convida a todas para o webinário de lançamento público do projeto de pesquisa Ilera Egbé Dudu que ocorrerá no dia 30/04, às 18:30h, no canal de Iyaleta no Youtube.
O Ilera Egbé Dudu integra o projeto “Transformação Estrutural contra o Racismo, a Desigualdade e a Discriminação: Cases em Saúde Global (Stride)”, sob coordenação da Universidade de Georgetown (Estados Unidos). Uma iniciativa multicêntrica e colaborativa, realizada por instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil de quatro países: Brasil, Quênia, Nepal e Bolívia.
A apresentação do projeto será conduzida pela coordenadora científica Dra. Andrêa Ferreira, com moderação da pesquisadora sênior Dra. Emanuelle Góes, coordenadora do Laboratório de Justiça Reprodutiva e Saúde. Para dialogar sobre o projeto teremos como convidada a conselheira Heliana Hemetério dos Santos do Conselho Nacional de Saúde (representante da sociedade civil); profa. Dra. Joilda Nery, diretora do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA); e profa. Dra. Dandara Ramos (ISC/UFBA).
🔗 Saiba mais sobre o projeto no nosso site. [Link na bio e nos stories]
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