Encruza Esta página destina-se a todo público que deseja estudar a Umbanda, desde suas origens históricas até sua popularização nos dias atuais.

Nesta sexta-feira, a Encruza abre seus caminhos para receber Exu e Pomba Gira, os Povos da Rua.São aqueles que caminham ...
02/10/2026

Nesta sexta-feira, a Encruza abre seus caminhos para receber Exu e Pomba Gira, os Povos da Rua.

São aqueles que caminham onde as fronteiras se encontram. Que conhecem os caminhos, as esquinas, as encruzilhadas e tudo aquilo que tentaram colocar para fora dos lugares considerados aceitáveis.

Pomba Gira nos lembra que uma mulher não nasceu para caber em santas ou pecadoras, em silêncio ou obediência. Ela é mulher inteira: deseja, escolhe, fala, ri, enfrenta e existe.

Exu nos ensina movimento. É comunicação, caminho, encontro e possibilidade. É também memória e resistência. Aquele que nos lembra que não precisamos baixar a cabeça diante das violências, das injustiças e dos medos que tentam nos aprisionar.

Talvez seja por isso que os Povos da Rua incomodem tanto.

Porque eles nos convidam a questionar aquilo que aprendemos como verdade. A romper com moralismos que foram utilizados para controlar corpos, desejos e modos de existir. A olhar para nossas próprias amarras e decidir quais delas já não queremos carregar.

Nesta gira, a Encruza é lugar de encontro, escuta e movimento.

🕯️ EXU & POMBA GIRA
📅 Sexta-feira, 02/10
⏰ 19h30 — senhas a partir das 18h
🍽️ Cantina aberta a partir das 18h
📍 Rua Antônio Feliciano de Barros, 37 — Jd. Rafael, Caçapava/SP

E se você chegou até aqui, talvez seja justamente porque está disposto a ouvir coisas que não estava esperando.

A Encruza está de portas abertas.

🖤🧡 Venha fazer parte dessa encruza.

Tem dias em que a gente não precisa crescer.Precisa voltar a ser criança. 🩷🩵Na Festa de Erês, a infância encontra caminh...
25/09/2026

Tem dias em que a gente não precisa crescer.
Precisa voltar a ser criança. 🩷🩵

Na Festa de Erês, a infância encontra caminho de volta.

Erê nos lembra que existe uma infância que foi roubada pela adultização precoce, pela dureza da vida e pelas exigências de um sistema que tantas vezes obriga crianças — especialmente crianças pretas — a crescer antes da hora.

Por isso, celebrar Erê também é reivindicar o direito de brincar, sorrir, correr, imaginar e simplesmente existir com leveza.

E se tem uma coisa que marca esse dia, é a alegria.

Aquele feitiço bonito que nasce do encontro e se espalha sem pedir licença.
Feitiço feito de amor.
De doçura.
De delicadeza.
De abraço.
De brincadeira.
De gente reunida para celebrar a vida.

Porque talvez seja isso que Erê nos ensina: que a alegria também pode ser resistência e que cuidar da infância é cuidar do futuro.

Dia 26/09, a Encruza se enche de cores, doces, brincadeiras e encantamento.

Venha celebrar com a gente a Festa de Erês. 🧁🧸✨

📍 Rua Antônio Feliciano de Barros, 37 — Caçapava
🗓️ Sábado, 26/09
⏰ A partir das 10h30

Aceitamos doações de doces, brinquedos ou PIX.

Que nunca nos falte espaço para brincar, amar e encontrar o outro.
Que nunca nos roubem a infância.🩷🩵

21/09/2026
Nesta gira, saudamos Caboclos e Boiadeiros — povos que, embora ocupem lugares distintos em nossa tradição, se encontram ...
16/09/2026

Nesta gira, saudamos Caboclos e Boiadeiros — povos que, embora ocupem lugares distintos em nossa tradição, se encontram em uma mesma encruza: a luta pela terra, pelo território e pela existência.

Caboclos são aqueles que carregam a memória dos povos originários, donos das terras antes que a colonização transformasse território em propriedade, expulsão e violência.

E é curioso como a história insiste em se repetir: ontem, colonizadores tomavam terras em nome da conquista; hoje, os grileiros chegam com seus papéis, cercas e documentos inventados — quase como se a colonização tivesse apenas atualizado o figurino.

Do outro lado do sertão, estão os boiadeiros e sertanejos, povos muitas vezes colocados à margem, que fizeram do sertão morada, trabalho, pertencimento e modo de vida. Gente que aprendeu a reconhecer-se na terra e a construir existência onde tantos outros só enxergavam distância e abandono.

É nesse ponto que esses povos se encontram: na disputa pelo direito de existir e de permanecer no território que reconhecem como seu.

E talvez seja justamente por isso que o terreiro seja tão importante.

Porque terreiro também é território.
É lugar de memória.
É lugar de encontro.
É lugar de resistência.

Quando nos reunimos para cantar, tocar nossos tambores e saudar nossos ancestrais, também estamos mantendo vivo um espaço onde nossas histórias podem existir sem pedir licença.

Caboclos e Boiadeiros chegam para nos lembrar que território não é apenas chão. É memória, pertencimento, luta e existência.

Nesta sexta, a encruza é nossa.
E a luta também. 🧡

Saravá comunidade!Nosso comunicado de gira saiu com um errinho de digitação, mas está confirmado, A GIRA É HOJE!!!!Portõ...
11/09/2026

Saravá comunidade!

Nosso comunicado de gira saiu com um errinho de digitação, mas está confirmado, A GIRA É HOJE!!!!

Portões abertos a partir das 18h para te receber!

10/09/2026

A festa mais a esperado do ano está chegando!

Nossas crianças e adolescentes já estão preparando uma festa cheia de alegria, brincadeira, doces e axé. Mas, para que esse evento seja construído da forma que eles merecem, precisamos da nossa comunidade celebrando junto conosco.

Estamos recebendo doações de:

🍭 Doces para a festa
🎈 Bexigas
🧵 Retalhos de tecidos

Cada gesto de carinho ajuda a construir esse momento.

Porque no Terreiro Encruza, festa também é cuidado. É comunidade. É criança podendo ser criança, cercada de afeto, ancestralidade e alegria.

Quem puder somar, venha com a gente.
Axé se faz junto. ✨

📍 Para entregar as doações, entre em contato com o Terreiro Encruza.

Exu, Pomba Gira e Malandro são conhecidos por povos da rua. São também expressão da resistência à ordem, às regras e às ...
09/09/2026

Exu, Pomba Gira e Malandro são conhecidos por povos da rua. São também expressão da resistência à ordem, às regras e às limitações impostas por uma sociedade que historicamente decidiu quem poderia ocupar os espaços, circular pela cidade e viver com liberdade.

Por muito tempo — e ainda hoje — mulheres, trabalhadores, pessoas negras e pobres tiveram seus corpos marcados pela exclusão. Houve lugares onde não podiam entrar, ruas onde não eram bem-vindos, espaços onde sua presença era considerada uma ameaça. A perseguição, a criminalização e a violência fizeram parte da história daqueles que ousaram ocupar a cidade para além dos lugares que lhes foram determinados.

É nesse sentido que Exu, Pomba Gira e Malandro carregam uma força tão profunda: representam aqueles que atravessam fronteiras, desafiam limites e não aceitam que a sociedade determine onde seus corpos, suas vozes e suas alegrias podem existir.

E o terreiro é território de liberdade.

Aqui, o encontro ancestral e comunitário reconstrói aquilo que tantas vezes nos foi negado. Aqui, corpos historicamente perseguidos se encontram, celebram, cantam, dançam, rezam e afirmam aquilo que nunca deveria ter sido proibido: o direito à vida, à alegria, à presença e ao encontro.

Nesta gira, saudamos os Povos da Rua.

Porque ocupar também é resistir.
Encontrar também é resistir.
Viver com alegria também é resistir.

Laroyê! 🖤❤️🔥

Neste domingo, o Encruza se reúne para festejar Ọbalúwayé, aquele que conhece as dores do corpo, os caminhos da cura e a...
29/08/2026

Neste domingo, o Encruza se reúne para festejar Ọbalúwayé, aquele que conhece as dores do corpo, os caminhos da cura e a força de transformar aquilo que pesa em possibilidade de renascimento.

É dia de chegar, celebrar, receber o banho de pipoca, cuidar do corpo, buscar limpeza espiritual e, sobretudo, estar junto.

Porque para a cultura negra, estar junto nunca foi apenas estar junto. Nossos encontros guardam memória, fortalecem vínculos, preservam saberes e fazem do coletivo uma forma de resistência.

E que melhor lugar para passar o domingo do que junto da família que escolhemos ser a nossa?

Venha celebrar Ọbalúwayé com a gente.
Venha cuidar, cantar, dançar, partilhar e fortalecer a nossa comunidade.

Domingo, 30/08 • Portões abertos às 11h30
📍 Rua Antônio Feliciano de Barros, 37 — Jd. Rafael, Caçapava/SP

Confirme presença na enquete abaixo!

Endereço

São José Dos Campos, SP

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