21/10/2025
Um missionário sonhou com um homem correndo,
e atrás dele, um tigre o perseguia.
O tigre era o símbolo do vazio da alma humana
da angústia, da culpa, do medo e da ansiedade que nos consomem.
Corremos, tentamos preencher o coração,
mas nada satisfaz a alma separada de Deus.
“Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.”
(Romanos 3:23)
À frente do homem, havia um precipício.
Lá embaixo, um crocodilo esperava
imagem do juízo e da morte.
Ele percebe que não há saída:
se parar, o vazio o alcança;
se cair, o juízo o consome.
Assim é o destino de quem vive longe de Deus.
“Está determinado que o homem morra uma só vez,
e depois disso vem o juízo.”
(Hebreus 9:27)
O homem se agarra a uma corda,
símbolo da vida que nos sustenta por um breve instante.
Mas dois ratos; um branco e um preto
roem lentamente a corda.
O tempo passa, o dia e a noite se alternam,
e a vida se desgasta.
Não há força humana capaz de deter o tempo.
“A vida é como a neblina,
que aparece por um pouco e logo se dissipa.”
(Tiago 4:14)
Quando tudo parece perdido,
uma cruz surge no horizonte
reluzente, firme, eterna.
É Cristo, o Filho de Deus,
que se entregou por nós para nos salvar
do vazio, do juízo e do tempo.
Quem se agarra a essa cruz, encontra vida,
e nunca mais cai no abismo.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira
que deu o Seu Filho unigênito,
para que todo o que n’Ele crê não pereça,
mas tenha a vida eterna.”
(João 3:16)
Todos nós corremos; do medo, do tempo, do juízo.
Mas há uma cruz no caminho.
E quem se agarra a ela, descobre que o amor de Deus é o único refúgio seguro.