Comunidades Vivas

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Comunidades Vivas tem a missão de dar voz aos cidadãos e promover cidades resilientes, que valorizem a saúde e o bem-estar das pessoas, através da co-criação de conhecimento, estratégias e soluções com o mapeamento participativo.

02/06/2025

Ultima semana para inscricoes no curso introdutório "Mapeamento participativo para projetos sociais, ambientais e urbanos".

Este curso é para graduandos, pós-graduandos, pós-doutorandos, pesquisadores, professores e profissionais da área de planejamento e gestão ambiental, social e urbana, que queiram aprender como aplicar o mapeamento participativo em seus projetos, com o objetivo de aprofundar o conhecimento territorial, engajar atores sociais e assim, trazer melhorias e impactos, inclusive em políticas públicas para as comunidades, bairros, cidades e o meio ambiente da área do projeto. O mapeamento participativo é um poderoso método de engajamento e participação social, que pode ter um grande impacto nos projetos e nos seus desdobramentos. O curso acontecerá nos dias 9, 16 e 23 de junho, das 19:30 às 22:00, online, pela plataforma Zoom.

O que você vai aprender neste curso:

Conceitos básicos do método de mapeamento participativo;

Ferramentas principais utilizadas para o engajamento comunitário;

Softwares geoprocessamento e plataformas online de mapeamento participativo;

Como iniciar o processo de mapeamento e quais dados coletar;

Como iniciar a construção do seu banco de dados e como inserir nele os seus dados participativos;

O que fazer após o mapeamento participativo, produtos que podem ser gerados e impacto;

Roteiro passo a passo de aplicação do mapeamento participativo, para finalizar o curso com o seu projeto individual de mapeamento participativo prontinho para ser iniciado.

As inscrições são solidárias, ou seja, você pode trazer um convidado para participar do curso gratuitamente.

* Com certificado

** As aulas serão gravadas e disponibilizadas por ate 60 dias apos o termino do curso.

Inscricoes e informacoes: https://www.sympla.com.br/evento-online/mapeamento-participativo-para-projetos-sociais-ambientais-e-urbanos/2952828

25/11/2024

Nesta quarta-feira farei uma palestra na FEM DES network, um Hub de conhecimento para o planejamento e design urbano com foco nas necessidades e demandas das mulheres nas cidades. Vou falar sobre como o mapeamento participativo pode ajudar a engajar mulheres, através de várias ferramentas e possibilidades, e coletar suas percepções sobre o ambiente urbano e também suas propostas para melhorias. E claro, como isso pode fazer a diferença na vida de todos. Nossas cidades são sistemas pensados por grupos sociais específicos, que, na maioria das vezes, não considera os interesses e as necessidades dos grupos mais vulneráveis. As mulheres tem necessidades específicas e diferenciadas, com relação à segurança, ao acesso aos serviços como educação e saúde, ao deslocamento/mobilidade, e outros elementos. Porém, estas necessidades e demandas específicas raramente são vistas, e portanto, não são consideradas nos planejamentos. O mapeamento participativo pode ajudar, tanto no engajamento como na elaboração de produtos de impacto que darão mais visibilidade a estas necessidades.

https://www.linkedin.com/events/fem-des-talks-womenaroundthewor7265279378803073024/comments/

07/06/2024

Estou na cidade de Victoria há 9 meses, e ainda me surpreendo pelo quanto a cidade valoriza o meio ambiente, a biodiversidade, os espaços públicos e a vida comunitária. No geral, os habitantes tem o costume de fazer atividades ao ar livre, e as escolas mantém diversos horários por dia para as crianças ficarem no parque ou em contato com a natureza. A gestão urbana também aborda o tema da importância do meio ambiente para uma cidade mais saudável e sustentável, e o que eu observo é uma sociedade que vive mais em harmonia com a biodiversidade, os ecossistemas, etc.

Assim, na Semana Mundial do Meio Ambiente e também na Semana do Brincar (que foi de 25 de maio a 2 de junho), é importante relembrar o papel fundamental da preservação do nosso meio ambiente, especialmente nas cidades: preservar as áreas verdes, demandar mais áreas verdes para a prefeitura, respeito à biodiversidade local, cuidado com os resíduos sólidos e a poluição, entre várias outras recomendações. E principalmente, com os impactos das mudanças climáticas cada vez mais severos, como já observamos, vale lembrar que todos nós seremos afetados por eles em algum momento. Então, o preparo e a educação ambiental são vitais. Uma gestão urbana que valoriza a vida torna sua cidade mais resiliente.

Foto: Carolina Carvalho

10/04/2024

Para que um curso de métodos participativos?
Quando elaboramos ou implementamos um projeto social ou ambiental hoje, seja no território urbano ou rural, é preciso considerar as vidas das pessoas que moram ali. Quando são realizados projetos sem consultar essas pessoas, tais projetos podem ser irrelevantes, ineficientes ou até mesmo prejudicar a vida delas, criando mais problemas locais. Desta forma, os métodos participativos são instrumentos que permitem que facilitadores, pesquisadores e/ou gestores consigam criar relações com os cidadãos, vínculos de confiança e através de tais instrumentos, consigam também coletar informações territoriais sociais e ambientais relevantes para a devida elaboração e implementação do projeto.

No dia 23 de abril, ministrarei o curso "Métodos participativos para projetos socioambientais", online, com carga horária de 8 horas. Neste curso, você vai aprender:

• O básico das principais abordagens participativas
• Principais ferramentas da abordagem de mapeamento participativo e sua integração com as outras abordagens participativas: painel integrado, photovoice, jornal comunitário, grupos focais, entrevistas semi-estruturadas, etc.
• Como planejar e desenvolver estas dinâmicas.
• Estudos de caso: exemplos práticos de aplicação do mapeamento participativo e outras abordagens.
• Visão geral de organização de dados do projeto, com dados secundários e dados participativos, e como conduzir a análise de dados participativos coletados, usando o mapeamento participativo e plataformas de geoprocessamento como apoio, além de outros métodos de análise.
• Geração de produtos de impacto com a comunidade e possíveis desdobramentos dos projetos.

Saiba mais sobre este curso aqui: https://bit.ly/mpsocioamb

**VAGAS SOLIDÁRIAS: Você se inscreve e convida alguém para fazer o curso com você.

*** As aulas serão gravadas e disponibilizadas por 30 dias após o término do curso.

05/04/2024

Durante o evento "Make our waste visible and knowledge mobilization", desenvolvido pela equipe do CBRL (Community Based Research Laboratory) aqui da UVic, eu ministrei um workshop de mapeamento participativo, com o objetivo de mapear, de acordo com a perspectiva dos participantes, como está a gestão dos resíduos sólidos dentro e nos arredores da Universidade, na cidade de Victoria e também na província da Colúmbia Britânica.
O objetivo maior foi mapear os gargalos e buscar alternativas de melhorias. A orientação dada aos participantes foi mapear os principais locais de aquisição de alimentos, eletrônicos e plásticos e também locais de descarte, e assim, discutir em grupos, quais são os principais problemas e quais seriam as possíveis soluções. Algumas idéias foram:
- Proibir os copos de café descartáveis de utilização única
- Reduzir os resíduos alimentares
- Integrar os recicladores informais / reciclagem

Proporcionar mais:
- Oportunidades para reparar objetos, minimizando o descarte
- Informação e educação sobre consumo / resíduos / eliminação

Criar mais:
- Lojas zero resíduos
- Instalações de reciclagem perto dos centros das cidades e acessíveis por transportes públicos

Decisões tomadas em conjunto com as pessoas são mais eficientes para a governança urbana. No meu próximo curso de métodos participativos, discutirei abordagens para engajamento cidadão que podem potencializar impactos sociais e ambientais positivos no território.

Mais informações sobre o curso aqui: https://bit.ly/mpsocioamb

Fotografia: Carolina Carvalho

15/02/2024

Nossas cidades são sistemas complexos interligados, onde cada elemento depende de outro para funcionar de forma adequada, e o planejamento urbano é o que dita a configuração deste sistema. Mas como um planejamento urbano pode conter diretrizes que realmente sejam eficientes para o funcionamento das nossas cidades? Apenas com informações precisas sobre os desafios enfrentados, como por exemplo, qual é o desafio e onde se localiza, quem sofre com ele, e em qual intensidade, é possível ter um embasamento robusto para construir um plano adequado.

Ontem ministrei uma palestra, "From inequality to livable communities: engaging citizens with participatory mapping towards better cities", no Centre for Global Studies, aqui da UVic, e falei da importância de contarmos com a participação das pessoas no processo de conhecer a fundo o território urbano, através de diversas ferramentas e abordagens. E para que este conhecimento seja realmente aprofundado, é preciso ter acurácia, e isto depende do método que escolhemos. Engajar pessoas com métodos participativos adequados é uma etapa extremamente importante de um planejamento urbano mais justo. Em breve mais um curso de métodos participativos.

Assine a Newsletter Comunidades Vivas e receba atualizações sobre os proximos cursos: www.comunidadesvivas.com.br

Photos from Comunidades Vivas's post 16/01/2024

Eu idealizei Comunidades Vivas como um hub de conhecimento sobre a aplicação do mapeamento participativo (associado com outros métodos participativos) em projetos sociais, ambientais e urbanos, com o maior objetivo de envolver as pessoas e alcançar mais impacto socioambiental no território. Veja neste post as principais atividades que desenvolvo, como cursos, publicações, orientações, e outros.
www.comunidadesvivas.com.br

Se desejar saber mais sobre alguma delas, me escreva um email: [email protected]

Te aguardo!

19/11/2023

Últimos dias para inscrição no próximo curso de mapeamento participativo e cartografia social, que será nos dias 21, 28 de novembro e 5 e 12 de dezembro, das 17h às 19h, online. Neste curso, serão aprofundados os conceitos de cartografia social e mapeamento participativo, além de mostrar exemplos de aplicações, geração de produtos e impacto social e ambiental. Este curso é para graduandos, pós-graduandos, pós-doutorandos, pesquisadores, professores e profissionais da área de planejamento e gestão ambiental, social e urbana, que queiram aprender a aplicar ferramentas de cartografia social e mapeamento participativo em seus projetos, com o objetivo de aprofundar o conhecimento territorial, engajar atores sociais e assim, trazer melhorias e impactos positivos, inclusive em políticas públicas, para as comunidades, bairros, cidades e o meio ambiente da área do projeto. A cartografia social e o mapeamento participativo possuem ferramentas poderosas de engajamento e participação social, que podem ter um grande impacto nos projetos em si e também nos seus desdobramentos futuros.

O que você vai aprender neste curso:

Conceitos básicos do método de cartografia social e mapeamento participativo;
Ferramentas principais utilizadas para o engajamento comunitário;
Softwares abertos de geoprocessamento e plataformas online de mapeamento participativo;
Como iniciar o processo de mapeamento e quais dados coletar;
Como iniciar a construção do seu banco de dados e como inserir nele os seus dados participativos;
O que fazer após o mapeamento participativo, produtos que podem ser gerados e impacto;
Roteiro passo a passo de aplicação do mapeamento participativo, para finalizar o curso com o seu projeto individual de mapeamento participativo prontinho para ser iniciado.

Mais informações aqui: https://www.sympla.com.br/evento-online/aplicando-a-cartografia-social-e-o-mapeamento-participativo-em-projetos/2222991

O curso tem certificado e as vagas são solidárias, ou seja, você convida alguém para fazer o curso gratuitamente. Vamos?

08/11/2023

Hoje, 8 de novembro, é o Dia Mundial do Urbanismo. Uma data para reforçar a importância do desenvolvimento urbano com foco no bem estar das pessoas, na saúde e na sustentabilidade. E também nas oportunidades que temos nas cidades, oportunidades de transformar problemas em soluções permanentes. Já visitei diversas cidades no mundo e no Brasil, e também diversos bairros, com os mais variados problemas e demandas, mas o maior desafio é uma gestão urbana descentralizada e na qual os cidadãos façam parte. O saber popular pode dar maior robustez às soluções já existentes para os desafios que nossas cidades enfrentam, e vai além disso, orientando a gestão urbana a atuar nos locais exatos onde estão os principais problemas e gargalos.

O mapeamento participativo e a cartografia social são ferramentas que podem promover suporte no engajamento social para um urbanismo mais saudável. falarei mais sobre estas ferramentas no curso "Aplicando a cartografia social e o mapeamento participativo em projetos", que será nos dias 21, 28 de novembro e 5 e 12 de dezembro, das 17h às 19h, online. Neste curso, serão aprofundados os conceitos de cartografia social e mapeamento participativo, além de mostrar exemplos de aplicações, geração de produtos e impacto social e ambiental nas cidades.

Mais informações aqui: bit.ly/cart_proj

O curso tem certificado e as vagas são solidárias, ou seja, você se inscreve e convida alguém para fazer o curso gratuitamente. Te aguardo lá!

Foto:Carolina Carvalho

Photos from Comunidades Vivas's post 06/11/2023

A conexão entre a gestão urbana, as pessoas, e o ambiente é essencial para que nossas cidades sejam ambientes melhores e mais saudáveis. Já estou no meu segundo mês na cidade de Victoria, Canadá, e observo por aqui uma vida comunitária mais intensa, uma busca pelo bem estar e pela saúde, tanto da parte dos cidadãos como dos gestores também. Um dos vários exemplos que observei por aqui é este parque, desenvolvido em uma área previamente contaminada. Ao longo de sua implementação, foram realizadas consultas públicas com os cidadãos (você pode checar aqui https://engage.victoria.ca/peter-pollen-waterfront-park), o que permitiu saber mais sobre os principais frequentadores do parque, e o que realmente importa para eles. Foco na biodiversidade, lazer, atividade física e interação/inclusão social são algumas das premissas no desenvolvimento do plano do parque. Outros estudos estruturais também fizeram parte do planejamento, para assegurar que o projeto não trouxesse qualquer impacto negativo para a região e fosse bem aceito pelos cidadãos locais.

Assim, por este exemplo podemos perceber o quanto é importante que a gestão urbana tenha uma mínima interação com os cidadãos, de modo a conseguir capturar de alguma forma suas percepções e necessidades, e assim, incluí-las no desenvolvimento local.

Falarei mais sobre como fazer isso no próximo curso de mapeamento participativo, em novembro/dezembro 2023.

O que você vai aprender neste curso:

Conceitos básicos do método de cartografia social e mapeamento participativo;

Ferramentas principais utilizadas para o engajamento comunitário;

Softwares abertos de geoprocessamento e plataformas online de mapeamento participativo;

Como iniciar o processo de mapeamento e quais dados coletar;

Como iniciar a construção do seu banco de dados e como inserir nele os seus dados participativos;

O que fazer após o mapeamento participativo, produtos que podem ser gerados e impacto;

Roteiro passo a passo de aplicação do mapeamento participativo, para finalizar o curso com o seu projeto individual de mapeamento participativo prontinho para ser iniciado.

Mais informações aqui: bit.ly/cart_proj

O curso tem certificado e as vagas são solidárias, ou seja, você convida alguém para fazer o curso gratuitamente. Vamos?

Foto: Carolina Carvalho

Photos from Comunidades Vivas's post 02/11/2023

O próximo curso de mapeamento participativo e cartografia social será nos dias 21, 28 de novembro e 5 e 12 de dezembro, das 17h às 19h, online. Neste curso, falarei mais sobre diferenças e semelhanças da cartografia social e do mapeamento participativo, além de mostrar exemplos de aplicações, geração de produtos e impacto social e ambiental. Este curso é para graduandos, pós-graduandos, pós-doutorandos, pesquisadores, professores e profissionais da área de planejamento e gestão ambiental, social e urbana, que queiram aprender a aplicar ferramentas de cartografia social e mapeamento participativo em seus projetos, com o objetivo de aprofundar o conhecimento territorial, engajar atores sociais e assim, trazer melhorias e impactos positivos, inclusive em políticas públicas, para as comunidades, bairros, cidades e o meio ambiente da área do projeto. A cartografia social e o mapeamento participativo possuem ferramentas poderosas de engajamento e participação social, que podem ter um grande impacto nos projetos em si e também nos seus desdobramentos futuros.

Mais informações aqui: bit.ly/cart_proj

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