22/09/2023
⚖️✅ Rosa Weber votou sim pela descriminalização do ab**to e trás o argumento da autodeterminação reprodutiva como central, a vida da mulher como soberana em detrimento da vida do feto e defende que a mulher que decide abortar merece o mesmo tratamento constitucional que aquela que decide gestar. Uma vez que o ab**to também faz parte da vida reprodutiva de mulheres e outras pessoas que gestam!
🌿💪🏾Seguimos atentas e na luta, pois a descriminalização institucional precisa de legitimidade social para não se tornar um instrumento sem efetividade nos territórios e na vida cotidiana.
🫰🏿🫰🏽🫰🏾 Nos queremos vivas, livres de violência obstétrica e de todas as violências! No dia 28 de setembro vem somar sua voz com a gente nas ruas e nas redes ‼️📣 Acompanha aqui os atos e atividades que vão rolar em todo país!
😉👊🏽 Ab**to é questão de saúde pública, Legalização já!
22/09/2023
🚨 Atenção companheiras, companheires e companheiros! 🚨
💪🏾 O dia 28 de setembro está chegando e estamos intensificando nossas ações de luta nas redes e nas ruas.
🌿 A Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e Pela Legalização do ab**to está articulada e durante todo esse mês estamos realizando agendas públicas de manifestação e defesa de nossas vidas. Legalização do ab**to já!
👀 Fiquem atentas e atentes!
📣 Precisamos de seu apoio para amplificar nossas vozes. Chega junto, cola no nosso perfil que em breve divulgaremos calendário de ações nos territórios.
✊🏾✊🏽✊🏼 Nenhuma mulher ou outra pessoa deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito ab**to!
04/12/2021
Diariamente somos impactadas (os) pelo desmonte de políticas públicas de inclusão social e ações afirmativas no Governo Bolsonaro. É revoltante o retrocesso nos direitos sociais que vivenciamos hoje, os efeitos deletérios do desemprego, do fim do Bolsa Família, da precarização dos SUS e da assistência social pelo teto dos gastos e desvio de recursos para outros fins, ataques ao ECA e às políticas de defesa das infâncias, adolescências e juventudes, corrupção no Ministério da Saúde na gestão das políticas da pandemia.
e fora a sua política de morte, responsável por milhares de vítimas, pelo adoecimento evitável de milhares de brasileiras(os), pela precarização de condições de trabalho, educação e saúde, pelo agravamento da crise ambiental, pela fome e misérias crescentes.
No dia 04 de dezembro vamos OCUPAR as redes sociais e as ruas do Brasil, levantaremos nossa voz coletivamente por igualdade e justiça, soberania dos povos, democracia e libertação das pessoas oprimidas e exploradas contra a injustiça e a violência, o capitalismo em sua cruel disposição de acumulação infinita, contra o racismo e o patriarcado.
!
03/12/2021
🎶 Vamo Derrubar o Governo🎵
🌿A Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Ab**to convoca à todas, todes e todos a participarem do Twittaço Para Derrubar Bolsonaro ✊🏿
👉🏾 Começamos às 19h do dia 03/12, 🚨contamos com todas, todes e todos para começarmos na mesma hora 🚨 e conseguirmos ir para os trend topics ⚡
🗓️ Dia: 03/12/2021
⌚ Hora: 19h
🐓Banco de Tweets: bit.ly/3G8t1C1 🐦
**to
01/12/2021
Decidir interromper uma gestação em razão de estupro é uma das possibilidades estabelecidas
legalmente desde 1940 pelo Código Penal brasileiro. No país, existem serviços de atendimento
às vítimas de violência sexual, instalados em unidades de saúde do SUS, com fim de garantir o
direito ao ab**to em caso de estupro.
Essa é a única alternativa para meninas e mulheres negras, periféricas, trabalhadoras que são
as usuárias do sistema de saúde pública. Elas têm ali o último recurso para interromper uma
gravidez não planejada, fruto de uma relação não consentida. Mesmo sendo legalmente
permitido, o processo tem sido cada vez mais burocratizado, em especial pelas ações deliberadas
do Governo Bolsonaro que tenta, de todas as maneiras, impedir o acesso ao ab**to. Forçar
vítimas de estupro a manter a gestação do estuprador sobre ameaças, terrorismo, ou oferecendo
apoio para adoção futura e falsas promessas de proteção social é, para nós, crime de
responsabilidade das autoridades públicas.
A recente publicação do CLADEM/Brasil identifica diversas vulnerabilidades dos serviços de
prevenção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual contra mulheres, adolescentes
e meninas, com destaque para os serviços de ab**to legal, no contexto da pandemia pelo novo
coronavírus (Covid-19), lançando luzes sob as violações de direitos e as barreiras impostas pelas
influências neoconservadoras que instrumentalizam o Estado, constitucionalmente laico. Forças
de ultradireita no poder sustentam, por ação ou omissão, pacto para destruir os serviços de ab**to
legal que atendem no SUS as mulheres e meninas vítimas de violência, com o objetivo de
criminalizar totalmente a prática do ab**to no Brasil!
A cada 20 minutos uma menina se torna mãe no Brasil. Fortalecer os serviços de acesso ao
ab**to é defender a vida de meninas e mulheres
**toLegalSeguroGratuito
29/11/2021
O racismo é estruturador do estado brasileiro. Não começou e não acabará com Bolsonaro, mas foi agravado por seu governo, que atacou as políticas de promoção da igualdade racial, e é responsável direto pelas mais de 600 mil vidas perdidas na Pandemia, maioria de vidas negras, pobres e periféricas. Sob a conivência governamental, o ódio e a violência das polícias contra a população cresceram ainda mais com a violência ra***ta da segurança privada de grupos empresariais, nacionais e internacionais, e com a violência voraz do empresariado rural sob territórios indígenas e quilombolas.
O governo que diz defender a vida é o mesmo que sucateia a saúde pública, promove o desmonte da atenção básica à saúde reprodutiva, não assegura as mínimas condições para que as mulheres das classes populares vivam a maternidade e ainda mata seus filhos, pela violência policial, pelo encarceramento em massa, pelo sucateamento da educação, pela insegurança alimentar e a fome. Enquanto promove práticas de controle de natalidade para as mulheres pretas e pobres do país, promove a tortura contra outras tantas mulheres, jovens e meninas que engravidam em decorrência de estupro, impedindo o direito ao ab**to legal. No parto e no ab**to, a violência obstétrica leva ao sofrimento, e à morte, centenas de jovens negras!
Quem é contra o ab**to e apoia a política de morte de Bolsonaro não é apenas hipócrita, mas também é ra***ta!
27/11/2021
🌿 A violência contra as mulheres é a ponta do iceberg de um conjunto de desproteção sociais, políticas, econômicas e culturais para as meninas e as mulheres (cisgêneras e transe***is), revelando a ineficiência dos aparatos públicos na defesa real à vida.
👉 Além disso, a violência contra mulher tem base material: é fruto das desigualdades entre as classes e os sexos que naturaliza tudo que remete o feminino ser inferior ao que for masculino, construindo, assim, uma sociedade (re)produtora de violência contra mulher.
🌐A Unicef e Fórum de Segurança Pública denunciam o aumento da violência sexual, estupros, entre meninas de até 14 anos desde o Golpe de 2016. Entre 2017 e 2020, o estudo registra 180 mil casos de estupros de meninas com até 14 anos, 45 mil por ano, 1 a cada 20 minutos. O governo Bolsonaro, os Ministérios da Mulher e da Saúde, sustentando sua política violenta, perpetram a tortura contra as mulheres, jovens e meninas que engravidam em decorrência de estupro, impedindo o livre exercício de direitos e o acesso aos serviços de atenção às vítimas de violência sexual. É uma violência perpetrada pelo Estado e pelo silenciamento dos governos, por agentes das forças militares e policiais e até por autoridades religiosas e médicas, dos quais se esperaria proteção e cuidado.
📚 Estudo da Rede Feminista de Saúde mapeou o perfil das meninas que se tornaram mães, reafirmando o dado repugnante de que a cada 20 minutos uma criança é mãe no Brasil, o que aponta para uma absurda realidade de estupro de vulneráveis. Esse absurdo ocorre com mais força nos estados do norte e nordeste, e atinge mais as meninas negras e com menor escolaridade. A violência agrava-se pela negação do direito ao ab**to, em especial ação deliberada do Governo Bolsonaro.
📊 Esses dados traduzem a realidade das pessoas com úteros, atravessadas pelo descaso do Estado, o ódio às mulheres, às meninas e às pessoas pretas que estão, expressivamente, na linha da pobreza e nas demais vulnerabilidades e riscos sociais.
**to
07/10/2021
O ato de são Paulo foi um ato simbólico que contou com a participação de cerca de 50 companheiras, em frente a prefeitura de São Paul. Fizemos denúncias de situações como a exigência de assinatura do marido para uso do DIU, denunciamos a tentativa do governo Bozo de fechar os serviços de ab**to legal, e tratamos da necessidade da legalização do ab**to no Brasil
07/10/2021
💃🏻 Mesmo respondendo a incessáveis ataques aos nossos direitos se***is e reprodutivos no legislativo municipal e estadual, estamos mobilizadas para construir o mundo que acreditamos.
🔥 A Frente Pernambuco Pela Legalização e Descriminalização do Ab**to esteve numa das principais Avenidas no centro do Recife para reforçar que estamos em luta até que nenhuma pessoa seja presa, humilhada ou maltratada por ter feito ab**to. 👯♀️Fizemos também uma ação de panfletagem em diálogo com as mulheres sobre os 28 motivos para legalizar o ab**to!
🎯 Fique ligade para nossas próximas ações e vem somar com a gente!
📷 Gilmara Santana e Rafaela Gomes
06/10/2021
No 28 de setembro de 2021 a Frente Rio contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Ab**to ocupou o Buraco do Lume com mulheres de vários coletivos, organizações, mandatas parlamentares, sindicalistas, partidos políticos e também universidades.
O ato contou com falas públicas, que chamaram a atenção para a onda feminista que tem enchido a América Latina de esperança, com as conquistas das nossas hermanas argentinas, mexicanas e chilenas. No entanto, chamamos também a atenção para a dificuldade da realidade local, quando estamos em luta para não retroceder em nossos direitos se***is e reprodutivos.
Nem presas, nem mortas. Queremos ab**to legal, seguro e gratuito, com justiça reprodutiva para todas.