Página de divulgação do Centro de Estudos de Cultura da Guiné (2020). Em 2020 lançou seu primeiro disco "Youlassama" com ritmos tradicionais guineenses.
Página de divulgação do Centro de Estudos de Cultura da Guiné, um espaço criado em 2017, no bairro da Liberdade (SP), Rua dos Estudantes, 279, para difundir a cultura guineense no Brasil. O Centro foi fundado em 2016 por ABOUBACAR SIDIBÉ, guineense cuja paixão desde cedo pela cultura tradicional da Guiné o incentivou a se capacitar para coreografar, dançar, tocar instrumentos percussivos, cantar,
contar histórias, compor música e escrever poesias. Aos 10 anos de idade,
Aboubacar Sidibé começa a dançar profissionalmente com um grupo tradicional em sua cidade natal, Kamsar, na província de Boké. Seu interesse pela dança se intensifica e em 2002, aos 20 anos de idade, imigra para a capital, Conacri, onde continua seus estudos de dança e percussão tradicional da Guiné nos grupos África Sabougnouman Keita e Fareta. Seus mestres foram N´Nasady Keita e Mamadou Keita e Youssouf Koumbassa e, juntamente com o ballet Bagatai, participou de numerosos festivais na capital guineana, representando a comuna de Ratouma, sede do Ballet. Em São Paulo dá aulas de dança e percussão para adultos e crianças e se apresenta com o grupo que fundou, o Fareta Sidebé, onde atua como diretor artístico e coordenador. Viaja ao seu país, Guiné Conacri, regularmente para dar aulas de dança no ballet Bagatai e aperfeiçoar-se em percussão com seu mestre, N’Nasady Keita. Após sua chegada ao Brasil, registra-se como bailarino profissional junto ao Ministério do Trabalho (DRT). Em 2015, iniciou o “Contos Dançados da Guiné”, um projeto que une dança, música e contação de histórias. Atualmente está em andamento o projeto Souris Souris, apresentado em diversas escolas da rede de ensino de São Paulo com várias edições realizadas nos espaços do SESC-SP. Abou Sidibé fundou e dirige o Centro de Estudos da Cultura da Guiné, desde fevereiro de 2017, espaço onde são realizadas diversas atividades de difusão da cultura guineense e africanas, como cursos de percussão e dança, palestras, exibição de filmes, concertos de música e festas da comunidade africana. Além disto, o centro acolhe 11 imigrantes de diferentes nacionalidades, principalmente africanos. Em 2018 foi rodado no centro cultural o documentário "Liberdade" que tem como protagonistas Abou e os próprios moradores do centro. O filme participou de numerosos festivais em todo o país e no exterior. https://www.facebook.com/Centro-de-Estudos-de-Cultura-da-Guin%C3%A9-142206813298964/