16/09/2021
Muita honra fazer parte do grupo “Zero Mortes - Segurança no Trânsito”, com profissionais renomados e dedicados na segurança viária. Neste dia, apresentação da empresa Renovaurb - Soluções de segurança viária e sinalização, mais especificamente de suportes colapsíveis para sinalização vertical. Para nós, integrantes do Grupo, só interessa zero mortes no trânsito.
09/05/2021
Desde 2015, quando fui certificado pela 1a. turma do Observatório Nacional de Segurança Viária, me dedico à divulgação e informação para um trânsito mais seguro. Na foto, divulgando o movimento com a Família Lima. Vamos todos cultuar a paz no trânsito, com respeito e responsabilidade, o ano todo.
07/04/2021
A Lei nº 12.587/2012, que instituiu a “Política Nacional de Mobilidade Urbana”, define seu foco principal na integração entre os diferentes modos de transporte e na melhor acessibilidade e mobilidade das pessoas no âmbito do Município, portanto, cabe a ele tomar a iniciativa e organizar seu próprio plano, organizando a sociedade civil e todas as instâncias locais que tenham parcela de contribuição e responsabilidade em sua execução e implantação.
O cidadão deve estar no centro da mobilidade urbana. O ato de caminhar, presente na origem de qualquer percurso, é essencial e a primeira medida de qualquer administração municipal deve ser a de prover calçadas que permitam a formação de redes de caminhada, tanto nos bairros como nas áreas centrais, e uma organização da circulação que permitam a segurança no trânsito, principalmente para os usuários mais vulneráveis. Em todos os municípios brasileiros, salvo em raras exceções, as calçadas são executadas e mantidas pelos proprietários dos lotes lindeiros. Devido a isso, ficam sem conservação, além de não ter continuidade física, tanto no acabamento quanto na regularidade do piso e o resultado é a existência de calçadas mal conservadas e descontínuas, além de locais de potenciais acidentes para os pedestres e fator de desestímulo para a caminhada e para a integração com outros modos de transporte.
O pedestre antecede o carro e a calçada deve prevalecer sobre a rua.
Site de consulta: www.antp.org.br
18/03/2021
O que há em comum, nos atos e nas palavras, entre trânsito e redes sociais? Os que dirigem online no celular e ficam offline no trânsito? No trânsito são as fechadas, as buzinadas, um palavrão, um sinal com o dedo. Nas postagens incitam o ódio, a xenofobia, o racismo, fazem a violência pelas palavras.
O mundo atual está cheio de inovações, de mudanças rápidas, de novidades tecnológicas, de celulares em que se faz de tudo com eles, até ligação telefônica. Os carros cada vez mais potentes, com tecnologia embarcada e tudo mais. As pessoas estão valorizando mais o ter do que o ser e virtudes próprias do ser humano como o respeito, a tolerância, a educação e a própria humanidade estão cada vez mais em falta. Seja naquele que atropela e sai carregando o corpo em cima do capô, seja por aqueles que pregam toda a forma de violência, a intolerância, a discordância de opiniões e agressões gratuitas pelas redes sociais.
Inspirado no artigo de Márcia Pontes, publicado no site Portal do Trânsito.
15/03/2021
Qual a explicação para a violência no trânsito? Falta de educação, irresponsabilidade, desrespeito, cultura, valores, imperícia, negligência? É necessário descobrir o que está por trás da infração, o que motiva uma pessoa a falar no celular enquanto está dirigindo, por exemplo. Como o trânsito não é um assunto somente daquele que conduz o veículo, mas também do pedestre, do passageiro, do adulto, da criança, enfim de todos que convivem no espaço público, para a construção de um trânsito mais humano é necessário ocorrer a mudança de atitude de todos os atores presentes neste ambiente.
Num cenário tão caótico, onde todos estão errados, devemos cada um de nós assumir os erros e responsabilidades para tornarmos um trânsito menos violento. Precisamos de um novo cidadão nas ruas e para isso, propor revisões, padronizações nas relações pedagógicas durante a formação e na atualização, na metodologia e nas ferramentas de ensino. Uma formação inadequada e insuficiente do condutor é definidora para esse quadro de violência e mortes no trânsito.
A educação para o trânsito deve ser um processo contínuo que pode ganhar espaço nas escolas como etapa inicial para uma nova cultura de paz no trânsito e ter no trabalho dos Centros de Formação de Condutores a complementação necessária no processo de preparação para dirigir com responsabilidade. Se a formação for a mais adequada, todo o trabalho de fiscalização no trânsito seria visto como um processo muito mais natural, mais uma etapa educativa e não só punitiva.