Carol Namiuti Teacher

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01/06/2026

Listening e speaking são habilidades diferentes — e têm níveis diferentes.
Você pode entender bem e travar na fala. Ou falar com facilidade e perder o fio quando um nativo fala rápido.
Pra te ajudar a se localizar, deixei 3 textos sobre a Copa do Mundo — A2, B2 e C2.
Lê os três e me conta nos comentários: até onde você entendeu sem precisar reler ou traduzir?
Sem julgamento. Diagnóstico é ponto de partida, não nota.

NÍVEL A1 — Básico
“The World Cup is a big football competition.
Many countries play together.
It happens every four years.
The first World Cup was in 1930, in Uruguay.
Brazil has won the cup five times.”

NÍVEL B2 — Intermediário-avançado
“The FIFA World Cup is the most watched sporting event on the planet, drawing billions of viewers across every edition.
First held in Uruguay in 1930, the tournament has grown into a global phenomenon that shapes cultures, economies, and national identities.
Brazil remains the most successful nation in the competition’s history, having claimed the title five times across different eras of the game.”

The FIFA World Cup doesn’t just bring countries together — it stirs up deeply rooted rivalries, brings out national pride in ways that little else can, and occasionally turns complete underdogs into household names.
Host nations take on enormous pressure to pull off not just a tournament, but a statement. Infrastructure gets rushed through, budgets spiral out of control, and years later, people are still figuring out whether it actually paid off.
For players, making it to a World Cup can make or break a career. Some rise to the occasion. Others fall apart under the weight of expectation — and never quite live it down.

Até qual texto você chegou sem dificuldade?
Me conta nos comentários: A1, B2 ou C1.

28/05/2026

Tem dias que a motivação some.
E nesses dias a gente tende a achar que só vale a pena treinar quando está no pique, com tempo, com disposição.
Não é verdade.
Nos dias ruins, o treino certo é o menor possível — pequeno o suficiente pra você não ter desculpa pra não fazer.
Abre o WhatsApp. Grava um áudio pra você mesmo. Se apresenta em inglês.
Trinta segundos. Sem plateia. Sem pressão.
É assim que você descobre o seu vocabulário — não estudando sobre ele, mas usando, mesmo que imperfeito, mesmo que sozinha.

Gravou? Me manda no direct.
Quero ouvir sua apresentação.🎙️

27/05/2026

Ele não pensa duas vezes antes de correr.
Não tem medo de cair. Não calcula se vai errar. Só vai.
A gente aprende a falar a língua materna exatamente assim — sem filtro, sem julgamento, só vivendo.
Em algum momento do caminho, os adultos perdemos isso.
Passamos a ter medo de errar a palavra certa, a pronúncia certa, o tempo certo.
E aí a língua trava.
O meu trabalho é justamente esse: te ajudar a encontrar de volta aquele movimento natural. Aquele só vai.
Porque aprender inglês não precisa ser uma performance perfeita.
Precisa ser real. Precisa ser seu.
to learn can be fun 🌿

English version:

He doesn’t think twice before running.
No fear of falling. No second-guessing. He just goes.
That’s exactly how we all learned our first language — no filter, no judgment, just living it.
Somewhere along the way, adults lose that.
We start worrying about the right word, the right accent, the right moment.
And that’s when the language freezes up.
My job is to help you find that natural movement again.
That just go for it feeling.
Because learning English doesn’t have to be a perfect performance.
It just has to be real. It has to be yours.
to learn can be fun 🌿
Do you freeze up when it’s time to speak? Tell me in the comments.

Photos from Carol Namiuti Teacher's post 26/05/2026

Você talvez não trava porque é ruim em inglês.
Você trava porque nunca treinou para a situação real — aquela em que tem pressão, tem alguém te ouvindo, e tem algo em jogo.

É exatamente isso que a gente trabalha no meu intensivo Encontre Sua Voz!

No mês que vem eu vou trabalhar exatamente isso em três dias com um grupo pequeno.

Se você quer entender mais, me manda INTENSIVO. ✉️

Photos from Carol Namiuti Teacher's post 26/05/2026

Você não trava porque é ruim em inglês.
Você trava porque nunca treinou para a situação real — aquela em que tem pressão, tem alguém te ouvindo, e tem algo em jogo.

É exatamente isso que a gente trabalha no meu intensivo Encontre Sua Voz!

No mês que vem eu vou trabalhar exatamente isso em três dias com um grupo pequeno.

Se você quer entender mais, me manda INTENSIVO. ✉️

26/05/2026

Esse erro pode custar uma vaga.

Pretend ≠ pretender.
Pretend = fingir.

Na entrevista, use:
“I intend to do an excellent job.”

Salva esse vídeo antes da sua próxima entrevista. 🔖

E você, já falou isso? Me fala nos comentários. 👇

entrevistaeminglês

20/05/2026

Você já travou no meio de uma frase em inglês
e ficou em silêncio sem saber como continuar?

Essa frase te salva.

“What I’m trying to say is…”

Ela reinicia sua fala sem constrangimento —
e soa completamente natural, sem awkwardness nenhuma.

Salva esse vídeo. Você vai precisar. 🔖

fluenteeminglês comunicaçãoemingles profdeingles

18/05/2026

Não entendeu? Pergunta assim:

“So, What do you mean by that?”

Simples. Natural. Sem desconforto.

Me conta nos comentários onde você usaria. 👇

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18/05/2026

Sabe aquele momento em que você sabe
o que quer dizer mas precisa de um segundo?

Essa frase te ajuda a ganhar tempo.

“Let me think about that for a second.”

Simples. Natural. Eficaz.

Já precisou usar essa frase? Me conta nos comentários! 👇

Salva esse vídeo pra não esquecer. 🔖

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24/04/2026

Harvard destruiu o mito: adultos conseguem aprender outros idiomas sim.

Por décadas acreditamos que depois dos 7 anos “já era” pra aprender idioma. Mentira.

Steven Pinker (Harvard) + MIT + Boston College estudaram 670.000 pessoas do mundo todo e descobriram: nossa capacidade de aprender idiomas continua forte até quase os 18 anos e que depois disso são feitos novos caminhos neurais mas o cérebro precisa de maneiras diferentes para aprender.

Isso significa que se você tem 25, 35, 45 anos... sim, você ainda consegue aprender inglês bem. Só precisa do método certo para adultos.

A diferença: criança absorve no automático. Adulto precisa de estratégia, contexto e relevância.

Para de se sabotar achando que “não tem mais idade”. Ciência está do nosso lado.

PS: É exatamente por isso que trabalho especificamente com adultos. Seu cérebro não está “velho demais” — só precisa de abordagem diferente da de criança.

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