05/05/2025
O ciclo dos 3.0 começou — e não, esse não é um post de “30 aprendizados” nem de gratidão forçada.
A verdade é que o maior aprendizado desses anos todos é simples: a vida continua. E essa é a graça do hoje.
Desde os 18, quando perdi meus pais de uma vez só, venho aprendendo a me reinventar. Brinco que Deus me fez fênix — embora eu preferisse ser um Lulu da Pomerânia mimado.
Renasci tantas vezes que o sucesso, pra mim, não veio em cifras, mas na consciência de que SER é o que mais importa.
Quando olho pra trás, vejo que cada dor virou pilar, e cada pilar, ponte. E sigo atravessando, com fé, força e vulnerabilidade.
Não quero te dar lição de moral. Só te lembrar que o processo é a melhor parte.
Sim, o post ficou clichê. E eu também sou. Mas deixo registrado: a força que você precisa não está lá fora, tá aí dentro.
Só que eu gostaria de registrar, começando esse novo ciclo, que a força que precisamos não precisa ser alcançada lá fora, mas encontrada dentro de nós.
As vezes tudo parece muito nebuloso e confuso (principalmente se você for meio teimoso como eu) mas mudar o ponto de vista pode ser a melhor e mais estratégica solução. E isso se faz no ordinário.
Peço ao meu Sagrado nesse ciclo:
Me ajude a ser alguém com uma mente blindada e um coração amoroso.
Me faça forte para aguentar as pancadas, mas flexível para não me definir por elas.
Que eu valorize minha humanidade, com minhas alegrias e tristezas, mas também saiba sempre que sou parte de algo muito maior do que eu.
Que minha missão nessa terra se cumpra nos dias bons e que nos ruins eu saiba descansar para continuar inteira.
Que eu nunca seja apagada do presente por me preocupar demais com o futuro.
A vida continua. A vida presta. Há esperança sempre. E que eu nunca me esqueça disso!