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Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP)

19/08/2022

Estudo realizado por William Eid Junior, coordenador do FGVcef da , mostra que de abril a junho, tiveram aumento de 0,47% nas avaliações positivas dos , enquanto plataformas registraram queda de 1,12%. Leia: https://bit.ly/blogimpacto271

14/02/2022

Webinar | Investimentos ASG: Por que considerar a sustentabilidade na composição de seu portfólio?

Dia 23/02 acontecerá o painel que tem por objetivo discutir como os investimentos ASG contribuem para sua carteira de investimentos. O webinar faz parte do Projeto de Difusão da Indústria de Fundos de Investimentos, realizado pelo Centro de Estudos em Finanças - FGVcef e patrocinado pela Bb Dtvm . As inscrições são gratuitas e o evento será transmitido pelo canal do YouTube da FGV. Participe!

👉 https://evento.fgv.br/investimentosasg/

14/02/2022

Reportagem para a Revista Claudia falando sobre como o dólar impacta a nossa vida (e o seu custo, principalmente!). Link para a reportagem no story.

24/01/2022

Segundo dados do Banco Central do Brasil , o investimento financeiro brasileiro no exterior superou os US$ 18 bilhões (R$ 100 bilhões) entre janeiro e novembro do ano passado, alta de 76% em relação a igual período de 2020 e recorde da série histórica iniciada em 1995.

Conforme Claudia Yoshinaga, coordenadora do Centro de Estudos em Finanças - FGVcef, isso se deve à maior facilidade atual para investir em produtos internacionais e à forte alta recente do dólar em relação ao real, que leva investidores a buscarem a segurança de ter parte do seu dinheiro fora dos riscos da economia brasileira. "Esse tipo de investimento se popularizou de alguma maneira, saiu daquele cliente 'private' com milhões de reais. Mas ainda não é um produto que qualquer brasileiro tem, estamos falando das camadas mais ricas, de um segmento de varejo de alta renda", diz a professora.

"É um público que tem o dólar como uma moeda importante no seu dia a dia, em viagens de férias ou hábitos de consumo atrelados ao dólar, como itens de luxo e vinhos. Então, para essas pessoas, ter uma parte do seu investimento em moeda forte ajuda, como uma forma de diversif**ar e de se proteger de altas de preços", observa a especialista em finanças.

"São pessoas que em sua maioria não perderam renda na pandemia e reduziram suas despesas, porque gastam muito com restaurantes, entretenimento e viagens de férias no exterior. Com o distanciamento, essas pessoas conseguiram guardar mais dinheiro.

Para Yoshinaga, apesar de a alta do dólar deixar os investimentos no exterior mais caros e a alta de juros no Brasil tornar os investimentos locais mais atrativos, a volatilidade do ano eleitoral deve continuar estimulando brasileiros a buscar investimentos no exterior, como uma forma de diminuir sua dependência do que acontece na economia nacional.

Confira a reportagem completa em: https://bit.ly/dicadeleiturafgv7

**ancas

29/12/2021

Não deixe de conferir a entrevista com a professora Claudia Yoshinaga , coordenadora do FGVcef e especialista em finanças comportamentais, em que ela dá dicas sobre como resistir aos impulsos por gastos com a retomada da vida social para Marília Almeida da Revista Exame.
https://bit.ly/dicadeleiturafgv

Photos 13/12/2021

É hoje!
Vamos conversar sobre as tendências em investimentos para o próximo ano, no webinar “Perspectivas de Investimento para 2022 - As classes de ativos em destaque”, às 19h. O webinar faz parte do Projeto de Difusão da Indústria de Fundos de Investimentos, realizado pelo Centro de Estudos em Finanças (FGVcef) e patrocinado pela BB DTVM. As inscrições são gratuitas e o evento será transmitido pelo canal do YouTube da FGV.
Inscreva-se!

Vamos conversar sobre as tendências em investimentos para o próximo ano? Este webinar faz parte do Projeto de Difusão da Indústria de Fundos de Investimentos e é realizado pelo Centro de Estudos em Finanças (FGVcef) e patrocinado pela BB DTVM. Saiba mais e inscreva-se: https://bddy.me/31BR4Li.

24/11/2021

O Centro de Estudos em Finanças (FGVcef) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizou um webinar online e gratuito sobre " Vieses comportamentais e decisões de investimento: a gestão em fundos como aliada do investidor”, com a participação de Eduardo Villela, executivo de Captação e Investimentos do BB; e Isaac Marcovistz, head de Produtos, Comunicação e Marketing da BB DTVM. A moderação ficou por conta de Claudia Yoshinaga e William Eid, coordenadores do FGVcef.

O objetivo foi discutir como os vieses dos investidores impactam a decisão de investimento das pessoas. Além de descrever alguns dos principais vieses e de que modo eles afetam os investimentos, veremos como os fundos de investimentos podem funcionar de forma a contribuir para decisões mais racionais.

Confira!
https://www.youtube.com/watch?v=1Ejo02_c-ek

Pé no acelerador ou no freio? Como f**am meus investimentos com ciclo mais forte de alta dos juros? - 6 Minutos 04/11/2021

PÉ NO ACELERADOR OU NO FREIO? COMO FICAM MEUS INVESTIMENTOS COM CICLO MAIS FORTE DE ALTA DOS JUROS?

Para William Eid, do Centro de Estudos em Finanças da FGV, uma boa oportunidade nesse momento de alta de juros são os títulos prefixados. Nesse tipo de produto, o investidor fixa logo no momento da contratação o retorno nominal previsto no vencimento do título. Mesmo que a Selic suba ou desça no período, essa alíquota não mudará.

“Os juros reais da renda fixa foram praticamente nulos neste ano. Mas agora, só no Tesouro Direto prefixado, você já pode encontrar títulos com retorno nominal de 10%, 11%”, diz Eid.

Confira!
https://6minutos.uol.com.br/minhas-financas/pe-no-acelerador-ou-no-freio-como-f**am-meus-investimentos-com-ciclo-mais-forte-de-alta-dos-juros/

Pé no acelerador ou no freio? Como f**am meus investimentos com ciclo mais forte de alta dos juros? - 6 Minutos O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu elevar a taxa básica de juros para 7,75% nesta quarta-feira....

O Brasil pode enfrentar estagflação? 04/11/2021

O BRASIL PODE ENFRENTAR ESTAGFLAÇÃO?
A escalada da inflação e o baixo crescimento da economia já impactam o seu dia a dia; saiba como proteger seu patrimônio agora.
Com a inflação subindo e o ritmo da economia desacelerando, o termo estagflação começou a ganhar espaço nas manchetes. Um cenário de preços altos enquanto a atividade econômica derrapa impacta todos os brasileiros. Diante disso, é preciso f**ar atento. Você está preparado, caso a estagflação de fato se instale no Brasil?

“A expectativa é que com os altos índices de vacinação haja uma retomada da economia”, diz Claudia Yoshinaga, economista e professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Para os especialistas, é hora de focar na reserva de emergência. “Nunca falamos tanto sobre a reserva de emergência. Ter um fôlego de caixa de alta liquidez para necessidades emergenciais é um primeiro passo (do planejamento na crise)”, explica Claudia Yoshinaga. A professora da FGV e coordenadora do FGVcef defende que é hora de pensar em esticar a reserva de emergência. A recomendação de ter em caixa de três a seis meses dos gastos fixos é trocada por seis a um ano em tempos de crise na opinião da economista.
Veja mais em:
https://inteligenciafinanceira.com.br/aprenda/planejar/o-brasil-pode-enfrentar-estagflacao-veja-como-se-planejar-na-crise/

O Brasil pode enfrentar estagflação? Enquanto alguns especialistas já falam em estagflação, o planejamento das famílias se torna mais defensivo para atravessar o momento de aperto financeiro

Reserva de emergência é uma garantia para os tempos de turbulência 26/10/2021

RESERVA DE EMERGÊNCIA É UMA GARANTIA PARA OS TEMPOS DE TURBULÊNCIA
Fundo é diferente da poupança que é feita para trocar de carro, comprar uma casa ou planejar as férias.
Fizemos uma pesquisa pelo FGVcef sobre o impacto da covid-19 nas finanças dos brasileiros. Os dados apontam que aproximadamente 60% das pessoas resgataram seus investimentos para cobrir despesas neste período em que houve queda de renda. Estes números só reforçam a importância de se fortalecer um colchão de investimentos, a reserva de emergência, para conseguir navegar com um pouco mais de tranquilidade por tempos turbulentos.

Leia mais em
https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/reserva-de-emergencia-e-uma-garantia-para-os-tempos-de-turbulencia,569a81c110f781a9cc167a200eab61d3z86lvae3.html

Reserva de emergência é uma garantia para os tempos de turbulência Fundo é diferente da poupança que é feita para trocar de carro, comprar uma casa ou planejar as férias

Descrédito: o que pensa o mercado sobre a debandada na Economia - Mercado - Estadão E-Investidor - As principais notícias do mercado financeiro 26/10/2021

DESCRÉDITO: O QUE PENSA O MERCADO SOBRE A DEBANDADA NA ECONOMIA
O abandono dos secretários acontece por conta do furo no teto de gastos, que deve contar com o apoio de Guedes.
Na visão dos especialistas ouvidos pelo E-Investidor, a instabilidade política se torna cada vez mais inerente à bolsa. “A incerteza sobre o Brasil aumentou brutalmente”, diz William Eid, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV. “Isso também afasta os investidores estrangeiros, que gostam de algum risco, mas não de total incerteza. A bolsa brasileira teve um respiro de otimismo nos últimos meses, mas isso vai se reverter.”
Veja o que pensa o mercado sobre a implosão da equipe econômica de Guedes:
https://einvestidor.estadao.com.br/mercado/debandada-ministerio-economia-efeito-ibovespa/

Descrédito: o que pensa o mercado sobre a debandada na Economia - Mercado - Estadão E-Investidor - As principais notícias do mercado financeiro (Jenne Andrade, Luiz Felipe Simões, Rebeca Soares e Elaine Ortiz) – Em clima de derrota, os principais técnicos da equipe econômica de Paulo Guedes pediram exoneração do cargo na noite da última quinta-feira (21), logo

Inflação de setembro teve alta de 1,16%, maior aumento para o mês desde 1994. E você com isso? 26/10/2021

INFLAÇÃO DE SETEMBRO TEVE ALTA DE 1,16%, MAIOR AUMENTO PARA O MÊS DESDE 1994. E VOCÊ COM ISSO?

Ela atinge diretamente seu salário e investimentos. Mas há maneiras de pelo menos suavizar esse impacto.
Existem alguns instrumentos que protegem o dinheiro da inflação. Ou seja: o dinheiro não vai perder valor e, se retirado no vencimento da aplicação, ainda pode render além do IPCA.

Neste caso, Claudia Yoshinaga, coordenadora do Centro de Estudos em Finanças da FGV EAESP, indica o investimento nos títulos do tesouro atrelados ao IPCA. “Os investidores têm rendimento acima inflação e rentabilidade além do IPCA”, explica a professora.

Saiba mais em
https://inteligenciafinanceira.com.br/aprenda/a-inflacao-esta-subindo-e-eu-com-isso/

Inflação de setembro teve alta de 1,16%, maior aumento para o mês desde 1994. E você com isso? Com os preços disparando e a renda estagnada, f**a difícil fazer o dinheiro render; veja algumas opções de investimentos que te protegem da inflação

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