Isabel Marcondes - Consultora de Escrita

Isabel Marcondes - Consultora de Escrita

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Apaixonada pelas palavras e pelo ensino da Língua Inglesa por saber que o mundo se torna um lugar mui

Mulher com pouco mais de 40 anos troca o exercício da advocacia pelo ensino
da Língua Inglesa em aulas particulares e da Língua Portuguesa através da
revisão de textos. Faz também traduções, revisão de applications para MBAs
e qualquer outro trabalho relacionado à palavra escrita em Português e à
Língua Inglesa que ajude a pagar o leitinho das crianças e a não depender
do maridão.

01/04/2025

Tenha carinho pela Língua Portuguesa!

06/02/2025

Falar Inglês não é mais opção. A não ser que você viva em Marte ou entubada num hospital.

será essa a música mais famosa do mundo? 🌎 aqui tá a história de como ela foi criada porque acho que vale o repost ✨🫰

#curiosidades #historia #fatoscuriosos #conhecimento #educacao #fatoshistóricos 25/11/2024

Por que estou postando isto (além da curiosidade do vídeo todo)?

Porque a Bertha Celeste é uma ancestral minha, prima do meu avô materno.

Ah! E a legenda está certa, tá? É MUITA FELICIDADE, e não no plural, como a maioria canta... Porque felicidade é um estado de espírito e não algo contabilizável... 😉

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08/11/2024

Será que é por ser a virginiana maníaca por revisão? 🤨

26/09/2024

A Esposa de Machado de Assis
A Portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novaes (1835-1904) foi esposa do escritor Brasileiro Machado de Assis de 1869 a 1904, ano da morte de Carolina.
Eles se conheceram por intermédio do irmão de Carolina, o poeta Faustino Xavier de Novaes, após ela se mudar de Portugal para o Rio de Janeiro, aos 32 anos, cinco a mais do que Machado. No período, era incomum uma mulher solteira com essa idade, mas a decisão, nesse caso, era da própria Carolina, a quem sobravam pretendes. A portuguesa é descrita por Miguel-Pereira como “mulher feita, inteligente, desembaraçada, senhora de si, habituada, na casa paterna, ao trato dos intelectuais”.
O namoro foi reprovado pela família de Carolina, pertencente à elite intelectual, enquanto Machado ainda não tinha grande reconhecimento social – na época, escrevia para jornais e trabalhava no Diário Oficial – e, mais importante, era mulato.
“Na hierarquia social, Carolina se uniu, por escolha própria, a alguém de nível abaixo. Ela foi determinante para que ele tivesse estabilidade emocional e também transitasse entre intelectuais”, diz Luís Augusto Fischer, professor de literatura brasileira da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, autor do livro Machado e Borges (Arquipélago).
Culta, os biógrafos escrevem que apresentou a Machado livros da literatura portuguesa e da literatura inglesa e outros clássicos, redefinindo o seu estilo literário para a maturidade. Além disso, teria revisado, retificado e passado a limpo seus textos, ajudando-o a escrever. Sua esposa torna-se sua enfermeira, quando necessário, pois Machado desde a infância sofria de epilepsia.
Sem filhos, o escritor passou os anos seguintes terrivelmente abatido pela morte da companheira. Em carta enviada ao historiador Joaquim Nabuco dois meses após a perda, temos um fragmento dos sentimentos de Machado por Carolina. “Foi-se a melhor parte da minha vida, e aqui estou só no mundo. Note que a solidão não me é enfado­nha, antes me é grata, porque é um modo de viver com ela, ouvi-la, assistir aos mil cuidados que essa companheira de 35 anos de casados tinha comigo; mas não há imaginação que não acorde, e a vigília aumenta a falta da pessoa amada. Éramos velhos, e eu contava morrer antes dela, o que seria um grande favor”, escreveu ele ao amigo.
Machado de Assis escreveu um soneto em homenagem à esposa, amplamente considerado a melhor peça de sua obra poética. Manuel Bandeira afirmaria, anos mais tarde, que é uma das peças mais comoventes da literatura brasileira. Chama-se "A Carolina":
Querida! Ao pé do leito derradeiro,
em que descansas desta longa vida,
aqui venho e virei, pobre querida,
trazer-te o coração de companheiro.
Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
que, a despeito de toda a humana lida,
fez a nossa existência apetecida
e num recanto pôs um mundo inteiro...
Trago-te flores - restos arrancados
da terra que nos viu passar unidos
e ora mortos nos deixa e separados;
que eu, se tenho, nos olhos mal feridos,
pensamentos de vida formulados,
são pensamentos idos.

24/09/2024

"Mim" não faz nada! O pronome "mim" não conjuga verbo, somente o "eu".

14/07/2024
03/05/2024

E viva a Língua Portuguesa!!!!

Meio-dia e meio ou meia? Meio-dia e pouco ou pouca? | Sobre Palavras 23/04/2024

Sempre bom aprender...

Meio-dia e meio ou meia? Meio-dia e pouco ou pouca? | Sobre Palavras Já fui tão corrigida por falar ‘meio-dia e meio’ (é meio-dia e MEIA, sua burra!) que finalmente aprendi que devia usar o feminino. Mas outro dia falei “meio dia e pouca” e voltaram a me corrigir! Afinal, quem está certo? Ou será que esse é um daqueles casos de ‘tanto faz como tanto f...

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