Press Má Tayar
Assessoria de imprensa. Agência de notícias.
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Ainda na adolescência, Jhosi recebeu um diagnóstico que transformaria completamente sua trajetória: uma doença degenerativa na retina. Com o passar dos anos, a condição evoluiu e provocou a perda da visão.
O impacto foi profundo. Sonhos precisaram ser reconstruídos, medos tiveram de ser enfrentados e a rotina ganhou novos desafios. Mas, diante das dificuldades, Jhosi escolheu não desistir.
Com coragem e determinação, ela se reinventou. Aprendeu a enxergar a vida de outra forma e transformou a própria história em um exemplo de superação e resistência. Hoje, sua caminhada inspira outras pessoas a compreenderem que a deficiência não limita sonhos, capacidades ou a vontade de seguir em frente.
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O jornalismo passou por profundas transformações nas últimas décadas, acompanhando as mudanças tecnológicas e comportamentais da sociedade. Profissionais com mais de 35 anos de experiência - como eu - relatam uma trajetória marcada por adaptações constantes, transitando entre diferentes formatos e ferramentas de trabalho.
Se antes as máquinas de escrever e os primeiros computadores eram indispensáveis nas redações, hoje a inteligência artificial ocupa espaço crescente na produção de conteúdo. Paralelamente, veículos impressos, como jornais e revistas, tornaram-se cada vez mais raros, refletindo a migração do público para o ambiente digital.
A mudança é perceptível até mesmo em situações cotidianas. Em locais onde antes era comum encontrar revistas para leitura, como salas de espera, esses materiais praticamente desapareceram. Para muitos profissionais, essa transição desperta sentimentos de nostalgia. Ainda assim, prevalece a compreensão de que a comunicação é dinâmica e exige adaptação contínua diante das novas realidades
28/03/2026
E se o mundo como conhecemos já estivesse gritando por socorro?
Vivemos em um tempo em que guerras destroem vidas,
onde o desespero já não é exceção — é rotina.
Enquanto isso, doenças voltam,
o medo reaparece,
e até o ar parece carregar incerteza.
A fome cresce.
A intolerância se espalha.
O amor… parece diminuir.
A água, essencial à vida, se esgota.
Os recursos acabam.
E a pergunta ecoa, cada vez mais forte:
Quem ainda consegue sobreviver a tudo isso?
Como continuar…
quando tudo ao redor parece desmoronar?
E, no meio de tanto caos, surge a dúvida que silencia a alma:
Será que alguém ainda pode salvar este mundo?
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