06/09/2026
O que sabemos sobre dança e saúde mental no contexto da neurociência?
Estudos mostram (referências no fim do post) que a prática da dança está associada a mudanças nas redes envolvidas em movimento, percepção, memória, emoção, atenção e integração sensorial. Essa atuação em diferentes níveis pode explicar o sucesso de intervenções em dança no contexto da saúde mental.
A experiência da dança pode ser profundamente enriquecedora quando envolve prazer, autonomia, pertencimento, exploração subjetiva e segurança. Por outro lado, ambientes marcados por pressão excessiva, comparação constante, cobrança estética e competitividade podem aumentar estresse, ansiedade e sofrimento, afetando justamente os sistemas emocionais e fisiológicos que também participam da aprendizagem, da performance e do potencial terapêutico da dança.
Vale lembrar que o contexto de grupo é um aspecto importantíssimo aqui. Estar com o outro é fundamental para a dança, e não só pra ela.
Se você quiser aprender mais sobre esse e outros temas ligados ao encontro entre Dança e Neurociência, venha estudar comigo.
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Referências:
Foster Vander Elst, O. et al. (2023). The Neuroscience of Dance: A Conceptual Framework and Systematic Review. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, 150, 105197.
Kiefer, A. W. et al. (2013). Dance and the brain: a review. Annals of the New York Academy of Sciences.
Bläsing, B. et al. (2012). Neurocognitive control in dance perception and performance. Acta Psychologica.