05/08/2025
Olá, famílias queridas da nossa comunidade Ohana,
Hoje viemos aqui com o coração apertado, mas também cheio de gratidão, para compartilhar uma decisão importante: chegou o momento de encerrar as atividades da Ohana no Facebook.
Essa decisão foi construída com muito cuidado, escuta e reflexão. Ao longo dos anos, vivemos momentos potentes, trocamos experiências profundas, nos apoiamos em lutos e renascimentos, celebramos conquistas — individuais e coletivas. Mas, como em qualquer ciclo da vida, percebemos que este espaço foi se transformando, assim como nós também mudamos.
O tempo, que antes nos permitia nutrir aquela rede com a presença diária, foi sendo tomado por outras demandas, pessoais e profissionais. Aos poucos, a comunidade foi se tornando mais silenciosa, e sentimos que a troca, que sempre foi o fio condutor da Ohana, já não se fazia tão presente por aqui.
Encerrar não significa esquecer. Muito pelo contrário: é honrar tudo o que vivemos juntas.
Foram oito anos de um trabalho feito com amor, seriedade e compromisso com a transformação da parentalidade. Levamos conosco as sementes que plantamos e, com elas, nasce uma nova fase.
A Ohana segue viva, mas com novo nome e novo formato. A partir de agora, continuamos nossa missão através do Instagram e do T!kT0k, com o nome Iandé Parentalidade — um espaço onde seguiremos compartilhando conteúdos informativos, acolhedores, provocativos e transformadores, como sempre foi nossa essência.
Nosso muito obrigada a cada família que fez parte dessa história, que construiu, cuidou, escreveu com a gente essa trajetória tão bonita. Vocês deixaram um legado que seguirá reverberando por muitas famílias, crianças e adolescentes.
Com carinho, amor e respeito, nos despedimos deste nome, daquele espaço, mas não umas das outras.
Seguimos em movimento. E, como uma árvore que muda suas folhas, espalhamos nossas sementes para seguir florescendo por aí. 🌿
Com afeto,
Equipe da Comunidade Ohana
Agora, Iandé Parentalidade
01/01/2025
Fim de ano, final de ciclos, o tempo e os recomeços
Corre daqui, corre pra lá.
- Não, filho. Agora não posso.
Vivemos aceleradas. Mas a criança nos desacelera.
A gente faz o roteiro, mas ela não sabe dele. Para pra fazer xixi, quer comer, pede aquele brinquedo que esqueceu no carro, não quer mais andar.
A gente tem pressa pra chegar e a criança nem sabe.
-Vamos, filho! Temos que ir!
Entre cansaço, trabalho, noites mal dormidas, pia cheia, cesto de roupas sujas que só cresce, consultas ao pediatra, os dias passam e a gente nem vê.
Mas a criança…ah! A criança com aqueles passinhos de quem tem sede de viver, dedos que tudo tocam, olhos que não perdem nada, são capazes de parar o tempo.
É inevitável: O relógio nos consome, você piscou e o ano passa.
Nosso desejo é que 2025 seja vivido no tempo da criança, mas no seu tempo de mulher também. Capaz de viver os detalhes, sem aquela urgência pra acabar.
Que saibamos aproveitar o que tiver e respeitar nossos desejos de ficar e de ir.
Que você comece sua jornada, seja ela qual for. Que recalcule a rota e também permita os recomeços.
Que o tempo corra, já que ele é implacável. Mas que seus sonhos não escapem pelas suas mãos.
Feliz 2025, Ohanas!
10/09/2024
Falar de Setembro Amarelo é bem fácil… Vocês conhecem alguém que tem feito algo diferente para mudar a realidade das mães e crianças e brasileiras?
11/08/2024
Nós desejamos que mais pais façam parte da educação e da jornada de crescimento e desenvolvimento dos seus filhos. Feliz dia dos pais! 🩵🩷
05/08/2024
Pra quem você dá a medalha de ouro? 🥇
26/07/2024
Acompanhe esse carrossel com essas dicas incríveis do que fazer nessa última semana de férias!
Tem mais alguma dica?
Compartilha com a gente!
24/04/2024
Ansiedade da Separação - um guia para toda família!
Conteúdo desenvolvido pela nossa psicóloga incrível .psi.adri !
Marque aquela @ que precisa muito dessas dicas e ajude essa informação se espalhar por aí. 🩷
22/04/2024
Quem nunca perdeu o sono quando o(a) filho(a) ficou doente? Quem nunca derramou lágrimas ao ver o sofrimento do(a) pequeno(a)? Quem nunca desejou que a doença fosse com você? Esses sentimentos são universais, independente do diagnóstico. Angústia, ansiedade, medo, apreensão, insônia, tristeza, frustração, desamparo, impotência e esperança são algumas das emoções que nos envolvem nesse turbilhão.
E então, como um tsunami, chega o autojulgamento: “Não estou fazendo o suficiente”. Ficamos nos culpando, como se fosse possível prever ou resolver tudo. Quando achamos que estamos prestes a respirar, uma nova onda nos arrasta ainda mais fundo. Você se sente assim?
Se sim, quero te convidar a respirar comigo, sem pensar em seus pulmões de início. Comece permitindo-se chorar, espernear, ou até mesmo ficar em silêncio. Respeite suas necessidades e escute seu coração. Pronto? Agora, inspire pelo nariz e expire pela boca. Diga a si mesmo(a) que, por mais caótico que pareça agora, as coisas vão se ajeitar. Repita, mesmo que mentalmente, que você não precisa carregar tudo sozinho(a). Aceite ajuda, conforto e orientação, seja dos outros ou de si mesmo(a).
Lembre-se do que é fundamental: nosso amor e apoio são a âncora que nossas crianças mais precisam. E para fornecer esse suporte, não se esqueça de cuidar de si também. Como dizem nas instruções de segurança: “Em caso de emergência, coloque a máscara de oxigênio em você primeiro”.
E, é claro, lembre-se de que a Ohana estará sempre ao seu lado. Somos uma rede de apoio preparada e disposta a ajudar você a enfrentar as tempestades mais difíceis.
Silvia Song - mãe de 2 pitocos, jornalista e consultora de sono e rotina
17/04/2024
💰Salário Maternidade!
Vocês devem ter visto essa semana nas redes sociais de várias famosas e até mesmo de líderes religiosos sobre uma certa empresa que “consegue” o salário maternidade para mães que ainda não conseguiram o benefício.
⚠️Isso não passa de picaretagem, que tira da mulher 30% de um salário que ela tem direito gratuitamente.⚠️
🟢Este pedido é realizado totalmente pela internet, você não precisa ir ao INSS e é Gratuito!🟢
👉🏻Para mais informações ou dúvidas sobre este serviço, ligue para a Central de Atendimento do INSS pelo telefone 135.
O serviço está disponível de segunda a sábado das 7h às 22h (horário de Brasília).
❗️Dá uma olhadinha no carrossel para se informar mais! E ajude na divulgação desse material para que mais pessoas tenham acesso a esse benefício de maneira justa. ❗️
11/03/2024
AUTISTA?
Sim, eu sei que o corpo estremece, as pernas desobedecem e... ok, a música é velha, mas respira!
Quando um filho recebe o diagnóstico de autismo, o choque é esperado.
E é normal ficarmos num looping de negação e desespero, esmiuçando os detalhes todos - será que foi aquele remédio na gestação? Não é possível, meu filho não!
Quando engravidamos, fazemos planos. Imaginamos a criança falando mamãe, os parques em que irá brincar, as festas de aniversário, a faculdade, o casamento.
Idealizamos uma vida completa e feliz para o bebê que ainda nem nasceu.
Mas esquecemos que uma vida completa e feliz pode ter várias versões - inclusive uma versão autista.
Ser autista é uma forma de existir que apresenta alguns desafios extras, em especial, pelo nosso mundo capacitista.
Então acolha seus sentimentos, mas lembre-se que seu filho não é um laudo, mas um ser humano.
Esqueça tudo o que pensa que sabe sobre o autismo. Prepare-se para conhecer seu filho, um autista como nenhum outro no mundo.
Não é mágico, não é angelical. É humano e pode ser muito difícil. Mas é possível oferecer suporte para que esta criança se desenvolva, sonhe e seja feliz.
Conheça todas as limitações, mas foque nas possibilidades.
Talvez você não ouça o tão sonhado “mamãe” e sinto muito por isso. Busque apoio para você também!
Nenhum filho é como sonhamos. Porque o que sonhamos é só nosso.
Mas nossos filhos são reais e terão seus próprios sonhos! Precisamos ajustar a rota e aprender a comemorar cada pequena vitória.
A vida não acaba com o diagnóstico. Ela começa ali, pois é aonde encontramos um norte para seguirmos ofertando apoio, suporte e, sobretudo, amor.
Abrace a realidade, sem romantizar, mas com esperança.
Autistas existem e isso faz parte da diversidade humana.
Por Déa Aguiar -